Instituto Sea Shepherd Brasil apresenta novo parceiro

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O Instituto Sea Shepherd Brasil apresenta seu novo parceiro, a Geomarinne Ambiental, empresa que tem como principais focos de atuação a educação ambiental e ecoturismo no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Entre as principais atividades desenvolvidas pela Geomarinne estão o turismo de observação de aves (bird watching) e de baleias (whale watching), além de cursos na área de educação ambiental para escolas e universidades.

O Instituto Sea Shepherd Brasil e a Geomarinne serão parceiro no desenvolvimento de cursos voltados à educação ambiental nos ecossistemas marinhos e costeiros, bem como no apoio técnico-científico às atividades de observação de aves e de baleias.

Segundo José Lindenmeyer, Diretor Técnico da Geomarinne, “ter o Instituto Sea Shepherd Brasil como parceiro representa para a Geomarinne a consolidação e o reconhecimento de sempre ter realizado seus trabalhos de forma ambientalmente responsável”.

Para o Instituto Sea Shepherd Brasil, esta é uma parceria estratégica para a conservação da vida marinha brasileira, pois demonstra que é possível aliar desenvolvimento econômico através do turismo ecológico, com a preservação ambiental.

Para saber mais sobre a Geomarinne Ambiental acesse o site, www.geomarinne.com.br.

SEA SHEPHERD é alvo de aproveitadores

Nos últimos meses a SEA SHEPHERD tem sido alvo de aproveitadores que vem se utilizando da exposição e do sucesso que a ONG tem feito entre as massas através de programas de televisão e de suas atividades desenvolvidas no Brasil e no mundo. Estes mesmos aproveitadores tem utilizado a imagem da Sea Shepherd em benefício das instituições em que atuam ou mesmo para autopromoção.

Saibam que estas pessoas estão agindo de má fé, não só com a Sea Shepherd, mas também com vocês apoiadores de nossas ações que estão sendo enganados, pois, cada vez que apóiam ou participam de iniciativas promovidas por uma destas pessoas pensam estar apoiando uma ação da Sea Shepherd, o que não é verdadeiro.

Comunicamos que só quem tem autorização a se pronunciar, propor participação em eventos ou fazer contatos com qualquer tipo de veículo de comunicação em nome da SEA SHEPHERD no Brasil são:

Wendell Estol – Diretor Geral

Adriano Echeverria – Diretor de comunicação

Hugo Malagoli – Diretor Estadual SC

Luiz Albuquerque – Diretor Estadual RJ

Carlos Alberto – Diretor Estadual SP

Gunter Filho – Membro do conselho

Nos casos do uso de nossos logotipos, somente estão autorizados os parceiros citados em nossos sites e a utilização em blogs é de uso exclusivo em nosso blog oficial. Caso você receba um contato de algum destes aproveitadores, que se identifique falsamente como sendo da SEA SHEPHERD, por favor contate-nos através do e-mail  seashepherd@seashepherd.org.br.

A Vida Marinha Agradece

Nós não falamos em fazer, NÓS FAZEMOS

Nós não falamos em salvar os oceanos, NÓS O FAZEMOS!

Frustrações aumentam em Taiji: uma tentativa de sequestro frustrada contra um Guardião da Sea Shepherd

Relatório de Rosie Kunneke, líder da campanha Guardiões da Enseada

Rosie Kunneke na enseada. Foto: Sea Shepherd

Rosie Kunneke na enseada. Foto: Sea Shepherd

No dia 9 de novembro de 2011, eu estava na base de refúgio dos golfinhos monitorando “Jiyu”, o golfinho deprimido e neurótico que os Guardiões da Enseada têm acompanhado em cativeiro. Estávamos preocupados com a preparação de uma chamada à ação para envolver as pessoas para tentar ajudar este golfinho em específico.

No final da tarde, um dos assassinos de golfinhos chegou, vestido com uma roupa de mergulho que só poderia significar que o plano era matar este golfinho. Depois de perceber que eu estava sentada no cais, o assassino de golfinhos fez um telefonema e saiu. Cerca de meia hora mais tarde, depois de todos os treinadores irem embora, eu vi dois homens a pé, vindo em minha direção, e pararam atrás de mim. Eu os cumprimentei, mas eles me ignoraram.

Ao ver três pescadores pescando na parte inferior do cais, eles foram embora. Algo naquele comportamento agressivo me fez sentir mal. Cerca de dez minutos mais tarde, eu decidi deixar o local, vendo que estava ficando escuro. Desde que eu não tenho permissão para estacionar na área de estacionamento do hotel, eu costumo parar na estrada, a alguma distância. Quando eu virei a esquina do hotel, a caminho do meu carro, notei que os mesmos dois indivíduos estavam em um veículo SUV preto. Quando me viram, os dois vieram correndo em minha direção. Virei-me para eles, e eles pararam. Eles estavam bloqueando minha passagem de ambos os lados. Perguntei-lhes qual era o problema, mas eles só disseram algo para o outro em japonês, e me ignoraram. Eu levantei o meu tripé da câmera para deixá-los cientes de que ia me defender. Eu também disse que estava telefonando para a polícia. Tentei novamente andar mais e eles continuaram se aproximando, de forma agressiva e bloqueando meu caminho em direção ao carro.

Nesta hora, decidi voltar e virar a esquina para a entrada do hotel. Eu vi um deles pegar o telefone e começar a digitar um número. Ele também estava procurando algo no chão, eu achei que para talvez jogar em mim. Entrei na área de recepção do hotel e pedi que a pessoa na recepção para por favor telefonar para a polícia, e informar que dois homens apresentavam sinais de agressão em relação a mim. Dois policiais da prefeitura de Wakayama apareceram em cerca de cinco minutos.

Levei-os até a esquina para mostrar-lhes onde tudo aconteceu, mas até então, os dois homens desapareceram em seu veículo. Foi neste momento que eu observei as duas meninas do Save Japan Dolphins caminhar até a estrada. Elas viram na minha mensagem no Facebook para elas que eu estava planejando ficar no resort até o escurecer, e decidiram vir e verificar onde estava. Poucos minutos depois, a polícia de segurança uniformizada também chegou. Esses policiais sabiam falar inglês e me questionaram sobre o incidente. Eles pareciam genuinamente preocupados com o que tinha acontecido, e pediram que eu fosse para a delegacia para que eles pudessem averiguar detalhes dos dois homens envolvidos no incidente.

O oficial de polícia instruiu um dos policiais uniformizados para me acompanhar em meu veículo. No caminho até lá, o policial que me acompanhava pediu uma descrição detalhada das roupas, cabelo, características faciais dos dois homens, e do veículo. Uma vez na delegacia, fui levada para uma sala pequena e os três policiais de segurança uniformizados me questionaram sobre o que aconteceu. Disseram que devido a um programa na televisão japonesa, havia muita atenção sobre a questão de Taiji, incluindo os nacionalistas e os yakuza.

Os policiais disseram que se tivessem que adivinhar quanto à intenção destes homens, seria que eles estavam planejando me seqüestrar. Eles avisaram que esta área não é tão segura como nós pensamos e que alguns destes grupos são capazes de assassinato. Esses policiais estavam preocupados com nossa segurança, e nos alertaram para não ficarmos sozinhos quando ficar escuro lá fora. Depois de registrar os detalhes do incidente, eles também deram o mesmo aviso para as meninas do Save Japan Dolphins, que esperavam por mim na área de recepção da delegacia.

Embora este incidente tenha sido uma experiência assustadora e incomum até mesmo para Taiji, a campanha Guardiões da Enseada vai continuar, pois estamos fazendo a diferença no número de vidas dos golfinhos salvas e é por isso que a Sea Shepherd está aqui em primeiro lugar.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Instituto Sea Shepherd Brasil esteve presente no PUC SURF, no Rio de Janeiro

Por Luiz André Albuquerque, Diretor Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil, Núcleo Estadual Rio de Janeiro

No dia 05 de novembro de 2011, o Instituto Sea Shepherd Brasil esteve novamente presente no Campeonato de Surf Universitário da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC SURF, que aconteceu no Posto 03 da Praia da Barra da Tijuca.

Campeonato de Slackline. Foto: Gisele Pontes

Campeonato de Slackline. Foto: Gisele Pontes/ISSB

Esta parceria com a organização já adentra o segundo ano consecutivo, sendo este um evento tradicional no meio universitário, que como sempre se desenvolveu com muita diversão e confraternização entre alunos e ex-alunos da Universidade, contando ainda com a participação de equipes de outras universidades da cidade do Rio de Janeiro.

Além do campeonato de surf, foram realizadas diversas atividades, como campeonato de “altinha”, teste de equilíbrio no slackline, pinturas e ação ambiental.

Gisele Pontes e Sofia Graça Aranha na tenda do ISSB. Foto: Caio Faro/ISSB

Gisele Pontes e Sofia Graça Aranha na tenda do ISSB. Foto: Caio Faro/ISSB

O núcleo carioca do ISSB contribuiu com o apoio social, desenvolvendo trabalho de educação ambiental em relação ao lixo que é deixado nas praias.

“Costumam dizer que brasileiro gosta de praia, mas não consigo crer que isso seja verdade, em razão da grande quantidade de lixo que diariamente é encontrado”, disse o Diretor Voluntário do Núcleo do Rio de Janeiro, Luiz André Albuquerque.

Luiz André Albuquerque na limpeza de praia. Foto: Sofia Graça Aranha/ISSB

Luiz André Albuquerque na limpeza de praia. Foto: Sofia Graça Aranha/ISSB

Os voluntários fizeram o trabalho de conscientização dos banhistas, entregando-lhes sacos plásticos biodegradáveis, e realizaram coleta de lixo no local da competição, sendo focada principalmente no microlixo, como guimbas de cigarro (o inimigo nº1 das praias em todo o mundo, segundo a ONU-UNEP), tampas de refrigerante, pedaços de plástico, canudos, palitos, etc. Comumente, estes resíduos não são retirados pelos órgãos públicos de limpeza e tornam-se um dos grandes responsáveis pela morte de animais marinhos e a contaminação da areia.

Ana Paula e Fabio coletando resíduos. Foto: Sofia Graça Aranha/ISSB

Ana Paula e Fabio coletando resíduos. Foto: Sofia Graça Aranha/ISSB

Em um “toco” de prancha que seria descartada, doada pelo shaper Merrê Antônio, o designer Filipe Gouveia, voluntário do Núcleo do Rio de Janeiro, exemplificou a arte da reciclagem, demonstrando a preocupação ambiental através da pintura.

Filipe Gouvea e sua arte, na prancha doada pelo shaper Merrê Antônio. Foto Gisele Pontes/ISSB

Filipe Gouvea e sua arte, na prancha doada pelo shaper Merrê Antônio. Foto Gisele Pontes/ISSB

A tenda do Instituto Sea Shepherd Brasil também divulgou a necessidade de preservação e defesa dos oceanos, notadamente, a campanha em defesa dos tubarões, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância e fragilidade desses animais.

Os voluntários Caio, Pedro, Luiza, Rodrigo, Sofia, Raphael, Gisele, Fabio, Ana Paula e Luiz. Foto: ISSB

Os voluntários Caio, Pedro, Luiza, Rodrigo, Sofia, Raphael, Gisele, Fabio, Ana Paula e Luiz. Foto: ISSB

Instituto Sea Shepherd Brasil realiza plantio de árvores nativas em Santa Catarina

Por Hugo Malagoli, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil, Núcleo Estadual de Santa Catarina

Neste sábado, 05 de novembro, na praia da Daniela, em Florianópolis, SC, foi realizado o primeiro plantio de árvores nativas organizado pelo Núcleo Estadual de Santa Catarina do Instituto Sea Shepherd Brasil, com autorização e apoio do CCPontal.

Voluntários do Núcleo Estadual de Santa Catarina. Foto: ISSB

Voluntários do Núcleo Estadual de Santa Catarina. Foto: Flavia R. Veloso/ISSB

A motivação para essa ação é a importância de despertar o senso de preservação com o reflorestamente de áreas de costa degradadas pela ação do homem, contribuindo assim para a qualidade de nossas praias e mares.

Os voluntários do Núcleo Estadual de Santa Catarina estão realizando um mapeamento dos locais onde há maior degradação e um estudo pra identificar as árvores que melhor se adequam aos locais. Isso visa preservar, inclusive, leitos de rios do entorno das praias.

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Voluntário realiza plantio de árvore. Foto: Flavia R. Veloso/ISSB

Esse trabalho, que é uma ideia antiga, deve ser implementado pelos voluntários de todo o Estado de Santa Catarina até março de 2012.