Toronto não deve permitir a captura de tubarões selvagens ameaçados para o aquário de Ripley

Por Bob Timmons, Coordenador da Sea Shepherd Toronto

Foto: Bob Timmons

Iniciaram as obras em Toronto para a construção de um aquário de 2,8 milhões de litros, conhecido como Ripley’s Aquarium of Canada. Esse aquário será o lar artificial de mais de 13.000 peixes de água doce e salgada, incluindo 10 tubarões.

Os tubarões selvagens que serão exibidos são tubarões cinza, ou cação mangona, raros, relacionados como espécies ameaçadas na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Eles são protegidos nos Estados Unidos, na Austrália e na Nova Guiné.

Essas espécies de tubarões migram pela ilhota Murrells, Carolina do Sul, a caminho do seu local de reprodução. O cação mangona só produz dois alevinos por ninhada, e tem sido vítima de pesca comercial, caça submarina e de redes de proteção de praias. A remoção adicional deste animal pela equipe Ripley fará, definitivamente, uma marca no crescimento populacional dessa espécie protegida.

A equipe Ripley tem capturado, e continuará capturando, o cação mangona ao largo da ilhota Murrells, Carolina do Sul. A equipe diz que recebeu autorização especial do governo ao afirmarem que os tubarões são para propósitos educacionais.

“O benefício educacional que se ganha ao estudar [animais] em cativeiro é tanto quanto aquele que se teria estudando a humanidade somente observando prisioneiros em solitária.” Jacques Cousteau

A jornada do tubarão no ambiente selvagem e livre para uma jaula é algo assim:

1) Utiliza-se uma linha de pesca similar a um palangre (linha longa). Os palangres matam mais de 70 milhões de tubarões por ano. Outros animais que foram capturados nessas linhas são raias, tubarões galha preta, tubarões martelo e o cação mangona mencionado aqui. Isso mostra, claramente, a característica destrutiva e invasiva da caçada inicial.

2) A cauda do tubarão é amarrada e sua mandíbula presa por um gancho à borda do navio, arrastado de modo não natural até ser colocado numa tipoia e, mais tarde, numa área pequena até a remoção e colocação num tanque no interior do barco.

3) Levado à praia, o tubarão é removido mais uma vez para outro tanque e despachado para o Ripley’s Aquarium da Carolina do Sul.

4) Esses tubarões sofrem ainda mais estresse durante a longa e árdua jornada da Carolina do Sul para Nova Iorque e, então, para Toronto.

Do início ao fim, esse animal ficará num espaço confinado e não natural, o que traz muito estresse e sofrimento, antes de ser aprisionado numa jaula aquática no destino final, quando será explorado para fins lucrativos, não educacionais.

Toronto tem uma proibição de caça de barbatana de tubarão, e eles devem manter a proteção de tubarões ao não permitir que esses animais raros e ameaçados sejam levados do seu ambiente selvagem para Toronto.

Você pode ajudar se envolvendo de uma das seguintes maneiras:

• Assine esta petição: http://www.thepetitionsite.com/525/111/437/stop-delivery-of-sand-sharks-to-torontos-ripley-aquarium-2013/
Queremos mostrar apoio online aos canadenses e americanos que não querem que os tubarões sejam removidos do seu habitat e relocados para um tanque artificial em Toronto, Canadá.

• Escreva no Twitter: #Toronto @TOMayorFord should not permit the import of #sharks from the wild for Ripley’s Aquarium @SSCSToronto Petition 

• Cidadãos locais de Toronto devem entrar em contato com os seus Councilors e comunicar a eles que eles não devem permitir a importação de tubarões selvagens para o Ripley’s Aquarium do Canadá.

• Entre em contato com o responsável na Ripley
TIM O’BRIEN – VP Communications
Escritório: +1 (615) 646-7465
Obrien@ripleys.com

Traduzido por Carlinhos Puig, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil

Instituto Sea Shepherd Brasil realiza curso de salvamento de animais petrolizados, em São Paulo

O último curso de Ações para Salvar Animais Marinhos em Derrames de Petróleo, realizado em São Paulo (SP), na Scuba Point, Rua Pio XI, 641, Lapa, contou com 20 participantes, entre acadêmicos, mergulhadores e outros profissionais.

A Scuba Point é uma grande parceira e divulgadora do trabalho da Sea Shepherd Brasil, além de ceder o espaço para o curso, ofereceram toda a estrutura necessária para que os alunos pudessem desfrutar desta oportunidade de capacitação. “Ações como esta do Instituto Sea Shepherd Brasil são muito importantes para contribuir na conservação do meio ambiente marinho”, comentou Ricardo “Lalo” Meurer, proprietário da Scuba Point.

Wendell Estol, diretor geral do Instituto Sea Shepherd Brasil, e ministrante do curso, ressaltou a importante colaboração da Scuba Point. “Atitudes como esta da Scuba Point devem ser amplamente divulgadas e enaltecidas, pois empresas com esta postura de envolvimento com a sociedade civil organizada é rara em um país como o Brasil, ainda mais quando o assunto é conservação ambiental”.

Conheça o trabalho e os cursos de mergulho da Scuba Point, São Paulo (SP), acessando o link: scubapoint.com.br

 

Força O.R.C.A. guia rinocerontes com segurança através do horror do “Ciclo da Lua Cheia”

Rinoceronte mãe e seu filhote. Foto: Peter Milton

A Força O.R.C.A. da Sea Shepherd, em colaboração com especialistas anti-caça furtiva da África do Sul, SPOTS (Proteção Estratégica de Espécies Ameaçadas), está usando equipamentos de alta tecnologia, trabalhando dia e noite para cumprir a lei anti-caça furtiva, guiando os rinocerontes através do ciclo de lua cheia.

O período de lua cheia de cada mês é o momento mais perigoso para os rinocerontes, ameaçados de extinção. Enquanto a esfera prateada, flutuando sobre o deserto Africano, cria um panorama impressionante para os turistas, também ilumina a selva, o que torna os rinocerontes um alvo muito fácil para caçadores ilegais, que os perseguem e os matam por seus chifres imensamente valiosos.

“Ao longo dos últimos dias, três rinocerontes foram mortos nas reservas vizinhas”, disse Dinielle Stöckigt, membro da equipe sul-Africana. “Estamos aqui para fazer o que for necessário para proteger os tesouros naturais da África nesta área”.

Durante o dia, a equipe da Força O.R.C.A. auxilia em patrulhas armadas, protegendo as áreas de invasores ilegais. À noite, usa a visão noturna de alta tecnologia, a imagem térmica e sistemas aéreos não tripulados para procurar os suspeitos de pilhagem dos recursos naturais da África do Sul.

Na última noite, a equipe respondeu a três tiros ouvidos em estreita proximidade com o seu acampamento. Imediatamente a equipe da SPOTS e da Sea Shepherd lançaram o sistema aéreo não tripulado, equipado com imagens térmicas, para procurar movimentos na área.

“Essa é a melhor experiência de voluntariado que posso imaginar”, disse o especialista em sistema aéreo não tripulado, Jake Weber, ex-Black Hawk e piloto de drones (pequenos aviões operados por controle remoto) para o Exército dos EUA. “Ter um rifle FN 7.62 em uma mão, um par de óculos de visão noturna na outra, dirigindo às 2 da manhã em pistas irregulares que mal podem suportar um veículo, e pilotando sistemas aéreos não tripulados para proteger animais ameaçados de extinção não é a típica experiência de safari – isto é o verdadeiro sal-da-terra”.

A Força O.R.C.A. vai continuar apoiando os esforços anti-caça pelos próximos dois ciclos de lua cheia. Com a nossa experiência de campanha, conhecimento legislativo e tecnologia de ponta, nossa equipe pode fazer uma verdadeira diferença no reforço das ações anti-caça.

“O apoio da Sea Shepherd tem sido essencial durante este período. Com caçadores caçando tão perto, precisamos de todas as ferramentas e recursos humanos que podemos obter para proteger os rinocerontes”, disse o diretor da SPOTS, Peter Milton.

Na nossa área, nenhum animal foi caçado durante este ciclo de lua cheia.

Rinoceronte morto morto por caçadores furtivos. Foto: Peter Milton

Imagens térmicas noturnas pelo sistema aéreo não tripulado

Membro da equipe Força O.R.C.A., Rosie Kunneke, inspeciona um buraco suspeito

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Instituto Sea Shepherd Brasil participa de mutirão de Educação Ambiental e Limpeza Subaquática na Praia Vermelha – Urca (RJ)

Sábado, dia 11 de agosto de 2012, o Instituto Sea Shepherd Brasil integrou a REAMAR – Rede de Educação Ambiental Marinha, em evento realizado na Praia Vermelha, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro.

A REAMAR é um projeto que reúne diversas ONG’s, associações e instituições interessadas em um bem comum: A Preservação dos Mares e Oceanos.

Foto: Flávio Mark Longaray Ramires

A ideia é realizar mutirões de educação ambiental e limpeza do fundo do mar em eventos mensais, alternando-se a Praia Vermelha com a Praia da Urca, situadas no mesmo bairro.

Com 10 (dez) mergulhadores do Núcleo RJ do Instituto Sea Shepherd Brasil equipados pela operadora de mergulho Mar do Mundo, realizamos uma coleta de lixo subaquática no costão direito da Praia Vermelha, retirando uma quantidade considerável de lixo. Foram encontradas pilhas, velas de motor automotivo, latas de refrigerante, anzóis e linhas, pedaços de rede abandonadas, um pneu de carro, etc.

Foto: James Donohue

Em nossa tenda, recebemos crianças para uma lúdica brincadeira de colorir desenhos de animais marinhos com pequenas mensagens voltadas para a educação ambiental, afinal, elas representam o futuro e devem começar a criar uma consciência ecológica desde cedo.

O Projeto Águas Limpas do Instituto Rumo Náutico – Projeto Grael realizou uma exposição de imagens do lixo encontrado na Baia de Guanabara e contribuímos com fotos que demonstravam o dano que o microlixo causa aos animais marinhos.

Foi realizada uma pesquisa com os frequentadores da praia, em que os participantes receberam instruções sobre como descartar adequadamente resíduos, objetivando conduzir a população para o descarte seletivo.

O evento teve cobertura da mídia, o que é importante para sensibilizar a população, além de valorizar e preservar um dos mais importantes cartões postais da cidade do Rio de Janeiro.

Foto: Flávio Mark Longaray Ramires

No curto espaço da Praia Vermelha encontramos 02 redes de espera colocadas a 50 metros da arrebentação. Esperamos no próximo evento da REAMAR, a se realizar no dia 01 de setembro na Praia da Urca, poder contar com maior apoio das autoridades de fiscalização para coibir as ilegalidades que estiverem ocorrendo no local.

O Núcleo RJ tem promovido ações de coleta de lixo subaquático em algumas localidades do Estado do Rio de Janeiro. Sempre que temos oportunidade, buscamos levar conscientização através da ação direta.

Definindo o status legal do Capitão Paul Watson

A Sea Shepherd aborda o impacto do “alerta vermelho” da Interpol sobre o Capitão Watson e as operações da organização

Paul Watson com seu advogado na Alemanha

Depois de muita especulação e desinformação sobre o impacto do recentemente anunciado “alerta vermelho” emitido pela Interpol para o capitão Paul Watson, fundador e presidente da Sea Shepherd Conservation Society, que foi preso no aeroporto de Frankfurt em 13 de maio e detido na Alemanha durante 70 dias até a sua partida, em torno de 22 de julho, a Sea Shepherd está ajustando o seu atual status. Usando a informação enviada para o seu website, tal como previsto em uma carta do advogado principal do Capitão Watson na Alemanha, Oliver Wallasch, a Sea Shepherd aborda a especulação com os fatos jurídicos deste caso.

Perguntas e Respostas ao advogado Oliver Wallasch

Qual é o impacto da fiança do Capitão Watson por deixar a Alemanha?

Ignorar a fiança na Alemanha não é um crime! Lá é totalmente diferente da jurisdição dos EUA e de outros países do mundo. O artigo 2º da Constituição alemã afirma que a Alemanha concede liberdade pessoal. Portanto, não é nem crime na Alemanha escapar da prisão. A decisão de deixar o país leva apenas a consequência de que o mandado de prisão local (não internacional!) da Corte Superior Regional fica em vigor, e que a fiança é apreendida (perdida) na decisão do tribunal. Devido ao fato de que o Capitão Paul Watson foi preso em um processo de extradição, a Alemanha não está ativamente à procura dele, localmente ou internacionalmente.

Qual é o procedimento de extradição da Alemanha no que se refere a este caso?

No caso do Sr. Watson, sabíamos que, além do pedido da Costa Rica, houve também um alerta ‘azul’ emitido pela Interpol sob a acusação do Japão contra Paul Watson. Este alerta ‘azul’, relativo ao mandado do Japão, está ativo desde 2010, e não foi convertido em um alerta ‘vermelho’ pela Interpol durante todo o processo de extradição com a Costa Rica. Mas nós descobrimos que o Japão estava muito interessado no procedimento com a Costa Rica, porque eles enviaram pedidos através da Interpol de Tóquio para a Corte Superior Regional, para reunir mais informações sobre o procedimento em si. Isso é absolutamente incomum. As autoridades alemãs estão autorizados a realizar a extradição, mesmo sem um tratado especial com o país requerente. Por isso, era muito provável que o Japão iria pedir a extradição numa base bilateral. Depois que o Sr. Watson deixou o país, nós descobrimos que esse pedido de extradição foi enviado pela Embaixada do Japão através do Ministério das Relações Exteriores ao Ministério Público em Frankfurt. O cenário seria que o Sr. Watson teria sido extraditado para a Costa Rica, e depois extraditado para o Japão.

Esses fatos mostram que havia uma ligação entre o pedido de extradição da Costa Rica e o pedido de extradição do Japão. Tendo em vista que a presidente da Costa Rica visitou o Japão no final de 2011, tendo em vista que o Japão concedeu uma enorme quantidade de dinheiro para a “proteção ambiental” na Costa Rica, é óbvio que estes dois países têm uma relação muito estreita.

O “alerta vermelho” da Interpol é um mandado, e qual é o seu impacto?

Os alertas da Interpol são alertas internacionais, permitindo que a polícia dos países-membros compartilhem informações. A Interpol não está ativamente emitindo mandados de prisão, a Interpol não está ativamente à procura de o réu, e a Interpol não está envolvida no processo de extradição. A Interpol apenas faz o intercâmbio de informações entre a polícia nos países-membros.

A informação de que a Interpol emitiu um alerta ‘vermelho’ contra o Sr. Watson sobre as acusações da Costa Rica significa apenas que a polícia dos países-membros devem estar cientes de que o Sr. Watson é procurado pela Costa Rica. Cabe à polícia e as autoridades judiciais dentro dos países-membros da Interpol agirem ou não de acordo com este mandado de captura local pela Costa Rica.

Qual é o impacto do “alerta vermelho” sobre a Sea Shepherd Conservation Society?

Devido ao fato de que estes são casos individuais de acusações contra o Sr. Watson (na Costa Rica e no Japão), que são como afirmamos, provavelmente motivada politicamente, não há impacto sobre o trabalho da Sea Shepherd Conservation Society como uma ONG em si. É um princípio geral de que as acusações criminais são contra os indivíduos, e não contra entidades jurídicas.

O Capitão Watson poderá viajar para a Antártida na próxima e em outras campanhas?

Estou convencido de que o Capitão Paul Watson é capaz de continuar seu trabalho, mesmo com essas acusações falsas contra ele..

Declaração da Diretora Administrativa da Sea Shepherd

Ao falar sobre as tentativas transparentes do Japão de frustrar as campanhas da Sea Shepherd, Susan Hartland, Diretora Administrativa da Sea Shepherd, disse: “O mandado o alerta “azul” gerado é apenas outra tentativa débil do Japão para tentar impedir-nos de realizar nossa missão de proteger, conservar e defender nossos oceanos. Atuamos dentro dos limites legais da Carta Mundial das Nações Unidas para a Natureza. Somos uma entidade de execução, agindo legalmente contra as implacáveis ​​e arcaicas operações baleeiras ilegais em um santuário designado e, como tal, continuaremos a nossa ação direta para proteger os oceanos e a vida selvagem. Nossos apoiadores não esperam menos que isto, e é isso que continuaremos fazendo. Os nossos adeptos estão conosco, e nós estamos com o Capitão Watson, todos os outros capitães de nossos navios, e toda a nossa tripulação corajosa”, disse ela.

Hartland acrescentou: “Claro, nós sabemos que o Japão iria adorar ter o seu próprio alerta ‘vermelho’ emitido para o Capitão Watson. Eles tentaram o ‘vermelho’, mas suas tentativas são reconhecidas pela Interpol como politicamente motivadas, então eles foram obrigados a se contentar com um alerta ‘azul'”, disse ela. “Sendo conivente com a Alemanha e a Costa Rica, o Japão tentou extraditar o Capitão Paul Watson, entrou com uma ação nos EUA, perseguiram e prenderam membros da tripulação da Sea Shepherd, e nos acusou de falsos crimes quando tiveram chance”, disse ela.

“Nada que o Japão faça vai nos impedir de voltar para a Antártica nesta temporada, com quatro navios e quatro equipes de voluntários comprometidos e apaixonados, para pararmos a frota baleeira japonesa”, acrescentou.

Em 2010, quando o alerta “azul” para o Capitão Paul Watson foi emitido pela Interpol, o Capitão Watson sabia que era resultado do Japão empunhando seu poder político e financeiro, mais uma vez, assim como eles continuam comprando países membros da Comissão Internacional da Baleia. Na época, o Capitão Watson disse: “Coloquem o meu nome em um alerta azul, alerta vermelho, lista negra, ou lista de morte, pois é preferível à lista eu-não-dou-a-mínima”.

Histórico:

O incidente específico em questão ocorreu em águas da Guatemala, quando a Sea Shepherd encontrou uma operação ilegal de remoção de barbatanas de tubarão executada pelo navio da Costa Rica, o Varadero I. Sob a ordem de autoridades da Guatemala, a Sea Shepherd instruiu a tripulação do Varadero a cessar as atividades de remoção das barbatanas de tubarão e voltar para um porto da Guatemala, para serem processados. Enquanto acompanhava o Varadero eu de volta ao porto, a situação se invertesse e uma canhoneira da Guatemala foi enviada para interceptar a tripulação da Sea Shepherd. Para evitar a canhoneira da Guatemala, a Sea Shepherd, em seguida, partiu para a Costa Rica, onde a tripulação descobriu mais atividades de remoção das barbatanas de tubarão, com barbatanas de tubarão secas aos milhares nos telhados de edifícios industriais.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil