Dia Mundial da água – ISSB Brasilia

O Instituto Sea Shepherd Brasil – núcleo Brasília participará mais uma vez da ação de limpeza subaquática no lago Paranoá, dias 19 e 20 de março, em comemoração ao dia mundial da água, em parceria com a operadora de mergulho ScubaDu.

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 O evento, promovido pelo movimento Ocupe o Lago, contará não só com a presença de atletas de diversas modalidades que precisam do lago para a prática de seus esportes, como canoagem e stand up paddle, mas também com atrações musicais, oficinas de educação ambiental e muito mais!

A ação tem como objetivo conscientizar a população da importância de se ocupar o lago de forma consciente. Todos são convidados a refletir sobre as consequências de suas ações individuais e coletivas para o futuro do lago, tão vital para a capital federal.

 A Sea Shepherd participou da primeira reunião geral, dia 02 de fevereiro, realizada na administração do Lago Norte. O encontro teve como objetivo discutir as metas do evento, e contou com a presença de representantes de diversos segmentos engajados no projeto, como o mantenedor do Colégio do Sol, a CAESB e o BOPE, além de muitos voluntários decididos a transformar a realidade para melhor.

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Voluntários do Núcleo ISSB – Brasília na primeira reunião preparatória do dia mundial da água

Participe dos preparativos!

https://www.facebook.com/events/174343772940819/

Ação Lagoa Limpa – Sea Shepherd Brasil

[vimeo width=”500″ height=”400″]https://vimeo.com/152068251[/vimeo]

Uma ação que envolveu comunidade, voluntários da Sea Shepperd e comerciantes locais foi realizada na Lagoa da Conceição, local de grande movimentação turística na capital catarinense.

O trabalho envolveu grande mobilização social. No total 130 pessoas participaram do mutirão, contribuindo ainda como multiplicadores da iniciativa de conscientização sobre a não poluição das praias e lagoas de Florianópolis.

Grande quantidade de materiais de todo tipo foram retirados do local: pneus, garrafas plásticas e de vidro, bitucas de cigarro, materiais em alumínio e diversos outros produtos que levam centenas e até milhares de anos para se decompor na natureza foram retirados. No total foi recolhida cerca de uma tonelada de lixo.

A principal finalidade do trabalho é educativa, visa dar exemplo e ajudar a conscientizar a população sobre a importância da responsabilidade de cada um sobre o lixo que produz.

Segundo o coordenador voluntário do núcleo da Sea Shepperd, em Florianópolis, Luiz Antonio Tamburo Faraoni, através de atitudes pequenas é possível influenciar outras pessoas: “As atitudes que os seus braços alcançam, é que acabam influenciando o macro no final das contas”, explicou.

Durante a ação foram colhidas amostras da água da lagoa, para verificação de possível contaminação e posterior análise e divulgação de resultados.

 

*Clippings na imprensa local

CLIC RBS/Diário Catarinense

http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/01/grupo-de-voluntarios-organiza-acao-de-limpeza-da-lagoa-da-conceicao-em-florianopolis-4952399.html

28 de janeiro

*CLIC RBS/ Diário Catarinense

O portal de notícias CLIC RBS/Diário Catarinense divulgou o resultado da coleta e análise da água feita pela Sea Shepperd – realizado durante o mutirão de limpeza realizado na Lagoa da Conceição. Os resultados deram uma quantidade de coliformes fecais altíssima – até mil vezes acima do limite tolerado. O fato reforçou a suspeita de despejo de esgoto diretamente na água.

De 10 pontos analisados por um laboratório da capital, cinco apresentaram presença excessiva de coliformes, além de outros tipos de poluição.

Leia na íntegra

http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/01/analise-da-agua-da-lagoa-da-conceicao-em-florianopolis-mostra-presenca-de-coliformes-fecais-ate-mil-vezes-acima-do-limite-tolerado-4962580.html

BBC Earth apresenta uma nova visão sobre os tubarões na série Shark, sábado, 26 de dezembro

Produzido pela premiada Unidade de História Natural (UHN) da BBC, a série “Shark” mostra novos aspectos de mais de 30 espécies de tubarões, filmados ao redor do planeta durante dois anos

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Considerados os predadores mais exitosos do planeta, os tubarões são animais inteligentes, mas muitas vezes ainda incompreendidos.  Com o objetivo de apresentar ao espectador uma nova visão sobre estas incríveis criaturas, o BBC Earth apresenta a trilogia Shark, com dois programas da série inédita e o making of Shark: Beyond The Bite, neste sábado, 26 de dezembro, a partir das 19 horas, com reapresentações.

PICTURE SHOWS: A one tonne Great White Shark jumps out of the sea in South Africa at 20mph to catch a fur seal.

PICTURE SHOWS: A one tonne Great White Shark jumps out of the sea in South Africa at 20mph to catch a fur seal.

2015 marca o quadragésimo aniversário de lançamento do filme “Jaws” (Tubarão), dirigido por Steven Spielberg. O predador sempre foi temido e apresentado como perigoso nos filmes de cinema e programas de TV. A série Shark mudará tudo o que você sempre pensou sobre os tubarões por meio de imagens incríveis de mais de 30 espécies em comportamentos raros e alguns nunca antes vistos, como um tubarão que caminha sobre a terra, os inéditos wobbegongs. A série apresenta tubarões nunca filmados antes na Groenlândia, além das espécies mais conhecidas, como os grandes tubarões brancos e os cabeça-de-martelo.

Uma equipe da Unidade de História Natural da BBC recebeu a missão de viajar por dezenas de lugares, ao redor do mundo, atrás das diferentes espécies de tubarões e contou com as mais modernas câmeras de high definition HD e de alta velocidade. Graças aos avanços tecnológicos e a uma nova geração de ousados operadores, foram captadas imagens espetaculares subaquáticas e também de helicóptero, sob o gelo polar, em manguezais, naufrágios, recifes de coral e em vários outros ambientes.

PICTURE SHOWS: Great White Sharks in South Africa feed on fish and fur seals and have evolved extraordinary senses to find their prey.

PICTURE SHOWS: Great White Sharks in South Africa feed on fish and fur seals and have evolved extraordinary senses to find their prey.

Sobre Shark, a produtora Rachel Butler conta que: “Nosso objetivo foi se aproximar do habitat natural dos tubarões para revelar que não são apenas animais perigosos com sangues e dentes, mas captar momentos como da mãe e seus filhotes, as redes de relacionamento, os rituais de acasalamento”.

Existem mais de 500 espécies de tubarão, todos pertencentes a uma família mais ampla: o maior, o tubarão-baleia, com até 20 metros, e o menor, o tubarão lanterna anão, que pode caber na palma da mão e brilha no escuro. A equipe da Unidade de História Natural da BBC registrou o namoro, os baby tubarões em desenvolvimento, como eles crescem e até mesmo como os tubarões limpam os seus dentes.

Com narração do ator britânico Paul McGann, a produção de Shark  é assinada por Steve Greenwood, também responsável por outras séries de sucesso como Expedition New Guinea e Natural World, com a produção executiva de  Michael Gunton que trabalhou em Life Story, Hidden Kingdoms e Africa.

  • Primeiro programa da série Shark:

Este episódio concentra-se nas adaptações dos tubarões aos diferentes ambientes, o que lhes garantem o sucesso como predadores. O ponto alto do episódio apresenta um tubarão branco perseguindo focas em uma caçada filmada por debaixo d’água, no ar e em câmera lenta.

  • Segundo programa da série Shark:

Os diferentes aspectos do comportamento dos tubarões estão no segundo e último episódio. Grandes tubarões brancos comunicam-se por meio da linguagem corporal e os tubarões cinzentos que vivem nos recifes têm ajuda para verificar os seus dentes. Tubarões limão dão à luz a filhotes que crescem abrigados em viveiros especiais no mangues.

  • Shark: Beyond the Bite:

O making of mostra, do Ártico aos trópicos, como é preciso um cinegrafista específico para pular na água e filmar tubarões. O programa mostra a preparação e o planejamento para capturar as cenas incríveis apresentadas na série, bem como os encontros entre as criaturas e os cinegrafistas.

Ficha Técnica

Shark (2×50)
Produtor: Steve Greenwood

Produtora: Rachel Butler

Produtor executivo: Michael Gunton

Status dos navios da Sea Shepherd

O STEVE IRWIN sob o comando do Capitão Sid Chakravarty (India) está no mar em rota de Melbourne para Fremantle e de Fremantle para baixo no Oceano Antártico. O plano é chegar lá no fim de Dezembro. O navio baleeiro japonês fora-da-lei  está no Pacífico e é esperado para chegar no Oceano Antártico no fim de Dezembro.

O MARTIN SHEEN sob o comando da Capitã Oona Layolle está no Golfo da Califórnia trabalhando com a Marinha Mexicana para proteger a Vaquita, ameaçada de extinção .

O JAIRO MORA SANDOVAL está no Cabo Verde trabalhando no projeto de conservação com a Biosphera.

O BOB BARKER está em Istambul na estação de reparos, sob manutenção.

O SAM SIMON está em Bremen, Alemanha, sendo preparado para as ações de 2016.

O BRIGITTE BARDOT está em Marseille, França, sendo também preparado para as ações de 2016.

O FARLEY MOWAT está em Tampa, Florida e o JULES VERNE está em Key West, Florida. Ambos os navios estão sendo preparados para proteger o “corredor” de Galapagos (Ilha Cocos, Ilha Malpelo e os Galapagos)

Sea Shepherd tem um nono navio (ainda sem nome) sendo construído na Turquia. A construção estará completa em Setembro de 2016.

Além disso, a Sea Shepherd tem uma equipe em terra em Taiji, Japão para os golfinhos e está ativa em mais de 40 países.

A Sea Shepherd enviou um navio para defender as baleias e a manutenção de navios são caras.  A Sea Shepherd não solicita a doação de dinheiro nas ruas. Todo o suporte é voluntário.

A Sea Shepherd faz o que pode com os recursos disponíveis. Nós podemos somente fazer mais com mais suporte.

Quando críticos perguntam, porque a Sea Shepherd não está fazendo mais? A resposta é simples. Nós poderíamos fazer mais se nós tivéssemos o suporte.

A Sea Shepherd não é um dos grandes grupos ecológicos.  A Sea Shepherd é primeiramente, um movimento voluntário e nossa força está na base voluntária e na base de apoio. A medida que o base de suporte cresce, a Sea Shepherd pode fazer mais, muito mais.

Se você se preocupa em defender a vida nos Oceanos, se você quer ver um ativismo que funciona, que tem resultados e salva vidas, junte-se à Sea Shepherd e se envolva fisicamente como um membro da tripulação, voluntário em terra ou colaborador.

Nós precisamos construir uma base de suporte maior para sermos mais efetivos.

Esta semana se você está em Tampa, Florida, visite o FARLEY MOWAT e dê a eles sua ajuda.

Se você está em Paris, venha ver o filme “Como mudar o Mundo” e ajude a Sea Shepherd França.

Paul Watson