Sea Shepherd busca conscientização ao mostrar animais torturados por plástico nos oceanos

Campanha foi desenvolvida em parceria entre Tribal Worldwide São Paulo e DDB Guatemala

Um simples saco plástico parece inofensivo aos nossos olhos, mas pode representar o sofrimento extremo – e até a morte – de milhares de animais nos oceanos. É baseada nessa verdade, transformada em imagens de impacto, que a Sea Shepherd, principal ONG internacional focada na conservação dos seres marinhos, estreia sua nova campanha.

Criada em parceria entre as equipes de Tribal Worldwide São Paulo e DDB Guatemala, a comunicação apresenta o conceito “O plástico que você usa uma vez tortura o oceano para sempre”. Nas peças, diferentes animais marinhos, como focas e tartarugas, são mostrados em extrema agonia e impotência ao entrarem em contato com elementos plásticos comuns em nosso consumo diário e geralmente descartados sem cuidados especiais. A produção em 3D contou ainda com trabalho desenvolvido pelo Notan Studio.

 

“Infelizmente, ações banais do nosso cotidiano podem gerar danos irreparáveis à natureza sem que a gente sequer perceba. Esta campanha tem como meta não deixar isso acontecer, impactando o maior número de pessoas e conscientizando-as de que fazer nossa parte é mais fácil do que se imagina, garantindo assim que cenas terríveis como essas nunca mais aconteçam”, destaca Guiga Giacomo, diretor-executivo de criação da Tribal Worldwide São Paulo.

Além do material para mídia impressa e cartazes, foram desenvolvidas peças para redes sociais e mídia digital, bem como um hotsite com informações sobre o impacto negativo do plástico nos oceanos. O conteúdo online ainda traz dicas para reduzir a utilização do material em nosso dia a dia.

 

 

 

A Sea Shepherd realiza campanhas de limpeza de praias e de lixo marinho ao redor do mundo. No Brasil a organização lançou a campanha “Ondas Limpas” onde ações organizadas de limpeza de praia e conscientização sobre o lixo marinho ocorrem frequentemente. No exterior a campanha “Clean Waves” já passou por ilhas da Oceania recolhendo lixo marinho que se acumula nos oceanos. A organização também trabalha com cientistas para descobrir os efeitos e danos que os micro plásticos causam em espécies marinhas.

 

“Cientistas alertam que em 2050 haverá mais plásticos nos oceanos do que peixes no mar.” Comentou o fundador e presidente da Sea Shepherd, Capitão Paul Watson, concluindo “a Shepherd está comprometida em desfazer esse cenário negativo para nossos oceanos, porque se os oceanos morrerem, morreremos nós.”

 

Sea Shepherd Brasil e o Projeto BG500 realizam atividades sobre conservação dos oceanos no “IV Fundição InVentos”

No dia 03 de outubro de 2015, o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) em parceria com o Projeto BG500, participou das atividades de meio ambiente do “VI Fundição InVentos”, evento mensal organizado pela Fundição Progresso, um tradicional centro cultural e casa de espetáculos da cidade do Rio de Janeiro.

Diversas atividades de sensibilização foram realizadas junto ao público visitante, com uma programação especial para as crianças, uma vez que o evento comemorava antecipadamente, a festiva data do “Dia das Crianças”.

Além das imagens do telão, fotos, jogos e apresentações sobre as ações do ISSB, os pequenos visitantes foram atraídos pelas ‘tatuagens’ de animais marinhos, criadas à mão livre pela voluntária Adriana Moretta e pela presença de uma “sereia”, personagem encarnada pela voluntária Luciane Ribeiro, que encantou as crianças, posando para diversas fotos.

As atividades desenvolvidas tiveram como foco principal alertar a população para os riscos que os descuidos cotidianos com nossos resíduos sólidos podem causar para o ambiente, sobretudo, a vida marinha.

 “Esperamos que a partir do conhecimento, a sociedade se conscientize sobre a necessidade de preservar nossos mares, pois, infelizmente, a população e o governo de uma forma geral consideram que é mais urgente preservar as florestas que os oceanos. Precisamos sempre nos lembrar que os oceanos produzem 54,7% de todo o oxigênio da Terra, sendo fundamentais para a vida no planeta.” – comentou Luiz André Albuquerque, Diretor Regional do ISSB no Rio de Janeiro.

Equipe ISSB e BG 500 - Rodolfo Giordano, Isis Barboza, Adriana Moretta, Ed Bastos, e Luciane Ribeiro


 Estaremos presentes no “VII Fundição InVentos” que irá se realizar no dia 14 de novembro, à partir das 10:30 horas e aguardamos sua visita. Prestigiem ! Compareçam ! E levem suas crianças.

Informações: Fundição Progresso: Rua dos Arcos, 24 – Lapa, Rio de Janeiro. www.fundicaoprogresso.com.br

Escola Estadual de Duque de Caxias/RJ recebe a visita do Sea Shepherd Brasil

Foto: Núcleo RJ

A Escola Estadual Ercilia Antonia da Silva, em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro, recebeu no dia 20 de agosto de 2015, a visita de integrantes do núcleo carioca do Sea Shepherd Brasil.

Duque de Caxias é o terceiro município mais populoso do Estado do Rio de Janeiro, sendo o mais populoso da baixada fluminense e sofre diariamente com uma grande quantidade de resíduos sólidos descartados de forma irregular.

Foto: Núcleo RJ

Através de um convite da professora Lívia Sekiguchi, bióloga e voluntária do Núcleo RJ, foi ministrada para alunos do ensino médio e fundamental, uma palestra intitulada “Os Impactos do Lixo Marinho”, visando justamente conscientizá-los sobre o descarte irregular destes resíduos e seus impactos na vida marinha da Baía de Guanabara, situada ao leste do município.

Foto: Núcleo RJ

Após a exibição de um pequeno vídeo que buscava estimular a participação e a reflexão crítica dos alunos, seguiu-se um debate, onde foi possível constatar que alguns dos alunos presentes já possuíam um comportamento social consciente, o que é muito importante.

Foto: Núcleo RJ

“Trabalhar desenvolvendo projetos de educação ambiental nas escolas é fundamental para que tenhamos uma mudança de comportamento. O lixo deixou de ser apenas um problema sanitário em zonas urbanas para tornar-se um dos principais poluentes que ameaça a sobrevivência dos animais marinhos em seu próprio ecossistema e atinge de diversas formas a saúde pública. Foi gratificante observar que vários alunos buscam descartar o lixo de forma correta.” – informou Luiz André Albuquerque, Diretor do núcleo carioca.

Foto: Núcleo RJ

Devemos sempre lembrar que aproximadamente 10 milhões de toneladas de lixo acabam nos oceanos e mares do mundo anualmente. O termo “lixo marinho” engloba uma gama de materiais que são descartados deliberadamente, ou acidentalmente perdidos na costa ou no mar, e inclui materiais que são carregados para o mar a partir da terra, de rios, sistemas de drenagem e de esgotos, ou pelo vento. Ele frequentemente inclui materiais sólidos persistentes, manufaturados e processados, tais como plástico, vidro e metal.

Se você deseja ser um voluntário do Núcleo Rio de Janeiro, escreva para nucleorj@seashepherd.org.br.

A Campanha Dirty Sea Project lançada pelo Instituto Sea Shepherd Brasil está percorrendo o litoral brasileiro desenvolvendo ações de Educação Ambiental e limpezas de praias e subaquáticas.

Lugar de lixo é na lixeira !!! Faça sua parte e contribua para um mundo melhor.

ISSB e BG-500 promovem a campanha “Dirty Sea Project” na Praia da Urca, no Rio de Janeiro

Em continuação ao trabalho desenvolvido nos anos de 2013 e 2014 no bairro da Urca, no dia 07 de fevereiro, o Núcleo Rio de Janeiro do ISSB e o Projeto BG-500 realizaram mais uma atividade de educação ambiental e conscientização, com o grande diferencial que tem caracterizado os eventos realizados nesta localidade: o resgate da fauna marinha encontrada junto aos resíduos coletados no mar.

Coleta de lixo flutuante

 

Os voluntários das duas instituições realizaram um arrastão humano, coletando os resíduos sólidos encontrados tantos nos costões da Praia da Urca, como também os encontrados no fundo do mar.

Passado 01 (um) mês das festividades do início do ano, foram recolhidos um grande número de objetos jogados no mar e oferendas à Iemanjá, que passaram por uma triagem.

Triagem dos resíduos em caixas seletoras

Triagem dos resíduos coletados

Um dos resíduos encontrados, garrafa de água mineral.

Esta triagem visa encontrar vida marinha aprisionada nestes objetos, como peixes, camarões, poliquetas, planárias, pequenos caranguejos, etc, que são resgatados e devolvidos ao mar da Praia da Urca. Em aproximadamente 03 (três) horas de trabalho foram libertas cerca de 300 animais marinhos.

Animais marinhos resgatados

É por esses pequeninos que vamos nesse tipo de limpeza/resgate sub! Vou ampliar essa mesma foto e peço que reparem o abdômen da pequenina.  Essa massa escura é a próxima geração dessa espécie. Um animal adulto, saudável que iria acabar em uma lixeira junto dos resíduos sólidos retirados na ação. Uma simples lata de bebida pode conter mais de vinte indivíduos.  Diz Ed Bastos do BG 500

Se você costuma frequentar praias, mas não participa de ações voluntárias de limpeza de praias, talvez seja a hora de enxergá-las de uma perspectiva diferente e engajar-se na defesa do meio ambiente. Junte-se à nós ! Filie-se à Sea Shepherd Brasil

Sea Shepherd Brasil participa do lançamento do “Movimento Praia Viva”, no Rio de Janeiro

No dia 20 de janeiro de 2015, o Núcleo carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) participou do lançamento do “Movimento Praia Viva”, organizado pela Associação Brasileira de Lixo Marinho – ABLM.

O evento foi realizado entre os postos 7 e 8 da Praia de Ipanema, na zona sul do Rio, e teve o objetivo de conscientizar os banhistas sobre a necessidade de manter as praias limpas.

O lançamento do movimento no dia 20 de janeiro, foi motivado pela data comemorativa de São Sebastião, padroeiro da cidade, e pela proximidade das comemorações pelos 450 anos de fundação do Rio de Janeiro, divulgando a ação “por mais 450 anos de praia, sem lixo”.

No ano de 2014, foi constatado que durante o feriado do padroeiro da cidade, os banhistas deixaram cerca de 40 (quarenta) toneladas de lixo, somente na Praia de Copacabana, também na zona sul da cidade.

“A proposta da Associação Brasileira do Lixo Marinho é trabalhar a educação ambiental para sustentabilidade das praias e mares, organizando e mobilizando a sociedade, organizada ou não” – disse Fernanda Cubiaco, representante da ABLM no Rio de Janeiro.

No trecho de 1 km, debaixo de um sol de 40 graus, os voluntários da Sea Shepherd, juntamente com integrantes de outras instituições, coletaram todo o material sólido descartado irregularmente no trecho de areia e no calçadão, tendo um foco no microlixo que causa grande impacto nos oceanos.

Ao mesmo tempo que o lixo encontrado era coletado, os voluntários da Sea Shepherd conversavam com os banhistas, explicando-lhes a necessidade do descarte adequado dos resíduos, os impactos na saúde humana, e a ameaça à fauna marinha.

“Este verão de altas temperaturas tem levado um grande número de banhistas às praias cariocas, ocasionando um aumento considerável de lixo nas areias, notadamente aqueles que costumamos encontrar, como guimbas de cigarro, latas, palitos de picolé, cotonetes e muito plástico. Pretendemos seguir adiante neste trabalho de conscientização, através da campanha “Dirty Sea Project”, lançada em 2014 pela Sea Shepherd Brasil, que visa expor a necessidade de uma mudança de comportamento em relação ao descarte de resíduos sólidos, que vem impactando de forma significativa a vida marinha. Desta forma, apoiamos qualquer movimento que tenha este objetivo, como o Movimento Praia Viva, lançado pela ABLM ” – explicou Luiz André Albuquerque, Diretor Regional do ISSB no Rio de Janeiro.

Crédito foto: Guilheme Rivera

12