Uma Grande Vitória Para as Baleias

O Japão perdeu a moratória fica de pé.

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Apesar de subornar nações com táticas insidiosas, a proposta do Japão para derrubar a moratória de 31 anos sobre caça comercial falhou por 41 votos contra 27 com 2 abstenções.

A proposta com o título enganoso: The Way Forward foi na verdade uma tentativa de retroceder para antes de 1987, quando o abate comercial de baleias era legal

Após a mais que bem vinda, Declaração de Florianópolis, de ontem, esta derrota a proposta japonesa fez da 67ª reunião da Comissão Internacional da Baleia um evento histórico impressionante para as baleias do mundo.

A Declaração de Florianópolis afirma que o propósito da CBI é a conservação das baleias e que a morte comercial de baleias não deve mais ser discutida.

O Japão agora está ameaçando deixar a IWC, mas eles estão ameaçando deixar quase todo ano que não conseguem o que querem.

Aqui está a repartição dos votos:

Primeiro os bandidos votando na proposta japonesa.

Nações baleeiras
Japão
Noruega
Islândia

Nações não baleeiras sem nenhum interesse na caça à baleia, mas em dívida com o Japão.

Antígua
Benin
Camboja
Costa do Marfim
Granada
Guiné-Bissau
Quênia
Kiribati
Laos
Libéria
Ilhas Marshall
Mauritânia
Mongólia
Marrocos
Nauru
Nicarágua
São Cristóvão e Névis
Santa Lúcia
São Vicente
São tomé
Ilhas Salomão
Suriname
Tanzânia
Tuvalu

Contra a proposta

Nações baleeiras
Dinamarca
Estados Unidos

Nações não baleeiras
Argentina
Austrália
Áustria
Bélgica
Brasil
Bulgária
Chile
Colômbia
Costa Rica
Croácia
Chipre
República Checa
República Dominicana
Equador
Finlândia
França
Gabão
Alemanha
Índia
Irlanda
Israel
Itália
Lituânia
Luxemburgo
México
Países Baixos
Nova Zelândia
Panamá
Peru
Polônia
Portugal
Eslováquia
Eslovênia
África do Sul
Espanha
Suécia
Suíça
Reino Unido
Uruguai

Abstenções
Coréia
Rússia

A IWC se reúne novamente em 2020. Joji Morashita não é mais o presidente da IWC.

Atualização da Comissão Internacional da Baleia (IWC): O retorno do Japão à proposta da Whaling Comercial “The Way Forward” acabou de ser votado e negado pela comissão.

Outra vitória para as baleias, especialmente considerando que ontem a “Declaração de Florianópolis” foi aprovada e consiste em mudar o propósito da IWC para a conservação das baleias e não para fins de gerenciamento de estoque por mais tempo. Vendo que a caça às baleias não pertence ao século XXI.

Anteriormente, o Japão, a Noruega, a Islândia e as Ilhas Faroé (Dinamarca) não mostraram qualquer respeito por quaisquer regras ou regulamentos deste ou de qualquer outro organismo regulador.

Durante o discurso do Japão após a derrota de sua proposta ameaçou deixar o IWC.

De fato, uma vitória para ver as resoluções indo em frente, mas a questão permanece, será respeitada por essas nações baleeiras?

Apesar da decisão de Florianópolis e apesar da derrota da proposta japonesa, o Japão continua a matar baleias no Oceano Antártico e Pacífico Norte. E a Islândia, Noruega e Dinamarca continuam a matar baleias e, no caso da Islândia, ameaçadas de extinção e baleias azuis. o Atlântico Norte.

No geral, a 67ª Reunião da Comissão Baleeira Internacional foi um sucesso para as baleias.

Obrigado a todas as nações que apoiaram as baleias e um muito especial agradecimento ao Brasil pela Declaração de Florianópolis. Obrigado aos nossos parceiros anti-caça furtiva, Costa Rica e Equador, e especialmente ao Gabão, por sua forte defesa das baleias neste encontro histórico.

Sea Shepherd Conservation Society

Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress

Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress

Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress

FLORIANÓPOLIS, SC, 10.09.2018 – IWC-SC – protesto durante de ongs ambientais 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

FLORIANOPOLIS, SC, 10.09.2018 – EVENTO – Vice-Minister for Foreign Affairs Mitsunari OKAMOTO and taniai masaaki membro do parlamento japones falao na 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em florianopolis brasil na tarde desta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

FLORIANOPOLIS, SC, 10.09.2018 – EVENTO – plenaria de abertura da 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em florianopolis brasil na tarde desta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

FLORIANOPOLIS, SC, 10.09.2018 – EVENTO – joji morishita fala na 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em florianopolis brasil na tarde desta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress

Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress

FLORIANÓPOLIS, SC, 13.09.2018 – IWC-SC – embaixador da Representação Permanente do Brasil junto a Organismos Internacionais (Rebraslon) em Londres, Hermano Telles Ribeiro e comissario do brasil na cib 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em Florianópolis nesta Quinta-feira 13. . (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

FLORIANÓPOLIS, SC, 10.09.2018 – IWC-SC – protesto durante de ongs ambientais 67ª reunião anual de Membros da IWC (International Whaling Commission) em Florianópolis nesta segunda-feira 10. (Foto: Naian Meneghetti/Brazil Photo Press/Folhapress)

 

Fonte: https://seashepherd.org/2018/09/14/a-win-for-the-whales/

Biguá é resgatado pelo Sea Shepherd Brasil, na praia do Leme/RJ

Voluntários do Núcleo carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil foram contatados para realizarem o resgate de um jovem biguá, no final da tarde do dia 08 de abril (sexta-feira), na praia do Leme, zona sul da cidade.

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A ave foi encontrada por banhistas e estava bem fraca, com um bocado de óleo nas penas e pouca mobilização, dificultando-a em se alimentar corretamente.

Após realizado o cuidadoso resgate, o animal foi levado para a clínica PróSilvestres, sendo atendido pelos médicos veterinários Loide Machado e Julio Arruda, que constataram dentre outras coisas, a presença de óleo no interior de seu bico. Então, rapidamente ministraram a medicação adequada e a alimentação necessária para estabilizar a saúde do animal.

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Com a ciência e autorização do IBAMA/RJ, o animal foi entregue para a Patrulha Ambiental que o encaminhou ao CRAS/Unesa (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Vargem Pequena – zona oeste do Rio de Janeiro, onde receberá todo o cuidado da equipe do prof. Jeferson Pires, visando a posterior soltura na natureza.

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Agradecemos aos veterinários Rafael Nudelman, Loide Machado e Julio Arruda, da Clínica PróSilvestres, em Copacabana, pelo pronto atendimento; e aos voluntários Rodolfo Giordano, Marcella Portugal e Luiz André Albuquerque, que realizaram o resgate do biguá.

O biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave da família dos falacrocoracídeos. Tais aves habitam boa parte da região que vai do México à América do Sul, medindo cerca de 75 cm de comprimento e com coloração negra, saco gular amarelo e tarsos negros. Também são conhecidas pelos nomes de biguá-una, imbiuá, mergulhão, miuá e pata-d’água. Esse magnífico animal carece da glândula uropigial, que libera substâncias que deixam as penas impermeáveis a água por isso apresenta vantagem em relação aos outros pássaros na hora da caça, já que com a água suas penas se tornam mais pesadas e retém menos ar, fazendo com que ele mergulhe mais rapidamente. O nome biguá vem do tupi Mbiguá, que foi aportuguesado com o tempo.

Sea Shepherd libera imagens chocantes de pesca ilegal no Oceano Indico.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=IM6xhglkgxs[/youtube]

O navio da Sea Shepherd, Steve Irwin, está em rota para o Oceano Indico para confrontar um assassino em nossos oceanos. Uma frota pesqueira está ativamente pescando no alto mar do Oceano Indico usando redes de deriva; uma forma de pesca banida pelas Nações Unidas em 1992 devido ao impacto indiscriminado e destrutivo.

Tendo vantagem do isolamento da região, e na falta de cumprimento da lei, a frota demonstrou um ressurgimento desta prática ilegal ultrapassada.

O Steve Irwin primeiro interceptou a frota de embarcações empenhadas em pesca ilegal em Janeiro de 2016. Hoje, a Sea Shepherd publicou fotos chocantes e vídeo do encontro, mostrando tubarões, golfinhos, focas, e múltiplas espécies de peixes, incluindo o atum rabilho do sul criticamente ameaçado de extinção, enroscados e mortos nas redes ilegais.

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O objetivo desta nova campanha, Operação Redes de Deriva, é confrontar as embarcações enquanto eles estão empenhados no ato da pesca ilegal, e subsequentemente implantar técnicas de ação direta para acabar com suas operações.

A Sea Shepherd também identificará as embarcações e coletará evidência de suas operações para ajudar com as investigações em terra.

Usando esta combinação de ações em mar e em terra, a Sea Shepherd tem o objetivo de acabar com a faixa destrutiva destas embarcações.

O líder da campanha e Capitão do Steve Irwin, Siddharth Chakravarty disse, “Redes de deriva foram banidas em 1992 por uma moratória das Nações Unidas. As nações do mundo estavam preocupadas 24 anos atrás sobre o impacto negativo desta forma de pesca. Redes de deriva não tiveram um lugar nos oceanos do mundo daquela época e nem nos dias de hoje. Nosso papel é assegurar que a proibição seja cumprida.”

A Sea Shepherd espera se envolver com uma frota de embarcações ilegais nos próximos dias.

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Tripulante do Steve Irwin, Erica, segura um golfinho, o qual foi recuperado morto na rede ilegal. Foto: Eliza Muirhead

 

Tripulantes do Steve Irwin puxa a rede de deriva para fora do oceano. Foto: Eliza Muirhead

Tripulantes do Steve Irwin puxa a rede de deriva para fora do oceano. Foto: Eliza Muirhead

 

Capitão Chakravarty com alguns dos muitos animais sacrificados na rede de deriva ilegal. Foto: Tim

Capitão Chakravarty com alguns dos muitos animais sacrificados na rede de deriva ilegal. Foto: Tim Watters

 

Foca marron, recuperada morta das redes ilegais. Foto: Eliza Muirhead

Foca marron, recuperada morta das redes ilegais. Foto: Eliza Muirhead

 

 

 

Rico bercário marinho da Ilha de Cabras ao portinho em Ilhabela/SP Precisa de Proteção

No último dia 24/02 o Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo SP fez a atividade “Conscientização Ambiental e Matéria sobre o Berçário Marinho da Ilhabela” para alertar sobre a importância da proteção do fundo do mar da Ilha das Cabras à Praia do Portinho. O local é conhecido como o Santuário Ecológico Municipal de Ilhabela através do Decreto Municipal 953/1992 e pelo IBAMA há proibição de pesca nos 20 metros no entorno da Ilha das Cabras.

De grande beleza cênica e alta importância do ponto de vista ambiental e social, esta área sem proteção das autoridades requer atenção especial pela sua diversidade e variação genética que conserva em seu ecossistema os processos ecológicos fundamentais.

O registro da matéria contou com mergulhos da equipe de voluntários da Sea Shepherd Brasil que gravou imagens sub e colheu depoimentos de voluntários dedicados à preservação da biodiversidade do local.

Berçário marinho Praia das Pedras Miúdas – Ilhabela/SP ao fundo São Sebastião e terminal petrolífero.

Berçário marinho Praia das Pedras Miúdas – Ilhabela/SP ao fundo São Sebastião e terminal petrolífero.

Peixe Frade adulto no Santuário Ecológico Municipal (Marinho – Decreto 953/92 ) – Ilhabela/SP.

Peixe Frade adulto no Santuário Ecológico Municipal (Marinho – Decreto 953/92 ) – Ilhabela/SP.

Berçário Marinho da Ilha da Cabras – área protegida em seus 20 metros pela Portaria N-19 de 19mar79 - o responsável pela fiscalização é o IBAMA.

Berçário Marinho da Ilha da Cabras – área protegida em seus 20 metros pela Portaria N-19 de 19mar79 – o responsável
pela fiscalização é o IBAMA.

Gravação de depoimentos sobre o local. Voluntária Claudia Santana – Mar e Vida Eco Trip

Gravação de depoimentos sobre o local. Voluntária Claudia Santana – Mar e Vida Eco Trip

Na série de mergulhos e registros do local foi possível identificar em suas belas paisagens aquáticas as várias espécies de peixes e muitos invertebrados neste berçário marinho. Não é difícil dizer o quanto é importante a sua preservação e o quanto há de descaso das autoridades em preservar esta joia do litoral norte em terras ilhabelenses.

São muitas as ameaças que cercam o local que vão desde o esgoto lançado ao mar à pesca ilegal, aos mergulhos sem monitoramento ao tráfego de embarcações motorizadas, falta de fiscalização e muito mais.

O turismo sem monitoramento no meio ambiente marinho cresce com a especulação imobiliária sem o devido tratamento de esgoto que se soma à presença do Porto de São Sebastião e Terminal petrolífero da Petrobras (TEBAR) que foram indicados pelo ZEE (Zoneamento Ecológico – Econômico do Litoral Norte do Estado de São Paulo) como os principais conflitos ambientais encontrados nesta região costeira. Ainda estão incluídos neste contexto os empreendimentos de exploração de petróleo e gás das camadas do Pré e Pós Sal, em instalação desde 2011.

Decreto Municipal 953/92 Santuário Ecológico Municipal da Prefeitura Municipal de Ilhabela.

Decreto Municipal 953/92 Santuário Ecológico Municipal da Prefeitura Municipal de Ilhabela.

Boias da rede de espera na Praia do Portinho - petrecho de pesca incidental para as tartarugas do local.

Boias da rede de espera na Praia do Portinho – petrecho de pesca incidental para as tartarugas do local.

Tartarugas-verdes mortas por pesca incidental em rede de espera na Praia do Itaquanduba em Ilhabela; B - Tartaruga- verde vítima de colisão com embarcação. Foto Projeto Parque Natural Municipal Tartarugas de Ilhabela.

Tartarugas-verdes mortas por pesca incidental em rede de espera na Praia do Itaquanduba em Ilhabela; B – Tartaruga-
verde vítima de colisão com embarcação. Foto Projeto Parque Natural Municipal Tartarugas de Ilhabela.

Neste rico berçário marinho, com condições ideais para que centenas de espécies de animais (vertebrados e invertebrados) encontrem abrigo, é ideal para que estes animais se alimentem, cresçam e reproduzam-se transbordando vida marinha para toda a região.

Peixe Budião verde na Ilha das Cabras – Ilhabela/SP – foto Thiago Guiado

Peixe Budião verde na Ilha das Cabras – Ilhabela/SP – foto Thiago Guiado

Tartaruga de Pente na Ilha das Cabras – foto Thiago Guirado

Tartaruga de Pente na Ilha das Cabras – foto Thiago Guirado

Marimbá e Sargentinho na Ilha das Cabras – Ilhabela.

Marimbá e Sargentinho na Ilha das Cabras – Ilhabela.

São muitas as espécies encontradas no local que apresenta diversos peixes recifais. Em um relatório técnico elaborado pelo Projeto Peixes Recifais da Região Sudeste – ECOPERE-SE apenas na Ilha das Cabras foram identificadas 147 espécies pertencentes a 54 famílias. Também foi reconhecida como local de reprodução de 23 espécies o que se conclui como área de especial interesse de proteção das populações e garantia da sobrevivência das espécies.

Mais dados foram publicados sobre a ocorrência de peixes recifais que se referem à Praia do Portinho. Neste local, foram identificadas 101 espécies pertencentes a 68 famílias demonstrando que se trata de uma região bastante rica em diversidade de espécies e que deve ser protegida.

Neste pequeno trecho de 1,5 km existem mais de 25 espécies classificadas com algum grau de ameaça de extinção, segundo a lista nacional (IBAMA, 2014) e da International Union for Conservation of Nature (IUCN). As atividades humanas contribuem de forma negativa para a proteção das espécies e isto deve ser mudado. É de suma importância diminuir os impactos no dia-a-dia, nas pequenas ações cotidianas e ainda exigir das autoridades e governantes a proteção dos ecossistemas marinhos.

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Figura 1: Animais do local encontram-se ameaçados de extinção - Foto Projeto Parque Natural Municipal Tartarugas de Ilhabela – 1.Tartaruga de pente, 2. Garoupa verdadeira, 3. Estrela do mar, 4. Garoupa negra, 5. Cavalo Marinho, 6.Peixe papagaio, 7.Garoupa nevada, 8. Neon-gobi, 9.Trinta-réis-de-bico-vermelho, 10 Garoupa verdadeira

Figura 1: Animais do local encontram-se ameaçados de extinção – Foto Projeto Parque Natural Municipal Tartarugas de Ilhabela –
1.Tartaruga de pente, 2. Garoupa verdadeira, 3. Estrela do mar, 4. Garoupa negra, 5. Cavalo Marinho, 6.Peixe papagaio,
7.Garoupa nevada, 8. Neon-gobi, 9.Trinta-réis-de-bico-vermelho, 10 Garoupa verdadeira

Se não protegermos este berçário marinho nossos filhos e netos terão uma herança amarga e só verão estes animais marinhos em livros. A proteção deste ecossistema marinho garantirá a manutenção da riqueza e abundância das espécies para o transbordamento de animais para locais onde a pesca é permitida.

Dará continuidade na valorização da arte dos pescadores artesanais como também aumentará o atrativo ecológico no setor turístico. Ainda, ao se criar uma Unidade de Conservação de proteção integral atenderá a uma normativa legal de recategorização do Decreto 593/92 que incide sobre o município.

“Seja um agente multiplicador da proteção da biodiversidade marinha. Exerça seu papel de cidadão consciente numa sociedade organizada que exige das autoridades a mudança de comportamento que devemos ter em respeito à vida dos oceanos. A economia implacável, os grandes empreendimentos e o turismo devem criar reservas de compensação ambiental com dispositivos para educação ambiental marinha, fiscalização e punição dos infratores. Desta forma poderemos contribuir ainda mais para a perpetuação das espécies, cuidando do bem mais precioso que é a vida. O Instituto Sea Shepherd Brasil continua forte na luta em defesa dos oceanos e agradece aos voluntários envolvidos nesta atividade”, finaliza Mara Lott, Coordenadora Sea Shepherd Brasil – Núcleo SP.

Equipe de Voluntários Sea Shepherd Brasil – Núcleo SP

Equipe de Voluntários Sea Shepherd Brasil – Núcleo SP

Praia das Pedras Miúdas com apoio de bote e mergulho da Equipe de voluntários ISSB - Embaixada Mar e Vida Eco Trip .

Praia das Pedras Miúdas com apoio de bote e mergulho da Equipe de voluntários ISSB – Embaixada Mar e Vida Eco Trip .

Equipe de Voluntários - Mergulhadores para registro das imagens sub.

Equipe de Voluntários – Mergulhadores para registro das imagens sub.

A vida marinha agradece.

Mergulho do Bem: Uma parceria Scuba Point e Sea Shepherd Brasil

A Scuba Point, uma das mais tradicionais escolas de mergulho do Brasil, realizou nos dias 21 a 23 de agosto, mais um “Mergulho do Bem” em Paraty, no Rio de Janeiro e o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) foi a instituição beneficiada.

Cerca de 40 pessoas, dentre elas Cristian Dimitrius, Embaixador do Mar do ISSB, participaram do evento.

Durante os 02 dias de atividades, os participantes realizaram mergulhos pela manhã e à tarde, e puderam constatar as belezas do mar de Paraty, que proporciona sempre um mergulho muito agradável.

Um dos pontos de mergulho foi a Ilha dos Meros, local privilegiado em razão da areia branca contrastando com o costão rochoso, encontrando-se rica fauna marinha, com as raias sempre presentes.

Na noite de sábado, foram realizadas duas apresentações para o grupo participante da viagem: Luiz André Albuquerque, Diretor Regional do ISSB no Rio de Janeiro, mostrou através de imagens, as mais recentes ações desenvolvidas pela organização no Brasil, como a Campanhas “Mar de Sangue”, “Cetáceos para Sempre” e “Redes em Chamas”.

Em seguida, Cristian Dimitrius fez uma palestra expondo imagens de danos decorrentes do impacto que o descarte inadequado de resíduos no mar acarreta para a fauna marinha. Cristian falou sobre postura consciente, informando aos mergulhadores presentes que é responsabilidade deles também levar adiante o respeito e cuidado com a vida marinha.

Após as apresentações, iniciou-se um sorteio de brindes para os presentes e ao final deste, Mauricio Marques representando a Família Scuba Point, entregou um cheque com o valor percentual correspondente à doação para o Sea Shepherd Brasil.

Nossos agradecimentos à Scuba Point e seu staff por mais um Mergulho do Bem em benefício da Sea Shepherd, parabenizando-os pelo sucesso do evento.