Sea Shepherd Brasil participa do Festival Gastronômico Vegano – VEGNICE, no Rio de Janeiro

O Barra Beach Food Park, na altura do posto 7, na Barra da Tijuca, recebeu nos dias 24 e 24 de março de 2017, o Festival Gastronômico Vegano, segundo evento organizado pela Vegnice, na cidade do Rio de Janeiro.

 

O festival contou com mais de 60 expositores, incluindo uma feira orgânica, atividades para crianças, aula de yôga, atrações musicais, palestras, uma feira de adoção de animais e ONGs engajadas nos temas – animal e ambiental, com a presença do Sea Shepherd Brasil, através do Núcleo carioca.

O objetivo dos eventos Vegnice é promover o veganismo de maneira feliz e atrativa ( com preços até R$ 15,00 !!!). Os visitantes encontraram diversas delícias como feijoada, hamburgers, pizzas, churros, bolos e tortas, sorvetes, além da famosa coxinha de jaca. Tudo com muito sabor e capricho, característica dos maiores eventos gastronômicos organizados pelo grupo, onde não é permitida a venda e consumo de bebida alcoólica e todos os alimentos são sem ingredientes de origem animal, sem lactose e muitas opções são sem glúten.  Em 03 anos de atividades, a Vegnice já realizou 25 eventos tendo recebido públicos de até 30 mil pessoas.

Foto: Sea Shepherd Brasil

Foto: Sea Shepherd Brasil

O stand da Sea Shepherd Brasil contava com vários produtos oficiais (que são nossa única fonte de arrecadação) e recebeu um ótimo público, tanto de quem já conhece a organização e são apoiadores diretos, quanto de pessoas que ficaram curiosas sobre o trabalho desenvolvido e que vieram buscar mais informações.

“É muito importante disseminar a mensagem da necessidade de preservação dos oceanos e o festival é uma excelente oportunidade” – disse Luiz André Albuquerque, Diretor do Núcleo Rio de Janeiro do Sea Shepherd Brasil.

E como já disse o Capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society: “As refeições veganas se encaixam em nossa mútua motivação primária – salvar este planeta de nós mesmos”.

Foto 05: Sea Shepherd Brasil

A título de conhecimento, um relatório de junho de 2015 do SEBRAE mostra que o mercado vegano está em forte crescimento:

  1. Em 2014, as vendas cresceram 60% em relação ao ano anterior.
  2. 28% dos brasileiros querem reduzir o consumo de carne nas refeições.
  3. 8% da população brasileira se declara vegetariana. Muitos são veganos.
  4. Cerca de 2 mil brasileiros se convertem ao vegetarianismo toda semana
  5. Há um grande número de produtos substitutos no mercado.

Segundo o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios o Brasil é o segundo país onde o vegetarianismo mais cresce no mundo

Caso você tenha interesse em tornar-se um voluntário do Núcleo Rio de Janeiro, escreva-nos um e-mail para nucleorj@seashepherd.org.br

 

Petrechos de pesca e resíduos sólidos são foco de limpeza subaquática realizada na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro

No dia 18 de março de 2017, um nublado dia de sábado, o Sea Shepherd Brasil – Núcleo RJ participou de uma ação ambiental idealizada pelos parceiros do Projeto Verde Mar e Mergulho Carioca, juntamente com a Coral de Fogo Diving Experience, em comemoração ao Dia Mundial da Água.

Foto: Luiz Albuquerque – Sea Shepherd Brasil

O objetivo desta ação foi coletar petrechos de pesca e resíduos sólidos no fundo do mar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Onze mergulhadores participaram do evento que busca informar para um maior número de pessoas, a conscientização ambiental sobre a questão do lixo nos oceanos, além, é claro, de limpar um pouco do meio ambiente neste cartão postal da cidade.

Foto: Luiz Albuquerque – Sea Shepherd Brasil

Foto: Luiz Albuquerque – Sea Shepherd Brasil

 

Os esforços foram direcionados para o costão do lado sul da praia (lado direito), local onde vários pescadores costumam ficar, mas para a felicidade de todos, conseguimos encontrar um quantidade bem menor de resíduos, do que normalmente é coletado.

Infelizmente, também nos deparamos com uma tartaruga marinha, da espécie verde (Chelonia mydas), com resto de linhas e um pedaço de rede de pesca enroscada em uma das nadadeiras. Apesar da tentativa, não conseguimos liberá-la, pois estava muito arredia, o que era natural pela condição em que se encontrava.

Esperamos que ela seja residente e possamos retirar estas linhas e o pedaço de rede desta tartaruga, em um próximo mergulho.

Foto: Caio Salles – Projeto Verde Mar

 

Foto: Caio Salles – Projeto Verde Mar

Entre outros detritos sólidos, foram recolhidos:

05 (cinco) latas de alumínio; 01 (uma) garrafa de vidro; 01 (um) pé de bota; 13 (treze) fragmentos de sacolas plásticas; 04 (quatro) copos plásticos; 01 (uma) garrafa PET de 2 (dois) litros; 01 (uma) panela; 01 (uma) caneca de metal; 6 (seis) fragmentos de pano; 03 (três) fragmentos de papelão; 01 (uma) tesoura grande; 08 (oito) canudos plásticos; 06 (seis) velas de ignição de carro (usadas como peso para pesca); 03 (três) chumbos de pesca e 07 (sete) fragmentos de embalagens plásticas.

Este é um trabalho que precisa ser contínuo. Como exemplo, temos o trabalho realizado pelos nossos amigos do Projeto Verde Mar, que já recolheram cerca de 90 (noventa) kilos de detritos do fundo do mar da Praia Vermelha (local principal de suas atividades), em um ano de limpezas subaquáticas.

“Sempre procuramos catalogar o que é retirado do ambiente marinho, buscando identificar as principais origens dos problemas ambientais relacionados à poluição por resíduos sólidos nos oceanos, visando propor possíveis soluções.” – disse Caio Salles, fundador do Projeto Verde Mar.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=eVOa-p0cmMI[/youtube]

Vídeo Link https://www.youtube.com/watch?v=eVOa-p0cmMI

Crédito: Vídeo realizado pelos nossos parceiros do Projeto Verde Mar durante o evento.

O Núcleo Rio de Janeiro realiza este tipo de ação ambiental corriqueiramente e estamos agradecidos por sempre termos ótimos parceiros ao nosso lado.

O futuro do planeta depende da preservação da água.

Faça sua parte !!!

Se desejar entrar em contato com o Núcleo RJ do Sea Shepherd Brasil, escreva para nucleorj@seashepherd.org.br.

 

Atobá é resgatado na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

No início da noite do dia 15 de março de 2017, o Núcleo Rio de Janeiro do Sea Shepherd Brasil mobilizou-se para o resgate de um atobá-pardo (Sula Leucogaster) na Praia Vermelha, localizada no bairro da Urca, zona sul do Rio de Janeiro.

A ave marinha foi encontrada por banhistas, que informaram que a mesma já se encontrava há cerca de uma semana naquela praia. Disseram que tentaram contato com órgãos governamentais do Estado e do Município, entretanto, nenhum deles se disponibilizou a prestar qualquer tipo de socorro.

Foto: Sea Shepherd Brasil

Os voluntários cariocas prontamente constataram que o atobá encontrava-se muito debilitado e desnutrido, pois deveria estar sem alimentação adequada por vários dias.

Foram realizados os procedimentos de análise primária, onde se constatou que o animal estava com boa musculatura peitoral e não apresentava fraturas ou machucados visíveis. Entretanto, somente com uma análise mais profunda e a realização de exames laboratoriais, seria possível avaliar o real estado do animal.

Foto: Sea Shepherd Brasil

Devido ao horário noturno, não havia qualquer base de reabilitação aberta, para onde o atobá pudesse ser diretamente encaminhado. Deste modo, o IBAMA/RJ foi informado sobre o resgate, tendo sido autorizada a guarda provisória do animal, que foi aquecido e recebeu soro.

Na manhã do dia seguinte, uma equipe da empresa CTA Ambiental realizou a coleta do atobá e o encaminhou para a sua base de estabilização, localizada na Universidade Castelo Branco, na Penha.

Fica a nossa torcida pela sua recuperação.

Nossos agradecimentos aos voluntários Isabella Libardi, Luiz Felipe Mafra, Gisele Pontes e Luiz André Albuquerque, que atuaram neste resgate.

Caso você tenha interesse em tornar-se um voluntário do Núcleo Rio de Janeiro, escreva-nos um e-mail para nucleorj@seashepherd.org.br

Tartarugas marinhas são atendidas por voluntários, no Rio de Janeiro

No final da tarde do dia 05 de março, os voluntários do núcleo carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) foram acionados pelos bombeiros militares do 1º Grupamento Marítimo – GMar/Botafogo, para prestar atendimento a 03 tartarugas marinhas verdes  – Chelonia Mydas – resgatadas na Baía de Guanabara.

Ao chegarem ao local, constataram que a situação de duas tartarugas era muito ruim e ambas continham uma grande quantidade de fibropapilomatoses.

Tartaruga marinha sendo examinada pela voluntária Isabella Libardi. Foto: ISSB

A fibropapilomatose é uma doença caracterizada pela presença de múltiplos tumores de pele que podem também afetar órgãos internos. É uma doença que ocorre nas tartarugas de todos os oceanos, afetando principalmente as verdes – Chelonia mydas. Embora sejam tumores de natureza benigna, podem prejudicar o deslocamento e alimentação dos animais, causando debilidade e, consequentemente, a morte.

Grande quantidade de fibropapilomatoses. Foto: ISSB

Embora a natureza da doença não seja ainda totalmente conhecida, a presença de tumores tem sido  associada a um vírus (herpes-vírus), e sua ocorrência é mais frequente em locais com altos índices de poluição. São raros os casos registrados em áreas conservadas. Desta forma, mesmo que as ações humanas não sejam a causa primária, contribuem  efetivamente para a intensificação e proliferação da doença.

A maior das 03 tartarugas marinhas, que infelizmente, foi a óbito. Foto: ISSB

Infelizmente, a maior das tartarugas não resistiu e foi a óbito, ainda na base do 1º GMar. Diante o grave quadro da outra tartaruga, a mesma foi encaminhada para a base de estabilização da empresa CTA Ambiental, localizada na Universidade Castello Branco, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, onde passará por exames e retirada dos tumores de pele.

Já a terceira tartaruga marinha verde – apelidada de Nazaré – foi avaliada e não apresentava qualquer intercorrência que justificasse seu direcionamento para um centro de tratamento, tendo sido um equívoco seu resgate. Diante o ótimo quadro, os voluntários cariocas decidiram por realizar a sua soltura na Praia Vermelha, na Urca, zona sul da cidade.

O IBAMA/RJ foi devidamente comunicado da realização destes procedimentos.

Tartaruga marinha, apelidada de Nazaré, pelos voluntários. Foto: ISSB

 

Soltura da tartaruga marinha “Nazaré” pela voluntária Isabella, na Praia Vermelha, Urca/RJ. Foto: Luiz Felipe Mafra

Acompanharemos a reabilitação da tartaruga marinha levada para a base de estabilização e esperamos, em breve, poder noticiar sua soltura.

Nossos agradecimentos aos voluntários Isabella Libardi, Luiz Felipe Mafra, Gisele Pontes e Luiz André Albuquerque. Caso você tenha interesse em tornar-se um voluntário do Núcleo Rio de Janeiro, escreva-nos um e-mail para nucleorj@seashepherd.org.br

Japão ignora matança imoral e indiscriminada de golfinhos em Taiji

Imagem retirada da internet. Ocean Preservation Society

 

É angustiante e surpreendente que em pleno século XXI, um país como o Japão, consagrado por sua cultura de respeito e inteligência, ainda tolere e seja omisso à crueldade e ao massacre de golfinhos em Taiji.

 

Todos os anos esse horror em Taiji se repete e apenas as ONGs se prontificam a fazer alguma coisa pelos golfinhos que são covardemente mortos por empalamento. O empalhamento, feito para matar esses golfinhos, consiste na introdução de uma haste de metal no ânus do animal, que vai até a altura da medula espinal, onde é espetada. Dessa maneira os golfinhos têm uma morte perversa, brutal e demorada. Eles morrem muito lentamente e conscientes de tudo, absorvendo toda dor que lhe é causada.

Pelas palavras do capitão Paul Watson: Os golfinhos são seres altamente inteligentes, socialmente complexos, extremamente sensíveis, com uma capacidade de comunicação sofisticada e habilidades cognitivas reconhecidas. Eles têm cérebros maiores e mais complexos do que o nosso.

O abate de um golfinho é um assassinato. Estes são seres autoconscientes que nunca prejudicaram os seres humanos e de fato, muitas vidas humanas foram salvas por golfinhos, fato documentado. São seres que têm habilidades linguísticas sofisticadas, altamente sensíveis, e podem sofrer tanto física como emocionalmente. As pessoas que não foram para Taiji ou não viram a matança de golfinhos não têm ideia de como isso é traumático, como emocionalmente é desgastante testemunhar e documentar tal horror. Sim, é fácil julgar quando você não ouve os gritos, ou vê e sente o cheiro do sangue. Os Guardiões da Enseada precisam de apoio, não de condenação. A Sea Shepherd tem membros japoneses, temos tripulantes japoneses, e eles são excepcionalmente corajosos, porque se você levantar a sua voz como um cidadão japonês, no Japão, você literalmente será perseguido, sua família será perseguida.

O que a Sea Shepherd e os Guardiões da Enseada têm realizado?

Em 2003, expomos essa atrocidade para o mundo, levando o vídeo para a CNN e as fotos para as primeiras páginas dos jornais em todo o mundo. Naquele mesmo ano, cortamos as redes e libertamos 15 golfinhos, que morreriam na manhã seguinte. Ric O’Barry, que era um membro da nossa equipe de 2003, em Taiji, deixou o Conselho Consultivo da Sea Shepherd e voltou para Taiji por conta própria, porque ele disse que cortar as redes e libertar os golfinhos era ilegal, e não era o caminho a ser seguido. Ele estava certo, nossa equipe foi presa e multada, e embora nós achamos que a vida de 15 golfinhos valeu este custo, sabíamos que não podíamos continuar a libertar os golfinhos porque não era prático fazer isso.

A organização Blackfish tentou libertar golfinhos alguns anos atrás, mas não conseguiu fazê-lo, com a infeliz consequência de que a segurança aumentou muito em Taiji. Taiji, por estar no Japão e ser fortemente policiada, nos proporciona desafios únicos, e a única estratégia que vimos que tinha uma possibilidade de sucesso foi o programa Guardião da Enseada. Assim, lançamos a Operação Paciência Infinita.

Os Guardiões da Enseada estão em Taiji durante a temporada de caça. A função dos Guardiões é documentar e expor a horrível matança de golfinhos em Taiji durante os seis meses de atrocidade.

(…) A Sea Shepherd não é anti-japonesa. Estamos lutando contra a matança de golfinhos, e ao longo dos anos temos confrontado assassinos de golfinhos no Japão, nos EUA, na Costa Rica, na Venezuela, no Brasil e nas Ilhas Faroé. Nós não discriminamos quem opomos. Vemos o arpão, a faca, o rifle e a rede, não vemos a nacionalidade. Lutamos contra o Sea World, e temos levado assassinos de golfinhos para julgamento no Brasil.” Conteúdo retirado do site: http://seashepherd.org.br/a-importancia-dos-guardioes-da-enseada-estarem-em-taiji/ – matéria publicada em 05 de Setembro de 2013.


Por sua vez, os golfinhos que não se machucaram, se cortaram ou tiveram ferimentos causados por estes criminosos, e que são jovens, são sequestrados e vendidos aos parques aquáticos de todo o mundo (principalmente parques da China, de Dubai e do Japão).

O documentário “The Cove”, ganhador do Oscar de Melhor Documentário em 2010, mostra toda essa matança em Taiji, como os golfinhos são caçados, além de mostrar o destino final daqueles que são sequestrados e vão para parques aquáticos. O documentário tem a participação do Capitão da Sea Shepherd Paul Watson.

The Cove – Vencedor do Oscar de melhor documentário em 2010 – Imagem retirada da internet.

 

Os voluntários das ONGs de proteção ambiental e animal são os únicos que enfrentam a criminalidade e violência do ato praticado, tentando impedir centenas de mortes inocentes desses animais marinhos.

Até quando o Japão e as autoridades competentes ficarão passivas assistindo a todo esse massacre covarde e sem nada fazer?

Infelizmente não sabemos até quando as autoridades responsáveis irão ignorar essa barbárie.

Redes, armadilha e sangue marcam a enseada em Taiji

Os voluntários da Sea Shepherd Brasil, num ato pacífico e educado, foram até o Consulado do Japão em São Paulo para entregar um Ofício de Repúdio à matança de golfinhos em Taiji. Na ocasião, aquelas pessoas que consideramos ser da cultura mais respeitosa e educada do planeta, recusaram-se a receber o ofício mesmo depois de tê-lo lido.

Outubro de 2016 – Consulado do Japão em São Paulo

A carta de repúdio foi lida muitas vezes por funcionários do consulado naquele dia. Após algumas desculpas e mentiras dadas no local, bem como por telefone, finalmente decidiram por não protocolar o ofício.

A recusa feita do recebimento direto ‘em mãos’ de uma carta brasileira, de um grupo de pessoas pacíficas e que fazem parte de um movimento global que repudia a matança e o comércio de golfinhos para parques aquáticos, só nos fez acreditar ainda mais que os japoneses sentem vergonha do que acontece em Taiji. Mas de maneira passiva apoiam uma tradição assassina, porque eles sabem deste horror que acontece todo ano em Taiji e não fazem absolutamente nada a respeito dessa situação para impedir ou mudar essa tragédia que tanto denigre e mancha a imagem e reputação do Japão e seus cidadãos.

Trecho do ofício 01/2016 ISSB/SP enviado em aviso de recebimento ao Consul em São Paulo:

“Nós do Instituto Sea Shepherd Brasil – Guardiões do Mar REPUDIAMOS veementemente a prática desta caça e massacre dos golfinhos cometidos em seu país. Este ato é considerado por nós e pelo resto do mundo como um sinal de arrogância, ignorância, amor pela violência e desrespeito à natureza”.

Ofício de Repúdio enviado por correspondência após recusa da entrega ‘em mãos’

O nobre Capitão Paul Watson formulou, de maneira inteligente e eficaz, estratégias a serem adotadas para acabar com a matança em Taiji. Ele as denominou como “As cinco estratégias de Taiji” que são citadas a seguir:

As cinco estratégias de Taiji

 

‘Gaiatsu’ é a melhor estratégia global neste caso, e que envolve:

 

(1) persistente acompanhamento e documentação das atrocidades cometidas na Enseada, em Taiji;

(2) espalhar internacionalmente o fato, com provas e documentação;

(3) constante exposição e humilhação dos pescadores de Taiji, que envergonha toda a nação do Japão;

(4) uma pressão constante sobre as embaixadas japonesas e consulados em todo o mundo;

(5) uma interminável campanha de pressão externa e um compromisso de nunca se render ou se retratar.

 

Esta quarta estratégia é a mais poderosa, porque mobilizam pessoas de todo o mundo a se envolverem de suas próprias casas. Embaixadas japonesas e consulados gravam todas as chamadas de telefone, e-mail, cartas e petições que recebem. Este é o ativismo ‘gaiatsu’ em sua forma mais poderosa, e eu creio que esta é a chave para envergonhar os bandidos de Taiji e pressionar o governo do Japão a tomar providências.”

Conteúdo retirado do site: http://seashepherd.org.br/a-sea-shepherd-e-taiji/ – matéria publicada em 20 de Janeiro de 2011.

 

Seguimos a estratégia de número (4) “uma pressão constante sobre as embaixadas japonesas e consulados em todo o mundo;” e fomos desprezados pelo Consulado japonês, mas nunca seremos calados, e o objetivo dessa matéria é exatamente esse, mostrar que nada e nem ninguém vai nos calar de dizer a verdade sobre o que acontece em Taiji.

 

Nós da Sea Shepherd Brasil, não vamos consentir com essa atitude, nem vamos nos calar enquanto houver atrocidades acontecendo contra os animais marinhos de forma perversa, covarde, brutal, imoral, e muitas vezes ilegal, porque sempre haverá coragem e atitude da nossa parte para defendê-los! “Dar voz aos que não a têm!”

Não vamos parar de batalhar arduamente para que o mundo tome conhecimento dessa matança de golfinhos em Taiji e jamais iremos nos calar diante desse assunto!

Às autoridades japonesas e a todas as autoridades competentes, que possam intervir neste caso, saibam que aguardamos ansiosamente o dia em que os senhores irão se pronunciar e tomarão PROVIDÊNCIAS URGENTES e IMEDIATAS sobre essas mortes e sequestros para parques aquáticos de golfinhos em Taiji.