Sea Shepherd desafia a Dinamarca na Comissão Europeia

Baleias-piloto nadam livremente. Foto: Bob Talbot

Em resposta ao derramamento de sangue de baleias-piloto em curso nas Ilhas Faroe, como parte do ritual de caça brutal conhecido como “Grindadrap” ou “Grind”, a Sea Shepherd denuncia que a Dinamarca está violando três convenções que assinou, pelas quais prometeu fazer tudo dentro de sua capacidade de proteger as baleias-piloto – a Convenção de Berna, a Convenção de Bona e a ASCOBANS. Como resultado, a Sea Shepherd está levando o assunto para a Comissão Europeia, a fim de obrigar a Dinamarca a cumprir as obrigações contidas nestas convenções e agir para defender os princípios descritos nelas.

Durante séculos, as baleias-piloto foram abatidas à medida que se aproximavam das margens das Ilhas Faroé. A matança de famílias inteiras de baleias é chamada de “Grindadrap”, ou “Grind”. A Dinamarca afirma que não tem qualquer influência em parar o “Grind”, mas em 2010 e 2011, enviou um navio militar e um helicóptero para patrulhar as águas das Ilhas Faroé, enquanto a Sea Shepherd estava no local, para evitar que a Sea Shepherd interviesse. A Sea Shepherd tem se empenhado na oposição a estes massacres impiedosos desde 1984, e enviou um navio para documentar o derramamento de sangue várias vezes.

Se essas mortes foram uma dia necessárias para a sobrevivência do povo das Ilhas Faroé, esses dias já passaram faz tempo. A população das Ilhas Faroé agora conta com o mais alto padrão de vida na Europa, e também recebe subsídios importantes da Europa através da Dinamarca.

Devido ao fato da carne das baleias agora conterem níveis muito elevados de mercúrio e poluentes, as autoridades de saúde faroenses declararam que já não é adequada para o consumo humano. De fato, os níveis de mercúrio podem chegar a dez vezes mais do que os limites legais europeus. No entanto, o “Grindadrap” continua. É agora a maior matança de mamíferos marinhos na Europa.

As baleias-piloto já suportam muitas ameaças modernas (sobrepesca, competição por alimentos, acidificação dos oceanos, pesca acidental, exercícios militares sonares, testes sísmicos e mais). Além dessas ameaças, esta espécie magnífica não deveria ter que sofrer matanças inúteis, apresentadas como prática tradicional, quando na verdade a mais moderna tecnologia está sendo usada. Barcos a motor, jet-skis, telefones celulares, radares e até mesmo um helicóptero substituíram os barcos a remo e os sinais de fumaça (para comunicação) que foram utilizados em séculos passados.

Em qualquer outro lugar na Europa, as baleias-piloto estão sendo protegidas e os esforços estão sendo feitos para reduzir as capturas acidentais e distúrbios/riscos, mas nas Ilhas Faroé, famílias inteiras ainda estão sendo levadas para as praias e sendo completamente exterminadas em uma das mais brutais ações de abate feita pelo homem sobre a Terra. Devido à sua inteligência complexa e seu forte laço social com seus grupos, seu elevado nível de auto-consciência e solidariedade muito forte umas com as outras, estas criaturas sofrem uma quantidade enorme de estresse e agonia indescritível, antes e durante a morte, que, ironicamente, vem como resultado libertador dessa tortura horrível.

Extraído do livro Caça às baleias-piloto nas Ilhas Faroé, por Joan Paulo Joensen (Faroe University Press):

“Com longas lanças e facas os homens lutavam, usando ganchos ligados a linhas para puxar os barcos a pouca distância, e enquanto o sangue fluía livremente das baleias feridas, suas companheiras não as deixavam. Mesmo que elas atingissem a água clara, eles se voltavam de novo ‘seguindo o sangue’. As grandes baleias pareciam estar tentando proteger as pequenas. Algumas das baleias, enlouquecidas pelos ferimentos de lança, correram e ficaram encalhadas em águas rasas, onde foram recebidas por homens de Sorvagur e Bour, que, enfrentando o sangue e a água, atacavam novamente e novamente com suas facas para atingir a medula espinhal. (…) Por fim, acabou. Nenhuma baleia escapou. Um odor quente pesado encheu o ar; 286 baleias estavam mortas e morrendo na Praia Miðvágur. (…) Seus grandes lábios grossos curvados para trás em um sorriso grotesco, divulgavam os pequenos dentes brancos pequenos cerrados. Ali estava o líder do bando, e lá – oh que pena! – estavam os pobres bebês das baleias repousados ao lado de suas mães, nascidos naquela agonia de pânico e de morte”.

O “Grind” é um resquício de uma época sangrenta. Ele teve o seu tempo. Se não formos capazes de colocar um fim às matanças cruéis e sem sentido como esta, como podemos esperar ter sucesso na tarefa muito mais difícil de deter os efeitos devastadores do nosso padrão de consumo excessivo neste planeta? Hoje, a humanidade tem que amadurecer, ou vamos morrer. É o momento para as gerações presentes começarem a cuidar deste mundo que estamos tomando emprestado de nossos filhos. É hora de deixar o “Grind” aonde ele pertence – no passado – e colocar um fim à maior matança de mamíferos marinhos na Europa.

A Sea Shepherd França gostaria de agradecer o apoio calorosamente precioso do Sr. Sylvain Leroy, o nosso advogado pro bono de Bordéus, na França, por todo o seu trabalho neste caso. A denúncia completa apresentada à Comissão Europeia estará disponível em breve.

Baleias-piloto alinhadas depois de mortas. Foto: Peter Hammarstedt / Sea Shepherd

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Sea Shepherd convida nações interessadas a testemunhar as atividades no Oceano Austral

O Yushin Maru realização de "pesquisa científica". Foto: Alfândega australiana

Em resposta a recentes notícias afirmando a preocupação da Austrália, Nova Zelândia, Holanda e Estados Unidos sobre potenciais conflitos no Oceano Antártico entre a Sea Shepherd Conservation Society e a frota baleeira do Japão, a Sea Shepherd gostaria de convidar a Austrália, a Nova Zelândia, a Holanda e os Estados Unidos a enviar um representante para juntar-se aos navios da Sea Shepherd no mar, para testemunhar em primeira mão os “incidentes” sobre os quais eles têm interesse.

Este convite ecoa o apelo de segunda-feira (24), documentado em notícias do porta-voz do Meio Ambiente da Austrália, Greg Hunt, afirmando que ele escreveu para a primeira-ministra Julia Gillard propondo que a Austrália envie um navio da alfândega para monitorar o iminente confronto no Oceano Antártico. Citando uma resolução aprovada pela Organização Marítima Internacional, em 2010, para que navios baleeiros garantam a segurança dos manifestantes durante as manifestações, comícios ou confrontos em alto-mar, as notícias informam que a Austrália “alertou os navios baleeiros japoneses que não vai tolerar manifestantes sendo ameaçados”.

A Austrália afirma que permanece “resolutamente contra” a caça comercial de baleias, incluindo as chamadas caça “científica”, e manifestou preocupação com as atividades de caça no Santuário de Baleias do Oceano Antártico.

A Sea Shepherd agradece a Austrália por seu apoio. Até agora, os alertas pelas nações aqui mencionadas têm sido direcionados principalmente à Sea Shepherd, enquanto fatos simples neste caso têm sido ignorados, especificamente:

1. A frota baleeira japonesa está desprezando o Tribunal Federal da Austrália, que ordenou-lhes para não matar baleias nas águas do Território Antártico Australiano.

2. As baleias estão sendo abatidas em um santuário de baleias estabelecido internacionalmente. A definição de um “santuário” é: substantivo: um lugar consagrado onde os objetos sagrados são mantidos; ou substantivo: um abrigo do perigo ou sofrimento. Este fato não está sendo considerado pelas nações envolvidas.

3. Os japoneses destruíram um navio da Sea Shepherd, o Ady Gil, registrado na Nova Zelândia, e se recusou a cooperar com as autoridades da Nova Zelândia na investigação. Eles feriram um cinegrafista do Animal Planet e quase mataram seis membros da tripulação, sem quaisquer consequências jurídicas ou civis.

4. Um navio arpoador japonês deliberadamente abalroou um navio da Sea Shepherd, o Bob Barker, causando danos excessivos.

5. Um navio baleeiro japonês deliberadamente colidiu com um navio da Sea Shepherd, o Robert Hunter (rebatizado de Steve Irwin).

6. A tripulação da Sea Shepherd foi ferida por canhões de água e lanças de bambu.

7. O Capitão Paul Watson foi baleado durante um incidente entre o Steve Irwin e o Nisshin Maru.

8. Nem uma única lesão documentada foi causada a qualquer um dos membros da tripulação japonesa pela tripulação da Sea Shepherd.

9. A Sea Shepherd tem uma política de não-violência, e nunca causou um único prejuízo para uma pessoa em todos os 35 anos de história da organização.

10. A Sea Shepherd tem uma política de agir dentro da lei, e não teve uma única condenação penal ou civil em todos os 35 anos de história da organização.

11. A única razão pela qual a Sea Shepherd está intervindo é porque a frota baleeira japonesa está matando baleias protegidas e em perigo de extinção em um santuário de baleias internacionalmente estabelecido, em violação a uma moratória global à caça comercial. A Sea Shepherd está simplesmente tentando manter a lei internacional de conservação, onde a diplomacia falhou, e onde houve uma falha de aplicação pelas nações signatárias da Comissão Internacional da Baleia.

A Sea Shepherd convida a Austrália a enviar um navio para monitorar a situação e manter a paz. Da mesma forma, se a Nova Zelândia, a Holanda ou os Estados Unidos estiverem realmente preocupados com a segurança no mar, eles devem enviar um representante a bordo dos navios da Sea Shepherd e dos navios japoneses para observar a situação por si mesmos.

O SSS Bob Barker no Oceano Austral. Foto: Billy Danger / Sea Shepherd

A Sea Shepherd Austrália quer deixar claro que a Sea Shepherd não deseja nem pretende fazer nada ilegal ou violento. Nós nunca fizemos e nunca pretendemos fazer.

Os governos dos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Holanda afirmam se opor caça de baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico – um santuário que eles mesmos votaram para existir – mas nenhum desses governos está protegendo ativamente o santuário. A Austrália está levando o Japão a julgamento, mas o Japão provavelmente irá ignorar qualquer decisão da Corte Internacional, assim como eles ignoraram a decisão australiana. Onde está a aplicação da integridade deste santuário designado internacionalmente? Onde estão as sanções contra o Japão que descaradamente ignora a lei internacional de conservação?

“O mínimo que esses governos podem fazer é observar a situação em primeira mão para obter uma compreensão objetiva da situação, em vez de simplesmente condenar a Sea Shepherd e ignorar a violência e os crimes da frota baleeira japonesa”, disse o fundador e presidente da Sea Shepherd, Capitão Paul Watson.

Para mais informações (em inglês):

SBS World News – Customs must monitor whaling

The Courier-Mail – Customs vessel must monitor hunt

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Sea Shepherd faz oferta para a China para proteger a fauna marinha nas ilhas Diaoyu

Pescadores japoneses conduzem um grupo de golfinhos-de-Risso ao largo da costa de Taiji. Foto: Sea Shepherd

Seria uma tragédia para a vida marinha o Japão continuar a controlar as ilhas Senkaku Diaoyu Tiaoyu, no Mar da China Oriental. À luz do massacre em curso de golfinhos em Taiji, no Japão, e a matança contínua de baleias pelo Japão no Oceano Antártico, a Sea Shepherd Conservation Society deseja apoiar os esforços chineses para afirmar a soberania sobre as ilhas conhecidas como Ilhas Diaoyu pela China e por Ilhas Tiaoyu por Taiwan.

Os japoneses se refere às ilhas como as Ilhas Senkaku, uma vez que foram violentamente retiradas da China e anexadas ao Japão em 1895. A Sea Shepherd está preocupada que o controle japonês sobre as ilhas levará ao abate de mais golfinhos e baleias. “Nós não queremos ver as águas em torno destas ilhas se tornando vermelhas com o sangue de golfinhos e baleias”, disse o Capitão Paul Watson. “O Japão tem demonstrado que eles não têm a integridade ecológica nem a responsabilidade ambiental para gerenciar esses ecossistemas insulares”. A Sea Shepherd gostaria de fazer uma oferta para a China, para que a nossa organização envie um de nossos navios para as ilhas, para investigar as populações locais de golfinhos e outras espécies de fauna marinha que estarão ameaçadas se o Japão ocupar as ilhas.

Nossa preocupação é com os habitantes indígenas das ilhas, e as águas ao redor das ilhas. Se o Japão decidir desenvolver estas ilhas, trará sérias consequências para a flora e a fauna da ilha. Os maus-tratos do Japão aos golfinhos é vividamente evidente em Taiji, no Japão, onde centenas de golfinhos são cruelmente assassinados todos os anos. Os golfinhos de Diaoyu não devem ser ameaçados pela ocupação japonesa contínua de ilhas que roubaram violentamente da China em 1895.

Embora a China continue a ter problemas com a permissão de cativeiro de golfinhos e consumo de sopa de barbatana de tubarão, a Sea Shepherd tem sido encorajada pela decisão do governo chinês de proibir barbatanas de tubarão em repartições do Estado. A Sea Shepherd vê a China como um país disposto a fazer concessões no interesse da conservação marinha e eles têm feito, enquanto que o Japão tem sido intratável sobre as mesmas questões.

Corpo de um golfinho-de-Risso sendo transferido em Taiji, no Japão. Foto: Sea Shepherd

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Participação no Bazar Vegano de dezembro encerra atividades do Núcleo SP em 2012

Por Claudia Heloisa Hallage, voluntária do Núcleo SP do Instituto Sea Shepherd Brasil

No último domingo, 10, aconteceu na Casa de Cultura, Tendal da Lapa, em São Paulo (SP), o último Bazar Vegano de 2012. Em meio a ativistas, pacifistas, dobraduras, micro-jardins e diversos produtos veganos, a Sea Shepherd chamou atenção com a enorme caveira sobre a mesa e o assunto sempre polêmico, a defesa da vida marinha.

ISSB na ponta do bazar, em meio ˆa diversos produtores, ativistas e pacifistas. Foto: Carlos Crow/ISSB

Durante o evento, voluntários do Instituto Sea Shepherd Brasil encontraram velhos amigos, foram abordados por pessoas que já conheciam o trabalho da ONG e, principalmente, por aqueles que não conheciam a Sea Shepherd. O público ouviu, com atenção, as informações sobre as atrocidades cometidas nos oceanos e enalteceu a luta do Capitão Paul Watson.

William Okubo se empolgou ao vestir a camiseta da Sea Shepherd. Foto: Carlos Crow/ ISSB

O Instituto Sea Shepherd Brasil chamou a atenção com os produtos da loja e os quadros do parceiro Erick Wilson, Artista dos Oceanos. Com palavras, muitas vezes duras, fizemos nosso trabalho, conquistamos multiplicadores para a defesa dos Animais Marinhos.

Ju Salgueiro e Thiago de Oliveira, firmes do começo ao fim no stand. Foto: Carlos Crow/ ISSB

Agradecemos aos voluntários que participaram do evento, especialmente Thiago de Oliveira e Juliana Salgueiro que, durante todo o dia, se dedicaram ao nosso stand. Aproveitamos para agradecer a todos os Voluntários do Núcleo SP que durante todo o ano de 2012 trabalharam com dedicação pela Sea Shepherd fazendo cada evento acontecer!

Vida e morte se cruzam no Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS)

Por Rodrigo Marques, Coordenador voluntário do Núcleo RS

Quem chega à beira mar e vislumbra todas aquelas espécies de aves nidificando livres e em total harmonia com o ambiente, não imagina o que poderá encontrar percorrendo alguns quilômetros de orla num lugar chamado de Parque Nacional da Lagoa do Peixe – uma área de preservação ambiental, criada em 1986, localizada no litoral do Rio Grande do Sul, entre o Atlântico e a Lagoa dos Patos, na altura das cidades de Tavares, Mostardas e São José do Norte.

Aves de diversas espécies ocupam a região. Foto: Rodrigo Marques/ ISSB

O Núcleo Regional RS do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) esteve no local, após receber diversas denúncias sobre crimes ambientais ocorrendo na região. Ao todo, foram percorridos 2,5 km de orla, e o que foi encontrado era totalmente surreal. A área em questão fica localizada entre os municípios de Tavares e Mostardas, no litoral gaúcho.

Monitorando a área. Foto: Rodrigo Marques/ ISSB

Durante o percurso, encontramos 13 carcaças de tartarugas marinhas, sendo uma delas um individuo ainda muito jovem. Outros animais mortos foram observados e fotografados, entre eles uma toninha, um pinguim e dois tubarões martelo, ainda juvenis (cerca de 25 cm), que não tiveram tempo de atingir sua maturidade. É muito provável que acabaram nas redes de espera, que estão espalhadas pela orla, e provavelmente foram descartados por não possuir valor comercial algum.

Voluntária do Núcleo RS. Foto: Rodrigo Marques/ ISSB

Diversas redes e cordas foram encontradas abandonadas no local, o que nos dá uma ideia do que pode ter acontecido a estes animais.

Emaranhado de cordas com uma carcaça de tartaruga ao fundo. Foto: Rodrigo Marques/ ISSB

A pesca de arrasto é comum na região, e estes barcos não respeitam os limites estabelecidos por lei, de 3 milhas náuticas (5,5 km). Segundo alguns moradores, a fiscalização é precária e ineficiente, como relatou um morador que quase foi espancado por um grupo que realizava um Rally nas dunas próximas, simplesmente por ter acionado o IBAMA sobre um animal ferido a beira mar.

Crânio de uma tartaruga marinha: Foto. Rodrigo Marques/ ISSB

A Operação de Olho no Mar do Instituto Sea Shepherd Brasil estará monitorando o litoral do Rio Grande do Sul sempre que se fizer necessário. Nosso objetivo é mostrar o que está acontecendo nas praias do Rio Grande do Sul e, principalmente, nos locais menos frequentados e com maior exposição aos crimes ambientais.

Tubarão martelo próximo a um cabo de rede. Foto: Rodrigo Marques/ ISSB

Tentaremos de alguma forma auxiliar as autoridades competentes para que este absurdo frequente, em locais que deveriam ser uma Área de Preservação Federal, seja minimizado.

Como mencionado pela voluntária Karine Marchionni, estudante de Gestão Ambiental, “há muito que se fazer para que nossas praias possam estar livres deste tipo de crime. Uma das alternativas seria desenvolver formas de conscientizar as pessoas através da Educação Ambiental.”