Sea Shepherd Brasil participa do São Paulo Boat Show e Padi Dive Festival 2016

Outubro de 2016.
Na maior feira náutica indoor na América Latina com mais de 100 expositores e  40 mil visitantes, todos puderam conferir os destaques do setor náutico e de mergulho em São Paulo. Os visitantes prestigiaram a Sea Shepherd Brasil que expos com a fabricante Flexboat o seu maior destaque do ano:  O Guardião.Esta é a mais nova embarcação da Sea Shepherd Brasil.
Guardião em exposição no estande da Flexboat. 

Guardião em exposição no estande da Flexboat.

Com os apoiadores da Campanha Mardentro lançada em 2015, como também dos Núcleos Regionais brasileiros, da Flexboat que o fabricou e dos muitos apoiadores da loja online, será possível realizar o sonho de navegar pela costa em defesa, conservação e proteção da vida marinha brasileira. O barco ajudará no monitoramento de pesca ilegal e percorrerá estados brasileiros ajudando as autoridades a cuidar do ambiente marinho, com ações preventivas e de educação.
Guardião. Destaque comandos do barco.  

Guardião. Destaque comandos do barco.

Com isso, na oportunidade do evento, foi possível conhecer novos parceiros  em defesa da vida marinha. Entre as parcerias formadas, a Marine Coating, empresa distribuidora da Propspeed que fornece tinta náutica ecológica, patrocinará em 2017 os projetos de proteção ambiental que serão desenvolvidos pela Sea Shepherd Brasil. “Estamos bastante contentes de poder contribuir com a Sea Shepherd. É um sonho pessoal meu, agora, sendo realizado, também, como instituição”, relata  Januário Gagliardi, sócio diretor da Marine Coating para a  Revista Náutica online.
Wendell Estol – Diretor Geral Sea Shepherd Brasil  e Januário Gagliardi – Diretor Marine Coating – foto Revista Náutica.   

Wendell Estol – Diretor Geral Sea Shepherd Brasil  e Januário Gagliardi – Diretor Marine Coating – foto Revista Náutica.

A Sea Shepherd Brasil, com apoio dos voluntários de São Paulo, esteve com seu estande expondo os seus produtos e apresentando as ações brasileiras aos que puderam visitar o evento simultâneo ao Boat Show. 
Estande visto de cima – Padi Dive Festival 2016. Foto Ricardo Fernandes.

Estande visto de cima – Padi Dive Festival 2016. Foto Ricardo Fernandes.

Aos simpatizantes da Organização e tantos outros que visitaram o evento, a feira de mergulho contou ainda com palestras de profissionais do mergulho, turismo, ecologia, biologia, entre outros.  

Flávia Rocha, Mara Lott e os Embaixadores do Mar Cristian Dimitrius, Kadu Pinheiro. Foto Kadu Pinheiro.

Flávia Rocha, Mara Lott e os Embaixadores do Mar Cristian Dimitrius, Kadu Pinheiro. Foto Kadu Pinheiro.

Voluntários Núcleo SP Thiago Ferraresi, Ricardo Fernandes e Bruno Benedito. Wendell Estol Diretor Nacional, Mara Lott Diretora Adm e Cristian Dimitrius Embaixador do Mar no estande Padi Dive Festival 2016. Foto Gabriel Barbosa.

Voluntários Núcleo SP Thiago Ferraresi, Ricardo Fernandes e Bruno Benedito. Wendell Estol Diretor Nacional, Mara Lott Diretora Adm e Cristian Dimitrius Embaixador do Mar no estande Padi Dive Festival 2016. Foto Gabriel Barbosa.

Finalmente, o evento foi um sucesso no qual foi possível reencontrar amigos, firmar acordos e expor os trabalhos que a Sea Shepherd desenvolve no Brasil. Ainda se agregou novos voluntários e simpatizantes em defesa dos oceanos.  A vida marinha agradece.

Sea Shepherd Brasil embarca para a Comissão Internacional Baleeira e reforça apelo pela criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul

Um representante da Sea Shepherd Brasil – Luiz Antônio Faraoni, do núcleo catarinense da ONG – embarcou nesta quinta-feira para participar do 66º Encontro Anual da Comissão Internacional Baleeira (CIB), que ocorre em Portoroz, Eslovênia, do dia 20 a 28 deste mês. A CIB, criada em 1946, possui 80 países membros e tem como foco de atuação a conservação de baleias e a gestão da sua caça.

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No evento será apresentada a nova proposta – inicialmente lançada em 1998 – para a criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul, que é patrocinada pelos Governos da África do Sul, Argentina, Brasil, Gabão e Uruguai e tem como objetivo manter ou aumentar as populações das diferentes espécies de baleias que ocorrem na região.

Conheça a nova proposta clicando aqui

cibA proposta, que precisa ser aprovada no âmbito da CIB, tem o apoio da maioria dos países-membros, entretanto, na edição anterior do evento, a oposição ferrenha de países como Japão e Noruega impediram a obtenção da quantidade necessária de votos favoráveis (75%), inclusive com acusações de compra de votos de países mais pobres.

Desta vez, a proposta atualizada inclui um plano de manejo que segue as recomendações referendadas na última reunião do Comitê Científico da CIB. O Ministério do Meio Ambiente brasileiro está divulgando a campanha em apoio à criação do Santuário (veja a petição http://santuariodebaleias.mma.gov.br/pt/apoie-esta-campanha/) e pede ajuda para divulgar essa iniciativa nas redes com a hashtag #SantuarioEuApoio.

Vamos recuperar as populações de baleias do Atlântico Sul!

A Sea Shepherd Brasil considera que estamos em um momento crítico para os cetáceos em todo o Atlântico Sul, onde se observa um número decrescente de indivíduos vivos e cada vez maior de mortes por intervenções humanas, como poluição, captura incidental na pesca e perturbações diversas por embarcações.

No litoral brasileiro, mais especificamente no berçário de uma das espécies mais ameaçadas, a baleia franca austral, que fica em Santa Catarina, a falta de manejo e de uma política protecionista vem causando mortes e abandono dos berçários.

A Sea Shepherd Brasil apoia a criação do Santuário de Baleias no Atlântico Sul, porém também alerta que o governo brasileiro precisa agir mais efetivamente para a proteção da vida marinha em território nacional.

A última década foi de profundo descaso com a conservação marinha no Brasil mesmo sendo signatário da Convenção sobre Diversidade Biológica. Esta convenção impõe uma meta de 10% de áreas marinhas protegidas até 2020, mas o país possui menos de 1% das águas territoriais protegidas no âmbito de Unidades de Conservação e a maioria das existentes é de uso direto.

A Sea Shepherd Brasil, além de ações diretas ao redor do globo, tem como uma das suas principais campanhas dar fim à caça ilegal de baleias por japoneses em outro santuário, do Oceano Austral, na Antártida.  Os japoneses alegam que a caça tem fins ‘científicos’, porém, claramente tem caráter comercial. A matança para fins ’científicos” é uma prática tolerada pela CIB, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos.

Núcleo Paraná do Instituto Sea Shepherd Brasil participa do projeto acadêmico “Uma Polêmica por Mês” e a questão da caça de cetáceos em Taiji

No dia 29 de setembro aconteceu no Setor de Ciências Biológicas, da Universidade Federal do Paraná, a primeira edição do projeto “Uma Polêmica por Mês”, promovido pelo Centro Acadêmico de Estudos Biológicos (CAEB) com a pauta “Taiji e a questão dos cetáceos em cativeiro”, para o  qual foram convidadas para o debate a Diretora Regional do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo Paraná, Clarissa Ribeiro Teixeira, e Ângela Kuczach, integrante do grupo Women of the World United Against Taiji, ambas biólogas formadas pela UFPR e com experiência com o Projeto Boto Cinza.

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Entre os presentes, estavam alunos do curso de Ciências Biológicas da UFPR, alunos da pós graduação e voluntários do Núcleo Paraná. Além do debate, também foram passados trechos do documentário “The Cove”, que aborda clara e diretamente o massacre dos golfinhos, além de outros vídeos de operações passadas da Sea Shepherd no local e do famoso ex-treinador Ric O’Barry, com o intuito de enriquecer a conversa e para os participantes compreenderem melhor o que acontece em Taiji e quais são seus efeitos, bem como elucidar toda a questão dos cetáceos em cativeiro e o por quê de isso ser tão prejudicial  para os animais.

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foto-003A ideia desse projeto é de atrair os estudantes da área Biológica e demais interessados e debater assuntos polêmicos em um ambiente seguro e descontraído, já que na maioria das vezes esses assuntos não são passados em sala de aula e acabam sequer sendo do conhecimento de grande parte dos estudantes.

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O núcleo Paraná conta com diversos voluntários que se encontram mensalmente para discutir as próximas ações (palestras, eventos, mutirões de limpezas de praias). Se você quer conhecer um pouco do que fazemos, entre em contato através do e-mail nucleopr@seashepherd.org.br.

Carta de Curitiba, um apelo dos paranaenses às autoridades para zelarem pela Serra do Mar.

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O último mês de julho foi marcado pela comemoração dos 30 anos do Tombamento da Serra do Mar Paranaense. No evento realizado em Curitiba para recordar a data, promovido em parceria pela Associação MarBrasil, Mater Natura, Observatório de Conservação Costeira do Litoral do Paraná (OC2), Parceiros do Mar, Sea Shepherd Brasil – Núcleo Paraná e SPVS, os presentes assinaram o manifesto chamado de “Carta de Curitiba” que foi encaminhada para 32 autoridades federais, estaduais e municipais, responsáveis direta ou indiretamente por zelar desse Patrimônio Natural de todos os brasileiros.

A “Carta de Curitiba” denuncia a falta de estrutura dos órgãos ambientais responsáveis pelos processos de licenciamento e de controle ambiental no Estado do Paraná e o que parece ser uma política de favorecimento de processos de licenciamento, com uma liberalidade temerária na aprovação da implantação de grandes obras e empreendimentos a partir de uma visão simplificada, por vezes atrelada a interesses setoriais e de curto prazo. 

O manifesto pede o reconhecimento do Poder Público, em todos os níveis, da importância da conservação da Serra do Mar e do litoral do Paraná como um todo; que a legislação ambiental seja respeitada em sua plenitude, permitindo uma delimitação coerente e responsável para o desenvolvimento regional; que haja investimentos concretos e robustos na proteção destes ecossistemas que compõem o bioma Mata Atlântica e, por fim, que a Serra do Mar continue sendo Patrimônio Natural de todos.

Apresentamos o Guardião.

O Que Era Sonho Agora é Real!!!

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Apresentamos o Guardião,
Primeira embarcação da Sea Shepherd Brasil!
Em outubro de 2015 iniciamos esse sonho e tivemos grande apoio na Campanha #Maradentro.
Graças aos apoiadores que doaram nesta campanha vimos que seria possível adquirir um Bote ao invés de um Motor.
Sabemos que quem apoiou estava aguardando alguma resposta sobre a campanha de arrecadação, pois aí está.
Além das contribuições da campanha Maradentro, contamos com grande apoio de nossos Núcleos Regionais, a Flexboat, fabricante da embarcação e principalmente de nossos apoiadores que adquirem produtos em nossa loja, fazem doações mensais e filiam-se.

A Aquisição do bote nos mostra que quanto mais pessoas e empresas nos apoiando mais longe pode ir na Defesa, Conservação e Proteção da vida marinha brasileira.

A Vida Marinha Agradece.

@sea_shepherd_brasil @flexboat