Espírito Santo – Limpeza De Praia Em Vitória Reúne Voluntários Na Conservação Dos Oceanos

No último domingo, os integrantes do Sea Shepherd Brasil no Espírito Santo uniram forças com outros grupos voluntários para realizar uma grande ação de limpeza de praia. Este trabalho conjunto se deu graças a participação de organizações que objetivam a preservação ambiental e também de outras pessoas sem vínculo com instituições, incluindo garis e jovens escoteiros, que uniram-se num grande mutirão para o recolhimento de lixo.

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Representação “Baleia de Lixo” foi formada por mais de meia tonelada de detritos. Foto: Leonardo Merçon

Os locais de atuação foram a Praia da Curva da Jurema, Ilha do Boi e outras localidades de menor extensão conhecidas como Praia da Vale, Praia do Secre e a praia situada na Praça do Papa. Grupos foram divididos a fim de abranger todos os locais mencionados e a Sea Shepherd se direcionou para a área conhecida como Praia da Vale, oposta à Curva da Jurema, para a qual o acesso se deu por embarcação.

A limpeza de praia ocorreu também por mar com ajuda de embarcação

Na Praia da Vale, com apoio de embarcação, o grupo recolheu muitos quilos de detritos marinhos.

A proposta da ação, além do recolhimento de lixo, era a composição de um mosaico com os materiais retirados, formando o desenho de uma baleia jubarte de detritos na areia, a fim de chamar atenção para a mortandade da vida marinha em função do contínuo descarte de materiais e resíduos em ambientes costeiros. Foram recolhidos desde bitucas de cigarro e garrafas pet, itens sempre presentes, até um aparato flutuante composto por canos pvc e, brinquedos infantis compostos majoritariamente por plástico. Ele, o grande vilão dos oceanos, o plástico, leva grande tempo para se decompor e têm se acumulado não só no ambiente, mas também nos corpos dos animais marinhos, vitimados por canudos, garrafas, lacres de tampas de garrafa e sacolas plásticas, entre outros.

O trabalho minucioso de retirar os detritos dos ambientes marinhos requer esforço e determinação dos nossos voluntários. Na foto Rafael Poltronieri

Além dos detritos retirados encontrou-se uma tartaruga marinha, vitimada em sua fase juvenil.

Do ponto de vista da voluntária Cíntia Varzim, o dever de cada cidadão passa do ponto de cuidar somente das próprias atitudes e passa a ser de agir com vigília também sobre o que resulta as atitudes dos demais: “Retiramos centenas de quilos de lixo em apenas um dia de ação e em algumas praias da capital. Essa quantia, embora possa chocar dada a pequena dimensão da cidade de Vitória (96.536 km²), representa uma ínfima parcela dos mais de 8 milhões de toneladas só de plástico que vão parar no mar, a cada ano. Ou seja, fazer a nossa parte é pouco, é necessário conscientizar cada vez mais pessoas a respeito para que façam o mesmo. Não só o senso de obrigatoriedade de levar consigo e descartar corretamente o seu resíduo quando da estada na praia, mas também de recolher o dos outros, que ainda não o fazem. Estamos em um momento em que é mais importante agir do que nos preocuparmos sobre de quem é a obrigação. Apenas precisa ser feito”.

Voluntária Cíntia Varzim em ação de limpeza na vegetação costeira.

Ainda no decorrer da ação, pescadores foram avistados manipulando redes cuja utilização configura transgressão da lei, conforme especificado no artigo primeiro da Lei 9.077/2017 do município de Vitória-ES. A denúncia foi comunicada pelos voluntários que, a posteriori, retiraram a rede ilegal na qual estavam presos pequenos peixes e um crustáceo. Ainda, uma tartaruga verde (Chelonia mydas) foi encontrada morta, já em estado de decomposição, sem ferimentos externos aparentes.

Esta tartaruga verde não resistiu às ações humanas. Foto: Leonardo Merçon

Cada vez mais, para onde se pode olhar, encontramos sinais das consequências dos nossos atos. Acreditamos, porém, que ainda há tempo! Cuidar do ambiente não é questão de civilidade, tão somente, tampouco empatia, mas de sobrevivência. “Se os oceanos morrerem, nós morremos” (Paul Watson).

Agradecimentos a todos que participaram @InstitutoOCanal @ÚltimosRefúgios @ProjetoAmigosDaJubarte @ProjetoPegadas @InstitutoJacarenema @PrefeituraDeVitória @SindPaes @GuardiõesDoEcossistema, Os Escoteiros. Que mais ações assim aconteçam!

Pelos oceanos!

Instituto Sea Shepherd Brasil

Ilhabela/SP – PRIMAVERA 2018, Feira Sustenta em reverência à natureza

Foram dois dias de celebração ao ciclo da natureza no início da primavera. Nestes dias, (20 e 21 de Outubro) o tema sustentabilidade trouxe ainda mais consciência às pessoas que reuniram-se num evento, a feira SUSTENTA em Ilhabela, voltada para produtos orgânicos, delícias veganas e vegetarianas, oficinas, arte, consciência ambiental, consumo consciente e defesa da vida marinha.

Vídeo Sustenta Primavera 2018
[youtube]https://youtu.be/BzdUbpZtsO8[/youtube]

O Sea Shepherd Brasil nesta edição pode conversar com o público sobre a missão da organização, sobre as campanhas internacionais e as últimas atividades no Brasil.

Feira Sustenta Ilhabela – Primavera 2018

Voluntários na Feira Sustenta – Primavera 2018.

A Feira SUSTENTA em sua edição Primavera 2018 expos na praça da Escola de Vela Lars Grael em Ilhabela os produtores da região com a proposta de produtos naturais e amigos da natureza como também em homenagem à vida natural e cultura caiçara, primada pelo natural e lixo zero. O evento teve participação de Ongs, idealizadores de projetos em prol da natureza, entidades governamentais, turistas, crianças e muitos outros, num dia de celebração da natureza e vida saudável.

Créditos @Sustenta – Catadores de sonhos

Créditos @Sustenta – Delícias Veganas e Vegetarianas

Créditos @SUSTENTA – Vegetais e Hortaliças Orgânicas

Créditos @SUSTENTA – Sabão corporal em barra sem embalagens plásticas.

Créditos @SUSTENTA – Arte e Música fizeram um clima leve e descontraído.

Eventos locais como estes são importantes para conversar com as pessoas sobre a importância da preservação da natureza, em principal dos oceanos como também compartilhar com mais públicos as campanhas de ação direta da Sea Shepherd em todo mundo. Ainda traz para a missão, a força de pessoas engajadas com a conservação dos ambientes naturais trazendo soluções para o consumo consciente. O Sea Shepherd Brasil agradece o convite a todos os feirantes e visitantes do SUSTENTA e aguardamos a próxima edição!

Feira Sustenta Ilhabela – Primavera 2018

Créditos fotos @Sustenta #SustentaIlha

Pelos oceanos.

Ciência Cidadã Sea Shepherd Brasil no World Cleanup Day 2018 – Resultados

No final de semana de 15 e 16 de setembro a ação de limpeza de praia que os voluntários do Sea Shepherd Brasil fizeram nos estados do Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo serviu de alerta para os maus hábitos de consumo que possuímos em nosso dia a dia. Hábitos que podem ser mudados sem maiores sacrifícios, que vai desde recusar sacolas e canudos plásticos, como também reutilizar ou devolver ao fornecedor embalagens plásticas que podem ser reutilizadas.

O plástico está em todos os lugares e cabe a nós mitigar seu consumo e assim minimizar os impactos dele nos oceanos.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=rLT7HOpOsEc[/youtube]

Link do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=rLT7HOpOsEc

World Cleanup Day 2018  São Paulo, Brasil

 

[youtube]https://youtu.be/yQx984Wzgp8[/youtube]

Link do vídeo https://www.youtube.com/watch?v=yQx984Wzgp8

World CleanUp Day 2018 Rio de Janeiro, Brasil

 

Estamos vivendo num oceano de plástico!  Estima-se que 60% a 90% do lixo marinho é composto por plástico. O plástico, na sua mais variada forma e tamanho, é onipresente em todo o nosso oceano e já faz parte da nossa cadeia alimentar, e com os animais marinhos não seria diferente! Estima-se que 99% das aves marinhas já terão ingerido plástico e que mais de 50% das tartarugas marinhas de todos os oceanos já ingeriram plástico e outros detritos despejados por humanos.

Foto – Pinguim na Praia Guarapari – Pontal do Paraná/PR

 

Foto – Casco de tartaruga na areia da praia – Praia Guarapari/PR

Micro crustáceo desalojado vivo do lixo. Praia de Santa Teresa/ Ilhabela SP.

Foto: Ofiúros resgatado vivo do lixo. Praia de Santa Teresa/Ilhabela SP

 

O trabalho dos voluntários foi crucial para a conservação dos indivíduos como também foi importante para o registro das informações da coleta dos detritos, no resgate dos animais alojados no lixo como também o registro de outros sem vida. Foram quatro grupos que trabalharam no Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, num total de 48 voluntários e muitos parceiros que ajudaram com equipamentos, transporte, alimentação, experiência e disposição.

 

Foto: Sea Shepherd Brasil São Paulo na separação do lixo da limpeza submersa

 

 

 

Foto: Sea Shepherd Brasil no Paraná na separação do lixo

Foto: Sea Shepherd Brasil Rio de Janeiro separando o lixo

 

CIÊNCIA CIDADÃ – RESULTADOS

Os registros servirão para contabilizar os números de detritos e animais salvos para um panorama geral do trabalho em nossas praias. Neste último cleanup, com mais de 40 voluntários mobilizados, foram recolhidos:

3.440 itens diversos sendo 1.458 em plásticos, 182 papéis, 229 metais, 54 vidros, 36 borrachas, 41 pedaços de rede fantasma, 1.321 de outros detritos, entre outros.

262,5 quilos de lixo

35 sacos de lixo cheios e peças grandes submersas como pneus, móveis, canos de pvc.

09 horas de trabalho

04 km de praia percorrida

52 animais mortos

46 animais vivos

 

Os 6 itens mais encontrados foram:

1.300 filtros de cigarro

422 tampinhas de garrafas plásticas

205 canudos

177 embalagens de alimento

132 palitos de sorvete

102 garrafas plásticas

 

Foto: Salvamento e registro dos animais alojados no lixo.

 

Foto: Latas de bebidas são recorrentes no fundo marinho, servindo de casa para pequenos animais.

Foto: centenas de tampas plásticas das suas respectivas garrafas plásticas que ainda estão no meio ambiente.

Estes números não bastam para compor o real cenário do problema da poluição plástica. E muito há o que se fazer nos 4 cantos do Brasil. Os locais que receberam as limpezas foram Praia da Sereia no Espírito Santo, Praia Guarapari no Paraná, Praia do Leblon no Rio de Janeiro e Praia de Santa Teresa em São Paulo com o objetivo de ação direta no problema, missão da Sea Shepherd, com o grupo de voluntários brasileiros somando forças para chamar atenção ao problema do lixo no Brasil.

 

Foto: Sea Shepherd Brasil Paraná

Foto: Sea Shepherd Brasil Rio de Janeiro

 

Foto: Sea Shepherd Brasil Espírito Santo

 

Foto: Sea Shepherd Brasil São Paulo

 

Pelos oceanos.

World Clean Up Day 2018 – São Paulo, Brasil

World Clean Up Day 2018 – São Paulo, Brasil

Ilhabela/SP – O dia foi de somar esforços, um dia para chamar atenção para os detritos marinhos e o quanto somos responsáveis pela poluição em nossos mares, praias e rios. O envolvimento é importante, mas o mais importante são as atitudes que precisam estar alinhadas com o discurso e praticá-las no dia a dia. Muito há o que se fazer para que entendamos que as nossas más atitudes geram péssimas consequências. Então, o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias 2018 não serviu apenas para a retirada do lixo de nossas praias mas também para levar conscientização e educação ambiental para quem participa, age, observa ou só simpatiza.

Atitude e Ação – Equipe de mergulhadores Sea Shepherd Brasil SP na montagem dos equipamentos antes do mergulho.

 

 

 

Não é a primeira vez que o Sea Shepherd Brasil faz a operação de limpeza submarina no Yatch Clube de Ilhabela através do idealizador do Projeto Baleia à Vista, Julio Cardoso. A infraestrutura do clube deu suporte aos mergulhadores e equipe para que a ação fosse um sucesso. No auditório os organizadores fizeram a prelação da atividade de mergulho do dia bem como as apresentações da equipe e cuidados necessários para a ação.

Sea Shepherd Brasil, Yatch Clube de Ilhabela e Projeto Baleia à Vista juntos no World Clean Up Day 2018

No auditório, a preleção da atividade foi necessária para o início dos trabalhos

No Yatch Clube de Ilhabela, o mar calmo ajudou o mergulho de retirada de lixo marinho.

 

Após a preleção da ação no auditório as equipes formadas foram para o flutuante para dar início aos trabalhos. Foram 12 mergulhadores que retiraram do fundo marinho mais de 150 quilos de detritos. Entre eles havia restos de embarcações, canos de borracha e pvc, pneus, latas de alumínio, garrafas pet, roupas, petrechos e redes de pesca, micro lixo e muito mais.

O local de mergulho foi o píer do Yatch Clube e Pescadores da Praia de Santa Tereza. O píer de uso conjugado aloja lixo de ambos os lados.

O local de mergulho foi o píer do Yatch Clube e Pescadores da Praia de Santa Tereza. O píer de uso conjugado aloja lixo de ambos os lados.

Foram 12 mergulhadores na ação que retiraram mais de 150 quilos de material descartado incorretamente.

 

No flutuante a equipe se prepara para receber os mergulhadores com o lixo que retiraram do fundo.

 

O flutuante como principal local que recebeu os detritos marinhos, houve a separação, contagem e peso do lixo. Ainda, os animais alojados no lixo foram resgatados e devolvidos ao mar.

No flutuante a equipe Sea Shepherd e Yatch Clube trabalharam na separação do lixo e animais.

Mangueiras, restos de embarcação, lona, cordas e arames foram alguns dos itens retirados do mar

 

Foram mais de 25 pessoas envolvidas nesta ação, que retiraram do mar e coletaram os dados no seco de 22 quilos de pneu, 10 quilos de ferro, 10 quilos de corda, 7 quilos de mangueira, 12 quilos de rede de pesca, 10 quilos de material para reciclagem e muito mais. Entre todo este lixo foi possível resgatar pequenos animais que se alojaram no lixo, são eles: micro crustáceos, ofiuros, poliquetas, berbigões, algas, ouriço-do-mar, ermitões, entre outros. Nos mergulhos, com a profundidade de 0 a 8 metros, foi possível identificar espécies de peixes que vivem associadas ao lixo. Observamos peixe-borboleta-listrado, marimbá, cocoroca, xaréu, pargo, jaguareçá, raia-prego, frade juvenil, moreia pintada.

A educação ambiental também foi realizada durante a separação do lixo e animais.

 

Os dados do lixo e animais resgatados foram devidamente catalogados para posterior infográfico anual.

Os animais sempre estão alojados no lixo, como é o caso deste ouriço-do-mar resgatado dos detritos.

 

Ofiuro resgatado dos escombros e de volta para o mar

Os pequenos crustáceos também foram salvos do lixo marinho

 

Ao final de toda a operação foi possível retirar uma pequena parte de todo o lixo que jogamos no mar, salvamos vários animais e ainda contemplamos no mergulho espécies que vivem associadas ao lixo. Nossos especiais agradecimentos a toda equipe de mergulho e aos especialistas marinhos da Sea Shepherd Brasil, a toda equipe do Yatch Clube, à Marinha do Brasil, ao Corpo de Bombeiros, Mar e Vida Ecotrip, Colonial Diver, Máfia do Mergulho, ao Projeto Baleia à Vista na pessoa do Julio Cardoso e Arlaine Francisco, fotógrafa Aline Basse/Balaio, como também a todos que compareceram neste dia memorável em defesa da vida marinha.

 

Equipe de apoio Yatch Clube de Ilhabela, Sea Shepherd Brasil, Mergulhadores autônomos, Corpo de Bombeiros e Mar e Vida Ecotrip. Foto Aline Basse/Balaio

 

World CleanUp Day 2018 – Paraná – Brasil

Em homenagem ao Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias o núcleo Paraná da Sea Shepherd Brasil fez uma ação em Pontal do Paraná, cidade que fica a cerca de 100 km de Curitiba. Contando com um grupo de 14 voluntários, a ação durou quase 3 horas e foram percorridos um pouco mais de 1 km de praia.

 

Os voluntários reuniram-se na Praia de Guarapari em Pontal do Paraná

 

Os mais sortidos objetos de plástico foram encontrados como lixo.

Foram encontradas grandes quantidades de lixo, tanto na areia quanto na vegetação de restinga. Dentre o lixo que foi tirado da praia estavam muitos objetos de plásticos de todos os tipos e tamanhos, como copinhos, sacolas, embalagens de alimentos, garrafas PET, embalagens de produtos de limpeza, canudos, tampinhas, brinquedos de criança e apetrechos de pesca, como pedaços de rede, boias e vários partes de cordas de nylon.
Além do plástico, também foram encontradas latinhas de cerveja e refrigerante, artigos de higiene pessoal, roupas, chinelos, pedaços de isopor, isqueiros, muitas bitucas de cigarro, partes de cadeiras de praia, uma bola de futebol, lâmpadas, medicamentos, embalagens de preservativos, etc. Todo o material coletado gerou um total de 107 kg, evidenciando a falta de respeito das pessoas pela natureza, descartando tudo sem a menor preocupação com os efeitos maléficos que esse lixo causa aos animais marinhos, às aves e aos próprios seres humanos.

Nos dados registrados foram coletadas 384 tampinhas de garrafa.

 

O campeão do micro lixo foi o filtro de cigarro – 649 unidades.

As embalagens plásticas também poluem através das correntes oceânicas.

 

Muitos animais foram encontrados mortos à beira-mar que podem ter ligação com o desequilíbrio ambiental.

Outro fato que chamou a atenção dos voluntários foi a grande quantidade de animais mortos, dentre eles peixes, aves, pinguins e tartarugas. Isso é bem incomum em nossas limpezas, ainda mais na quantidade encontrada, o que demonstra o claro desequilíbrio que os ambientes marinhos estão sofrendo.

Finalmente, nos 107 kg de lixo contendo 1725 itens, os 5 mais encontrados nesta ação de limpeza foram:
649 filtros de cigarro
384 tampinhas plástica de garrafa
124 canudos
87 embalagens de alimento
82 garrafas pet