Sea Shepherd Brasil Núcleo SP faz apresentação aos alunos de biologia da Universidade Federal de São Paulo

Na Unifesp do Campus Diadema, voluntárias do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo São Paulo estiveram presentes na Universidade para apresentar aos graduandos as ações e atividades da Organização no Brasil e no mundo. Na oportunidade foi possível conversar com os estudantes os princípios da ONG, objetivo dos trabalhos, trabalho voluntário e da importância da defesa dos oceanos.

Apresentação Sea Shepherd Brasil aos alunos de Biologia da Unifesp.

Apresentação Sea Shepherd Brasil aos alunos de Biologia da Unifesp.

Alunos de biologia da Unifesp atentos na apresentação

Alunos de biologia da Unifesp atentos na apresentação

Prédio Unifesp Campus Diadema – foto da internet

Prédio Unifesp Campus Diadema – foto da internet

A palestra foi realizada para a turma de biologia que era formada em sua maioria por jovens a qual despertou muito interesse dos trabalhos desenvolvidos pela ONG ao relatar os problemas ambientais marinhos, como a pesca ilegal, a pesca predatória e a poluição marinha. Foi possível identificar que ainda existe muita informação que pode ser dada a respeito do assunto e que ainda é preciso chamar a atenção para estes problemas ambientais.

Voluntárias Dayuri Priolean e Cláudia Ferreira apresentando a ONG aos alunos de biologia.

Voluntárias Dayuri Priolean e Cláudia Ferreira apresentando a ONG aos alunos de biologia.

A surpresa no olhar dos estudantes ao saberem da ameaça da extinção das espécies marinhas por ações antrópicas foi iminente. A falta de divulgação na mídia resulta na falta de conscientização em questões ambientais, não apenas referente ao meio ambiente marinho, mas em relação a natureza de um modo geral.

Os ouvintes demostraram-se interessados na causa da Sea Shepherd ao longo da palestra e muitos se convenceram da importância da preservação e da conservação dos oceanos. A frase do Capitão Paul Watson, “se os oceanos morrerem nós morreremos“, chamou a atenção para o fato de que a humanidade depende do ecossistema marinho equilibrado para sua sobrevivência e que isso depende também da educação ambiental que recebemos nas escolas e faculdades.

Seja você um defensor da vida. Tenha a mudança de atitude necessária em defesa dos oceanos. A vida marinha agradece.

Sea Shepherd Brasil participa do Adventure Sports Fair 2016 com Richard Rasmussen

Conhecido como o principal evento dedicado ao mercado de esportes e turismo de aventura na América Latina, a Sea Shepherd Brasil participou dos cinco dias da feira no estande do apoiador, apresentador e biólogo Richard Rasmussen que conversou com o público sobre os bastidores de algumas de suas produções para televisão e curiosidades da vida animal.

Richard Rasmussen e voluntárias Sea Shepherd Brasil Núcleo SP

Richard Rasmussen e voluntárias Sea Shepherd Brasil Núcleo SP

 

O estande do Richard Rasmussen e Sea Shepherd Brasil esteve lotado durante todo o evento.

O estande do Richard Rasmussen e Sea Shepherd Brasil esteve lotado durante todo o evento.

 

Nesta 17ª. edição a feira apresentou atrações interativas para os visitantes e ainda ofereceu palestras, oficinas, fóruns e a presença de empresas do segmento de aventura com estilo de vida baseado nos valores de saúde, responsabilidade, sustentabilidade e inclusão.

Neste ano, a Sea Shepherd Brasil e o Embaixador do Mar Márcio Lisa, mais uma vez puderam apresentar aos visitantes da feira suas principais campanhas nacionais em defesa dos oceanos como também a Organização ofereceu produtos oficiais aos que visitaram o estande.
Produtos à venda Sea Shepherd Brasil

Produtos à venda Sea Shepherd Brasil

A feira contou com mais de 35 mil visitantes em São Paulo, os quais puderam aproveitar as atrações radicais e ainda puderam conhecer mais sobre a Organização, conversando com os voluntários do estande, a missão de defender a vida marinha.

 

Sea Shepherd Brasil no bungee jumping

Sea Shepherd Brasil no bungee jumping

 

 

Entrada Adventure Sports Fair 2016 – foto da internet.

Entrada Adventure Sports Fair 2016 – foto da internet.

 

Com grande sucesso de público, a Adventure Sports Fair reuniu diversos expositores do Brasil e do exterior e compartilhou com os visitantes a importância do ecoturismo e sustentabilidade do mundo natural.
A Sea Shepherd Brasil agradece a todos que compareceram ao evento e em especial aos parceiros Richard Rasmussen, Marcio Lisa e voluntários Núcleo SP.
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Álvaro Alcântara, Mara Lott, Richard Rasmussen, Wendell Estol, Samira Souza, Guilherme Agreli, Bruno Benedito, Márcio Lisa e Negão.

 

A vida marinha agradece.

 

Sea Shepherd Brasil, oficializa o Ibama/ES sobre tartaruga gigante encontrada morta em redes de pesca em Regência.

Uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coreacea) foi encontrada morta, por volta das 6 horas da última segunda-feira (7), na foz do Rio Doce, em Regência, região Norte do Estado. O morador Allexsandro Pratti, que mora na região há mais de 15 anos foi quem avistou o animal e enviou as fotos para uma equipe de reportagem capixaba. O mesmo estima que a tartaruga pesava quase 500 quilos.

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Créditos: Allexsandro Pratti / Gazeta Online

Allexsandro diz estar revoltado com a morte do animal, que estava envolta por uma rede de pesca. “Ela sempre desova aqui. Quebraram o ciclo dela. Os pescadores de regência, que continuam pescando escondido e sem permissão, matam golfinhos e tartarugas. É algo horrível”, desabafa Allexsandro para um jornal online do Estado.

Créditos: Allexsandro Pratti / Gazeta Online

Créditos: Allexsandro Pratti / Gazeta Online

Allexsandro contou à imprensa que estava indo surfar com um amigo, mas, como não havia onda, decidiu ir até a boca do rio para ver como estava a situação. “Um colega nosso, que monitora a praia, tinha nos avisado da morte dela. Por meio do relato, fomos ver. Havia vários urubus. Foi triste”, declara.

Créditos: Allexsandro Pratti / Gazeta Online

Créditos: Allexsandro Pratti / Gazeta Online

O Núcleo do Estado do Espírito Santo do Instituto Sea Shepherd Brasil, através do seu Diretor Regional, após noticiar o caso em questão, oficializou urgentemente a Superintendência do Ibama/ES, cobrando a devida apuração, fiscalização e punição do ato delituoso.

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“O litoral Norte capixaba, infelizmente, está jogado ás traças, é uma terra sem dono, sem lei, de ninguém, onde a impunidade contra o meio ambiente impera. Já não basta a região sofrer com o maior crime ambiental já registrado em nosso país, o desastre em Mariana onde afetou todo o Rio Doce, do qual também estamos fiscalizando e que completou no último dia 5 de Novembro, 1 ano de impunidade. Não há fiscalização no local. Não há vontade política, social e ecônomica para se fazer cumprir as leis ambientais. O litoral Norte do Espírito Santo está sendo dominado por uma verdadeira máfia pesqueira, embarcações ilegais arrendadas por empresários brasileiros e muitas das vezes financiadas pela máfia asiática dominam o local.” Relata o Diretor Regional do Núcleo do Espírito Santo do Instituto Sea Shepherd Brasil.

“Não iremos cansar de pressionar os órgãos competentes do qual possuem o dever em fiscalizar e punir os responsáveis pelos crimes ambientais. Sabemos que existem muitas dificuldades desses órgãos fiscalizadores para se trabalharem. Os problemas vão desde financeiros, até o por falta de efetivo (pessoal). A  situação é alarmante e isso está relacionado à falta de estrutura do Ibama. Isso demonstra a ineficiência do poder de polícia do órgão. É um problema do corpo jurídico, mas também do corpo técnico. Os oceanos estão morrendo e alguma atitude precisa ser tomada urgentemente, pois se os oceanos morrerem, nós morremos.” Finaliza o Diretor Regional do Núcleo do Espírito Santo do Instituto Sea Shepherd Brasil.

Saiba mais sobre a extinção da Tartaruga-de-couro (Dermochelys coreacea):

Créditos: Internet / Projeto Tamar

Créditos: Internet / Projeto Tamar

Status internacional: Vulnerável (classificação da IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza).

As últimas sete espécies de tartarugas marinhas que restam no mundo estão em risco de extinção, e a culpa é da população humana. Por causa dos altos índices de contaminação dos oceanos, a redução das áreas costeiras, a pesca excessiva, e o despejo de resíduos tóxicos, as tartarugas podem vir a ser extintas em um curto período de tempo.

A tartaruga-de-couro tem um alto índice de nidificação e desova principalmente no litoral Norte do Estado do Espírito Santo, porém, a população local precisa se tornar ciente dos fatores que estão afetando estas gigantes gentis. O mesmo é válido para as pessoas de todo o mundo, pois todos nós deveriamos saber mais sobre as tartaruga-de-couro e o quão importantes elas são, tanto para a natureza quanto para os humanos.

Apesar desta espécie de tartaruga ameaçada ser muito importante para o meio ambiente, as pessoas não estão levando a tarefa de protege-las a sério. As ameaças humanas para as tartarugas-de-couro não só estão prejudicando a espécie, mas também estão fazendo com que seja mais difícil dela sobreviver. A construção de hotéis e casas nas costas não só causam erosão do solo, mas também estão limitando o tamanho das áreas costeiras para as tartarugas criarem seus ninhos. Há também o problema de que a maioria dos edifícios nas áreas costeiras tem luzes que confundem as tartarugas-de-couro quando elas saem do oceano para colocar os seus ovos. A intensidade das luzes desorienta as tartarugas, fazendo com que elas tenham a impressão de que se elas colocarem seus ovos naquele local, eles estarão em perigo. O uso de veículos de quatro rodas nas praias também gera um grande risco de que os ninhos de ovos sejam esmagados. Outra ameaça atual é a contaminação de lixo nas praias que, por sua vez,  coloca as tartarugas-de-couro e seus ninhos em risco. Sendo que a principal fonte de alimento das tartarugas-de-couro são as águas vivas, quando alguém deixa uma sacola plástica na praia, a tartaruga pensa que a sacola é uma água viva e tenta comê-la, o que geralmente leva ao sufocamento e/ou a morte da tartaruga. Este tipo de ameaça tem piorado e vem aumentando com o lixo que é jogado nos oceanos e nas praias.

Sea Shepherd Brasil participa do São Paulo Boat Show e Padi Dive Festival 2016

Outubro de 2016.
Na maior feira náutica indoor na América Latina com mais de 100 expositores e  40 mil visitantes, todos puderam conferir os destaques do setor náutico e de mergulho em São Paulo. Os visitantes prestigiaram a Sea Shepherd Brasil que expos com a fabricante Flexboat o seu maior destaque do ano:  O Guardião.Esta é a mais nova embarcação da Sea Shepherd Brasil.
Guardião em exposição no estande da Flexboat. 

Guardião em exposição no estande da Flexboat.

Com os apoiadores da Campanha Mardentro lançada em 2015, como também dos Núcleos Regionais brasileiros, da Flexboat que o fabricou e dos muitos apoiadores da loja online, será possível realizar o sonho de navegar pela costa em defesa, conservação e proteção da vida marinha brasileira. O barco ajudará no monitoramento de pesca ilegal e percorrerá estados brasileiros ajudando as autoridades a cuidar do ambiente marinho, com ações preventivas e de educação.
Guardião. Destaque comandos do barco.  

Guardião. Destaque comandos do barco.

Com isso, na oportunidade do evento, foi possível conhecer novos parceiros  em defesa da vida marinha. Entre as parcerias formadas, a Marine Coating, empresa distribuidora da Propspeed que fornece tinta náutica ecológica, patrocinará em 2017 os projetos de proteção ambiental que serão desenvolvidos pela Sea Shepherd Brasil. “Estamos bastante contentes de poder contribuir com a Sea Shepherd. É um sonho pessoal meu, agora, sendo realizado, também, como instituição”, relata  Januário Gagliardi, sócio diretor da Marine Coating para a  Revista Náutica online.
Wendell Estol – Diretor Geral Sea Shepherd Brasil  e Januário Gagliardi – Diretor Marine Coating – foto Revista Náutica.   

Wendell Estol – Diretor Geral Sea Shepherd Brasil  e Januário Gagliardi – Diretor Marine Coating – foto Revista Náutica.

A Sea Shepherd Brasil, com apoio dos voluntários de São Paulo, esteve com seu estande expondo os seus produtos e apresentando as ações brasileiras aos que puderam visitar o evento simultâneo ao Boat Show. 
Estande visto de cima – Padi Dive Festival 2016. Foto Ricardo Fernandes.

Estande visto de cima – Padi Dive Festival 2016. Foto Ricardo Fernandes.

Aos simpatizantes da Organização e tantos outros que visitaram o evento, a feira de mergulho contou ainda com palestras de profissionais do mergulho, turismo, ecologia, biologia, entre outros.  

Flávia Rocha, Mara Lott e os Embaixadores do Mar Cristian Dimitrius, Kadu Pinheiro. Foto Kadu Pinheiro.

Flávia Rocha, Mara Lott e os Embaixadores do Mar Cristian Dimitrius, Kadu Pinheiro. Foto Kadu Pinheiro.

Voluntários Núcleo SP Thiago Ferraresi, Ricardo Fernandes e Bruno Benedito. Wendell Estol Diretor Nacional, Mara Lott Diretora Adm e Cristian Dimitrius Embaixador do Mar no estande Padi Dive Festival 2016. Foto Gabriel Barbosa.

Voluntários Núcleo SP Thiago Ferraresi, Ricardo Fernandes e Bruno Benedito. Wendell Estol Diretor Nacional, Mara Lott Diretora Adm e Cristian Dimitrius Embaixador do Mar no estande Padi Dive Festival 2016. Foto Gabriel Barbosa.

Finalmente, o evento foi um sucesso no qual foi possível reencontrar amigos, firmar acordos e expor os trabalhos que a Sea Shepherd desenvolve no Brasil. Ainda se agregou novos voluntários e simpatizantes em defesa dos oceanos.  A vida marinha agradece.

Sea Shepherd Brasil embarca para a Comissão Internacional Baleeira e reforça apelo pela criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul

Um representante da Sea Shepherd Brasil – Luiz Antônio Faraoni, do núcleo catarinense da ONG – embarcou nesta quinta-feira para participar do 66º Encontro Anual da Comissão Internacional Baleeira (CIB), que ocorre em Portoroz, Eslovênia, do dia 20 a 28 deste mês. A CIB, criada em 1946, possui 80 países membros e tem como foco de atuação a conservação de baleias e a gestão da sua caça.

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No evento será apresentada a nova proposta – inicialmente lançada em 1998 – para a criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul, que é patrocinada pelos Governos da África do Sul, Argentina, Brasil, Gabão e Uruguai e tem como objetivo manter ou aumentar as populações das diferentes espécies de baleias que ocorrem na região.

Conheça a nova proposta clicando aqui

cibA proposta, que precisa ser aprovada no âmbito da CIB, tem o apoio da maioria dos países-membros, entretanto, na edição anterior do evento, a oposição ferrenha de países como Japão e Noruega impediram a obtenção da quantidade necessária de votos favoráveis (75%), inclusive com acusações de compra de votos de países mais pobres.

Desta vez, a proposta atualizada inclui um plano de manejo que segue as recomendações referendadas na última reunião do Comitê Científico da CIB. O Ministério do Meio Ambiente brasileiro está divulgando a campanha em apoio à criação do Santuário (veja a petição http://santuariodebaleias.mma.gov.br/pt/apoie-esta-campanha/) e pede ajuda para divulgar essa iniciativa nas redes com a hashtag #SantuarioEuApoio.

Vamos recuperar as populações de baleias do Atlântico Sul!

A Sea Shepherd Brasil considera que estamos em um momento crítico para os cetáceos em todo o Atlântico Sul, onde se observa um número decrescente de indivíduos vivos e cada vez maior de mortes por intervenções humanas, como poluição, captura incidental na pesca e perturbações diversas por embarcações.

No litoral brasileiro, mais especificamente no berçário de uma das espécies mais ameaçadas, a baleia franca austral, que fica em Santa Catarina, a falta de manejo e de uma política protecionista vem causando mortes e abandono dos berçários.

A Sea Shepherd Brasil apoia a criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul, porém também alerta que o governo brasileiro precisa agir mais efetivamente para a proteção da vida marinha em território nacional.

A última década foi de profundo descaso com a conservação marinha no Brasil mesmo sendo signatário da Convenção sobre Diversidade Biológica. Esta convenção impõe uma meta de 10% de áreas marinhas protegidas até 2020, mas o país possui menos de 1% das águas territoriais protegidas no âmbito de Unidades de Conservação e a maioria das existentes é de uso direto.

A Sea Shepherd Brasil, além de ações diretas ao redor do globo, tem como uma das suas principais campanhas dar fim à caça ilegal de baleias por japoneses em outro santuário, do Oceano Austral, na Antártida.  Os japoneses alegam que a caça tem fins ‘científicos’, porém, claramente tem caráter comercial. A matança para fins ’científicos” é uma prática tolerada pela CIB, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos.