Voluntários na frente de pilha de lixo segurando bandeira da Sea Shepherd

Ação e conscientização no aniversário de Curitiba

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, completou 328 anos no último dia 29 de março. Para celebrar a data, a Sea Shepherd comemorou com o que melhor representa os nossos valores: ação.

Sob a monitoração da coordenadora do núcleo do Paraná, Amália Pereira e seguindo os protocolos de higiene e cuidados individuais tanto contra o Aedes Aegypti, quanto à COVID-19, os voluntários Lucas Bettega e Guilherme Pereira se uniram para a realização da segunda ação de limpeza do Bosque no Jardim Pinheiros, em Santa Felicidade.

O bosque abriga um córrego que vem sendo poluído pelo lixo descartado às suas margens e que, consequentemente, aumenta a poluição dos sistemas de água da região até finalmente chegar ao oceano.

Apesar do crescimento dos números relacionados à COVID-19, pode-se perceber que os cidadãos continuam a descuidar das práticas de higiene no que diz respeito às áreas públicas da cidade. Esse descuido resulta no acúmulo excessivo de resíduos no local e também impossibilita que a ação seja realizada em uma única. O lixo encontrado na mata e ao redor do leito do rio é de um volume espantoso e dos mais diversos tipos.

Na ação, os voluntários recolheram:

Pilhas, uma grande quantidade de plásticos diversos, sacolas, latas de conserva já enferrujadas, latas de cerveja, garrafas plásticas, garrafas de vidro, galão térmico, velas, 16m de cerca elétrica, roupas, potes plásticos, 1 varal enferrujado, sacos plásticos de lixo 100l com possíveis cadáveres de animais, 2 lâmpadas frias e 2 máscaras de proteção.

Voluntários recolhendo lixo

Assista ao vídeo para ver como foi a iniciativa:

Em um percurso de cerca de 100m, percorrido em 2 horas, foram retirados 120kg de resíduos que definitivamente não deveriam estar ali. O lixo presente no local acumulava água parada e já apresentava focos de mosquitos. Após a ação, foi realizado o descarte correto do lixo e placas educativas foram colocadas no local com a finalidade de chamar a atenção da população e convidá-la à reflexão sobre a importância de preservas nossas matas e nascentes.

O ecossistema do bosque e toda a natureza agradecem aos voluntários pela iniciativa.

Veja mais fotos da ação:

Suas ações e escolhas diárias são a maneira mais eficiente de proteger o oceano.

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Doe para ajudar nas limpezas, resgate de fauna e comunidades que necessitam de assistência.

No Dia Mundial da Água, nossa comemoração é com ação!

Nossos voluntários em 6 cidades de 4 estados do país passaram a manhã desta segunda-feira retirando centenas de milhares de quilos de resíduos

O oceano está sob forte ataque de todos os lados e pede reforços com urgência. A excessiva pesca legal e ilegal, a massa sufocante de plásticos e a acidificação dos oceanos têm um estrangulamento no suporte de vida de nosso planeta; o suporte de vida de que todos dependemos para sobreviver.

Nossos voluntários em 6 cidades de 4 estados do país passaram a manhã desta segunda-feira retirando centenas de milhares de quilos de resíduos, e milhares de itens, incluindo milhares de bitucas, de praias, rios, cachoeiras e outras vias d’água. Estas ações são parte de nossa campanha Ondas Limpas, que já retirou toneladas de resíduos da costa brasileira.

Foram um total de 40 voluntários em Paraty-RJ, Arraial do Cabo-RJ, Ilhabela-SP, Ubatuba-SP, Rio Preto da Eva-AM e Curitiba-PR, recolhendo dezenas de milhares de itens em uma ação de reflexão pelo cuidado da água no mundo.

A vida marinha e aquática agradece a todos os envolvidos!

Confira nossos voluntários em ação pelo Dia da Água

Confira também esta animação preparada pela Sea Shepherd para este dia:

Neste dia da água, vamos salvar o nosso oceano

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Sea Shepherd retira rede de pesca fantasma do fundo do mar em Búzios

BÚZIOS, RJ – A AÇÃO REALIZADA EM CONJUNTO COM A OPERADORA DE MERGULHO LOVE4DIVE SALVOU ANIMAIS AINDA VIVOS, E EVITOU UM POTENCIAL NÚMERO ALTÍSSIMO DE MORTES DE TARTARUGAS, PEIXES E ANIMAIS MARINHOS DO LOCAL

 

Após informação de pescadores no local na semana passada, a operadora Love4Dive, junto à coordenação das ações Ondas Limpas Subaquática da Sea Shepherd coordenou um resgate de animais marinhos em duas redes fantasma emaranhadas em corais do parcel da praia de Manguinhos em Búzios. 

A ação ocorreu nesta terça-feira, dia 9 de fevereiro, após reabertura da área para mergulho pela Marinha. A operação contou com 6 mergulhadores autônomos, e durou por volta de 2 horas no total. Foram retiradas a rede de pesca citada pela comunidade pesqueira, e mais uma que foi encontrada no mesmo local, que aparentava estar por lá há muito mais tempo, certamente ocasionando muito tempo de danos para a fauna marinha do local.

Foram retiradas no total 15 kg de rede de pesca, com uma aparente extensão de dezenas de metros. As redes foram cuidadosamente retiradas de pedras e corais, evitando danificá-los, e nelas foram encontrados mortos na rede diversas espécies de peixes, como robalo e donzela, caranguejos, mariscos e outros crustáceos – porém alguns animais marinhos ainda estavam vivos e puderam ser resgatados, ainda no fundo do mar, ou posteriormente no barco, cuidadosamente retirados e retornados em seu habitat de origem, dentre eles caranguejos, mariscos, cracas e larvas do mar.

A ação é parte da Operação Ondas Limpas, de limpeza de praias, rios, lagos e fundo de mar na costa brasileira. Redes de pesca são um perigo real para a vida marinha. É previsto que quase 700 espécies de animais marinhos estão em risco de extinção diretamente proporcionados por estas redes descartadas no mar.

As Nações Unidas estima que alarmantes 640 mil toneladas de euipamentos de pesca são descartados, abandonados ou perdidos no mar anualmente, e esta estimativa não inclui redes de pesca vindas de pesca ilegal, não reportada ou não documentada. Quando à deriva, a rede de pesca continua a matar a vida marinha incessantemente.

Todo ano, mais de 100 mil baleias, golfinhos, focas e tartarugas são presas nestas redes de pesca, conhecidas como ‘redes de pesca fantasma’. O aprisionamento dos animais nas redes possui grandes consequências. Os animais que não conseguem se soltar, podem ficar presos e sofrer uma lenta morte por inanição. Mesmo os animais que se livram das redes podem lcarregar seus fios ainda presos em seu corpo, muitas vezes limitando sua locomoção, mutilando seus corpos ou os enforcando até a morte. Nossa equipe não conseguirá identificar o real impacto destas redes na vida marinha, mas seguramente sabem que sua retirada salvou inúmeros animais de risco de sofrimento e morte.

Redes de pesca geralmente são feitas de plástico, que demoram até 600 anos para se decompor. É estimado que mais de 40% dos plásticos de grande porte no mar são provenientes de apetrechos e redes de pesca. Estima-se que para cada 125 toneladas de peixes pescados, por volta de uma tonelada de redes de pesca fantasma são descartadas no mar. Este fenômeno é um dano em larga escala para todo o ecossistema marinho, que é totalmente desequilibrado por este tipo de atividade.

Para ajudar a Sea Shepherd e suas atividades de conservação do oceano, seja onde você estiver, repense seu consumo de peixes e animais marinhos: todo tipo de consumo de animais marinhos fomenta esta indústria e alimenta este desequilíbrio em nosso oceano.

Ondas Limpas Sub Búzios

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Alagamentos e falta de coleta causam rio de lixo que desemboca na Lagoa em Florianópolis

FLORIANÓPOLIS, SC – VOLUNTÁRIOS DA SEA SHEPHERD FAZEM LIMPEZA NOTURNA DA ORLA DA LAGOA DA CONCEIÇÃO.

Devido às fortes chuvas que ocorreram esta semana em Florianópolis, a lagoa de estabilização da estação de tratamento de esgoto da Casan rompeu, ocasionando um alagamento na região da Lagoa da Conceição. Ainda, a Comcap, empresa que administra a coleta de lixo em Florianópolis, está em greve, deixando um acúmulo alto de lixo nas ruas. Com o rompimento e alagamento, estes resíduos acumulados foram arrastados para a lagoa da Conceição, ponto turístico da cidade.

 

Voluntários da Sea Shepherd em Florianópolis se reuniram para fazer uma ação noturna de limpeza da orla da lagoa dia 27 de janeiro, quando houve uma pausa nas chuvas.  A ação faz parte da campanha Ondas Limpas da Sea Shepherd Brasil que visa remover o lixo marinho de praias e rios, educar e conscientizar pessoas sobre consumo e descarte responsável.

 

Durante a pandemia, a Sea Shepherd vem trabalhando com equipes reduzidas e fazendo ações menores e restritas para poder respeitar os protocolos sanitários durante as limpezas. Seis voluntários se reuniram para retirar os detritos do ambiente.

 

A equipe de voluntários da Sea Shepherd Brasil retirou 28kg de lixo da orla da lagoa da Conceição e a ação que durou uma hora e meia. Os voluntários fizeram a coleta, separação e contagem do material recolhido e deram a destinação correta. Durante a ação foram encontradas vestimentas, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, calçados, garrafas PET e outras formas de plástico.

É necessário e urgente tomarmos medidas para gerir os resíduos de plástico que já produzimos até agora. Porém, somos conscientes que o mais urgente agora é fecharmos a torneira da produção e consumo de plástico virgem, já que o que já produzimos nestas 7 décadas já é muito para se trabalhar.

Para ajudar a Sea Shepherd e suas atividades de conservação do oceano, seja onde você estiver, repense seu impacto com a geração de plástico: recuse o que puder, reuse o que puder, use plásticos 100% reciclados, garanta que seu plástico está sendo destinado para sistemas de reciclagem adequados, repense seu consumo de animais marinhos e de produtos que utilizam animais marinhos em sua produção – pois uma grande parcela dos plásticos encontrados no oceano vem de apetrechos de pesca (isso sem falar dos um inúmeros animais mortos por pesca acidental nestas atividades).

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#seashepherd #pelooceano #ondaslimpas

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Lixo coletado em limpeza na Praia Brava

Alerta ao lixo invisível: Sea Shepherd coleta mais de 1000 resíduos em praia deserta de SP

UBATUBA, SP – GRANDE PARTE DOS RESÍDUOS SÃO MICROPLÁSTICO E PEDAÇOS DE PLÁSTICO DE DÉCADAS ATRÁS QUE SÃO TRAZIDOS PELO MAR

Você lembra onde você estava há 19 anos atrás? Esta é a data de um dos resíduos de plástico encontrados na última limpeza de praia da Sea Shepherd na Praia Brava de Camburi, em Ubatuba no estado de São Paulo.

A ação, parte da Operação Ondas Limpas, de limpeza de praias na costa brasileira, foi coordenada pelos voluntários de Paraty, RJ, já que a praia fica na divisa dos estados, a 20 minutos de carro da cidade. Ela foi realizada nesta sexta-feira, dia 15 de janeiro.

A Praia Brava é conhecida por ser um paraíso de surfistas: uma praia selvagem, de difícil acesso por uma trilha íngreme de 500 metros com percurso de 15 a 20 minutos, e nenhuma estrutura turística.

Por sua localização isolada, a praia em um primeiro olhar aparenta ser muito limpa e bem cuidada – de fato os resíduos encontrados por lá não são grandes, mas são muito numerosos: com um olhar mais clínico, pode-se perceber que a praia está preenchida por pedaços de plástico, principalmente microplástico decompostos de resíduos de longa data que são trazidos todos os dias pelo mar.

Praia Brava - Ubatuba

Os 4 voluntários cobriram metade da praia (por volta de 250 metros) por um período de 4 horas. Foram coletados mais de mil pedaços de resíduo, em sua vasta maioria composto de plástico já em decomposição – alguns com data de validade de décadas atrás – e uma grande presença de microplásticos, pedaços de plástico decompostos de 5mm ou menos.

Também foram encontrados dezenas de hastes flexíveis, cápsulas de drogas ilícitas, pedaços de isopor – muitos desses são bandejas de estilo delivery – apetrechos de pesca, bitucas de cigarro, chinelos, dezenas de tampas, garrafas PET, brinquedos, dentre outros resíduos.

Voluntário organizando lixo

Nem as praias mais isoladas estão imunes ao lixo humano. Resíduos que são despejados ao mar inevitavelmente se espalham por toda costa, de uma maneira ou outra. Estima-se que 9 milhões de toneladas de plástico são despejadas no mar todos os anos. O plástico pode demorar até 400 anos para se decompor. O oceano, como um só gigante ecossistema interligado, absorve todo este despejo e impacto. O estado em que a Praia Brava foi encontrada pelos voluntários da Sea Shepherd Brasil vai ser certamente comum, por diversas praias selvagens, por anos a fio.

O mar nos dá um alerta, todos os dias: ele retorna às praias um pouco do que não o pertence, mas sabemos que o resíduo que chega à costa representa somente uma porcentagem pequena do que fica no mar; seja na superfície, em seus leitos, ecossistemas de corais e fundos de mar, afetando toda sua biodiversidade e equilíbrio. É estimado que já haja hoje 51 trilhões de micro pedaços de plástico no oceano, pesando 269,000 toneladas. Isso equivale ao peso de 1.345 baleias azul, e 500 vezes o número de estrelas na galáxia! Todos os dias, por volta de 8 milhões de pedaços de plástico são despejados no oceano (fonte: PLoS ONE).

É necessário e urgente tomarmos medidas para gerir os resíduos de plástico que já produzimos até agora. Porém, somos conscientes que o mais urgente agora é fecharmos a torneira da produção e consumo de plástico virgem, já que o que já produzimos nestas 7 décadas já é muito para se trabalhar.

Para ajudar a Sea Shepherd e suas atividades de conservação do oceano, seja onde você estiver, repense seu impacto com a geração de plástico: recuse o que puder, reuse o que puder, use plásticos 100% reciclados, garanta que seu plástico está sendo destinado para sistemas de reciclagem adequados, repense seu consumo de animais marinhos e de produtos que utilizam animais marinhos em sua produção – pois uma grande parcela dos plásticos encontrados no oceano vem de apetrechos de pesca (isso sem falar dos um inúmeros animais mortos por pesca acidental nestas atividades).

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#seashepherd #pelooceano #ondaslimpas

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