Assine a petição e acabe com a pesca de tubarões no Brasil

Atualmente, cerca de 90% das espécies destes organismos estão sob algum tipo de ameaça de extinção no litoral brasileiro. Para ajudar a campanha da Sea Shepherd Brasil (ISSB) e da e Pró-Squalus, basta acessar o link abaixo:

Acesse aqui o link da petição

Se não pressionarmos nossas autoridades, corremos o risco de entrarmos em um colapso marinho. Sua ajuda é decisiva!

Container colocado na praia de Torres (RS) simula apreensão de barbatanas de tubarão. Foto: Rodrigo Marques/Núcleo RS

“Com esta ação, esperamos informar a população brasileira sobre o descaso com que o governo brasileiro trata a questão da pesca industrial. O finning (retirada da barbatana de tubarão) é cada vez mais frequente. Além disto, dar ciência a todos da verdadeira pilhagem que está sendo feita no patrimônio natural marinho, que é um bem de toda a nação brasileira e não pode ser exterminado, para simplesmente atender a o mercado de luxo asiático. Outro objetivo é chamar a atenção das autoridades brasileiras para o grande risco de extinção que as espécies de tubarões e arraias, nativas do Brasil. Para que este desastre não ocorra, estamos propondo a moratória por pelo menos 20 anos, em todo território nacional. Esta medida irá ajudar a preservar nossos tubarões, nosso patrimônio natural e empregos futuros das comunidades tradicionais pesqueiras”, destaca Wendell Estol, diretor geral do ISSB.

“Os Elasmobrânquios (tubarões e arraias) são um grupo importante nos oceanos, pois regulam todos os organismos que vivem nesse ambiente, ou seja, promovem a vida nos mares e oceanos. Um belo exemplo de consciência e preservação ocorreu no município de Passo de Torres (litoral catarinense). Munidos da consciência de proteção às gerações futuras de sua comunidade e pensando na preservação do meio marinho, assim como da manutenção da prática pesqueira saudável, a comunidade de pesca de Passo de Torres, através do Projeto Carcharias e a Colônia de Pescadores Z-18, baniu o finning. Sendo, atualmente a única comunidade de pesca no Brasil onde o finning não ocorre, ou seja, uma área livre de finning! O pedido de moratória visa contribuir nos esforços de preservação dos tubarões no Brasil. Preservando e conservando o mar, para todas as futuras gerações, sejam elas, das comunidades pesqueiras como dos próprios seres que habitam os mares”, afirma o Prof. Walter de Nisa e Castro Neto, Presidente do Projeto Carcharias e da Pró-Squalus.

Sea Shepherd Brasil leva conscientização ambiental ao show do Criolo no Circo Voador (RJ)

Por Luiz André Albuquerque, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo Rio de Janeiro

Nos dias 11 e 12 de janeiro de 2013, o núcleo carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) marcou presença no show do cantor, compositor e rapper paulistano Criolo, no histórico palco do Circo Voador, localizado no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.

Foto: ISSB

Em dois dias com ingressos esgotados para o show, Criolo, que foi considerado artista revelação de 2011 e já realizou uma turnê internacional muito elogiada, participando de alguns dos principais festivais de música do mundo, interpretou canções do álbum “Nó na Orelha”, lançado em 2011.

Foto: ISSB

Apresentando-se com a banda Trio Preto +1, o cantor esteve a vontade no palco, cantando com intensidade, fazendo um show com atitude, engajamento social e muita diversão, levando ao delírio os fãs presentes.

Foto: ISSB

O stand da Sea Shepherd recebeu dezenas de pessoas interessadas em conhecer o trabalho desenvolvido em defesa da vida marinha e algumas que já conheciam a ONG, adquiriram produtos, como Marcelo Cabral, baixista da banda.

Foto: ISSB

O banner contendo informações sobre a prática do finning e a crítica situação dos tubarões, chamou a atenção do público presente.

Foto: ISSB

Ao final do show, Criolo gentilmente autografou seu vinil “Nó na orelha”, doado pelo nosso amigo e apoiador César Carpanez, que trabalha com merchandising do cantor. O vinil será leiloado visando a obtenção de recursos para as campanhas da organização no Brasil.

Foto: ISSB

Sea Shepherd coloca container com barbatanas de tubarão apreendidas no centro de Porto Alegre (RS)

Quem passou pelo Mercado Público de Porto Alegre (RS) na última sexta-feira (11), viu um container com 3,4 toneladas de barbatanas. A carga, que simula uma apreensão feita pelo IBAMA em uma operação realizada em Rio Grande, é uma ação do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB). O objetivo é alertar a população e as autoridades para a pesca ilegal de tubarões na costa brasileira.

Container simulando apreensão de 3,4 toneladas de barbatana de tubarão. Foto: DCS

O finning, como é conhecida a pesca de tubarões para a retirada das barbatanas, é responsável pela morte de mais de 100 milhões de tubarões por ano no mundo. No Brasil, esta prática já exterminou 90% das espécies em águas brasileiras, deixando outras dezenas em risco de extinção.

A carga apreendida representa aproximadamente 40 mil tubarões mortos, cujas barbatanas serviriam como ingrediente para sopas servidas em Hong Kong. Além dos tubarões, as tartarugas, arraias, golfinhos e muitos outros animais marinhos são vítimas das técnicas de pesca de arrasto e da pesca com espinheis, praticadas por pesqueiros ilegais.

O Instituto Sea Shepherd Brasil entrou com uma petição no Senado Nacional para proibir a pesca de tubarões na costa brasileira por 20 anos. Durante esta ação, a população da capital gaúcha teve a oportunidade de assinar a petição e ajudar a salvar a vida de milhares de tubarões.

Neste domingo (14), o container foi levado para Torres, próximo à Praça de Esportes, na Praia Grande, onde a coleta de assinaturas continuará. Neste local, até fevereiro, acontecerão exposições, cursos educativos e ações de preservação ambiental.

A ação tem criação da agência DCS e direção de Biel Gomes, da Bloco Filmes.

Assine a petição e acabe com a pesca de tubarões no Brasil:

http://www.avaaz.org/po/petition/Tubaroes_em_risco_de_extincao_Campanha_pela_moratoria_da_pesca_de_tubaroes_na_costa_brasileira/

Se não pressionarmos nossas autoridades, corremos o risco de entrarmos em um colapso marinho. Sua ajuda é decisiva!

Sea Shepherd Austrália lidera Campanha em Defesa das Baleias na Antártida

O fundador e presidente, Capitão Paul Watson, deixa a Sea Shepherd EUA e Austrália

O ex-senador Bob Brown com o diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen. Foto: Sea Shepherd

Numa conferência de imprensa ao lado do Sam Simon, às 10:00 (horário da Austrália), hoje, 07 de janeiro, em Hobart, a seção australiana da organização de conservação marinha global sem fins lucrativos, a Sea Shepherd Conservation Society, anunciou que vai liderar a organização da nona Campanha em Defesa das Baleias na Antártida, a Operação Tolerância Zero. O fundador e presidente da Sea Shepherd, o Capitão Paul Watson, deixou a Sea Shepherd EUA e a Sea Shepherd Austrália. O Steve Irwin, geralmente comandado pelo Capitão Watson, será ocupado pelo Capitão Siddharth Chakravarty para a continuidade da campanha. O Capitão Watson permanecerá a bordo para documentar a campanha. Colega de longa data e conselheiro do Capitão Watson, o atual membro do conselho, Marnie Gaede, irá assumir o papel de Presidente da Sea Shepherd EUA, enquanto o ex-líder do Partido Verde e ex-senador australiano, Bob Brown, juntou-se ao Conselho de Administração da Sea Shepherd Austrália, e vai dirigir a Operação Tolerância Zero, juntamente com o diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen. Estas mudanças estão sendo adotadas para que a Sea Shepherd continue sua missão vital de defender as baleias em risco no Santuário de Baleias do Oceano Antártico.

“Estou honrado de servir as grandes baleias do Oceano Antártico e a Sea Shepherd desta forma”, disse o ex-líder do Partido Verde e ex-senador, Bob Brown. “Minha admiração por Paul Watson é inversamente proporcional à ira do governo japonês no sucesso da Sea Shepherd, que evitou o abate de quase 4.000 baleias nos últimos anos”, acrescentou. “Peço aos australianos para nos apoiar generosamente, para que esta grande missão possa continuar”.

Nas últimas oito temporadas, o trabalho da Sea Shepherd em defesa das baleias foi aprovado pela maioria dos cidadãos australianos, portanto, a Sea Shepherd está fazendo o trabalho que a maioria dos australianos querem ver feito para proteger as baleias. Como no verão passado com a Operação Kimberley Miinimbi, a campanha da Sea Shepherd no Oceano Austral é, em última instância um projeto baseado na Austrália, e diz respeito à proteção de baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico. A Sea Shepherd Austrália sempre esteve fortemente envolvida no planejamento e captação de recursos para a campanha do Oceano Austral. A direção da Sea Shepherd Austrália na Campanha de Defesa das Baleias no Antártico é uma evolução natural do crescimento da Sea Shepherd em todo o mundo, e em regiões como a Austrália.

Bob Brown com Malcolm Holland durante a Operação Kimberley Miinimbi. Foto: Sea Shepherd

“Esta é uma das campanhas mais amplamente seguidas da Sea Shepherd, aprovada por centenas de milhares de cidadãos de todo o mundo, mas a verdade é que as baleias no Santuário de Baleias da Antártica residem no quintal da Austrália”, disse Hansen. “Na verdade, as baleias em risco no Oceano Antártico são algumas das mesmas baleias que para lá migram das águas ao largo da costa da Austrália Ocidental. Faz sentido que os australianos devam assumir o desafio e defendê-las”, acrescentou.

A Sea Shepherd vem realizando intervenções em alto-mar em defesa da vida marinha há 35 anos, e há oito temporadas contra o Instituto de Pesquisa de Cetáceos (ICR) do Japão – uma forma ilegal de caça, subsidiada pelo governo – tudo dentro dos limites da lei e sem causar ferimentos graves. Todo mês de dezembro, a Sea Shepherd viaja para a Antártica para defender as baleias de serem mortas pelo Instituto de Pesquisa de Cetáceos dentro de um santuário marinho. Ao longo das últimas oito campanhas no Oceano Antártico, a Sea Shepherd salvou a vida de cerca de 4.000 baleias e expôs as atividades baleeiras ilegais japonesas ao mundo.

Em fevereiro do ano passado, o Instituto de Pesquisa de Cetáceos perdeu uma liminar contra a Sea Shepherd EUA para tentar impedir a organização de proteger as baleias durante a campanha em defesa de baleias da Antártida deste ano, a Operação Tolerância Zero. Essa decisão foi derrubada no mês passado, e uma liminar foi emitida pelo 9º Tribunal Federal de Apelações no Estado de Washington, em favor do Instituto de Pesquisa de Cetáceos. A frota baleeira afirmou que lesões foram causadas à sua tripulação, embora não tenham sido capazes de produzir um fragmento de prova médica confirmando suas reivindicações. Enquanto isso, a Sea Shepherd apresentou provas de navios do Instituto de Pesquisa de Cetáceos batendo e danificando navios da Sea Shepherd, em um caso destruindo totalmente um navio de 1,5 milhão de dólares, ferindo um cinegrafista e quase afogando seis tripulantes, mas o Instituto de Pesquisa de Cetáceos não foi sequer muito questionado. Além disso, em janeiro de 2008, o Tribunal Federal da Austrália decidiu que a atividade baleeira do Instituto de Pesquisa de Cetáceos é ilegal e emitiu uma liminar contra os baleeiros, mas os baleeiros continuam matando, violando a ordem judicial. Eles também estão caçando na Zona Exclusiva Econômica australiana, e estão levando rifles carregados a bordo de seus navios em uma zona desmilitarizada, uma violação do Tratado da Antártida.

Além de Hansen e Brown, o antigo Ministro do Ambiente Federal da Austrália, Ian Campbell, falou na conferência de imprensa sobre a campanha: “A Sea Shepherd Austrália tem uma missão neste verão e que é ‘tolerância zero’ de sangue no oceano. Os japoneses têm seus navios armados com arpões que matam e mutilam as baleias, e armas que pode mutilar e matar seres humanos”, disse ele. “A Sea Shepherd Austrália está lá para proteger as baleias, e se os seus navios têm de ficar a 450 metros de um navio assassino para salvar uma baleia, então é isso que será feito. Se os japoneses dizem que não ficam a 450 metros de uma baleia, a Sea Shepherd Austrália fará o mesmo”, acrescentou.

Encorajados pelo apoio em todo o mundo para esta campanha, o Capitão Paul Watson disse: “A Sea Shepherd Austrália está em uma posição muito boa para liderar esta campanha no Oceano Antártico. Temos toda a fé que a Operação Tolerância Zero é um sucesso completo”.

Histórico:

A Austrália ingressou com uma ação contra o Japão no Tribunal Internacional de Justiça, em 31 de maio de 2010, e se juntou à Nova Zelândia em 21 de novembro de 2012, com relação a um litígio sobre o programa JARPA II do Japão sobre a “caça científica”.

A decisão de 17 de dezembro pelo Tribunal de Apelação dos EUA para o Nono Circuito no Estado de Washington derruba a decisão anterior em favor da Sea Shepherd. Ela ordena que a Sea Shepherd EUA não deve fisicamente enfrentar qualquer navio ou qualquer pessoa em qualquer navio envolvido pelos demandantes, o Instituto de Pesquisa de Cetáceos, no Oceano Antártico, e não deve navegar de uma forma que coloque em perigo a segurança de qualquer embarcação de tal operação. A decisão também afirma que os réus não devem se aproximar dos demandantes pelo limite de 500 metros, quando os réus estiverem navegando em mar aberto. A liminar permanecer no local até que o tribunal emita um parecer sobre o mérito do recurso interposto pelo Instituto de Pesquisa de Cetáceos.

A ação do Instituto de Pesquisa de Cetáceos é financiada por uma subvenção do governo japonês de cerca de 30 milhões de dólares do fundo de auxílios doados para ajudar as vítimas do tsunami e terremoto, não para caçar baleias. É parte de uma estratégia maior do Instituto de Pesquisa de Cetáceos do Japão para reduzir as intervenções da Sea Shepherd em defesa das baleias no Santuário de Baleias do Oceano Austral estabelecido. Como resultado deste plano, o fundador da Sea Shepherd, Capitão Paul Watson, é o alvo de dois  “alertas vermelhos” emitido pela Interpol, atendendo um pedido da Costa Rica e do Japão, que procuram extraditá-lo para estas nações para um julgamento forjado, politicamente motivado pela defesa da vida selvagem marinha de caçadores furtivos.

Hansen e Brown colaboraram no verão passado para defender o maior berçário de baleia jubarte no mundo do desenvolvimento da maior fábrica de gás em James Price Point, durante a campanha de grande sucesso da Sea Shepherd da Austrália, a Operação Kimberley Miinimbi.

Leia a “Declaração do Capitão Paul Watson“.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil 

Sea Shepherd Austrália dá as boas vindas ao ex-líder verde Bob Brown para o seu Conselho de Administração

Bob Brown com o Steve Irwin. Foto: Sea Shepherd

“A Sea Shepherd Austrália está crescendo e se tornando mais ativa a cada ano. O acesso a maiores recursos torna isso possível. Sempre mantivemos que nós fazemos o que podemos, com o melhor de nossas habilidades, com os recursos disponíveis para nós.

Também sempre acreditei que nós precisamos de um conselho que reflita a diversidade de talentos, habilidades, experiência e imaginação.

A Sea Shepherd Austrália não poderia pensar em um maior trunfo para equipe da Sea Shepherd que o ex-líder verde Bob Brown.

Estamos sinceramente orgulhosos de receber Bob Brown no Conselho de Administração da Sea Shepherd Austrália.”

– Jeff Hansen, diretor da Sea Shepherd Austrália

Biografia – Dr. Bob Brown

O ex-senador Brown tem sido um ativista ao longo da vida. Em dezembro de 1982, enquanto diretor da Wilderness Society, o ex-senador Brown foi um dos 600 presos devido a um bloqueio das obras da barragem no rio Tasmânia Franklin. O ex-senador Brown passou 19 dias na prisão de Risdon e, no dia seguinte ao lançamento de sua candidatura, foi eleito como o primeiro Verde no Parlamento da Tasmânia. Em 1986, ele foi baleado e agredido durante os protestos contra o desmatamento na Creek Tasmânia Farmhouse. Ele foi preso duas vezes, em 1995, por protestar pacificamente para proteger a região selvagem da Tasmânia Tarkine. Em 1990, o ex-senador Brown estabeleceu o Australian Bush Heritage Fund para comprar terras para conservação. Seus livros incluem Lake Pedder, Wild Rivers, Tarkine Trails, The Greens, The Valley of the Giants, Tasmania’s Recherche Bay, Memo for a Saner World and Earth.

Como MP do Estado, o ex-senador Brown introduziu uma ampla gama de iniciativas de membros privados, incluindo a liberdade de informação, a morte com dignidade, redução do salário dos parlamentares, a reforma da lei gay, e a proibição de armas nucleares na Tasmânia. A iniciativa sobre a liberdade de informação tornou-se lei.

O ex-senador Brown foi uma força motriz na formação dos Verdes australianos em 1992. Ele viajou extensivamente, promovendo a política Verde e formando laços estreitos com os Verdes na Europa, Américas, África e Ásia.

Em 1996, o ex-senador Brown foi eleito para o Senado australiano. Em 2010, ele levou os Verdes australianos para sua eleição de maior sucesso – assegurando a primeira cadeira na casa federal para um partido menor em uma eleição geral desde antes da Segunda Guerra Mundial, e um equilíbrio de poder em ambas as casas. Isso resultou em um acordo histórico que está sendo assinado entre os Verdes australianos e o Partido Trabalhista Australiano para formar governo. O acordo levou a uma série de reformas, incluindo o preço do carbono, o investimento significativo de cuidado dental, a legislação para melhorar os direitos dos territórios, um escritório de orçamento do Parlamento, garantiu tempo dos membros privados em ambas as casas, o processo para um referendo sobre reconhecimento indígena na Constituição, o primeiro debate parlamentar sobre o Afeganistão e os investimentos no transporte ferroviário de alta velocidade.

Ele pretende continuar defendendo questões como a democracia global, a proteção de florestas antigas da Tasmânia, o casamento igualitário, e a eutanásia. Em 2012, o ex-senador Brown foi amplamente condenado na mídia após sua Terceira Oração Verde, promovendo a democracia global. Aposentou-se do Senado em meados de junho, mas disse: ‘Eu serei um verde até o dia que eu morrer “.

O ex-senador Brown também é o líder atual da Operação Kimberley Miinimbi, a campanha da Sea Shepherd para proteger o maior berçário de baleia jubarte do mundo, impedindo a estação de gás proposta pela Woodside e o Governo da Austrália Ocidental.

“Tem sido um grande prazer e honra trabalhar ao lado de Bob durante a Operação Kimberley Miinimbi, e não posso pensar em ninguém mais adequado para levar a Sea Shepherd Austrália para o próximo nível na defesa de nossos oceanos e sustentação da vida. Ao longo dos anos, com a nossa equipe sobre as linhas de frente na Antártida, Bob tem sido a nossa voz no parlamento, para a mídia e para o povo da Austrália, representando nossa valente equipe na defesa do Santuário de Baleias do Oceano Antártico contra as operações ilegais da frota baleia japonesa”, disse Hansen.

O fundador e presidente da Sea Shepherd, o Capitão Paul Watson, ecoou a aprovação de Hansen para a a nomeação do ex-senador Brown para o Conselho da Sea Shepherd Austrália:

“Bob Brown tem sido um herói para mim por três décadas, voltando para os dias das campanhas para proteger o rio Franklin. Estou imensamente orgulhoso de ter Bob integrando o Conselho de Administração da Sea Shepherd Austrália. Sua experiência como ativista, ambientalista e político será um trunfo incrível para nós O que eu mais admiro em Bob é que ele é um exemplo vivo das três virtudes que precisamos proteger os nossos oceanos e nosso planeta – paixão, coragem e imaginação. Bem-vindo a bordo, Bob”.

O ex-senador Brown acrescentou: “É uma honra fazer parte do Conselho da Sea Shepherd Austrália, cuja missão, apoiada pela maioria dos australianos, é proteger cerca de 1.000 baleias do abate da frota japonesa neste verão. A Sea Shepherd está fazendo o trabalho que o governo Gillard deve fazer para deter a caça ilegal de Tóquio”.

A Sea Shepherd Austrália oficialmente acolhe o ex-senador Bob Brown ao Conselho de Administração da Sea Shepherd!

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil