Você sabia que temos um golfinho nativo chamado de Toninha no Brasil?

 
 
Na Argentina e no Uruguai também é chamado de Franciscana por causa de sua cor marrom-acinzentada, que lembra o manto dos freis franciscanos, também conhecido como golfinho do prata, porque vive no Rio da Prata. Além disto, pode ser encontrado na costa Atlântica do Uruguai, Norte da Argentina, Sudeste e Sul do Brasil.
 
Seu nome científico é Pontoporia blainvillei. É um dos menores mamíferos marinhos do mundo. É uma espécie vulnerável à extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).
 
Os principais problemas para a conservação desta espécie é a captura em redes de pesca, morte por afogamento e ingestão de plástico.
Outros perigos são a destruição ambiental da zona costeira, construção de portos e indústrias, o intenso tráfego marítimo e a poluição do mar.
 
Urge tomarmos medidas fortes para evitar sua extinção pois esta espécie está ameaçada de extinção e extinção é para sempre!
 
Pelos oceanos!
 
#ExtinçãoÉParaSempre #Toninha #Franciscana #AmeaçaDeExtinção #SeaShepherdBrasil 
 
Registro de Toninha e filhote em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.
Foto: Julio Cardoso Projeto Baleia à Vista
 
 
 

Balneário de Porto Fino recebe voluntários do Sea Shepherd Brasil para mais uma limpeza de praia

PARANÁ – Balneário de Porto Fino recebe voluntários do Sea Shepherd Brasil para mais uma limpeza de praia.

Na última limpeza de praia do ano de 2018 o núcleo Paraná da Sea Shepherd Brasil fez uma ação na cidade de Pontal do Paraná, no balneário de Porto Fino. A atividade contou com a participação de um grupo de 31 voluntários e durou um pouco mais de 4 horas.

Grupo de voluntários Sea Shepherd Brasil do Paraná em mais um dia de limpeza

Foram encontradas grandes quantidades de lixo, tanto na areia quanto na vegetação de restinga. Dentre o lixo que foi tirado da praia estavam muitos objetos de plásticos de todos os tipos e tamanhos, como copinhos, sacolas, embalagens de alimentos, garrafas PET, embalagens de produtos de limpeza, canudos, tampinhas, óculos de sol, tampa de assento sanitário, brinquedos de criança e apetrechos de pesca, como pedaços de rede, boias e várias partes de cordas de nylon.

A restinga do balneário de Porto Fino recebeu cuidados de limpeza do lixo urbano deixados à beira mar.

 

Em ação conjunta, os voluntários realizaram limpeza da restinga no Paraná.

 

Os petrechos de pesca, tão mortais para a fauna marinha, é encontrado em nossas praias, ameaçando os mais diversos animais.

Além do plástico, também foram encontradas latinhas de cerveja e refrigerante, artigos de higiene pessoal, fraldas usadas, roupas, calçados, pedaços de isopor, isqueiros, velas, pedaços de cerâmica, restos de material de construção, placas, lâmpadas, garrafas de vidro, medicamentos, embalagens de preservativos, seringas, muitas bitucas de cigarro, etc. Foram encontrados, inclusive, embalagens de produtos de outros países, como Japão.

Embalagens plásticas de alimentos de outros países são carregados pelas correntes marinhas até chegarem na beira da praia.

 

Toda a família pode participar das ações de limpeza do Sea Shepherd. Seja um voluntário!

 

Campeã das coletas, as bitucas de cigarro infestam nossas praias.

Todo o material coletado totalizou mais de 180 kg de lixo, evidenciando a falta de respeito das pessoas pela natureza, descartando tudo sem a menor preocupação com os efeitos maléficos que esse lixo causa aos animais marinhos, às aves e aos próprios seres humanos. Outro fato que chamou a atenção foi a grande quantidade de animais mortos, dentre eles peixes, aves, tartarugas e alguns crustáceos.

Na separação e contagem do material coletado, a ciência de catalogar e contar cada itens requer organização e métodos.

 

As bitucas de cigarro foram contadas uma a uma.

 

Outro fato que chamou a atenção foi a grande quantidade de animais mortos, dentre eles peixes, aves, tartarugas e alguns crustáceos.

Animais marinhos mortos na praia chamou atenção pela diversidade.

 

Foram encontrados crustáceos, aves, peixes mortos na faixa de areia e restinga

 

Um casco de tartaruga registrou mais uma morte no cleanup.

Os detritos impressionam pela quantidade coletada (3.438 itens) em poucas horas de limpeza. Foram recolhidos da praia 33 sacos de lixo pesando 187 quilos. Entre eles:
1524 itens de plástico
1146 pontas de cigarro
201 itens de papel
116 itens de metal
170 itens de vidro
23 itens de borracha
57 itens de petrechos de pesca
69 itens de tecido

Pelos oceanos!
Sea Shepherd Brasil – Paraná

Espírito Santo – Limpeza De Praia Em Vitória Reúne Voluntários Na Conservação Dos Oceanos

No último domingo, os integrantes do Sea Shepherd Brasil no Espírito Santo uniram forças com outros grupos voluntários para realizar uma grande ação de limpeza de praia. Este trabalho conjunto se deu graças a participação de organizações que objetivam a preservação ambiental e também de outras pessoas sem vínculo com instituições, incluindo garis e jovens escoteiros, que uniram-se num grande mutirão para o recolhimento de lixo.

VIDEO

Representação “Baleia de Lixo” foi formada por mais de meia tonelada de detritos. Foto: Leonardo Merçon

 

Os locais de atuação foram a Praia da Curva da Jurema, Ilha do Boi e outras localidades de menor extensão conhecidas como Praia da Vale, Praia do Secre e a praia situada na Praça do Papa. Grupos foram divididos a fim de abranger todos os locais mencionados e a Sea Shepherd se direcionou para a área conhecida como Praia da Vale, oposta à Curva da Jurema, para a qual o acesso se deu por embarcação.

A limpeza de praia ocorreu também por mar com ajuda de embarcação

 

Na Praia da Vale, com apoio de embarcação, o grupo recolheu muitos quilos de detritos marinhos.

 

A proposta da ação, além do recolhimento de lixo, era a composição de um mosaico com os materiais retirados, formando o desenho de uma baleia jubarte de detritos na areia, a fim de chamar atenção para a mortandade da vida marinha em função do contínuo descarte de materiais e resíduos em ambientes costeiros. Foram recolhidos desde bitucas de cigarro e garrafas pet, itens sempre presentes, até um aparato flutuante composto por canos pvc e, brinquedos infantis compostos majoritariamente por plástico. Ele, o grande vilão dos oceanos, o plástico, leva grande tempo para se decompor e têm se acumulado não só no ambiente, mas também nos corpos dos animais marinhos, vitimados por canudos, garrafas, lacres de tampas de garrafa e sacolas plásticas, entre outros.

O trabalho minucioso de retirar os detritos dos ambientes marinhos requer esforço e determinação dos nossos voluntários. Na foto Rafael Poltronieri

Além dos detritos retirados encontrou-se uma tartaruga marinha, vitimada em sua fase juvenil.

Do ponto de vista da voluntária Cíntia Varzim, o dever de cada cidadão passa do ponto de cuidar somente das próprias atitudes e passa a ser de agir com vigília também sobre o que resulta as atitudes dos demais: “Retiramos centenas de quilos de lixo em apenas um dia de ação e em algumas praias da capital. Essa quantia, embora possa chocar dada a pequena dimensão da cidade de Vitória (96.536 km²), representa uma ínfima parcela dos mais de 8 milhões de toneladas só de plástico que vão parar no mar, a cada ano. Ou seja, fazer a nossa parte é pouco, é necessário conscientizar cada vez mais pessoas a respeito para que façam o mesmo. Não só o senso de obrigatoriedade de levar consigo e descartar corretamente o seu resíduo quando da estada na praia, mas também de recolher o dos outros, que ainda não o fazem. Estamos em um momento em que é mais importante agir do que nos preocuparmos sobre de quem é a obrigação. Apenas precisa ser feito”.

 

Voluntária Cíntia Varzim em ação de limpeza na vegetação costeira.

 

Ainda no decorrer da ação, pescadores foram avistados manipulando redes cuja utilização configura transgressão da lei, conforme especificado no artigo primeiro da Lei 9.077/2017 do município de Vitória-ES. A denúncia foi comunicada pelos voluntários que, a posteriori, retiraram a rede ilegal na qual estavam presos pequenos peixes e um crustáceo. Ainda, uma tartaruga verde (Chelonia mydas) foi encontrada morta, já em estado de decomposição, sem ferimentos externos aparentes.

 

Esta tartaruga verde não resistiu às ações humanas. Foto: Leonardo Merçon

Cada vez mais, para onde se pode olhar, encontramos sinais das consequências dos nossos atos. Acreditamos, porém, que ainda há tempo! Cuidar do ambiente não é questão de civilidade, tão somente, tampouco empatia, mas de sobrevivência. “Se os oceanos morrerem, nós morremos” (Paul Watson).

Agradecimentos a todos que participaram @InstitutoOCanal @ÚltimosRefúgios @ProjetoAmigosDaJubarte @ProjetoPegadas @InstitutoJacarenema @PrefeituraDeVitória @SindPaes @GuardiõesDoEcossistema, Os Escoteiros. Que mais ações assim aconteçam!

Pelos oceanos!

Instituto Sea Shepherd Brasil

 

 

Ilhabela/SP – PRIMAVERA 2018, Feira Sustenta em reverência à natureza

Foram dois dias de celebração ao ciclo da natureza no início da primavera. Nestes dias, (20 e 21 de Outubro) o tema sustentabilidade trouxe ainda mais consciência às pessoas que reuniram-se num evento, a feira SUSTENTA em Ilhabela, voltada para produtos orgânicos, delícias veganas e vegetarianas, oficinas, arte, consciência ambiental, consumo consciente e defesa da vida marinha.

Vídeo Sustenta Primavera 2018
[youtube]https://youtu.be/BzdUbpZtsO8[/youtube]

O Sea Shepherd Brasil nesta edição pode conversar com o público sobre a missão da organização, sobre as campanhas internacionais e as últimas atividades no Brasil.

Feira Sustenta Ilhabela – Primavera 2018

Voluntários na Feira Sustenta – Primavera 2018.

A Feira SUSTENTA em sua edição Primavera 2018 expos na praça da Escola de Vela Lars Grael em Ilhabela os produtores da região com a proposta de produtos naturais e amigos da natureza como também em homenagem à vida natural e cultura caiçara, primada pelo natural e lixo zero. O evento teve participação de Ongs, idealizadores de projetos em prol da natureza, entidades governamentais, turistas, crianças e muitos outros, num dia de celebração da natureza e vida saudável.

Créditos @Sustenta – Catadores de sonhos

Créditos @Sustenta – Delícias Veganas e Vegetarianas

Créditos @SUSTENTA – Vegetais e Hortaliças Orgânicas

Créditos @SUSTENTA – Sabão corporal em barra sem embalagens plásticas.

Créditos @SUSTENTA – Arte e Música fizeram um clima leve e descontraído.

Eventos locais como estes são importantes para conversar com as pessoas sobre a importância da preservação da natureza, em principal dos oceanos como também compartilhar com mais públicos as campanhas de ação direta da Sea Shepherd em todo mundo. Ainda traz para a missão, a força de pessoas engajadas com a conservação dos ambientes naturais trazendo soluções para o consumo consciente. O Sea Shepherd Brasil agradece o convite a todos os feirantes e visitantes do SUSTENTA e aguardamos a próxima edição!

Feira Sustenta Ilhabela – Primavera 2018

Créditos fotos @Sustenta #SustentaIlha

Pelos oceanos.

Ciência Cidadã Sea Shepherd Brasil no World Cleanup Day 2018 – Resultados

No final de semana de 15 e 16 de setembro a ação de limpeza de praia que os voluntários do Sea Shepherd Brasil fizeram nos estados do Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo serviu de alerta para os maus hábitos de consumo que possuímos em nosso dia a dia. Hábitos que podem ser mudados sem maiores sacrifícios, que vai desde recusar sacolas e canudos plásticos, como também reutilizar ou devolver ao fornecedor embalagens plásticas que podem ser reutilizadas.

O plástico está em todos os lugares e cabe a nós mitigar seu consumo e assim minimizar os impactos dele nos oceanos.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=rLT7HOpOsEc[/youtube]

Link do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=rLT7HOpOsEc

World Cleanup Day 2018  São Paulo, Brasil

 

[youtube]https://youtu.be/yQx984Wzgp8[/youtube]

Link do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=yQx984Wzgp8

World CleanUp Day 2018 Rio de Janeiro, Brasil

 

Estamos vivendo num oceano de plástico!  Estima-se que 60% a 90% do lixo marinho é composto por plástico. O plástico, na sua mais variada forma e tamanho, é onipresente em todo o nosso oceano e já faz parte da nossa cadeia alimentar, e com os animais marinhos não seria diferente! Estima-se que 99% das aves marinhas já terão ingerido plástico e que mais de 50% das tartarugas marinhas de todos os oceanos já ingeriram plástico e outros detritos despejados por humanos.

Foto – Pinguim na Praia Guarapari – Pontal do Paraná/PR

 

Foto – Casco de tartaruga na areia da praia – Praia Guarapari/PR

Micro crustáceo desalojado vivo do lixo. Praia de Santa Teresa/ Ilhabela SP.

Foto: Ofiúros resgatado vivo do lixo. Praia de Santa Teresa/Ilhabela SP

 

O trabalho dos voluntários foi crucial para a conservação dos indivíduos como também foi importante para o registro das informações da coleta dos detritos, no resgate dos animais alojados no lixo como também o registro de outros sem vida. Foram quatro grupos que trabalharam no Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, num total de 48 voluntários e muitos parceiros que ajudaram com equipamentos, transporte, alimentação, experiência e disposição.

 

Foto: Sea Shepherd Brasil São Paulo na separação do lixo da limpeza submersa

 

 

 

Foto: Sea Shepherd Brasil no Paraná na separação do lixo

Foto: Sea Shepherd Brasil Rio de Janeiro separando o lixo

 

CIÊNCIA CIDADÃ – RESULTADOS

Os registros servirão para contabilizar os números de detritos e animais salvos para um panorama geral do trabalho em nossas praias. Neste último cleanup, com mais de 40 voluntários mobilizados, foram recolhidos:

3.440 itens diversos sendo 1.458 em plásticos, 182 papéis, 229 metais, 54 vidros, 36 borrachas, 41 pedaços de rede fantasma, 1.321 de outros detritos, entre outros.

262,5 quilos de lixo

35 sacos de lixo cheios e peças grandes submersas como pneus, móveis, canos de pvc.

09 horas de trabalho

04 km de praia percorrida

52 animais mortos

46 animais vivos

 

Os 6 itens mais encontrados foram:

1.300 filtros de cigarro

422 tampinhas de garrafas plásticas

205 canudos

177 embalagens de alimento

132 palitos de sorvete

102 garrafas plásticas

 

Foto: Salvamento e registro dos animais alojados no lixo.

 

Foto: Latas de bebidas são recorrentes no fundo marinho, servindo de casa para pequenos animais.

Foto: centenas de tampas plásticas das suas respectivas garrafas plásticas que ainda estão no meio ambiente.

Estes números não bastam para compor o real cenário do problema da poluição plástica. E muito há o que se fazer nos 4 cantos do Brasil. Os locais que receberam as limpezas foram Praia da Sereia no Espírito Santo, Praia Guarapari no Paraná, Praia do Leblon no Rio de Janeiro e Praia de Santa Teresa em São Paulo com o objetivo de ação direta no problema, missão da Sea Shepherd, com o grupo de voluntários brasileiros somando forças para chamar atenção ao problema do lixo no Brasil.

 

Foto: Sea Shepherd Brasil Paraná

Foto: Sea Shepherd Brasil Rio de Janeiro

 

Foto: Sea Shepherd Brasil Espírito Santo

 

Foto: Sea Shepherd Brasil São Paulo

 

Pelos oceanos.