Grupo de Apoio do Espírito Santo participa do primeiro Fórum Espiritosantense de Ética Animal

Por Maria Cristina Valdetaro, voluntária no Grupo de Apoio do Espírito Santo ao Instituto Sea Shepherd Brasil

O Grupo de Apoio do Espírito Santo ao Instituto Sea Shepherd Brasil participou do primeiro Fórum Espiritosantense de Ética Animal, durante os dias 21 e 22 de março, na Assembléia Legislativa.

Grupo de Apoio do Espírito Santo durante o evento. Foto: Grupo de Apoio do Espírito Santo

O evento teve participação de várias ONGs e simpatizantes da causa. Com palestras e debates, foram discutidos temas como a preservação dos oceanos, sustentabilidade, vegetarianismo, ética e bem-estar animal.

O Fórum, o primeiro da área no Estado, contou com a presença de pessoas do Brasil inteiro. Com palestrantes de formação acadêmica em diversas áreas, o Fórum, de caráter educacional, visou orientar as pessoas sobre a relação entre sociedade humana e animal, no sentido jurídico, filosófico e ético.

Sabendo da importância do assunto, os shepherds capixabas marcaram presença, e divulgaram o trabalho da Sea Shepherd.

Grupo de Apoio do Espírito Santo durante o evento. Foto: Grupo de Apoio do Espírito Santo

“Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1 – Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 – Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 – Nenhum animal deve ser maltratado.
4 – Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 – O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 – Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 – Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 – A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 – Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 – O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.”

Vazamento de combustível no litoral norte de São Paulo

Na noite de sexta-feira, 5 de abril, ocorreu um vazamento de combustível conhecido como ‘Mariner Fuel’ no TeBar, Terminal Aquaviário Almirante Barroso, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo.

Fonte: G1

O núcleo SP do Instituto Sea Shepherd Brasil, através de seus voluntários, esteve em contato com membros do ICMBIO, Ibama e mergulhadores de Ilhabela para verificar dados sobre o acidente.

TEBAR, São Sebastião (SP). Foto: Carlos Crow

A equipe do ICMBIO vistoriou o local e constatou que se trata de um derrame de pequenas proporções, contido no canal, que atinge as praias de maneira esparsa. No momento, com extensão de aproximadamente 8,5 km indo do Terminal Almirante Barroso, epicentro do vazamento, até a praia da Enseada, em São Sebastião, podendo atingir a foz do rio Juqueriquerê.

Proporção do vazamento até as 16h. Imagem: Google Earth

Mapas de sensibilidade ambiental mostram que a maior diversidade da área encontra-se em Ilhabela. A ilha não foi atingida pelo derramamento. Até o momento não temos informações quanto à quantidade de óleo no mar.

Com informações do G1

Japão confirma sucesso da Sea Shepherd no Oceano Austral

Operação Tolerância Zero foi campanha mais eficaz da Sea Shepherd até agora

Uma das baleias Minke salva. Foto: Sea Shepherd Austrália / Eliza Muirhead

O Instituto de Pesquisa de Cetáceos japonês, a organização de fachada para as atividades baleeiras ilegais japonesas, divulgou seus registros da matança de 2012/2013.

Eles queriam 50 baleias jubarte. Eles não conseguiram nenhuma.

Eles queriam 50 baleias fin. Eles não conseguiram nenhuma.

Eles queriam 935 baleias minke. Eles mataram 103.

832 baleias Minke não foram mortas! 50 baleias jubarte e 50 fins não foram abatidas!

Durante a campanha 2010-2011, Operação Conciliação Não, a frota baleeira japonesa conseguiu 17% da sua quota auto-alocada ilegalmente. Durante a campanha 2011-2012, Operação Vento Divino, os baleeiros japoneses conseguiram 26% da sua quota auto-alocada ilegalmente.

103 baleias minke, e zero baleias jubarte e fin significa 9,96% da sua quota auto-alocada. Os baleeiros atingiram apenas 11% de sua cota de baleias minke e zero por cento de sua quota de baleias fin e jubarte.

Estas porcentagens significam um desastre financeiro para os baleeiros japoneses. Apenas a revisão do Nisshin Maru custou 24 milhões de dólares. Custos de equipamentos, abastecimento e operação significam um adicional de cerca de 11 milhões de dólares. Esse número pode ser muito maior. Considerando a estimativa conservadora de 35 milhões de dólares, significa que custou aos baleeiros, no mínimo, 340.000 dólares por baleia. Existem apenas duas palavras para descrever isso, “demência econômica”. Além disso, há a perda de prestígio e a ira da comunidade internacional dirigidas contra o povo japonês.

A Sea Shepherd teria reduzido ainda mais esses números se não fosse o golpe de última hora pelo Nono Tribunal Distrital dos Estados Unidos, que efetivamente levou a Sea Shepherd EUA a sair da Operação Tolerância Zero, concedendo aos baleeiros japoneses uma liminar contra a intervenção da Sea Shepherd EUA.

A Sea Shepherd Austrália imediatamente assumiu a bandeira, levou-a até o Oceano Antártico e conduziu a campanha mais determinada a encerrar as atividades ilegais de caça furtiva da frota baleeira japonesa no Santuário Antártico das Baleias. A Sea Shepherd Austrália previu que as mortes não poderiam ultrapassar 10%, e o número total foi de fato pouco menos de 10%.

Capitães da Sea Shepherd na Antártica: Jean Yves Terlain; Luis Manuel De Pinho, Peter Hammarstedt; Sidharth Chakravarty, com o fundador da Sea Shepherd,Paul Watson. Foto: Sea Shepherd Austrália / Tim Watters

“A Sea Shepherd Austrália está exultante por termos conduzido a pior temporada até agora para esses caçadores de baleias do Japão. Estes caçadores têm mostrado um completo desrespeito pela vida dos cetáceos, pela vida humana e pelo direito australiano e internacional. Ao mirar as baleias protegidas e em perigo em um santuário de baleias, e arriscar grandes derramamentos de petróleo no deserto da Antártida, eles estão mostrando ao mundo o seu desprezo pela vida do oceano e pela comunidade global, que tem apelado para o fim da caça às baleias”, disse Jeff Hansen, Diretor da Sea Shepherd Austrália.

“Uma baleia morta ainda é ainda uma baleia morta de muitas. Entretanto, hoje nós celebramos o fato de que, com coragem e convicção, em face de grande perigo e adversidade, as bravas tripulações dos quatro navios da Sea Shepherd foram capazes de conseguir impedir a frota baleeira japonesa de alcançar mais de 90 por cento da sua quota auto-alocada. Isso significa salvar a vida de 932 baleias ameaçadas de extinção e protegidas”, disse o capitão Peter Hammarstedt.

“Há nove anos, na primeira campanha da Sea Shepherd em defesa das baleias, a vida de 85 baleias foram salvas. Ao final da nona campanha na Antártida, esse número aumentou 11 vezes, para 932. A Operação Tolerância Zero é de longe a campanha de maior sucesso da Sea Shepherd, com os números de matança sendo os mais baixos desde que o programa de pesquisa baleeiro ilegal começou. Este é definitivamente um momento épico na história da Sea Shepherd, no entanto, é um momento ainda maior para as baleias. Nunca o santuário esteve mais tranquilo. Enquanto as tripulações e os navios suportaram o peso da violência nas mãos da frota baleeira japonesa, as baleias foram poupadas dos arpões”, disse o capitão Siddharth Chakravarty.

Frota na Antártida. Foto: Sea Shepherd Austrália / Eliza Muirhead

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Sea Rock and Roll Shepherd!

Por Claudia Hallage, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo SP

A Sea Shepherd é a ONG mais ativista em defesa da vida marinha. Fundada em 1977 pelo Capitão Paul Watson e seu amigo Robert Hunter, em mais de 30 anos de atuação a Sea Shepherd já afundou 10 navios baleeiros ilegais e abalroou e impediu a pesca de inúmeros barcos pesqueiros ilegais.

Hoje, a Sea Shepherd está presente em 19 países e conta com uma rede de mais de 1.000 voluntários em diversas ações contra a morte ilegal e indiscriminada de animais marinhos em todo o mundo, a fim de proteger o delicado ecossistema marinho para as gerações futuras.

Em parceria inédita no Brasil com o Dias de Fúria, metemos o pé na porta e entramos com tudo na cena independente de São Paulo!

O site Dias de Fúria surgiu em meados de 2006, a partir da junção de 3 blogs, STHDIGITAL, ÓDIOUNDERGROUND e PREDISPOSED, que disponibilizavam e compartilhavam downloads de CD’s de bandas desconhecidas de Metal Moderno.

Hoje, com um propósito diferente e mais completo, visa apoiar bandas do cenário independente, ajudar e divulgar eventos, notícias com o foco em bandas nacionais, releases, resenhas sobre CDs lançados e eventos além de matérias especiais sobre bandas que fizeram seu nome na cena independente brasileira.

Aguardem novidades. Sea Shepherd e Rock and Roll sempre dão certo!

Instituto Sea Shepherd Brasil
Núcleo SP

Instituto Sea Shepherd Brasil, integrando a REAMAR, participa de evento de educação ambiental e limpeza subaquática na Praia da Urca (RJ)

Por Gisele Pontes, Coordenadora Comunicação Voluntária Regional do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo Rio de Janeiro

Sábado, dia 23 de março de 2013, o Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo RJ, realizou mais um mutirão de limpeza na Praia da Urca, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, uma praia de péssimas condições, tanto de areia quanto de água. Além de falta de infraestrutura, a praia da Urca precisa de mais atenção da população local e das autoridades.

Foto: Geam

O evento foi realizado em comemoração ao Dia Mundial da Água. Doze voluntários do Núcleo RJ do Instituto Sea Shepherd Brasil promoveram atividades de educação ambiental, limpeza de praia, limpeza de lixo flutuante com bote e limpeza do fundo do mar no costão esquerdo da Praia da Urca, retirando uma grande quantidade de lixo.

Foto: Geam

Nossos voluntários fizeram também limpeza peneirando a areia, encontrando muitos cacos de vidro e microlixo.

Foto: Geam

Equipe do Clube Carioca de Canoagem (CCC) fazendo a diferença. Levando as crianças para passeio de caiaque e coleta de lixo flutuante.

Aula com o Biólogo Ed, que faz da Praia da Urca o seu laboratório e está sempre pronto a ensinar sobre a diversidade daquela região. Ele retirava seres marinhos do mar e os levava até os banhistas, explicando curiosidades.

Coleta de lixo flutuante e lixo coletado pelos mergulhadores do ISSB

Devemos ter muito cuidado com o lixo encontrado no fundo do mar. 80% das latas recolhidas tornaram-se refúgios para seres marinhos, ao abrir as latas descobrimos peixes, siris, camarões, etc. que devolvemos ao mar.


Nas tendas da Sea Shepherd, Moleque Mateiro, Projeto Grael e Inea foram realizadas oficinas de Educação Ambiental que é o nosso propósito maior. Crianças e adolescentes puderam aprender sobre os animais marinhos o impacto que o lixo causa no meio ambiente.

Educação Ambiental o melhor e maior legado que podemos deixar

Final de ação, um dia que seria de lazer para a grande maioria das pessoas, foi um dia de trabalho árduo para este grupo. Todos nós terminamos este evento com a satisfação de ter feito algo útil pelo ambiente marinho.

Junte-se a nós e faça a diferença!