Sea Shepherd Austrália divulga vídeo do ataque da frota baleeira japonesa

– Nisshin Maru ataca o Bob Barker
– Vídeo mostra claramente quem bateu em quem

A Sea Shepherd Austrália divulgou um vídeo ainda mais convincente do incidente de abalroamento de quarta-feira, 20/02, em que o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, o Nisshin Maru, intencionalmente bateu nos navios da Sea Shepherd, o Bob Barker, o Steve Irwin e o Sam Simon, bem como em seu próprio navio petroleiro de abastecimento de combustível, o Sun Laurel.

O vídeo assustador mostra claramente o navio-fábrica da frota baleeira de 8.000 toneladas, o Nisshin Maru, empurrando o navio de bandeira e propriedade holandesas, Bob Barker, no navio petroleiro de abastecimento da frota baleeira japonesa, o Sun Laurel, quase virando o navio da Sea Shepherd e quebrando a ponte do Bob Barker.

O Diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen, declarou: “Os baleeiros sugerirem que foi a Sea Shepherd que bateu no seu enorme navio-fábrica ilegal, é como um criminoso condenado dizer que foi o pedestre que atingiu o seu carro. É simplesmente uma tentativa pobre destes caçadores ilegais para ganhar algum tipo de simpatia pela sua caça ilegal de baleias flagrante em um santuário de baleias estabelecido, em violação de um acórdão do Tribunal Federal da Austrália. Para ver este enorme valentão navio-fábrica baleeiro, muito maior que o navio Bob Barker, desabar sobre sua ponte, é uma clara indicação de que esses caçadores de baleias não têm absolutamente nenhum respeito, não só com os cetáceos, mas também com a vida humana”.

Atualmente, o Steve Irwin e o Bob Barker estão com o Nisshin Maru. Dois dos navios arpoadores da frota japonesa de caça ilegal de baleias também aparecem aleatoriamente, de vez em quando, nesta mesma área, mas as equipes da Sea Shepherd Austrália  não têm sido capazes de identificar especificamente quais navios arpoadores são.

O Nisshin Maru foi mudando de direção regularmente, indo de leste a oeste e leste novamente – e para trás nove vezes, até o momento.

O Sam Simon está com o navio petroleiro da frota baleeira japonesa, o navio de propriedade sul-coreana Sun Laurel, juntamente com o Shonan Maru 2 e um terceiro navio arpoador  – também não identificado. Os quatro navios pararam de se mover para o norte na noite passada e estão 150 minutos a norte do Steve Irwin e do Bob Barker, à deriva no mau tempo.

A frota da Sea Shepherd Austrália espera que os caçadores de baleias japoneses tentem novamente reabastecer, assim que o mau tempo passar.

20 de fevereiro de 2013 – o Nisshin Maru abalroa o SSS Bob Barker para o navio de abastecimento de combustível, o Sun Laurel 

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=GH1PpzIV4VM[/youtube]

Uma visão assustadora. Após bater no Bob Barker e no Steve Irwin, o Nisshin Maru empurrou o Bob Barker no petroleiro da frota baleeira japonesa, o Sun Laurel, quase virando o navio da Sea Shepherd. Vídeo: Sea Shepherd Austrália

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Núcleo SP participa do I Fórum de Tecnologias Limpas, Oportunidades de Negócios e Geração de Empregos

Por Claudia Heloisa Hallage, voluntária de Comunicação do Instituto Sea Shepherd Brasil, Núcleo SP

No último sábado, 16/02, o Núcleo SP do Instituto Sea Shepherd Brasil participou do I Fórum de Tecnologias Limpas, Empregos e Oportunidades de Negócios, organizado pelo MOAI (Movimento Ambientalista Inter-regional) e pela Ocean Defenders, na Estância Balneárea de Peruíbe, litoral sul de São Paulo.

O evento reuniu empresas e ONGs sob o mesmo foco da preservação ambiental e as possibilidades econômicas de crescimento sustentável.

Núcleo SP durante evento

Nossa palestra sobre a importância de preservação da vida marinha e as possibilidades de negócios voltados para o turismo sustentável fez parte da importante discussão que tivemos.

Peruíbe e São Vicente são as duas cidades do Litoral Sul de São Paulo que assinaram o compromisso de desenvolvimento econômico sustentável.

Com acesso à unidade de conservação Estação Ecológica da Juréia-Itatins e com grande área verde ainda preservada, a cidade de Peruíbe encontra atualmente possibilidades de desenvolvimento sustentável e alguns obstáculos para a preservação ambiental, como a situação dos aterros sanitários na possibilidade iminente do transbordo e a intenção de grandes capitais na construção de um porto na cidade o que causaria enorme impacto ambiental e econômico, entre outros pequenos problemas.

Reserva ecológica. Foto: ISSB/ Núcleo SP

Durante o Fórum foram apresentados problemas e soluções para o poder público e a população. Descobrimos, por exemplo, que mais da metade dos presentes não sabia que cação é tubarão! O que foi possível perceber dos poucos participantes foi a enorme vontade de fazer acontecer, por isso estaremos presentes nesta sexta, 22/02, no mesmo evento que será realizado na cidade de São Vicente.

Núcleo SP durante evento

Após o Fórum, fomos conhecer o bairro do Guaraú, e avistamos a estação Ecológica da Juréia-Itatins, paraíso com área de 79 hectares na faixa litorânea do estado de São Paulo seriamente ameaçada pela construção do porto, e que o Instituto Sea Shepherd Brasil vai fazer de tudo para impedir, como no caso da Operação Biguasujo Não.

Praia da Juréia. Foto: ISSB/ Núcleo SP

Navio-fábrica japonês abalroa navio petroleiro e três navios da Sea Shepherd

O navio de caça de baleias japonês, Nisshin Maru, abalroa o navio de combustível coreano Sun Laurel, e três navios da Sea Shepherd, Sam Simon, Steve Irwin e Bob Barker. O Japão ordenou que o navio de bandeira australiana deixasse as águas da Austrália, e então atacou.

O Nisshin Maru atingiu o Bob Barker com canhões de água, e o jogou contra o Sun Laurel. Foto: Sea Shepherd Austrália / Eliza Muirhead

O SSS Bob Barker e o SSS Steve Irwin foram abalroados pelo enorme navio-fábrica da frota baleeira japonesa, o Nisshin Maru. O flutuante matadouro é oito vezes a massa do Steve Irwin.

O Bob Barker e o Steve Irwin estavam atrás do Sun Laurel, o Steve Irwin a bombordo e o Bob Barker a estibordo.

No alto-falante, o Shonan Maru 2 ordenou que o navio da Sea Shepherd de bandeira australiana, o SSS Sam Simon, que está localizado no Território Antártico Australiano, deixasse a área por ordem do governo do Japão. Granadas foram jogadas no Bob Barker e no Steve Irwin pela tripulação do Nissin Maru.

O capitão Peter Hammarstedt enviou uma mensagem por rádio para o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, o Nisshin Maru, e disse-lhes que o Bob Barker tinha a intenção de manter o curso e velocidade, que a obrigação moral e legal de evitar a colisão era do Nisshin Maru.

O Nisshin Maru virou-se e foi se aproximando de estibordo. Ele quase colidiu com o Bob Barker, antes de virar para o Steve Irwin, e abalroar a popa do navio da Sea Shepherd.

O Nisshin Maru continuou sua rota de colisão, e bateu a bombordo do Steve Irwin.

O Nisshin Maru depois abalroou o Bob Barker. O Steve Irwin aumentou sua velocidade para evitar o Nisshin Maru.

O Bob Barker levou o Steve Irwin a bombordo do Sun Laurel.

O Steve Irwin fez a volta, e o Nisshin Maru empurrou o Bob Barker no Sun Laurel, prensando o Bob Barker entre si e o Sun Laurel. O Nisshin Maru então voltou para trás do Bob Barker, e bateu a toda velocidade na popa a bombordo do Sun Laurel, quebrando os botes salva-vidas a bombordo, e destruindo o guincho para lançar os outros botes salva-vidas. O Nisshin Maru depois bateu no Bob Barker novamente por trás, destruindo um dos seus radares, e todos os seus mastros.

O Bob Barker ficou completamente sem controle e emitiu um pedido de socorro MayDay. Como este pedido de socorro foi emitido, o Nisshin Maru virou-se e começou a fugir para o norte.

O Co-líder da Sea Shepherd Austrália, o ex-senador Bob Brown, informou o governo australiano das múltiplas violações japoneses do direito internacional e apelou para Tóquio por ser necessário remover os seus navios da região norte da Austrália, e desistir de sua violação grosseira das leis australianas e internacionais. Ele disse que a Marinha australiana deve ser enviada para restaurar a lei.

Atualmente o Sun Laurel está sendo escoltado ao norte pela frota da Sea Shepherd, uma vez que eles não têm equipamentos salva-vidas de emergência nas águas potencialmente traiçoeiras do Oceano Austral. O Diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen, disse: “O Nisshin Maru cometeu o equivalente marítimo de um acidente de atropelamento. Ele abalroou o Sun Laurel, colocando-o em perigo, e simplesmente o abandonou”.

Todos os navios estão se dirigindo para o norte com os caçadores de baleias ilegais do Japão a dois quilômetros à frente da frota da Sea Shepherd.

Todos os três navios da Sea Shepherd foram abalroados, com o Bob Barker apresentando o maior dano. A energia foi restaurada no Bob Barker. Felizmente nenhum tripulante sofreu ferimentos. As equipes concluíram a missão de bloquear o abastecimento e continuarão a proteger as baleias no santuário.

O Nisshin Maru abalroa o Steve Irwin enquanto a frota da Sea Shepherd impede os esforços de reabastecimento da frota ilegal baleeira. Foto: Sea Shepherd Austrália / Glenn Lockitch

O Nisshin Maru abalroa o Bob Barker e o Sun Laurel. Foto: Sea Shepherd Austrália / Glenn Lockitch

20 de fevereiro de 2013 – O Nisshin Maru abalroa o SSS Bob Barker, o SSS Steve Irwin e o petroleiro sul-coreano Sun Laurel

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O navio-fábrica da frota baleeira japonesa, o Nisshin Maru, abalroa os navios da Sea Shepherd muito menores, o Bob Barker e o Steve Irwin, juntamente com o navio coreano, Sun Laurel, no Santuário de Baleias da Antártica. Vídeo: Sea Shepherd Austrália

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Vazamento de petróleo da frota baleeira é confirmado

Nas primeiras horas do dia 17 de fevereiro, enquanto o SSS Sam Simon perseguia o navio de propriedade sul-coreana Sun Laurel, o navio de abastecimento para a frota baleeira japonesa, a tripulação do Sam Simon percebeu o cheiro de óleo diesel proveniente do Sun Laurel, que estava mais de uma milha à frente.

O Capitão Luis Pinho enviou uma mensagem pelo rádio para o Sun Laurel, às 3:00 horas (horário australiano), cerca de 15 minutos após o Sun Laurel ter entrado em Território Antártico Australiano, informando-os de que eles cheiravam óleo diesel, podiam ver as manchas de combustível na esteira do Sun Laurel, que haviam coletado amostras de água, e que o Sun Laurel seria relatado para as autoridades.

No dia 17 de fevereiro, aproximadamente às 16:00 horas (horário australiano), o Sam Simon registrou uma transmissão de áudio entre o capitão e o contramestre do Sun Laurel – navio de reabastecimento da frota baleeira japonesa. Nesta gravação, o capitão do Sun Laurel refere-se ao derramamento de óleo que o Sam Simon tinha documentado e coletado amostras horas antes. O capitão do Sun Laurel disse ao seu contramestre para tomar cuidado cobrindo as mangueiras de reabastecimento, e que se o petróleo caiu na água seria um “grande problema”, já que o Sam Simon flagrou o vazamento de combustível do Sun Laurel atrás deles naquela manhã.

A Sea Shepherd Austrália acredita que esta transmissão é mais uma prova do derrame de petróleo pelo Sun Laurel em águas cristalinas da Antártida, e relatou o incidente à Associação Austráliana de Segurança Marítima (AMSA).

O Sun Laurel está em violação direta do direito internacional. A Convenção de Marpol, Regulamento 15, Subparte B, Descarga em Áreas Especiais, ponto 4, diz: “No que diz respeito à área da Antártica, qualquer descarga de combustível no mar ou de misturas oleosas de qualquer navio deve ser proibida”. Além disso, o Sun Laurel não emitiu uma declaração sobre seu derrame para Associação Austráliana de Segurança Marítima (AMSA), o que os coloca em violação do Regulamento de comunicação de acidentes da Convenção de Marpol. A Marpol 73/78 é a Convenção da Organização Marítima Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios, à qual todos os navios marítimos estão vinculados.

17 de fevereiro de 2013 – transmissão de rádio interceptada confirma derrame de petróleo pela frota baleeira 

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8Iu8JbTQ8-c[/youtube]

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

O navio de reabastecimento, Sun Laurel, entra em águas australianas

O tripulante Thomas LeCoz analisa amostra de água enquanto suspeitas são levantadas de que o tanque de combustível japonês, o Sun Laurel, está com vazamento de combustível. Foto: Billy Danger

Às 02:45 horas (horário da Austrália) desta manhã, o tanque de combustível para a frota baleeira japonesa, o Sun Laurel, entrou no Zona Econômica Exclusiva Antártica Australiana em uma posição de 63 graus 07 minutos ao Sul e 84 graus 52 minutos a leste.

O Capitão da Austrália, Luis Pinho, a bordo do SSS Sam Simon, está em constante comunicação com a Associação Austráliana de Segurança Marítima (AMSA) para mantê-los a par da situação. Ele afirmou: “Nós temos perseguido o Sun Laurel toda a noite e eles estão operando em velocidades muito inseguras, em condições extremamente perigosas com icebergs e pouca visibilidade. Muitas vezes eu e minha tripulação sentimos o cheiro de diesel a partir do rastro do navio à frente. Foram coletadas amostras que temos a bordo, que exalam um odor de combustível. Estamos muito preocupados, pois um vazamento de petróleo nessas águas cristalinas da Antártida teria um efeito catastrófico”.

Às 11:00 horas (horário australiano), o Sun Laurel e o Sam Simon foram recebidos por dois membros da frota de caça de baleias, o Yushin Maru – o navio arpoador da frota baleeira japonesa – e o Shonan Maru 2 – o navio de segurança armado do governo do Japão.

O Sam Simon enviou pelo rádio a seguinte mensagem para os navios caçadores de baleias, em japonês e inglês: “Yushin Maru, vocês estão envolvidos em operações ilegais de caça dentro de um santuário de baleias e, portanto, temos a intenção de impedir a sua operação de reabastecimento até sua frota deixar este santuário”.

O Sam Simon posicionou-se entre o Sun Laurel o navio arpoador Yushin Maru, no exercício de cuidado e manutenção do direito de passagem de acordo com o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar. Depois de um bloqueio bem sucedido, o Yushin Maru fez uma curva larga em direção ao Sam Simon, criando uma rota de colisão, que teria atingido o Sam Simon em um ângulo de 90 graus.

O Capitão do Sam Simon, Capitão Luis Manho, fez a seguinte declaração: “Eu julguei que esta colisão seria de alto risco para a integridade do casco do Sam Simon, com a proa armada do Yushin Maru iminentemente entrando em contato com nossa popa bombordo em alta velocidade . Enquanto isso acontecia, o navio de segurança armada, o Shonan Maru 2, também ficou muito próximo de nós e agindo de forma agressiva, chegando dentro de 0,08 milhas náuticas da nossa proa”.

“Neste momento eu percebi que esses navios de caça ilegal estavam determinados a reabastecer, independentemente de qualquer resultado, seja de grande escala de poluição, danos à propriedade ou risco de morte no mar. A fim de proteger a minha tripulação, bem como a vida marinha do Oceano Antártico, eu decidi que era o melhor se afastar e documentar esta operação de abastecimento perigosa”.

Às 11:45 horas (horário australiano), em uma posição de 64 graus e 30 minutos ao Sul e 84 graus e 20 minutos a leste, o Yushin Maru foi amarrado ao lado do Sun Laurel e foi reabastecido. Às 13:55 horas (horário australiano), o Yushin Maru deixou o Sun Laurel e foi imediatamente substituído pelo Shonan Maru 2, que foi reabastecido.

A Sea Shepherd Austrália acredita que o Sun Laurel está levando óleo combustível pesado (HFO) a bordo, o que o coloca em violação da Convenção de Marpol (Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios), Anexo 1, Regulamento 43, incluindo um capítulo especial 9, que proíbe o uso e transporte de HFOs na área.

Todos os quatro navios estão bem dentro do Território Antártico Australiano, na Zona Exclusiva Econômica da Austrália.

Em 31 de janeiro, o Shonan Maru 2 entrou em águas australianas fora da Ilha Macquarie. Na época, o Ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, respondeu, dizendo: “A Austrália tem deixado claro para o Japão em várias ocasiões que os navios associados com seu programa de caça às baleias não são bem-vindos na Zona Exclusiva Econômica da Austrália ou mar territorial”.

O Diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen, respondeu às atividades de abastecimento da frota baleeira japonesa, dizendo: “Bem, parece que o Japão não está escutando Canberra, com um navio do governo japonês com membros armados da Guarda Costeira, juntamente com um navio baleeiro arpoador, que acabam de ser reabastecidos em águas australianas, ao largo da Antártida. Se a Austrália reivindicou estas águas, o mínimo que eles podem fazer é defendê-las. Se estes caçadores fossem ao Uruguai e à Patagônia caçar marlongas em vez destas magníficas baleias, tenho certeza que a resposta de Canberra seria totalmente diferente”.

O Co-líder da Sea Shepherd, Bob Brown, disse: “Enquanto Tóquio transfere combustível de um navio para outro navio, Canberra está transferindo a autoridade sobre o Santuário de Baleias da Antártida para Tóquio”.

O ex-Ministro do Meio Ambiente, Ian Campbell, declarou: “O petroleiro Sun Laurel está transportando HFOs na região, em violação do direito internacional. Todas as nações de conservação devem exigir que esta atitude que atinge diretamente o planeta Terra tenha um fim verdadeiro. O governo australiano deve levar uma diligência sobre as questões comuns da caça comercial baleeira japonesa em violação da moratória, e que ilegalmente trazem um navio de reabastecimento levando HFOs para a região, em violação da Convenção de Marpol (Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios)”.

O tanque de combustível japonês, Sun Laurel, reabastece o Yushin Maru. Foto: Billy Danger

Localização dos navios: Grupo A - Sun Laurel, Yushin Maru, Shonan Maru 2, SSS Sam Simon. Grupo B - Nishin Maru, Yushin Maru, Yushin Maru 3, SSS Steve Irwin e SSS Bob Barker

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil