Voluntários de Santa Catarina realizam campanha de conscientização em Florianópolis

Por Hugo Malagoli, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil, Núcleo Santa Catarina
O Núcleo de Voluntários de Santa Catarina organizou nesse domingo (04/03) uma campanha de conscientização pela preservação das praias e da vida marinha na Beira Mar de Florianópolis.
Foram distribuídos panfletos em em papel reciclável alertando sobre os problemas ocasionados por deixar o lixo na praia, panfletos da campanha dos tubarões e saquinhos de papel para lixo seco.
A receptividade dos motoristas foi muito boa e muitos buzinavam e faziam sinal de OK para os voluntários.
Esse projeto já é implantado desde 2009 e toda temporada de verão busca lembrar às pessoas que a preservação deve ser um ato contínuo.
Agradecimento aos voluntários que dedicaram um pouco do seu tempo pra fazer a differença!

Por Hugo Malagoli, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil, Núcleo Santa Catarina

O Núcleo de Voluntários de Santa Catarina organizou nesse domingo (04/03) uma campanha de conscientização pela preservação das praias e da vida marinha na Beira Mar de Florianópolis.

Voluntários do Núcleo Santa Catarina. Foto: ISSB/SC

Voluntários do Núcleo Santa Catarina. Foto: ISSB/SC

Foram distribuídos panfletos em em papel reciclável alertando sobre os problemas ocasionados por deixar o lixo na praia, panfletos da campanha dos tubarões e saquinhos de papel para lixo seco.

A receptividade dos motoristas foi muito boa e muitos buzinavam e faziam sinal de OK para os voluntários.

Receptividade dos motoristas foi boa. Foto: ISSB/SC

Receptividade dos motoristas foi boa. Foto: ISSB/SC

Esse projeto já é implantado desde 2009 e toda temporada de verão busca lembrar às pessoas que a preservação deve ser um ato contínuo.

Agradecemos aos voluntários, que dedicaram um pouco do seu tempo pra fazer a diferença!

Voluntários do Núcleo de Santa Catarina. Foto: ISSB/SC

Voluntários do Núcleo de Santa Catarina. Foto: ISSB/SC

A Hong Kong Airlines proíbe o transporte de animais selvagens em resposta à visita de integrantes da Sea Shepherd à sede da empresa

Compartimento de carga em aeronave da Hong Kong Airlines, onde golfinhos são transportados para cativeiro em “caixões aéreos”. Foto: Hong Kong Airlines

Compartimento de carga em aeronave da Hong Kong Airlines, onde golfinhos são transportados para cativeiro em “caixões aéreos”. Foto: Hong Kong Airlines

Em 28 de fevereiro de 2012, David Scott, do Conselho de Administradores da Sea Shepherd Conservation Society no Reino Unido, recebeu da Hong Kong Airlines uma resposta à carta que enviara à empresa, denunciando-a pelo transporte de cinco golfinhos selvagens do Japão ao Vietnã. A resposta informava que a Hong Kong Airlines estava levando a situação muito a sério e publicaria um comunicado a esse respeito. A carta dizia, ainda, “sendo uma empresa comprometida com a preservação e proteção da vida selvagem, a Hong Kong Airlines adotou imediatamente uma proibição do transporte de espécies protegidas em suas aeronaves”.

O comunicado foi divulgado três dias depois que Gary Stokes, Coordenador da Sea Shepherd em Hong Kong, juntamente com vários outros ativistas, visitou a sede administrativa da Hong Kong Airlines levando um abaixo-assinado com 2.400 assinaturas e uma cópia de A Enseada (The Cove), documentário vencedor do Oscar em sua categoria. A comunidade global de proteção animal havia sido informada do incidente e se uniu para tomar providências contra a empresa aérea por sua contribuição à escravização de golfinhos selvagens.

O impacto de tal decisão fica evidente na seguinte declaração de Gary Stokes: “Pessoalmente, vejo o ocorrido como algo que vai muito além da Hong Kong Airlines, esta é a brecha no sistema que todos esperávamos. Esta atitude deve sinalizar para todas as empresas aéreas que o transporte de golfinhos trará invariavelmente como consequência uma repercussão tão negativa em todo o mundo, que a resultante perda de clientes pesará muito mais que qualquer ganho financeiro de curto prazo advindo dessas transferências. Se conseguirmos impedir o transporte internacional, o comércio de animais cativos acabará e, assim, não haverá mais matança de golfinhos porque o dinheiro sumirá.”

Segue abaixo o comunicado da Hong Kong Airlines:

news_120229_2_2_hong-kong-airlines-logo

COMUNICADO SOBRE O TRANSPORTE DE GOLFINHOS DE 16 DE JANEIRO

28 de fevereiro de 2012 – Em 16 de janeiro de 2012, a Hong Kong Airlines transportou do Japão para o Vietnã uma carga especial composta de cinco golfinhos vivos. A empresa havia antes se certificado de que tal operação não violaria nenhuma regulamentação do governo e tampouco da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo), e que seriam atendidas todas as exigências quanto à preparação antes do despacho e observados os procedimentos de cuidado necessários aos animais. A Hong Kong Airlines também verificou que todos os alvarás de importação e exportação previstos na Convenção Internacional sobre Comércio de Espécies Ameaçadas da Flora e Fauna Selvagem haviam sido emitidos por diversos organismos japoneses, como o Bureau de Cooperação Econômica e Comercial, Ministério da Economia, Indústria e Comércio, assim como vietnamitas: Departamento de Proteção Florestal e Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

As nações do mundo ainda permitem que o Japão mate anualmente mais de 1.000 baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico sob a alegação de que é para “pesquisa científica”. Até hoje, apesar de toda esta matança, jamais nenhum artigo apareceu em alguma publicação científica séria. E, o que é pior, carne de baleia continua a ser vendida ilegalmente e aparece em restaurantes, mercados e na merenda escolar das crianças, apesar de serem já conhecidos os sérios riscos à saúde que os metais pesados tóxicos representam.

Especialistas do Vietnã e do Japão indicaram o transporte aéreo como a melhor solução para a transferência de golfinhos vivos. Antes da entrega, foi enviada uma equipe para avaliação. Especialistas em animais marinhos e veterinários estavam a bordo, supervisionando e acompanhando o processo. Os animais receberam dos especialistas cuidados adequados durante toda a viagem.

Algum tempo depois da entrega, a Hong Kong Airlines foi contatada por várias organizações de bem-estar animal que a incentivaram a não mais aceitar cargas semelhantes no futuro. A empresa manteve um canal de comunicação direto com esses grupos, a fim de conhecer melhor suas preocupações e também mostrar os consideráveis esforços que realizou para garantir um transporte seguro para os golfinhos, indo além do que é exigido pelas leis e normas de bem-estar.

A Hong Kong Airlines acolheu os comentários e opiniões das organizações de bem-estar animal e os avaliou juntamente com as informações que tinha em mãos quando do transporte.

A Hong Kong Airlines gostaria de salientar que atua de forma responsável no setor de transportes e se importa com o futuro e com o meio-ambiente. Uma vez que se acredita que este tipo de transporte pode ameaçar a vida selvagem de outros locais, a Hong Kong Airlines irá proibir imediatamente as operações deste tipo.

Como demonstração de seu compromisso para com o meio-ambiente e conscientização pelas organizações, a Hong Kong Airlines fará uma doação a uma determinada organização sem fins lucrativos que trabalha com a vida selvagem.

Para maiores informações, por favor, entre em contato com nosso Departamento de Comunicação Corporativa, corpcomm@hkairlines.com

Traduzido por Luciana F. Piva, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Estratégia da Sea Shepherd deixa dois capitães baleeiros japoneses parecendo bobos olhando o mar

A proa do Yushin Maru Nº2 desfigurada com tintas vermelha e laranja. Foto: Billy Danger

A proa do Yushin Maru Nº2 desfigurada com tintas vermelha e laranja. Foto: Billy Danger

Desde 22 de fevereiro, o navio da Sea Shepherd, Steve Irwin, tem levado um navio arpoador japonês e o navio baleeiro de segurança a uma despropositada corrida para longe da frota baleeira.

Com o navio da Sea Shepherd, Bob Barker, completamente reabastecido e seguindo de volta ao Mar Antártico, para a caça à frota baleeira japonesa, o navio da Sea Shepherd, Steve Irwin, seguiu para o norte, para a Ilha Macquarie, com o estratagema de uma transferência de combustível com o Bob Barker.

A Sea Shepherd declarou que o Bob Barker iria reabastecer o Steve Irwin e que ambos retornariam para perseguir a frota japonesa até o final da temporada. Porém, a intenção era de que o reabastecido Bob Barker voltasse sozinho ao Mar Antártico.

A função do Steve Irwin era servir de chamariz para levar os dois navios japoneses para longe do Bob Barker.

Os dois navios japoneses seguiram e entraram ilegalmente na Zona Exclusiva Econômica australiana, onde são proibidos por ordem do Tribunal Federal da Austrália e pelo Governo da Austrália.

O casco do Yushin Maru Nº3 carimbado com tinta preta e vermelha. Foto: Billy Danger

O casco do Yushin Maru Nº3 carimbado com tinta preta e vermelha. Foto: Billy Danger

Depois de um dia na Ilha Macquarie, o Steve Irwin se moveu para o norte, em direção à Ilha Auckland, na Nova Zelândia, numa mudança de planos para reabastecer com o Bob Barker. O Yushin Maru Nº3 e o Shonan Maru Nº2 o seguiram.

Enquanto isso, o Bob Barker estava fazendo centenas de milhas entre eles e os dois navios, aguardando pela operação de reabastecimento que nunca intencionamos realizar realmente.

O Bob Barker vai continuar a perseguir a frota baleeira japonesa pelo resto da temporada, até o final de março se for necessário, enquanto o Steve Irwin retorna para a Austrália.

“Nós colocamos o navio de segurança japonês, o Shonan Maru Nº2, e o navio arpoador, o Yushin Maru Nº3, a uma grande distância das operações baleeiras e do navio-fábrica Nisshin Maru. Isto poderia fazê-los levar mais de uma semana para retornar. Foi uma estratégia muito  bem sucedida que permitiu que o Bob Barker ficasse livre e tirasse dois dos navios japoneses do jogo por mais de duas semanas” disse o capitão Paul Watson.

A popa do Yushin Maru Nº3 manchada de tinta vermelha, preta e laranja. Foto: Billy Danger

A popa do Yushin Maru Nº3 manchada de tinta vermelha, preta e laranja. Foto: Billy Danger

O capitão Peter Hammarstedt, da Suécia, está agora no comando do Bob Barker. Ele substituiu o capitão Alex Cornelissen, que precisou retornar para suas tarefas como Diretor de Operações da Sea Shepherd Galápagos.

“Os navios japoneses morderam a isca, seguindo duramente em nosso encalço primeiro para a Ilha Macquarie e depois para a Ilha Auckland. Eles desperdiçaram toneladas de combustível e semanas de seu tempo para realizar nada mais do que uma escolta ao Steve Irwin de volta ao norte. Agora eles não têm mais ninguém para seguir e o Bob Barker está livre para continuar a perseguição” disse o capitão Watson.

A apenas três semanas do final da temporada, os baleeiros estão ficando rapidamente sem tempo. Eles não tiveram muito tempo disponível, nem os navios arpoadores, para realizar sua cota.

“Porque perdemos nosso navio espião, o Brigitte Bardot, ficamos deficientes nesta temporada. Mas, apesar disso, temos perseguido essa frota fora-da-lei por mais de 16 mil milhas de oeste a leste e de norte a sul. Estou confiante de que impactamos severamente sua cota de matança mais uma vez”.

Traduzido por Drica de Castro, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Sea Shepherd mostra ação tática direta à Hong Kong Airlines

Gary Stokes e um grupo de voluntários e apoiadores da Sea Shepherd falam com um representante da Hong Kong Airlines.

Gary Stokes e um grupo de voluntários e apoiadores da Sea Shepherd falam com um representante da Hong Kong Airlines.

Em 25 de fevereiro, o Coordenador da Sea Shepherd Hong Kong, Gary Stokes, acompanhado de vários outros ativistas e crianças de escolas, encaminhou-se até os escritórios da Hong Kong Airlines levando consigo uma petição com 2.400 assinaturas e uma cópia do documentário vencedor do Oscar, The Cove. Se tornou evidente, por um memorando interno que vazou para o público, que a Hong Kong Airlines está envolvida no transporte de golfinhos vivos para uma vida de aprisionamento. A captura de golfinhos para o entretenimento é a razão para o assassinato em massa de milhares de golfinhos todos os anos em Taiji, Japão. Os golfinhos não selecionados para performance são abatidos para o consumo.

Em 10 de janeiro de 2012, a Hong Kong Airlines transportou cinco golfinhos vivos de Osaka, no Japão, para o Vietnã. A companhia aérea, tão orgulhosa com a  realização do transporte de carga viva, enviou um memorando, que inclui uma imagem dos golfinhos confinados na área de carga. A terrível foto mostra golfinhos presos em containers dentro da área de carga dos aviões. A informação vazou para a imprensa através de um funcionário.

Em 22 de fevereiro, um artigo detalhando o evento foi publicado no China Daily e criou um alvoroço global. O China Daily reportou que a companhia aérea recebeu consideráveis 109.550 dólares pelo vôo de sete horas de Osaka ao Vietnã.

Golfinhos esquartejados

Golfinhos esquartejados

Uma vez que a história atingiu as redes sociais, se espalhou de maneira rápida. A Sea Shepherd Conservation Society Hong Kong decidiu, depois de não receber respostas às ligações ou e-mails, “agir do modo antigo” e fazer uma visita à Hong Kong Airlines.

Armados com uma cópia do documentário The Cove e uma petição iniciada pelo grupo Save Misty the Dolphin, os ativistas entraram nos salões da companhia aérea. “A equipe obviamente não tinha idéia do que era a Sea Shepherd e provavelmente não estavam cientes da crise que os atingiria”, disse o Coordenador da Sea Shepherd Conservation Society Hong Kong, Gary Stokes.

Após Stokes mostrar seu cartão de visitas e os funcionários da companhia terem a chance de pesquisar sobre a Sea Shepherd, o tratamento mudou consideravelmente. Os ativistas foram convidados a se direcionarem para outra área, pois a companhia estava em um dia de recrutamento, e cerca de 300 possíveis funcionários estavam igualmente no local. Stokes declinou o convite e afirmou que estavam tentando meramente entregar a petição e o DVD, e que levaria apenas alguns minutos.

Golfinhos em "caixões voadores" em uma carga da Hong Kong Airlines enquanto são transportados para instalações de cativeiro de golfinhos. Foto: Hong Kong Airlines

Golfinhos em "caixões voadores" em uma carga da Hong Kong Airlines enquanto são transportados para instalações de cativeiro de golfinhos. Foto: Hong Kong Airlines

Enquanto a equipe de funcionários potenciais passava, foram cumprimentados por alunos das escolas, que seguravam imagens do massacre da enseada enquanto se posicionavam em frente a um grande avião. Os ativistas pediram para falar com a gerência e foram obrigados a esperar um bom tempo. Emoções começaram a surgir nos funcionários da companhia, que começaram a chamar o grupo de vândalos e punks. “Nós permanecemos polidamente e pacificamente, aguardando alguém da gerência que pudesse receber a carta. Era como uma batata quente, ninguém queria”, expressou Stokes.

Após finalmente entregar o material em mãos a um dos membros da gerência, eles foram escoltados para fora do prédio. Ainda no elevador, um dos funcionários da companhia exclamou: “esta não é a maneira convencional de fazer isto!”. Stokes respondeu: “Você irá perceber que nem sempre fazemos as coisas no jeito convencional, mas obtemos os resultados!”.

Desde que deixamos a petição e o outro material, a ajuda tem sido momentânea. Quando a petição foi entregue, tinha acumulado 2.400 assinaturas em 48 horas. Após três dias, passou o esperado de 5.000, aumentou para mais de 6.000 apoiadores e ainda cresce rapidamente. Diversas organizações de alto nível, incluindo a Humane Society, escreveram à companhia ameaçando um boicote caso eles continuem transportando golfinhos. Entretanto, a companhia emitiu duas respostas diretas a Sea Shepherd Hong Kong.

“Pessoalmente, eu vejo este incidente como algo distante de ser um problema apenas da Hong Kong Airlines, esta é a rachadura no sistema que todos estávamos esperando. Esta ação deve levar a mensagem a todas as companhias aéreas, de que as consequências por transportar golfinhos irá resultar em uma péssima publicidade global e acarretará na perda de negócios. Se pudermos parar com o transporte internacional, consequentemente pararemos com o comércio em cativeiro e, por outro lado, se não há comércio em cativeiro, não haverá golfinhos assassinados, já que o dinheiro terá desaparecido”, disse Stokes.

Golfinho magro, mantido em cativeiro

Golfinho magro, mantido em cativeiro

Traduzido por Aline Louali, Diretora de Vídeos e Tradutora Voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

O Guardião da Enseada, Erwin Vermeulen, é recebido como herói em Amsterdã

Erwin falando com a imprensa e apoiadores em sua chegada na Holanda. Foto: Boyan Slat

Erwin falando com a imprensa e apoiadores em sua chegada na Holanda. Foto: Boyan Slat

Após relatar as tribulações nos seus 63 dias na prisão, posteriormente ao julgamento e absolvição na prefeitura de Wakayama, próximo a Taiji, ontem no Clube dos Correspondentes Estrangeiros, em Tókio, no Japão, para a imprensa reunida, o Guardião da Enseada da Sea Shepherd, Erwin Vermeulen, jubilosamente embarcou em um avião e rumou para casa.

Ele chegou no aeroporto Schiphol, em Amsterdã, às 14h00 para ser recebido como herói.

Erwin foi saudado por sua família e apoiadores da Sea Shepherd da Holanda. Numerosos representantes da imprensa, rádio nacional e noticiário estavam presentes para registrar seu retorno triunfante. Depois de muitos abraços e tapinhas nas costas, Erwin agradeceu pelo apoio enquanto estava encarcerado. Ele contou para a multidão reunida no aeroporto que estava feliz, pois sua provação não foi em vão. Sua experiência tinha focalizado mundialmente a atenção nas atrocidades cometidas contra os golfinhos em Taiji. De fato, este foi o motivo de ter se tornado Guardião da Enseada, em primeiro lugar.

Após seus comentários, Erwin parou em um bar no aeroporto, onde alguém comprou-lhe uma cerveja gelada. Ele levantou seu copo e humildemente brindou aos seus defensores ao redor do globo, por não desistirem dele durante seus dois meses de aprisionamento, dizendo simplesmente: “Obrigado a todos vocês” e “É bom estar em casa”.

Erwin cumprimentado por familiares, apoiadores e imprensa, em seu retorno à Holanda. Foto: Boyan Slat

Erwin cumprimentado por familiares, apoiadores e imprensa, em seu retorno à Holanda. Foto: Boyan Slat

Traduzido por Ana Dias, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil