Sea Shepherd e Galápagos

Equipe da Sea Shepherd Galápagos. Foto: Sea Shepherd/Tim Watters

Localizado há cerca de 960 quilômetros da costa do Equador, o arquipélago de Galápagos é famoso em todo o mundo por suas espécies animais e vegetais únicas.

A Sea Shepherd sempre considerou Galápagos um dos últimos lugares selvagens intocados do mundo. Mas, mesmo nesta parte remota do mundo, a invasão humana está causando um pesado tributo sobre este ecossistema frágil. A Sea Shepherd Galápagos considera esta campanha em curso e, possivelmente, uma dos mais importantes da nossa história, bem como para a sobrevivência da raça humana. Afinal, se não podemos proteger algo tão único como as ilhas Galápagos, estamos condenados como espécie.

Neste pequeno filme, produzido em 2011, nós apresentamos a você o trabalho que temos realizado, a fim de auxiliar na proteção da Reserva Marinha de Galápagos e a vida dentro dela.

“A Sea Shepherd Galápagos está usando uma variedade de táticas para combater a pesca ilegal e a caça furtiva no interior do Parque Nacional de Galápagos. Desde 1999, quando o Serviço Nacional do Parque nos convidou primeiro para ajudar a proteger a Reserva Marinha de Galápagos, a nossa presença tem tido um grande impacto. Nós auxiliamos na apreensão de caçadores; fornecemos o equipamento essencial para as autoridades locais para ajudá-los a melhorar os resultados de seu trabalho; ajudamos na perseguição de caçadores e contrabandistas; iniciamos a primeira unidade de cães treinados para detectar contrabandistas ilegais de animais silvestres na América Latina, e muito mais e mais”.

“Nosso trabalho é uma batalha constante para se adaptar às constantes mudanças na caça furtiva  e operações de contrabando dentro da Reserva Marinha de Galápagos, sempre tentando ficar um passo à frente dos criminosos que estão tentando destruir este lugar lindo. Galápagos é um verdadeiro paraíso, um dos últimos remanescentes no planeta, e nós continuamos a fazer tudo o que pudermos para proteger as espécies endêmicas. Este pequeno vídeo é um resumo do trabalho que temos feito ao longo dos últimos cinco anos, e continuamos a fazer hoje”, disse o capitão Alex Cornelisson, Diretor Sea Shepherd Global e Diretor de Operações da Sea Shepherd Galápagos.

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Resultado do finning de tubarão. Foto: Sea Shepherd/Tim Watters

Biólogo inglês, Godfrey Merlen, fala sobre caça de baleia “cultural” e “científica”

Dr. Godfrey Merlen. Foto: Sea Shepherd

O biólogo inglês, Dr. Godfrey Merlen, viveu nas Ilhas Galápagos por mais de 40 anos. O que levou Merlen para as ilhas foi que, ao contrário de outros lugares do mundo, ainda era possível ver e sentir os padrões da natureza de sustentabilidade nestes ecossistemas únicos. Merlen atua de forma independente com o Ministério da Agricultura (AGROCALIDAD-Sicgal), o Ministério do Meio Ambiente (Parque Nacional de Galápagos), a Fundação Charles Darwin, e várias ONGs, incluindo a Sea Shepherd Galápagos, para lutar contra a pesca ilegal, proteger a Reserva Marinha e controlar o desenvolvimento insustentável.

Em 1991, Merlen estava profundamente envolvido na criação do Santuário de Baleias de Galápagos. Durante dez anos, ele trabalhou com o Parque Nacional de Galápagos em defesa da Reserva Marinha de Galápagos. Ele agora trabalha com espécies não-nativas, que apresentam o maior risco para a Galápagos. Merlen tem publicado extensamente sobre questões relacionadas com as ilhas, e produziu três livros sobre a fauna de Galápagos.

Merlen faz parte do Conselho da Sea Shepherd desde 2005. Ele se lembra de como se sentiu quando ele foi convidado para ser membro do Conselho da Sea Shepherd: “Fiquei muito feliz e disposto a aceitar essa posição entre as pessoas que são verdadeiramente dedicadas a preservar a vida na Terra.”

Décadas de encontro de Merlen com as baleias, especialmente a cachalote, o convenceu do valor infinito dos oceanos, sem o qual será, como já foi dito, “morrer de uma grande solidão de espírito”. Semelhante a outros membros da comunidade científica, Merlen sente que não é necessário matar baleias a fim de estudá-las. Ele acredita que a palavra “ciência” é usada como um disfarce para a continuidade da caça de baleia ao longo do tempo, para que a quota possa aumentar e possa retomar a caça comercial.

Merlen argumenta a diferença entre a caça com fins culturais e científicos. Embora o Japão afirme que sua caça científica deve ser permitida devido aos direitos culturais, os fatos contam uma história diferente. Merlen assinala que “a caça cultural é realizada por razões culturais, por pequenas comunidades locais, enquanto a caça comercial envolve a viagem de navios comerciais à base pelágica que os baleeiros são conhecidos por caçar baleias”. A caça cultural é permitida pela Comissão Internacional da Baleia e resulta na morte de cerca de 370 baleias por ano. A caça científica estabelece uma quota de 1.030 baleias por ano – três vezes mais do que a caça cultural – e é conduzida por um dos países mais poderosos do mundo.

Merlen acredita que não se deve focar em saber se a caça é para fins científicos ou não, mas sim, se o Japão, ou qualquer país, deve praticar a caça. Ele explica: “Não importa se estamos falando de caça científica ou comercial… a ecologia dos oceanos está sendo perturbada pela esquerda, pela direita, e pelo centro. Precisamos deixar todos os elementos no oceano, para que ele possa recuperar sua força e beleza”.

Vitória! Licença para importação de 18 baleias-belugas para exibição no Georgia Aquarium é negada

Duas belugas mantidas em cativeiro. Foto: Sea Shepherd

A comunidade de conservação da fauna marinha está coletivamente dando um suspiro de alívio ao saber hoje que a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos, anunciou que está negando o pedido do Georgia Aquarium visando a autorização para importar 18 baleias-belugas da Rússia, para exibição pública nos Estados Unidos. As baleias foram capturadas no Mar de Okhotsk, na Rússia, entre 2006 e 2011, e atualmente vivem em cativeiro na Estação de Pesquisa de Mamíferos Marinhos de Utrish, na costa do Mar Negro, na Rússia. Os ambientalistas têm sustentado que estes mamíferos marinhos não devem ser retirados do meio natural para exibição por diversas razões, como a escassez de dados científicos sobre a população reduzida das belugas Sakhalin-Amur, além do fato de que o impacto negativo sobre as espécies de outras atividades induzidas pelo homem, como a caça, pesca e degradação ambiental, ainda é desconhecido.

O Geórgia Aquarium tentou importar as baleias para exibição pública em suas próprias instalações em Atlanta. Algumas das belugas supostamente também seriam destinadas para exposição em instalações de parceiros do Georgia Aquarium, incluindo o SeaWorld da Florida, o SeaWorld do Texas, o SeaWorld da Califórnia e o Shedd Aquarium, em Chicago.

A negativa da autorização foi emitida depois de um longo período de revisão pública durante o qual a NOAA recebeu 9.000 comentários para reflexão sobre o assunto. A antiga coordenadora da Sea Shepherd em Jacksonville, na Flórida, Jennifer Mishler, iniciou uma petição para que a licença fosse negada, que recebeu cerca de 76 mil assinaturas. O pedido de autorização teria sido o primeiro a solicitar a importação de mamíferos marinhos  selvagens capturados em mais de 20 anos.

De acordo com a NOAA, a negativa da autorização foi baseada, em grande parte, pelas seguintes razões:

  • Incapacidade de determinar se a atividade proposta, por si só, ou em combinação com outras atividades, provavelmente teria um impacto adverso significativo sobre a espécie ou estoque.
  • A probabilidade de que o pedido resultaria na captura de mamíferos marinhos além daqueles autorizados por esta licença, como espera-se que a captura legal de mamíferos marinhos continue na Rússia. A NOAA afirmou que acredita que a emissão dessa autorização, portanto, contribui para a captura de belugas no futuro com o propósito de exibição pública nos EUA e no mundo.
  • Determinou-se que cinco das baleias-belugas propostas para importação, estima-se que tinham cerca de 18 meses de idade no momento da captura, e estariam potencialmente ainda sob cuidados e ainda não seriam independentes.

A Sea Shepherd elogia a NOAA pela sua decisão justa e bem pensada em negar esta autorização. Nós incondicionalmente concordamos que, autorizando essa importação, a NOAA teria contribuído para o sofrimento adicional desses animais. De fato, os relatórios on-line indicam que duas baleias-belugas capturadas no Extremo Oriente russo foram transportadas de Vladivostok para Taiji no início deste ano.

As duas belugas, um macho e uma fêmea, de aproximadamente quatro anos de idade, foram transportados para Taiji em troca de quatro golfinhos que foram capturados durante as caçadas bárbaras e sangrentas que ocorrem a cada temporada na enseada infame de Taiji. Alguns grupos ambientalistas afirmaram que as duas belugas enviadas para o Japão provavelmente foram capturadas do mesmo grupo visado por essas entidades, numa tentativa de suprir as instalações dos EUA acima mencionadas.

As duas belugas estão sendo mantidas no cativeiro de golfinhos em Taiji, onde, após as caçadas, a maioria dos golfinhos selecionados para serem vendidos para uma vida de escravidão e desespero em cativeiro, ficam detidos, enquanto aguardam o transporte para parques marinhos em todo o mundo, para realizar truques em troca de suas refeições. O resto é brutalmente morto um por um, com um golpe em sua coluna, levando-os a se afogar em seu próprio sangue, ao lado de suas famílias, em uma cena horrível, que ninguém jamais deveria testemunhar , quanto mais vivenciar. Os Guardiões da Enseada da Sea Shepherd, que estão em vigília sobre os golfinhos e relatando cada caça, captura e assassinato, estavam lá na temporada passada, quando as belugas chegaram.

Neste momento, as autoridades estão relatando que não têm idéia do que vai ser feito com as 18 belugas que estão agora vivendo em pequenos cativeiros na Estação de Pesquisa de Mamíferos Marinhos de Utrish, na costa do Mar Negro, na Rússia. Infelizmente, as 18 baleias provavelmente serão vendidas para atender a demanda da indústria em cativeiro em todo o mundo.

“Não é difícil ligar os pontos entre a matança sangrenta e o comércio internacional de baleias e golfinhos para a indústria de entretenimento”, disse Susan Hartland, Diretora Administrativa da Sea Shepherd EUA. “Quando você compra um ingresso para um parque marinho ou nada com um golfinho, a dura verdade é que você está contribuindo para o sofrimento horrível e abreviando a vida dessas criaturas altamente inteligentes e sociais”.

Operação Marco Zero do ISSB tem início em Recife (PE)

Desde 2007, quando lançou a Campanha em Defesa dos Tubarões, o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) vem trabalhando intensamente pela preservação destes animais, desenvolvendo uma série de atividades relacionadas, como ações judiciais, investigações, campanhas de educação ambiental e conscientização pela proteção das espécies.

ISSB defende o direito à vida das espécies marinhas em seu habitat natural. Foto. Daniel Botelho (Embaixador do Mar - ISSB)

Em 26 de outubro de 2007, o ISSB ingressou com uma pioneira ação civil pública na Justiça Federal do Amapá, contra a captura e matança de 83 golfinhos que seriam vendidos como isca para pesca de tubarões por embarcações estrangeiras no litoral norte do Brasil, conseguindo a apreensão destas embarcações.

No dia 07 de maio de 2009, o ISSB ingressou na Justiça Federal de Rio Grande, com a primeira ação civil pública contra a pesca ilegal de tubarões e a cruel prática do finning (a extração de barbatanas) destinadas ao mercado asiático. Estas ações judiciais até hoje tramitam na Justiça Federal, e aguardamos a punição dos culpados.

Foto: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis- IBAMA

Foto: Gérson Pantaleão / Instituto Sea Shepherd Brasil

Na data de 09 de julho de 2012, o Instituto Sea Shepherd Brasil entregou, durante uma audiência no Senado Federal, um pedido de moratória, solicitando a paralisação total por 20 anos da pesca de tubarões na costa brasileira.

Wendell Estol, Diretor Geral do ISSB (à direita) Foto: Geraldo Magela

No dia 11 de janeiro de 2013, o ISSB colocou no Mercado Público de Porto Alegre (RS), um container simulando uma apreensão feita pelo IBAMA de 3,4 toneladas de barbatanas (equivalente a 40 mil tubarões mortos), que objetivou uma ação judicial da organização. O objetivo é alertar a população e as autoridades para a pesca ilegal de tubarões na costa brasileira.

Foto: Instituto Sea Shepherd Brasil

E, recentemente, no dia 21 de maio de 2013, através de uma investigação de combate ao comércio ilegal de elasmobrânquios (tubarões e raias) iniciada em 2010, o ISSB possibilitou que a Polícia Federal realizasse a prisão de 02 proprietários de empresas que comercializam pescado dentro da CEAGESP e efetuassem a apreensão de cerca de 700 kg da espécie rhinobatos horkelli, conhecida como raia-viola ou cação-viola, que estão ameaçadas de extinção.

Foto: Delemaph / Departamento de Policia Federal (DPF)

O Instituto Sea Shepherd Brasil, através de seu histórico de ações bem sucedidas em prol da vida marinha, novamente entra na linha de frente no combate  à matança de tubarões em toda a costa brasileira.

Sabendo que, 100 milhões de tubarões são mortos a cada ano e que 67% das espécies estão ameaçadas na costa brasileira, não podemos permitir que verdadeiros “grupos de extermínio” ajam sem quaisquer consequências.

As praias de Pernambuco, em especial a Praia da Boa Viagem, estão sendo palco do maior exemplo de irresponsabilidade que o ser humano pode cometer contra o meio ambiente. Grupos de pessoas estão mobilizando-se para matar os tubarões na costa pernambucana e o ISSB entrou nesta luta pagando uma recompensa, em dinheiro, para fotos e vídeos que comprovem essa atrocidade contra os oceanos, este material será usado posteriormente em ações judiciais contra os “ativistas” que pretendem aniquilar este animal importantíssimo para o ecossistema marinho.

ISSB irá recompensar provas contra crimes ambientais em PE

Regras a serem observadas antes do envio de material para o ISSB

O material enviado será analisado pela equipe técnica do ISSB que é formada por profissionais de diversas áreas.

Somente serão considerados materiais válidos:
– Fotos com a data comprovada (usa-se um jornal do dia como referência)
– As fotos devem mostrar o autor do crime ambiental, sem isso não podemos utilizar o material como prova na ação judicial.
– Se aprovada pela equipe técnica, o autor do material preencherá um formulário com seus dados autorizando o uso de imagem pelo ISSB.

Somente efetuaremos o pagamento da recompensa caso todos os requisitos requeridos pelo ISSB sejam preenchidos.

IMPORTANTE:
Em hipótese alguma o nome do autor da foto será divulgado.
As fotos e os vídeos devem ser enviados para o e-mail: denuncias@seashepherd.org.br

 

“Esvazie os Tanques” mobiliza contra a indústria de baleias e golfinhos em cativeiro

Evento mundial "Esvazie os Tanques". Foto cedida pelo Empty the Tanks

Com documentários contundentes como The Cove e Blackfish liderando um novo caminho, o mundo está reavaliando se é ético, e até mesmo seguro, manter os mamíferos marinhos sensíveis em cativeiro. Com o grande lançamento de hoje do Blackfish, uma história verdadeira sobre orcas em cativeiro, idealizado pela ativista Rachel Greenhalgh, voluntária da Sea Shepherd Conservation Society que ficou firmemente vigiando os golfinhos em Taiji, no Japão, está aproveitando o momento para educar e mobilizar o mundo para esvaziar os tanques em 27 de julho de 2013, e deter o paternalismo dos parques aquáticos.

O objetivo do dia mundial pelo movimento “Esvazie os Tanques” (Empty the Tanks, em inglês) é aumentar a consciência do que acontece com baleias e golfinhos em cativeiro, a fim de colocar um fim a esta indústria. Lançada em abril, a campanha “Esvazie os Tanques” se multiplicou e inclui apoiadores em todo o mundo, incluindo Japão, Argentina, Canadá, Austrália e Estados Unidos. As manifestações ocorrerão em 24 locais, em 11 países no total.

“Esvazie os Tanques” não é um movimento radical exigindo a libertação de todas as baleias e golfinhos cativos. Embora alguns desses animais podem ser grandes candidatos à liberdade, há outros que certamente não conseguiriam sobreviver em mar aberto, mas devem ser aposentados e levados para redes em alto-mar, onde podem desfrutar o resto de seus dias em água marinha, além do mais importante, sem realizar acrobacias para a diversão das pessoas.

Susan Hartland, Diretora Administrativa da Sea Shepherd EUA, expressou seu apoio pelo movimento “Esvazie os Tanques” e pela determinação de Rachel em mobilizar os cidadãos que têm compaixão em todo o mundo. “‘Esvazie os Tanques’ é um empreendimento ambicioso de uma Guardiã da Enseada da Sea Shepherd que vem chamar a atenção internacional para a crueldade e o perigo da indústria de golfinhos e baleias em cativeiro. Se parques aquáticos, como o Sea World, tomarem a iniciativa e se voltarem para a observação de baleias e golfinhos, semelhante ao que o Aquário Nacional, em Baltimore, tem feito, iria mostrar uma tremenda responsabilidade corporativa em seu extremo. No entanto, eu acho que vai levar uma grande quantidade de tempo, clamor público e perseverança, antes que esse dia chegue.”

Enquanto a Sea Shepherd é mais conhecida por sua ação direta nos mares abertos, ela também mantém várias campanhas de conscientização pública e de educação, realizados em terra, a fim de afetar mudanças onde as intervenções não podem ser possíveis de outra forma. Um bom exemplo disso é a quarta campanha anual Guardião da Enseada, em Taiji, no Japão – o marco zero para a indústria de cativeiro de  golfinhos e comércio internacional de baleias pequenas. Depois de ser a primeira organização a expor com sucesso o comércio sangrento de golfinhos para o mundo, em 2003, a campanha Guardiões da Enseada da Sea Shepherd pretende continuar levando o foco e atenção da mídia para este negócio antiético, muito tempo depois do burburinho inicial ter começado.

“A maioria das pessoas está tão encantada com baleias e golfinhos e com a chance de vê-los de perto que não param para perceber que o seu bilhete de entrada para um parque aquático tem um efeito direto sobre o derramamento de sangue em Taiji”, disse Rachel Greenhalgh.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil