Instituto Sea Shepherd Brasil capacita estudantes, voluntários e profissionais em São Paulo

Por Guilherme Ferreira, Jornalista voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB)

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Voluntários aprendem a resgatar um “golfinho encalhado na praia.”

O curso ministrado, nos dias 27 e 28 de fevereiro, teve como foco o resgate de animais marinhos atingidos por derrames de petróleo.

Infelizmente ainda é comum encontrarmos animais marinhos cobertos de petróleo e seus derivados na costa brasileira. Aves, mamíferos e peixes são os primeiros seres vivos a sofrerem as consequências do derramamento de resíduos nas águas brasileiras.

Muitos estudantes, profissionais e moradores de áreas costeiras são os primeiros a se depararem com estes animais em péssimas condições de saúde e, muitas vezes, já agonizantes. Temos o impulso de ajudá-los. Mas de que forma? Para que estas pessoas possam, de forma adequada, prestar um primeiro atendimento qualificado as vítimas, o ISSB ministra o curso de Ações para Salvar Animais Marinhos em Derrames de Petróleo.

No conteúdo do curso são ensinadas diversas ações práticas e preventivas para que estes acidentes ecológicos sejam minimizados e solucionados de forma eficaz. No último final de semana de fevereiro, no Diving College, em São Paulo (SP), o diretor técnico do ISSB, Wendell Estol, capacitou mais de 20 pessoas, entre estudantes, voluntários e profissionais de diversas áreas, a serem voluntários junto à equipe de resgate do ISSB. “Vivemos no mundo do petróleo e no Brasil o momento é de aumento na exploração deste recurso natural. Não seria leviano afirmar que os riscos de ocorrência de grandes derramamentos e de pequenos derrames crônicos aumentarem existe. Por isso devemos estar preparados para agir, minimizando os impactos sobre a fauna marinha”, falou Estol.

Para participar e conhecer o conteúdo completo deste e de e outros cursos de capacitação promovidos pelo Instituto acesse o link: http://seashepherd.org.br/capacitacao-e-cursos/ e seja mais um multiplicador do trabalho ativista ambiental.

Navios da Sea Shepherd completam as Operações no Oceano Antártico para o ano de 2010

UntitledO Capitão Paul Watson ordenou que o Bob Barker parasse de perseguir o navio fábrica Nisshin Maru e tome rumo a Hobart, Tasmânia (Austrália).

“O Bob Barker está com um problema na válvula de combustível que tem o potencial de causar um defeito no motor”, afirmou Paul Watson que prosseguiu, “Não posso arriscar deixar o Bob Barker na costa da Antártida sem o Steve Irwin para auxiliá-lo. Portanto encerrar a campanha antártica deste ano, Waltzing Matilda, e chamar as embarcações de volta ao porto, era a coisa mais segura a fazer. Ambas as embarcações fizeram um trabalho fantástico este ano. Causamos mais prejuízos à frota baleeira japonesa em 2010 do que jamais causamos antes.”

A decisão de encerrar as operações de enfrentamento à meia noite marca três semanas inteiras onde a frota baleeira foi incapacitada de matar uma única baleia.

Somente mais duas semanas restam da temporada de caça permitida. No momento em que os baleeiros conseguirem lidar com o tempo e se reagruparem, não serão capazes de recuperar suas perdas financeiras.

“Quando pegamos estas três semanas aos dois dias de intervenções no Nisshin Maru e os 8-10 dias em que toda a frota fugiu por 2.500 milhas náuticas (4.630 km) em direção Oeste em janeiro, significa que ficaram por um mês inteiro sem caçar. Some isto aos dias perdidos por péssimas condições climáticas, o fato de dois navios arpoadores que passaram semanas perseguindo os navios da Sea Shepherd, o Shonan Maru 2 fora de ação (destacado como navio de segurança da frota japonesa) e rumo ao Japão com o Capitão Pete Bethune como prisioneiro, e diga-se DESASTRE FINANCEIRO para a frota baleeira japonesa. A OPERAÇÃO WALTZING MATILDA foi a nossa campanha mais bem sucedida nestes seis anos de nossas intervenções no Santuário das Baleias do Oceano Sul. Fizemos o melhor trabalho possível com os recursos disponíveis, tenho certeza de que salvamos as vidas de centenas de baleias” disse o Capitão Paul Watson.

O Steve Irwin tem sua chegada prevista a Hobart em 6 de março, o Bob Barker chega alguns dias mais tarde.

A Sea Shepherd irá agora preparar a defesa legal para o Capitão Pete Bethune no Japão.

O Steve Irwin tem prevista sua saída em 16 de março em direção ao Mar Mediterrâneo para se opor aos pescadores ilegais de Atum-azul (Bluefin).

Instituto Sea Shepherd Brasil matém posicionamento firme em reunião com Ministro: COTA ZERO

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Wendell Estol, diretor técnico do Instituto Sea Shepherd Brasil a esquerda do ministro Fábio Vaz Pitaluga, e os demais representantes da sociedade civil brasileira

O encontro realizado, dia 23 de fevereiro, no Palácio do Itamaraty, abordou o posicionamento do governo brasileiro frente à matança de cetáceos na Antártica

Na reunião estavam presentes o comissário do Brasil na Comissão Internacional da Baleia, ministro Fábio Vaz Pitaluga, representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), Instituto Baleia Jubarte, Greenpeace, Centro de Conservação Cetácea, Instituto Justiça Ambiental e Instituto Sea Shepherd Brasil (representado pelo seu diretor técnico, Wendell Estol).

O foco da conversa foi o ‘pacote de maldades’ divulgado pela Comissão Internacional da Baleia (CIB) (http://www.iwcoffice.org/_documents/commission/future/IWC-M10-SWG4.pdf) que, entre outras barbaridades, legitima e legaliza a matança de baleias no Santuário de Baleias do Atlântico Sul pelos próximos DEZ anos. O Japão que ainda pratica a caça à baleia naquela região alega que esta caça é para “fins científicos”. Para o Instituto Sea Shepherd Brasil esta alegação tem outros nomes: balela, engodo e pressão econômico-política.

O ministro brasileiro argumentou que será fundamental uma negociação para que seja alcançado um denominador comum entre todas as partes envolvidas. Acrescentou ainda, que a negociação visa obter a redução ‘significativa’ do número de baleias caçadas e evitar que a exploração continue.

O Instituto Sea Shepherd Brasil é peremptoriamente contra a esta chamada “redução significativa”. “Queremos COTA ZERO no que diz respeito à carnificina de cetáceos no Santuário Atlântico. Não aceitamos nenhum outro termo que não seja COTA ZERO, enfatizou o diretor técnico do Instituto Sea Shepherd Brasil , Wendell Estol.

Aguardamos qual será o posicionamento brasileiro na reunião da Comissão Internacional da Baleia (CIB) que ocorrerá no dia 02 de março nos Estados Unidos, Flórida. Os Sea Shepherds brasileiros estarão atentos aos resultados e desdobramentos deste encontro.

Instituto Sea Shepherd cobra ações enérgicas do Governo Federal contra caça à baleia na Antártida

O encontro que será realizado hoje, dia 23 de fevereiro, no Palácio do Itamaraty, às 15h30, visa brecar a matança de baleias na Antártida.

Juntamente com mais trinta e uma organizações da sociedade civil, o Instituto Sea Shepherd cobrará ações enérgicas por parte do Governo Federal contra a continuidade da matança de baleias na Antártida, que apesar da moratória estabelecida pela Comissão Internacional da Baleia (CIB) em 1986 e da declaração de um Santuário Antártico de Baleias em 1994, está em franca escalada sob o pretexto de ‘captura científica’.

O Brasil integra um pequeno grupo de negociação determinado a acabar com a matança de baleias em território antártico. Apesar disto, informações obtidas pelos ambientalistas dão conta de que, frente à intransigência e o poderio econômico do Japão, a Comissão poderia aceitar a continuidade da caça antártica.

O Instituto Sea Shepherd será representado na reunião pelo seu diretor técnico, Wendell Estol. “O Brasil não pode correr o risco de transformar-se, por ação ou omissão, cúmplice da legitimação da continuidade da matança de baleias em águas internacionais. Este encontro será fundamental para tornarmos o Brasil uma referência mundial na preservação dos cetáceos”, enfatiza Wendell.

“Whale Wars” tem nova temporada no Animal Planet – estréia em 3 de março

Série de sucesso estreia em 3 de março com uma de suas temporadas mais polêmicas  e emocionantes

wwEm março do ano passado, a embarcação The Steve Irwin da organização Sea Shepherd Conservation Society foi vasculhada por vinte e quatro homens da Polícia Federal australiana no porto de Hobart na Tasmânia.  A polícia confiscou centenas de horas de vídeo e deu início a uma das investigações mais intensas e dramáticas da organização Sea Shepard ao longo dos seus 30 anos de campanha pela preservação das baleias.

As imagens confiscadas integram a segunda temporada de WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS, que estréia no Animal Planet na quarta-feira, 3 de março, às 22h e acompanha o capitão Paul Watson e sua embarcação por uma viagem ainda mais tensa, dramática e controversa do que a primeira temporada da série.

Os telespectadores irão acompanhar colisões em alto mar; momentos de tensão quando  The Steve Irwin, com seu casco pouco preparado para o gelo, fica preso entre as geleiras; manobras náuticas angustiantes e defesas agressivas, incluindo uso de canhões de água de alta potência e de dispositivos acústicos de longa distância, que causam uma dor intensa e podem levar a danos permanentes na audição. Além da perda fatal de um dos tripulantes da frota baleeira japonesa, que escorregou e caiu (o que não ocorreu durante embate com a Sea Shepherds). Watson e a Sea Shepherds se ofereceram para resgatar o tripulante japonês perdido, mas as embarcações baleeiras alegaram que eles mais atrapalharam do que ajudaram.

Nesta temporada de WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS, além do retorno dos tripulantes Peter Brown (primeiro oficial), Peter Hammarstedt (segundo oficial), Chris Aultman (piloto de helicóptero/diretor de aviação), Laurens de Groot (ajudante do convés), Ben Potts (equipe do helicóptero) e Shannon Mann (intendente), o Steve Irwin conta com Jane Taylor (intendente), Luke Van Horn (oficial de comunicações), Andy Perry (líder do convés), Molly Kendall (ajudante do convés) e Laura Dakin (chefe de cozinha). Esses membros completam um grupo de 40 tripulantes internacionais, que passam o inverno colocando a vida em risco pelas baleias.

WHALES WARS – DEFENSORES DE BALEIAS é uma produção da Lizard Trading Company e RIVR Media para o Animal Planet. Liz Bronstein é a produtora executiva e Jason Carey o produtor executivo para o Animal Planet. Charlie Foley é o responsável pelo desenvolvimento para o Animal Planet.

WHALES WARS

Animal Planet

Estreia: Quarta-feira, 3 de março, às 22h.

Fonte: http: lineupdth.blogspot.com