Operação Ondas Limpas no Arpoador-RJ

No último sábado (5/10/2019) a Sea Shepherd Brasil em parceria com o Bota para Girar promoveu uma ação de Limpeza e Conscientização na Praia do Arpoador/Rio de Janeiro.

A Operação #OndasLimpas. da Sea Shepherd Brasil, se dedica a remover o lixo marinho de praias e rios, assim como educar o público sobre o consumo e descarte responsáveis.

A Pedra do Arpoador recebe diariamente uma grande quantidade de banhistas, e é palco do por do sol mais famoso do Rio de Janeiro.

Turistas de várias partes do mundo, e moradores do rio de janeiro frequentam este espaço, nos possibilitando fazer um bom trabalho de educação ambiental.

A concentração de resíduos nas areias e nas pedras é muito volumosa, atuamos principalmente na retirada do microlixo, que não consegue ser removido com o equipamento da Comlurb, sendo levado pela maré, prejudicando a vida marinha.

Agradecemos a parceria do Bota Pra Girar, que ainda plantou mudas de árvores no local.

Sea Shepherd Brasil no show do Red Hot Chili Peppers no Rock in Rio 2019

Na noite dessa quinta feira, 3 de outubro de 2019, A banda Red Hot Chili Peppers se apresentou no palco mundo do Rock in Rio.

A banda é apoiadora da Sea Shepherd há muitos anos, porém essa foi a primeira ação da Sea Shepherd Brasil com os Red Hot Chili Peppers. Os músicos apresentaram um vídeo da Sea Shepherd Brasil, introduzindo o trabalho da ONG para um público de 100 mil pessoas que estavam assistindo ao Rock in Rio.

Áudio não sincronizado com o vídeo

A Sea Shepherd Brasil tem um enorme respeito pelos integrantes da banda Anthony Kiedis, Flea e Chad Smith que apoiam nossas ações e são dedicados protetores dos oceanos, além de amigos do Capitão Paul Watson. Ontem, também foi aniversário do guitarrista da banda, Josh Klinghoffer. Parabéns Josh.

Assista na integra ao vídeo da Sea Shepherd Brasil que foi apresentado no Rock in Rio!

Sea Shepherd lança novo núcleo no Amazonas no dia mundial da limpeza.

A Sea Shepherd Brasil participou ativamente no Dia Mundial da Limpeza de Praias e Rios (World Clean-Up Day). Foram oito cidades pelo Brasil em cinco estados.  Dentre esses, pela primeira vez na história da organização ouve uma limpeza no estado do Amazonas às margens do Rio Negro em Manaus.

O rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas. É o mais extenso rio de água negra do mundo, e o segundo maior em volume de água — atrás somente do Amazonas, o qual ajuda a formar.

As limpezas da Sea Shepherd Brasil aconteceram nas seguintes localidades:

Estado do Rio de Janeiro
– Rio de Janeiro, Praia do Leme

Estado de São Paulo
– Ilhabela, Praia do Curral
– Mauá, Rio Tamanduatei
– Bertioga Praia do Indaiá

Estado do Amazonas
– Manaus, praia da Ponta Negra, Rio Negro

Estado do Rio Grande do Sul
– Praia da Cidreira
– Praia de Torres

Estado do Paraná
– Foz do Iguaçu, Rio Iguaçu

[dt_media_gallery_carousel image_sizing=”proportional” image_border_radius=”0px” image_scale_animation_on_hover=”disabled” slides_on_wide_desk=”1″ slides_on_desk=”1″ slides_on_lapt=”1″ slides_on_h_tabs=”1″ slides_on_v_tabs=”1″ project_icon_border_width=”0px” arrow_bg_width=”36x” arrow_border_width=”0px” r_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” r_arrow_v_offset=”0px” l_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” l_arrow_v_offset=”0px” include=”14418,14419,14420,14417,14421,14422″]

Agradecemos todos voluntários da Sea Shepherd Brasil que participaram das ações do Dia Mundial da Limpeza.

Juntas as ações retiraram quase uma tonelada de resíduos de costas de praias e rios do Brasil.
Pelos Oceanos – Sea Shepherd – Operação Ondas Limpas

Obrigada a todos nossos parceiros nesse dia tão especial.
Mar e Vida Ecotrip
Viva Baleias e Golfinhos
Argonautas
Baleia à Vista
Limpa Brasil
Projeto pró-mar
EcoSurf
Aguaray Eco Sports
Parque das Aves
Coopercata
e tantos mais

Se você desejar participar das próximas ações da Sea Shepherd no Brasil, junte-se a nós:

[dt_media_gallery_carousel image_sizing=”proportional” image_border_radius=”0px” image_scale_animation_on_hover=”disabled” slides_on_wide_desk=”1″ slides_on_desk=”1″ slides_on_lapt=”1″ slides_on_h_tabs=”1″ slides_on_v_tabs=”1″ project_icon_border_width=”0px” arrow_bg_width=”36x” arrow_border_width=”0px” r_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” r_arrow_v_offset=”0px” l_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” l_arrow_v_offset=”0px” include=”14423,14424,14425,14426,14427″]

PRIMEIRAS VAQUITAS AVISTADAS EM 2019

Os principais cientistas do México e dos EUA, apoiados pela Sea Shepherd, confirmam os primeiros avistamentos de vaquita marinha em 2019, trazendo esperança para a espécie.

Um grupo de cientistas e conservacionistas registra os primeiros avistamentos de vaquita de 2019. A expedição de avistamento visual, um esforço conjunto da Comissão Nacional de Áreas Protegidas (CONANP), da Sea Shepherd Conservation Society e do Museu da Ballena e Ciências del Mar, foi realizada no Alto Golfo da Califórnia, com a participação dos principais pesquisadores de mamíferos marinhos da Universidade Autônoma da Baja California Sur (UABCS) e dos EUA, além de apoio da Marinha do México.

 

A tripulação da Sea Shepherd a bordo do M/V Sharpie avistou dois pares de vaquita nos dias 19 e 20 de agosto; e em 3 de setembro fotografou duas vaquitas.  As vaquitas marinhas são um tipo de boto que está entre os menores cetáceos do planeta e entre os mamíferos marinhos mais ameaçados de extinção no momento. A espécie é endêmica do Alto Golfo da Califórnia, no México. Estima-se que existam menos de 19 vaquitas vivas hoje.

Nos últimos cinco anos, a Sea Shepherd manteve uma presença marítima no Alto Golfo da Califórnia, trabalhando com autoridades mexicanas para proteger as raras vaquitas. A Sea Shepherd remove redes ilegais de emalhe do habitat da vaquita para proteger o mamífero de ser enredado em tais redes destinadas a capturar outra espécie ameaçada de extinção, o peixe totoaba.

 

Os totoabas são alvos por causa de sua bexiga natatória, cujo tráfico é altamente lucrativo.  As bexigas são vendidas em mercados negros na Ásia, e são consumidas em uma sopa que supostamente teria propriedades benéficas para a saúde, apesar da falta de evidências científicas que confirmem tais alegações. Esse esquema de tráfico de animais selvagens é responsável pela situação crítica em que as vaquitas se encontram. Vaquitas e totoabas são aproximadamente do mesmo tamanho; portanto, a malha de rede usada para capturar o totoaba é a armadilha perfeita para enredar o pequeno boto.

Apesar de colaborar com cientistas por muitos anos, fornecendo dados e apoiando os esforços de monitoramento acústico, é a primeira vez que a Sea Shepherd participa de uma expedição de identificação visual de vaquitas. A Sea Shepherd registrou uma vaquita pela primeira vez em 18 de abril de 2015, apenas dois dias depois que o México anunciou um forte plano de ação para proteger a espécie.  O avistamento de 2015 foi o primeiro registro de uma vaquita em dois anos, abrindo caminho para uma colaboração duradoura entre o México e a Sea Shepherd para proteger a espécie.

 

A recente expedição colaborativa avistou três grupos de duas vaquitas, entre 19 de agosto e 3 de setembro, nas águas a leste de San Felipe, Baja California. Segundo especialistas, as vaquitas documentadas eram espécimes adultos e apareciam com boa saúde. “É excelente ver que essas vaquitas estão bem alimentadas e com aparência saudável”, disse a bióloga conservacionista Dra. Barbara Taylor, “isso revigora a determinação do México em proteger suas espécies”.

O Programa de Pesquisa para a vaquita é um esforço da CONANP e tem sido uma ferramenta confiável para entender a população vaquita por muitos anos. Seu programa de monitoramento acústico é responsável pelas avaliações mais precisas das tendências de vaquita, e portanto uma ferramenta vital nos esforços para proteger as espécies.

“Seguindo a liderança da CONANP e graças aos seus enormes esforços de monitoramento da população vaquita, conseguimos encontrar, filmar e fotografar alguns dos últimos indivíduos”, disse Eva Hidalgo, coordenadora científica da Sea Shepherd. “Este trabalho de pesquisa é extremamente importante para mostrar ao mundo que as vaquitas ainda estão vivas e fortes, e para que esforços interinstitucionais, como a retirada de redes ilegais, possam continuar a proteger a vaquita da extinção”, concluiu Hidalgo.

Os pesquisadores especialistas em vaquita ficaram empolgados em ver os resultados: “ver vaquitas vivas é um alívio e mostra que devemos continuar a proteger a espécie”, disse o Dr. Lorenzo Rojas-Bracho, chefe do Programa de Pesquisa de Vaquita do México. O capitão Locky Maclean, diretor de operações marítimas da Sea Shepherd, enfatizou a importância de proteger a área onde as vaquitas permanecem, afirmando: “a área de tolerância zero recomendada pela CIRVA deve estar completamente livre de redes; é aqui que a Sea Shepherd tem concentrado seus esforços de patrulha e continuará a fazê-lo.”

A Sea Shepherd está presente no Refúgio de Vaquita pelos últimos cinco anos sob um acordo de cooperação com o governo do México e continua comprometida em fornecer sua assistência completa. A Sea Shepherd enviou várias embarcações de sua frota de patrulha, monitorando a pesca ilegal e recuperando 990 apetrechos de pesca ilegal, resultando em aproximadamente 200 quilômetros de tais materiais ilegais – todas do habitat de vaquita.

“É muito importante documentar essas vaquitas vivas”, disse o fundador e CEO da Sea Shepherd, capitão Paul Watson. “Nossas equipes trabalham incansavelmente, dia e noite, para remover do caminho das últimas vaquitas a ameaça apresentada pelas redes de emalhe. Alguns dizem que a situação da vaquita é uma causa perdida, mas acreditamos que as causas perdidas são as únicas causas pelas quais vale a pena lutar e todos os nossos tripulantes estão unidos nessa crença de que o impossível pode se tornar possível. E é a paixão, a coragem, a determinação da minha incrível equipe que vencerá essa luta pelas vaquitas e pelos oceanos.”

Em outubro recomeça a temporada de pesca na região, e também o programa de retirada de redes da Sea Shepherd, a Operação Milagro, na qual trabalhará com as autoridades mexicanas para garantir a sobrevivência do pequeno cetáceo. 

[dt_media_gallery_carousel resized_image_dimensions=”1200×800″ image_border_radius=”0px” image_decoration=”shadow” shadow_color=”rgba(0,0,0,0.25)” slides_on_wide_desk=”1″ slides_on_desk=”1″ slides_on_lapt=”1″ slides_on_h_tabs=”1″ slides_on_v_tabs=”1″ project_icon_color=”#ffffff” project_icon_border_width=”0px” arrow_bg_width=”36x” arrow_border_width=”0px” r_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” r_arrow_v_offset=”0px” l_arrow_icon_paddings=”0px 0px 0px 0px” l_arrow_v_offset=”0px” include=”14385,14384,14383,14382,14381,14380,14379,14378,14377,14376,14375,14374″]

Semana de observacao de cetáceos Ilhabela

Baleias em Ilhabela – O final da temporada, a partir de um ponto fixo em terra de observação dos cetáceos, desenvolveu atividades científicas em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

O estudo de observação das baleias jubarte com o grupo de pesquisadoras no Borrifos, no extremo sul do arquipélago, garantiu várias perguntas e respostas da jornada anual destes grandes mamíferos marinhos em São Paulo, até então pouco reconhecido nas rotas anuais de imigração.

Nos meses de maio, junho e julho foram os picos altos de observação das baleias no local e numa rede de contatos, pesquisadores, observações em mar e em terra pudemos avistar grupos, comportamentos de descanso, alimentação, acasalamento, reprodução e o querido filhote recém nascido batizado de Jubinha.

Os trabalhos continuam com ainda mais perguntas pela ciência Sea Shepherd Brasil que já se prepara para a próxima temporada de baleias, na região de Ilhabela e São Sebastião, com a certeza de encontrar muitas respostas para a defesa, conservação e proteção dos cetáceos.

#PelosOsOceanos #Baleias #SeaShepherdBrasil