Peixe morto em petróleo

Atuação da Sea Shepherd no Derramamento de Petróleo no Nordeste

A costa nordeste do Brasil está sendo atingida por um desastre ambiental sem precedentes. Como a fonte do derramamento não foi definitivamente identificada, não se sabe quanto mais petróleo ainda alcançará a costa. Até agora, mais de 2000 toneladas de petróleo foram coletadas das praias por voluntários e autoridades. E o petróleo cru continua chegando, tanto em áreas previamente afetadas, quanto em novas áreas.

Até agora, existem 268 praias afetadas pela contaminação por petróleo em nove estados diferentes; e além disso, recentemente também o Arquipélago de Abrolhos, a área com maior biodiversidade marinha de todo o Oceano Atlântico Sul, foi atingido pelos resíduos de petróleo cru, altamente tóxicos.

Mais de 2.355 quilômetros de costa se encontram afetados, 1.200 dos quais são manguezais ou recifes de coral, que são santuários de fauna marinha extremamente vulneráveis.

Há dois meses, os voluntários estão limpando o petróleo cru das praias afetadas e resgatando animais que estão sendo engolidos pelo petróleo.  Essa atividade incorre riscos à saúde das pessoas comprometidas em proteger nossos oceanos.

As autoridades brasileiras têm sido extremamente lentas para responder à tragédia. Se não fosse por voluntários dedicados, muitas vidas marinhas seriam comprometidas.

Apoio ao Desastre de Derramamento de Petróleo no Nordeste.

 

A Sea Shepherd Brasil está engajada no apoio aos voluntários que estão limpando as praias do nordeste brasileiro.

A Sea Shepherd já enviou doações em dinheiro para compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para algumas organizações e civis que trabalham para a retirada das manchas de óleo no Nordeste.

A Sea Shepherd continua recebendo doações para assistir os voluntários das limpezas do petróleo no Nordeste.

Doe para ajudar nas limpezas, resgate de fauna e comunidades que necessitam de assistência.

Por que a Sea Shepherd não está presente no desastre?

A Sea Shepherd Brasil, apesar de fundada em 1999, esteve sem atividades e diretoria constituída no Brasil nos últimos anos. A organização estava inativa no Brasil desde 2017.  A Sea Shepherd Brasil retomou atividades recentemente e ainda não possui núcleos em nenhum estado do nordeste.  Estamos aceitando voluntários! Se você gostaria de se voluntariar, preencha a inscrição aqui

A Sea Shepherd não é uma organização governamental: a Sea Shepherd funciona estritamente com doações de pessoas, seja de tempo (voluntariado) ou de dinheiro para poder realizar ações.

Sem nenhum voluntário presente no Nordeste, a Sea Shepherd Brasil optou pela estratégia de arrecadar fundos para poder auxiliar os voluntários que já estão presentes nos locais atuando diretamente no desastre.

O que a Sea Shepherd está fazendo para ajudar no desastre de derrame de petróleo no Nordeste?

A Sea Shepherd Brasil fez parceria com algumas organizações e civis residentes no Nordeste para poder auxiliar no desastre.

A Sea Shepherd arrecadou e continua arrecado fundos para apoiar os líderes que organizam limpezas de praias afetadas pelo derramamento.

A Sea Shepherd já apoiou com fundos para as descritas atividades:

Recife sem Lixo – projeto de voluntários que está atuando diariamente para coordenar voluntários e limpar a praias afetadas no estado de Pernambuco e distribuir EPIs para os voluntários.

Salve Maracaípe – Projeto que distribui EPIs e alimentos para voluntários e presta treinamento para os voluntários trabalhando nas praias afetadas em Pernambuco e futuramente na Bahia.

Indra Soares – Civil de Salvador, Bahia, que organiza mutirões de limpeza com a prefeitura de Salvador e distribui EPIs em seus mutirões.

Por que vocês não foram lá ao invés de mandar fundos?

A Sea Shepherd Brasil tomou a decisão de não gastar fundos com voos, hotéis, etc, porque estamos em contato com as pessoas descritas acima e algumas outras que estão no local.  A necessidade, especialmente no princípio da tragédia e da mobilização, tem sido de equipamentos e não de pessoas.  A Sea Shepherd é uma organização comprometida com a aplicação de seus fundos para ação direta.  A organização funciona com intuito de aplicar recursos em ações diretas com resultados desde sua fundação.

Como a organização dispõe de poucos fundos, pois retomamos atividades há apenas poucos meses, a Diretoria decidiu ser mais valioso ajudar os voluntários já presentes no local ao invés de gastar fundos com hotéis e passagens.  Se uma pessoa da Sea Shepherd Brasil voasse para o local e consumisse recursos com hotel e alimentação por alguns dias, esse fundo poderia comprar diversos EPIs e alimento para os voluntários que já estão no local e que permanecerão lá, pois são residentes das localidades.  Esses voluntários estão recebendo treinamento e os devidos equipamentos de proteção.

Essa foi a estratégia tomada, em respeito as doações que estão sendo feitas e em respeito a missão da Sea Shepherd de usar nossos recursos para ação direta.

Agora, além de ajudar na despoluição das praias, a Sea Shepherd tem planos de começar a auxiliar algumas instituições e projetos comprometidos em salvamento de fauna.

A Sea Shepherd Brasil ainda tem planos de ajudar algumas comunidades pesqueiras afetadas pelo desastre, que não têm fundos para manterem suas famílias devido a essa tragédia.

Sua doação contribui para todos esses projetos.

Eu quero ajudar, mas não sou do Nordeste. O que faço?

Você pode juntar-se a nós. Mesmo que você não faça parte da Sea Shepherd você também pode doar ou organizar arrecadações na sua cidade.

Você pode organizar eventos de arrecadações:  Jantares (se for no nome da Sea Shepherd, os jantares têm que ser veganos), festas, shows de bandas, ou até uma caixinha na sua escola ou trabalho.  Os fundos direcionados à Sea Shepherd serão repassados integralmente para a causa.

ATENÇÃO: Se você for recolher materiais (ex: EPIs), tenha a certeza que você tem condições de organizar a logística para mandá-los — tanto dinheiro para o frete, como a pessoa para ir ao correio fazer o trâmite.  A Sea Shepherd não se responsabiliza por enviar matérias arrecadadas e é por isso que pedimos doações em dinheiro, pois a logística é mais viável. Alguns materiais podem custar mais caro mandar pelo correio do que comprar no local.

Se você trabalha ou conhece uma empresa que está disposta a fazer uma doação grande de materiais, por cujo frete eles se responsabilizarão, poderemos coordenar isso facilmente. Escreva para seashepherd@seashepherd.org.br

Eu fiz o curso de derramamento de petróleo, como posso ajudar?

Você pode se deslocar até as praias e oferecer seu voluntariado em qualquer das localidades afetadas. Existem limpezas diárias em diversas localidades do Nordeste.

Porque a Sea Shepherd Internacional não manda um navio para o Brasil?

Tanto as Sea Shepherds Internacionais, como a Sea Shepherd Brasil operam da mesma maneira, com doações e voluntários.  Como você, que provavelmente está doando para que a Sea Shepherd Brasil aplique seus fundos para ajudar o desastre do nordeste, outros doadores doam para determinada causa ou campanha. A Sea Shepherd como uma organização sem fins lucrativos tem que aplicar as doações para os fins pelos quais seus doadores querem que sejam aplicados.

Os navios têm programações definidas, com doações estipuladas para tais programações. Adoraríamos poder resolver todos problemas dos oceanos, mas para tal, precisamos de doações e voluntários.

Mandar um navio para o Brasil custaria muito dinheiro, e não seria efetivo para esse desastre. A marinha do Brasil deve atuar nessa frente, e está atuando no momento.

As Sea Shepherds internacionais estão ajudando a Sea Shepherd Brasil a arrecadar doações e a maior parte dos fundos arrecadados e já distribuídos vierem de fora do Brasil.

Doe para ajudar nas limpezas, resgate de fauna e comunidades que necessitam de assistência.

Eu não quero doar para a Sea Shepherd, mas quero ajudar, como faço?

PRIMEIRAS VAQUITAS AVISTADAS EM 2019

Os principais cientistas do México e dos EUA, apoiados pela Sea Shepherd, confirmam os primeiros avistamentos de vaquita marinha em 2019, trazendo esperança para a espécie.

Um grupo de cientistas e conservacionistas registra os primeiros avistamentos de vaquita de 2019. A expedição de avistamento visual, um esforço conjunto da Comissão Nacional de Áreas Protegidas (CONANP), da Sea Shepherd Conservation Society e do Museu da Ballena e Ciências del Mar, foi realizada no Alto Golfo da Califórnia, com a participação dos principais pesquisadores de mamíferos marinhos da Universidade Autônoma da Baja California Sur (UABCS) e dos EUA, além de apoio da Marinha do México.

 

A tripulação da Sea Shepherd a bordo do M/V Sharpie avistou dois pares de vaquita nos dias 19 e 20 de agosto; e em 3 de setembro fotografou duas vaquitas.  As vaquitas marinhas são um tipo de boto que está entre os menores cetáceos do planeta e entre os mamíferos marinhos mais ameaçados de extinção no momento. A espécie é endêmica do Alto Golfo da Califórnia, no México. Estima-se que existam menos de 19 vaquitas vivas hoje.

Nos últimos cinco anos, a Sea Shepherd manteve uma presença marítima no Alto Golfo da Califórnia, trabalhando com autoridades mexicanas para proteger as raras vaquitas. A Sea Shepherd remove redes ilegais de emalhe do habitat da vaquita para proteger o mamífero de ser enredado em tais redes destinadas a capturar outra espécie ameaçada de extinção, o peixe totoaba.

 

Os totoabas são alvos por causa de sua bexiga natatória, cujo tráfico é altamente lucrativo.  As bexigas são vendidas em mercados negros na Ásia, e são consumidas em uma sopa que supostamente teria propriedades benéficas para a saúde, apesar da falta de evidências científicas que confirmem tais alegações. Esse esquema de tráfico de animais selvagens é responsável pela situação crítica em que as vaquitas se encontram. Vaquitas e totoabas são aproximadamente do mesmo tamanho; portanto, a malha de rede usada para capturar o totoaba é a armadilha perfeita para enredar o pequeno boto.

Apesar de colaborar com cientistas por muitos anos, fornecendo dados e apoiando os esforços de monitoramento acústico, é a primeira vez que a Sea Shepherd participa de uma expedição de identificação visual de vaquitas. A Sea Shepherd registrou uma vaquita pela primeira vez em 18 de abril de 2015, apenas dois dias depois que o México anunciou um forte plano de ação para proteger a espécie.  O avistamento de 2015 foi o primeiro registro de uma vaquita em dois anos, abrindo caminho para uma colaboração duradoura entre o México e a Sea Shepherd para proteger a espécie.

 

A recente expedição colaborativa avistou três grupos de duas vaquitas, entre 19 de agosto e 3 de setembro, nas águas a leste de San Felipe, Baja California. Segundo especialistas, as vaquitas documentadas eram espécimes adultos e apareciam com boa saúde. “É excelente ver que essas vaquitas estão bem alimentadas e com aparência saudável”, disse a bióloga conservacionista Dra. Barbara Taylor, “isso revigora a determinação do México em proteger suas espécies”.

O Programa de Pesquisa para a vaquita é um esforço da CONANP e tem sido uma ferramenta confiável para entender a população vaquita por muitos anos. Seu programa de monitoramento acústico é responsável pelas avaliações mais precisas das tendências de vaquita, e portanto uma ferramenta vital nos esforços para proteger as espécies.

“Seguindo a liderança da CONANP e graças aos seus enormes esforços de monitoramento da população vaquita, conseguimos encontrar, filmar e fotografar alguns dos últimos indivíduos”, disse Eva Hidalgo, coordenadora científica da Sea Shepherd. “Este trabalho de pesquisa é extremamente importante para mostrar ao mundo que as vaquitas ainda estão vivas e fortes, e para que esforços interinstitucionais, como a retirada de redes ilegais, possam continuar a proteger a vaquita da extinção”, concluiu Hidalgo.

Os pesquisadores especialistas em vaquita ficaram empolgados em ver os resultados: “ver vaquitas vivas é um alívio e mostra que devemos continuar a proteger a espécie”, disse o Dr. Lorenzo Rojas-Bracho, chefe do Programa de Pesquisa de Vaquita do México. O capitão Locky Maclean, diretor de operações marítimas da Sea Shepherd, enfatizou a importância de proteger a área onde as vaquitas permanecem, afirmando: “a área de tolerância zero recomendada pela CIRVA deve estar completamente livre de redes; é aqui que a Sea Shepherd tem concentrado seus esforços de patrulha e continuará a fazê-lo.”

A Sea Shepherd está presente no Refúgio de Vaquita pelos últimos cinco anos sob um acordo de cooperação com o governo do México e continua comprometida em fornecer sua assistência completa. A Sea Shepherd enviou várias embarcações de sua frota de patrulha, monitorando a pesca ilegal e recuperando 990 apetrechos de pesca ilegal, resultando em aproximadamente 200 quilômetros de tais materiais ilegais – todas do habitat de vaquita.

“É muito importante documentar essas vaquitas vivas”, disse o fundador e CEO da Sea Shepherd, capitão Paul Watson. “Nossas equipes trabalham incansavelmente, dia e noite, para remover do caminho das últimas vaquitas a ameaça apresentada pelas redes de emalhe. Alguns dizem que a situação da vaquita é uma causa perdida, mas acreditamos que as causas perdidas são as únicas causas pelas quais vale a pena lutar e todos os nossos tripulantes estão unidos nessa crença de que o impossível pode se tornar possível. E é a paixão, a coragem, a determinação da minha incrível equipe que vencerá essa luta pelas vaquitas e pelos oceanos.”

Em outubro recomeça a temporada de pesca na região, e também o programa de retirada de redes da Sea Shepherd, a Operação Milagro, na qual trabalhará com as autoridades mexicanas para garantir a sobrevivência do pequeno cetáceo. 

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Abertura da Semana do Meio Ambiente 2019 em Ilhabela SP

Feira Sustenta em Ilhabela é música, arte de corpo e alma. Nesta VIII edição a Feira Sustenta Ilhabela participa com o município da Semana do Meio Ambiente 2019. A feira chama atenção para a SUSTENTABILIDADE e por um mundo mais saudável e natural.

A Feira de orgânicos acompanha artesãos, projetos ambientais, educação ambiental, doação de cães e gatos, comida vegana, cultura e arte. Na oportunidade a Sea Shepherd Brasil em São Paulo mais uma vez esteve presente com sua lojinha promocional com camisetas oficiais para ajudar nas atividades brasileiras.

Faça uma Doação e/ou adquira um item da Loja e Apoie a Sea Shepherd

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Na tenda os voluntários puderam falar sobre a importância de proteger os oceanos, divulgando aos visitantes sobre a Operação Ondas Limpas que visa o combate de detritos marinhos em nossas praias. Acompanhe as chamadas e compareça nas ações de preservação dos oceanos. DOE e nos ajude a conservar, proteger e defender o nosso bem mais precioso, o mar e seus habitantes.

 

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Pelos oceanos.

#OpOndasLimpas #SeaShepherdBrasil #Sustenta #Ilhabela

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08 de Junho – Dia Internacional dos Oceanos Rio de Janeiro na Barra – Reserva – Recreio #AqueleAbraço

O Dia Mundial dos Oceanos começou a ser comemorado em 08 de junho de 1992, durante a Rio-92, na cidade do Rio de Janeiro, e neste último sábado 8 todos deram às mãos em um grande abraço em defesa dos oceanos e do meio ambiente com um grande mutirão de limpeza de praia na Barra da Tijuca.

 

Ator Cauã Reymond no centro da foto aderiu ao movimento #AqueleAbraço

Para dar mais voz a essa causa e repercutir internacionalmente centenas de pessoas tiveram mais sensibilidade ao tema num cordão quilométrico de pessoas dando um abraço no mar. Este abraço deve ser o começo de uma relação mais honesta e duradoura de mudança de hábitos. Os oceanos precisam de nossas ações para não morrer, por que se os oceanos morrerem nós morremos.

 

 

A Sea Shepherd Brasil acredita que só com a união de todos poderemos ter um mar saudável, livre de lixo para o bem de todos os seres marinhos.   Agradecimento especial aos nossos parceiros no evento.

Pelos oceanos.

#SeaShepherdBrasil #SeaShepherd #Route #Ellus #DiaIntenacionalDosOceanos #AqueleAbraço #RioDeJaneiro #BG500

Operação Ondas Limpas – Praia de Leste PR

No último domingo (26/05) foi realizada uma limpeza de praia do núcleo Paraná da Sea Shepherd Brasil, na Praia de Leste em Pontal do Paraná, como parte da #OperaçãoOndasLimpas.

 

Foi uma ação que durou 3 horas e mesmo com um pequeno número de voluntários, conseguimos tirar uma boa quantidade de lixo da praia.

Os principais itens encontrados foram os diversos tipos de plásticos, como copinhos, sacolas, embalagens de alimentos, garrafas PET, canudos, tampinhas, brinquedos de criança e petrechos de pesca. Além disso, também foram encontradas latinhas de cerveja e refrigerante, roupas, calçados, pedaços de isopor, isqueiros, velas, garrafas de vidro e, inclusive, um pedaço de uma placa de computador.

Como sempre, o item mais numeroso foram as bitucas de cigarro, com um total de 443 unidades. Os outros dois itens mais numerosos foram tampas de garrafa (156) e garrafas PET (32). Todo o material retirado da praia totalizou 36 kg de lixo.

Pelos oceanos.

Sea Shepherd Brasil Paraná