Invasão ilegal de Tóquio na área de patrimônio mundial

De The Greens, 11 de janeiro de 2012:

Esta manhã o arpoador japonês Yushin Maru III estava navegando rapidamente na área de patrimônio mundial da Austrália e águas territoriais da Ilha Macquarie. Isto apesar de um apelo da Austrália para que o navio saia do nosso território.

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O navio está violando a lei australiana, que proíbe a entrada desses navios em nossa zona econômica exclusiva, bem como em águas territoriais.

“Nesta situação, uma embarcação naval deveria ser despachada da área da patrimônio mundial da Ilha Macquarie para fazer valer a lei australiana”, disse o senador Brown.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Navio arpoador japonês entra no limite australiano

news_120109_3_1_yushin_maru_with_gea_tagEncorajados por poderem entrar na zona contígua da Austrália, sem qualquer penalidade, onde deteram e removeram três cidadãos australianos, os japoneses já deram mais um passo, entrando no limite de 12 milhas das águas territoriais da Austrália, em volta da Ilha Macquarie.

O Yushin Maru #3 está atualmente (às 14:00, horário da Austrália) a 5 milhas náuticas ao largo da praia na Ilha Macquarie. O navio da Sea Shepherd, Bob Barker, está tentando alcançar o Yushin Maru #3 em Macquarie.

De acordo com uma ordem de 2008 do Tribunal Federal da Austrália, navios baleeiros japoneses estão proibidos de entrar nas águas territoriais da Austrália.

O Steve Irwin está agora a 400 milhas ao sul da Austrália com o Shonan Maru #2 o perseguindo, a uma distância de 10 milhas náuticas. Os três homens australianos que embarcaram no navio japonês permanecem detidos no navio.

A Ilha Macquarie é também um local de Patrimônio Mundial, e um navio que mata baleias não tem nada para fazer nas águas de um Patrimônio Mundial.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Defensores de baleias australianos a caminho da Antártida contra a sua vontade

Os ativistas da Forest Rescue, Geoffrey Tuxworth, Simon Peterffy e Glen Pendlebury acabaram de sair da zona exclusiva econômica australiana a bordo do Shonan Maru #2. Eles estão agora em águas internacionais, em direção ao sul, para a costa da Antártida. O Shonan Maru #2 cruzou a linha às 19:15, horário da Austrália Ocidental, a 38 Graus e 12 Minutos ao sul e 115 graus e 02 minutos a leste, exatamente ao Sul da ponta sudoeste da Austrália.

O Shonan Maru #2 está a 16 milhas à popa do Steve Irwin, e os dois navios estão indo ao Sul, para a costa da Antártida, há 1200 quilômetros de distância.

“Parece que os japoneses claramente sequestraram três cidadãos australianos a partir das águas territoriais da Austrália, dentro da zona de 24 milhas náuticas contíguas. Estes homens foram retirados das águas da Austrália contra a sua vontade, sem aduaneiros da Austrália e a depuração da imigração, e eles não têm passaportes”, disse o Capitão Paul Watson. “Eu não posso imaginar três japoneses embarcando num navio australiano, 16 milhas fora do Japão, e serem transportados para a Austrália contra sua vontade e os japoneses tolerarem isso. O Japão agora sabe que deu luz verde para a Austrália intensificar suas táticas agressivas”.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

32° 57″ 48″ Sul e 115° 20′ 24″ Leste

Esta é a posição do Shonan Maru #2 quando foi abordado por três valentes ativistas da Forest Rescue, às 04:30 horas de 08 de janeiro.

A procuradora-geral australiana falou sem pensar e descaradamente ontem, quando conversou com a imprensa sobre o incidente na costa da Austrália Ocidental.

A procuradora-geral da Austrália, Nicola Roxon, não hesitou em explicar por que ela não podia fazer nada para ajudar a garantir a libertação dos três homens que atualmente estão sendo mantidos presos, a bordo do navio de segurança da frota baleeira japonesa, Shonan Maru #2. O incidente ocorreu fora das águas territoriais da Austrália, ela disse, e não há nada que ela pudesse fazer sobre isso.

Como ela sabia onde ocorreu o incidente? Ela sabia porque o porta-voz de relações públicas para os baleeiros, Glenn Inwood, na Nova Zelândia, disse isso a ela.

O que foi bom o suficiente para Nicola. Ela teve sua desculpa e não precisa complicar essa desculpa com fatos reais e provas.

De acordo com os japoneses, eles estavam há cerca de 44 quilômetros da costa e convenientemente uma milha fora da zona de 24 milhas contíguas, a área onde a alfândega e a imigração australiana têm controle absoluto.

A posição real do embarque foi de 16,2 milhas ao largo da praia. Como sabemos isso? Sabemos por causa de um aparelho chamado GPS e que mostra sua posição em 32° 57″ 48″ ao sul e 115° 20′ 24″ a leste.

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Não é só nas nossas unidades de GPS no Steve Irwin e os nossos pequenos barcos, mas o tempo e a posição devem ser os mesmos do GPS do Shonan Maru #2. E esta é toda a evidência que os três homens australianos precisam provar onde estavam e quando eles estavam nessa posição a bordo do navio japonês.

Teria sido mais fácil se o Shonan Maru# 2 teve seu sistema AIS ativado como exigido por lei, mas eles não o ativaram.

Hoje, o governo australiano disse que não tinham idéia de onde os três homens estavam, ou onde o Shonan Maru #2 estava. É claro que tudo o que eles teriam que fazer é nos ligar, e nós poderíamos ter dito a eles exatamente onde o navio japonês estava e ainda está, que é exatamente 10 milhas atrás de nós, onde está nos seguindo há quase um mês.

A procuradora-geral disse que o navio tinha o direito de passagem inofensiva pelas águas da Austrália. No entanto, este é o mesmo navio que cortou o Ady Gil pela metade e não foi responsabilizado pelos danos, e cujo capitão se recusou a cooperar com a investigação do governo australiano sobre a destruição do Ady Gil.

E o Shonan Maru #2 não estava exercendo o direito de passagem inocente. Ele estava seguindo o Steve Irwin em águas australianas, em apoio das atividades baleeiras ilegais e à espreita fora de Fremantle para a partida do Steve Irwin, a fim de fornecer segurança para uma frota baleeira cujas atividades ignoram uma decisão de 2008 pelo Tribunal Federal australiano, que proíbe a entrada de embarcações envolvidas na pesca da baleia em águas australianas.

A Guarda Costeira australiana, a alfândega ou a Marinha deveriam ter tido esta oportunidade de questionar o capitão e a tripulação do Shonan Maru #2 sobre a destruição do Ady Gil e sua violação à audiência do Tribunal Federal de 2008.

Em vez disso, a procuradora-geral foi rápida em lavar as mãos sobre o assunto, e acreditar no que os japoneses disseram a ela. No final, ela decidiu que apaziguar Tokyo é mais importante do que se preocupar com algo trivial – como evidência.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Três prisioneiros australianos agora detidos em um baleeiro japonês em águas australianas

 Shonan Maru #2

Shonan Maru #2

Nesta manhã a Sea Shepherd Conservation Society auxiliou a Forest Rescue, da Austrália, em um movimento complexo e ousado ao subir a bordo do Shonan Maru #2 nas águas de Bunbury, Australia Ocidental

Geoffrey Owen Tuxworth (47), de Perth, Simon Peterffy (44), de Bunbury, e Glen Pendlebury (27), de Fremantle, todos da Forest Rescue vieram de barco da costa para interceptar o navio japonês Shonan Maru #2, que estava seguindo o navio da Sea Shepherd, Steve Irwin, a 16,2 milhas da costa e 25,3 quilômetros a noroeste de Bunbury, na Austrália Ocidental. A posição do Shonan Maru, quando eles embarcaram era de 32 graus, 57 minutos, 48 ​​segundos ao sul e 115 graus, 20 minutos e 24 segundos a leste. Eles foram recebidos por dois barcos de pequeno porte do Steve Irwin. Os barcos se aproximaram do Shonan Maru sob a cobertura da escuridão, e os três passaram pelos arames farpados, pregos e grades, chegando com sucesso a bordo do navio baleeiro japonês.

Eles foram com uma mensagem. “Leve-nos para a praia na Austrália e, em seguida, retirem-se de nossas águas”.

No presente momento, três cidadãos australianos estão sendo mantidos como prisioneiros a bordo do navio japonês Shonan Maru #2. Eles estão presos na zona de 24 milhas contíguas da Austrália por um navio japonês invasor, contendo militares armados japoneses.

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Declaração da Forest Rescue

Viemos das florestas da Austrália para defender as baleias de serem abatidas em águas territoriais da Austrália.

Somos cidadãos australianos e subimos a bordo do navio japonês Shonan Maru #2 em águas territoriais australianas em uma posição de (32 graus e zero minutos ao sul e 115 graus e 21 minutos a leste). Nós tomamos essa medida de embarcar no Shonan Maru #2 para protestar pelo fato de que este navio é parte de uma frota baleeira que está operando em desprezo ao Tribunal da Austrália, e está em águas australianas, desafiando a decisão do tribunal federal australiano e a vontade do povo australiano.

“Estamos a bordo deste navio, porque nosso governo não cumpriu com sua promessa pré-eleitoral de acabar com a caça às baleias no Oceano Antártico”, disse Simon Peterffy.

A Forest Rescue decidiu tomar medidas para impedir que o Shonan Maru #2 siga o Steve Irwin de volta ao Santuário de Baleias do Oceano Antártico.

A Forest Rescue está agindo para auxiliar a Sea Shepherd Conservation Society em sua campanha para acabar com a caça ilegal de baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico.

Estamos tomando esta ação para lembrar o governo australiano de sua obrigação de fazer cumprir as leis existentes, relativas à proibição de navios baleeiros nas nossas águas.

Nós, como socorristas das florestas, estamos insultados e desapontados com o nosso governo por permitir o trânsito de embarcações de caça de baleias em águas australianas.

Contato da Forest Rescue: Michael Montgomery 0451058005

Contato de mídia da Forest Rescue: Amy Foge 0428048632

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil