Sea Shepherd retorna ao Japão

news_110504_1_1_Sea_Shepherd_returns_to_JapanScott West, líder do Guardiões da Enseada e Diretor de Investigações da Sea Shepherd voltou ao Japão para investigar a situação após o tsunami e terremoto em Taiji e nos municípios do Norte.

Scott e os Guardiões da Enseada passaram seis meses monitorando e perseguindo matadores de golfinhos em Taiji, de 1° de setembro de 2010 até 11 de março de 2011. Seus esforços foram recompensados e a matança de golfinhos foi reduzida, de modo significativo, em até a metade do que ocorreu nos anos anteriores.

Scott e outros cinco Guardiões da Enseada estavam na cidade de Otsuchi, ao Norte, quando o tsunami ocorreu, em março de 2011. Eles foram testemunhas do desastre que destruiu a cidade e não se sabia de seu paradeiro nas 40 horas que se seguiram ao tsunami.

Finalmente, conseguiram caminhar, superando e contornando destroços, até um ponto em que puderam restabelecer as comunicações.

Ainda não se sabe qual será o efeito dos acontecimentos recentes no Japão sobre as práticas japonesas de matar e escravizar golfinhos e de massacrar baleias.

Traduzido por Carlinhos Puig, voluntário do ISSB.

Nenhum auxílio para os baleeiros este ano?

A indústria baleeira japonesa, também conhecida como Instituto de Pesquisa de Cetáceos, perdeu sua caridade este ano.

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Os assassinos de baleias auxiliados pelo governo provavelmente não poderão voltar ao Oceano Antártico em dezembro de 2011. O governo japonês anunciou na semana de 26 de abril de 2011 cortes massivos no orçamento, no intuito de aplicar o dinheiro na recontrução necessária para reparar os danos do terremoto e tsunami e para ajudar a população evacuada da zona de exclusão ao redor de Fukushima. Ainda mais, a atual crise para manter os reatores nucleares resfriados está drenando centenas de milhões de dólares do tesouro japonês.

Isso resultou em cortes em todas as áreas, incluindo pensões para idosos e crianças, reparos a infraestrutura e manutenção.

No entanto, os burocratas do governo japonês ainda são movidos pelo orgulho, raiva e vingança. Por isso, o Japão recentemente enviou uma delegação a Palau para pressionar a República de Palau a não trabalhar com a Sea Shepherd Conservation Society. O Japão ofereceu, mas ainda não confirmou, fornecer a Palau um barco para patrulhar e fundos para operá-lo se Palau rejeitar o acordo feito com a Sea Shepherd.

A Sea Shepherd ficará bastante satisfeita se Palau conseguir o apoio do Japão para o barco de patrulha e os fundos. Isso nos permitirá ir a outras nações em ilhas do Pacífico para fazer ofertas similares, o que com sorte irá motivar o Japão a responder com contra ofertas. Nós talvez consigamos manipular o Japão a prover barcos de patrulha a atividade pesqueira para toda a região do Pacífico Sul.

Ainda há uma pequena possibilidade do governo japonês arriscar uma revolta pública no Japão ao subsidiar mais uma vez a frota baleeira japonesa. Se isso acontecer, a Sea Shepherd irá mais uma vez retornar ao Santuário de Baleias do Oceano Antártico para dar continuidade às intervenções contra as atividades ilegais japonesas de pesca comercial de baleias.

Alguns críticos nos têm aconselhado a parar de criticar o Japão por causa dos recentes desastres. A questão é que as intervenções da Sea Shepherd não são direcionadas ao povo japonês. Nós estamos lidando com as atividades ilegais – caçadores de baleias em um área longe do Japão, o Santuário de Baleias do Oceano Antártico, onde supostamente baleias são protegidas por lei.

Seria a luta contra o tráfico de drogas interrompida caso a Colômbia tivesse um terremoto? Nós deixaríamos de nos opor à prática de finning por chineses na costa da América Latina caso a China sofresse um terremoto? A resposta é “NÃO”. Desastres naturais não podem ser usados como uma justificativa para atividades ilegais, incluindo violações de leis internacionais de conservação.

A Sea Shepherd Conservation Society se dedica a acabar com toda a pesca ilegal de baleias por qualquer pessoa, em qualquer lugar, por qualquer motivo. Não pode haver discriminação. Pesca predatória é pesca predatória e não só é eticamente errado – é um crime!

Traduzido por Marcelo C. R. Melo, voluntário do ISSB.

A frota da Sea Shepherd se prepara para as próximas campanhas

Depois de uma vitória no Santuário de Baleias do Oceano Antártico contra os baleeiros ilegais em fevereiro, a frota da Sea Shepherd está sendo reparada e atualizada para se preparar para as campanhas do verão no Mar Mediterrâneo, nas Ilhas Faeroe e nas águas da República de Palau. O navio-capitânia Steve Irwin e o Bob Barker estão na Austrália no processo de receber uma nova imagem, mais apropriada aos climas mais quentes nas águas mais quentes que navegarão nesse verão, enquanto o Gojira parou no Tahiti e, mais recentemente, nas Galápagos, para vários reparos. Leia relatos mais detalhados sobre cada navio abaixo.

O Steve Irwin Recebe uma Pintura Nova Especialmente Atrativa

Relato de Locky MacLean, Capitão do navio Gojira, Mestre Interino do Steve Irwin

O Steve Irwin na doca seca.

O Steve Irwin na doca seca.

Há dois anos o Steve Irwin saiu da água pela última vez em Brisbane,a antiga beleza negra está atualmente em doca seca em Henderson, no oeste da Austrália, recebendo reparos muito necessários em preparação para a próxima missão.

Deslizar o navio não é uma tarefa fácil. Os planos de ancoragem devem ser enviados para o estaleiro, cujos engenheiros constroem um berço, isto é, uma série blocos que suportam o navio uma vez que este sai da água. Estão, vagarosamente, uma vez que o navio foi manobrado e alinhado à rampa que leva da água até os suportes para o navio, ele é elevado por um poderoso guindaste até uma plataforma, como um elevador gigante. O navio definitivamente parece muito maior fora da água!

Graças ao trabalho duro da nossa tripulação voluntária, enquanto atracado na doca seca na última semana, o Steve Irwin foi repintado com sucesso no estilo de camuflagem da Primeira Guerra Mundial, para ajudar a esfriar o navio em climas mais quentes e para confundir e intimidar nossos adversários, os pescadores predatórios e saqueadores dos oceanos. O contramestre James disse, “A tripulação está feliz com o novo visual do Steve, o navio resfriou bastante com o convés cinza e todos estão orgulhosos de todo o trabalho duro realizado antes da campanha do Mediterrâneo”.

Um voluntário lava com jato de areia a lateral do Steve. Foto Joshua Trenter

Um voluntário lava com jato de areia a lateral do Steve. Foto Joshua Trenter

Durante o período na doca seca, o Steve Irwin está sendo lavado sob alta pressão e com jatos de areia para remover a pintura antiga, a hélice está sendo reparada, depois de sofrer danos causados pelo gelo nas águas da Antártida durante a operação “No Compromise”, e anodos de zinco estão sendo trocados para proteger o casco de aço da corrosão. Todas as válvulas submersas estão sendo checadas, assim como o propulsor de proa e todos as caixas de mar.

Os engenheiros tem trabalhado duro reparando geradores e os motores principais e garantindo que todos os sistemas estão preparados para a longa jornada que temos adiante. O próprio casco está sendo revestido com uma película primária e tinta anti-incrustação para garantir um acabamento aplainado e uma viagem com baixo consumo de combustível.

A equipe do Steve Irwin tem menos de um mês, desde seu retorno do Oceano Antártico, para preparar o navio para a próxima missão no Mar Mediterrâneo, onde a Sea Shepherd irá defender o altamente ameaçado atum-azul, além de interferir em atividades de pesca ilegais.

Em nome de toda a equipe da Sea Shepherd, obrigado por apoiar nossas missões para proteger os oceanos do mundo. Para que possamos cumprir nossas missões, nossos navios devem estar seguros e em boas condições, o que requer tempo e dinheiro. Nós agradecemos pelo constante apoio que possibilitam esses reparos tão essenciais.

O Bob Barker Aguarda Pela Sua Vez de Receber Reparos

Relato de Locky MacLean, Capitão do navio Gojira, Mestre Interino  do Steve Irwin

(Esquerda para Direita) Dan Villa, Locky MacLean, Josh Trenter, Brian Race. Foto: Jeff Hansen

(Esquerda para Direita) Dan Villa, Locky MacLean, Josh Trenter, Brian Race. Foto: Jeff Hansen

O Bob Barker chegou ao porto de Yamba, no Rio Clarence, Nova Gales do Sul, no Sábado, 9 de Abril, comandado pelo Capitão Ian Brokenshire, de Hobart. Preparando-se para a campanha de defesa dos tubarões no fim deste ano, o Bob Barker irá receber reparos muito necessários no porto de Hardwoods, perto de MacLean, Nova Gales do Sul.

A tripulação do Bob Barker tem trabalhado duro preparando o navio para a maré alta nos dias 16 e 17 de Abril, já que esse será um momento oportuno para o navio subir o Rio Clarence até a doca seca para receber reparos na semana seguinte.

O Imediato Vincent Hayes disse, “Ela estará pronta, amigo!” no dia que passou examinando o Rio Clerance até a doca com um sensor de profundidade e uma linha de medição, ambos do embarcadouro comercial onde o Bob Barker está no momento. Ele determinou que há boa profundidade por todo o caminho o que, com a ajuda de uma maré de 1,6 metros no dia 16, deve garantir uma viagem segura até a doca seca com razoável profundidade abaixo da quilha.

Nós gostaríamos de agradecer a comunidade de Yamba por apoiar a Sea Shepherd, assim como o Capitão Simon McEvoy, Mestre do porto de Yamba, por sua ajuda durante nossa visita.

A tripulação está ansiosa por passar as próximas semanas preparando o navio para próxima campanha nas águas quentes de Palau.

Gojira visita Galápagos na sua rota para o Canal do Panamá

Relato de Alex Cornelissen, Diretor da Sea Shepherd Galápagos, antigo Capitão do the Bob Barker

Diretor da Sea Shepherd Galapagos Alex Cornelissen (esquerda), Ben Ayala, Coordenadora Malena Garcia. Foto: Simon Ager

Diretor da Sea Shepherd Galapagos Alex Cornelissen (esquerda), Ben Ayala, Coordenadora Malena Garcia. Foto: Simon Ager

O navio Gojira fez uma pequena visita à ilha de Santa Cruz nas Galápagos no início dessa semana. Chegando da Polinésia Francesa, o Gojira está seguindo para o Panamá e subsequentemente para o Mar Mediterrâneo para o segundo ano da Operação Fúria Azul, protegendo o altamente ameaçado atum-azul.

Depois de passar duas semanas no mar, a tripulação do Gojira estava ansiosa para esticar as pernas em terra firme. A Sea Shepherd Galápagos estava muito feliz por poder receber o Gojira. O interesse do público pelo rápido navio interceptador foi tremendo, resultando na tripulação voluntária do Gojira e nos membros da equipe de Galápagos gastando dois dias inteiros conduzindo passeios pelo navio.

Nosso apoio nas Galápagos está crescendo certamente em parte devido ao sucesso da série de televisão Whale Wars. Ter o navio que foi tão proeminentemente envolvido na campanha deste ano parando nas Galápagos irá com certeza estimular ainda mais nosso crescimento nas ilhas.

O supervisor do projeto do Sistema de Identificação Automática (AIS, na sigla em inglês), Marcel Wensveen doou nossa bandeira “Ron the Shark” para o Gojira sob a condição de que ela fosse orgulhosamente hasteada quando o navio chegar no Mediterrâneo nesse verão. Com sorte, veremos nossos pacotes educacionais para conscientização sobre tubarões (Shark Awareness) continuando a aumentar a conscientização quando distribuídos nos portos pelo caminho até a Europa.

A Sea Shepherd Galápagos está no centro do projeto AIS e em cooperação próxima com a marinha Equatoriana e o Parque Nacional Galápagos. Devido ao itinerário sem folgas do Gojira, uma visita a um dos sítios de construção se provou impossível de realizar.

Na noite do Domingo, 10 de Abril, o Gojira zarpou para o Panamá.

Nossos patrocinadores são parte do nosso trabalho para salvar vidas e responsáveis por tornar possível o que fazemos. Nós agradecemos suas doações para ajudar a deixar nossa frota de três navios pronta para a próxima desafiadora campanha.

Assista a este vídeo, que ilustra o quão grande é esse trabalho!

https://www.youtube.com/watch?v=Qirs3Ibmdag

Gojira entrando em Puerto Ayora nas Galápagos. Foto: Simon Ager

Gojira entrando em Puerto Ayora nas Galápagos. Foto: Simon Ager

Membros da tripulação do Gojira e defensores locais. Foto: Simon Ager

Membros da tripulação do Gojira e defensores locais. Foto: Simon Ager

 

Traduzido por Marcelo C. R. Melo, voluntário do ISSB.

Sea Shepherd é premiada com 4 estrelas pelo terceiro ano consecutivo pela Charity Navigator

news_110411_1_1_Charity_NavigatorPelo terceiro ano consecutivo, a Sea Shepherd Conservation Society foi premiada com uma classificação de 4 estrelas pela Charity Navigator, um avaliador de instituições de caridade, com sede nos Estados Unidos. A Sea Shepherd se orgulha de estar entre os 31% da elite das instituições de caridade que recebem esta designação excepcional.

Como o setor sem fins lucrativos continua a crescer a um ritmo sem precedentes, os doadores esclarecidos estão exigindo mais responsabilidade, transparência e resultados quantificáveis ​​das instituições que escolhem apoiar com seu dinheiro ganho de maneira suada. Nesse mercado filantrópico competitivo, a Charity Navigator destaca instituições eficientes, como a Sea Shepherd, e fornece aos doadores informações essenciais necessárias para dar-lhes maior confiança nas escolhas que fazem.

Alguns destaques do processo de avaliação da Charity Navigator:

• A Sea Shepherd é parte da categoria de Conservação da Vida Selvagem.
• São necessários quatro anos de nosso formulário de IRS 990 para completar uma avaliação.
• São avaliados nossos resultados financeiros de 2006 a 2009.
• São avaliadas apenas instituições com sede nos EUA e registradas com o IRS. Contudo, o âmbito do trabalho de uma instituição de caridade pode ser internacional.

O sistema de classificação da Charity Navigator examina duas grandes áreas de saúde financeira de uma instituição – como a responsabilidade das funções do dia a dia, bem como o quão bem posicionado na administração de seus programas ao longo do tempo. Para cada instituição é então atribuída um rating global, variando de zero a quatro estrelas.

A Charity Navigator explica: “Nós classificamos as instituições através da avaliação de duas grandes áreas de saúde financeira, a sua eficiência organizacional e sua capacidade organizacional. Nós usamos um conjunto de categorias de desempenho para avaliar cada uma dessas duas áreas, e nós emitimos uma nota geral, que combina o desempenho da instituição de caridade em ambas as áreas. Nossas avaliações mostram eficientemente aos doadores como uma instituição de caridade vai usar a sua doação hoje, e em que medida as instituições de caridade estão crescendo em seus programas e serviços ao longo do tempo”.

O fundador e presidente da Sea Shepherd, o Capitão Paul Watson, comentou: “Desde a fundação da Sea Shepherd, há mais de 30 anos, um dos nossos princípios orientadores tem sido a utilização dos fundos doados o mais eficazmente possível, para cumprir nossa missão de conservação marinha, para defender a fauna oceânica no mundo todo. A confiança e a boa vontade dos nossos doadores nunca pode ser tida como certa, e estamos constantemente trabalhando para conquistá-la. A atribuição da mais alta classificação da Charity Navigator é a confirmação definitiva desses esforços, e um forte indicador para nossos doadores que os fundos são utilizados de forma eficiente para salvar muitos animais marinhos quanto possível”.

A Sea Shepherd trabalha duro para utilizar sua doação de maneira efetiva e acreditamos que isso está comprovado com a lista da Charity Navigator, que mostra que a Sea Shepherd atribui 84,9% das suas receitas para os programas.

O relatório da Charity Navigator sobre a Sea Shepherd pode ser visto no site www.charitynavigator.org (em inglês).

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do ISSB.

A matança começou nas Ilhas Faroé

news_110408_1_3_Slaughter_has_begun_0070Os carniceiros bárbaros do Protetorado dinamarquês das Ilhas Faroé começaram sua matança medonha mais cedo este ano, com o sangrento abate de 60 baleias-piloto indefesas. Em um mundo no qual nações civilizadas ajudam no resgate de baleias encalhadas, o único lugar do planeta que não demonstra nenhuma misericórdia é este grupo de ilhas situadas entre a Escócia e a Islândia.

A Sea Shepherd Conservation Society irá com seus navios para as Ilhas Faroé este ano,  para mais uma vez intervir na defesa das baleias de bandidos que cortam, esfaqueiam e golpeiam socialmente estas criaturas complexas, lindas e sensíveis.

Todavia, nem todos das Ilhas Faroé são impiedosos. Algumas poucas almas bravas estão falando em oposição aos seus sádicos compatriotas, e um de nossos adeptos nas Ilhas Faroé enviou-nos as fotos desta atualização nesta manhã. A pessoa que enviou as fotos comentou: “Eu desejo que a Sea Shepherd esteja aqui. A matança não foi rápida e algumas baleias levaram de um a dois minutos para morrer… terrível de ver”.

news_110408_1_2_Slaughter_has_begun_0069A Sea Shepherd foi às Ilhas Faroé no passado, mas desta vez nós retornaremos mais fortes, melhor equipados, e mais experientes, e nós agora estamos com uma tecnologia que irá servir bem às baleias neste ano. Entretanto, até que nossos navios possam chegar nas costas encharcadas de sangue das Ilhas Faroé, os carniceiros terão um livre reinado para atormentar e infligir um vicioso massacre em famílias inteiras de dóceis e maravilhosos cetáceos.

As Ilhas Faroé recebem todas os benefícios da União Europeia, mas se consideram isentos das leis da União Europeia. A matança às baleias-piloto é uma violação da Convenção de Berna. A Islândia não pode entrar na União Europeia até que parem de matar baleias, enquanto às Ilhas Faroé é dada uma isenção pela Dinamarca. A Sea Shepherd Conservation Society tem unido forças com a Fundação Brigitte Bardot, na Europa, para colocar as Ilhas Faroé dentro das submissões das leis da Europa.

Neste verão, a Sea Shepherd estará nas águas das Ilhas Faroé. Nós estaremos nas praias e estaremos no ar. Nós seremos ativos na Dinamarca e pretendemos criar uma controvérsia que irá ser divulgada ao redor do mundo. Pretendemos dar fim à essa carnificina ilegal.

news_110408_1_4_Slaughter_has_begun_0072Nas Ilhas Faroé há pessoas gentis e inteligentes que tiveram que engolir a vergonha deste massacre por anos, que têm tido medo de falar devido à ameaça dos covardes que torturam e matam as baleias. Esta é a hora de confrontar estes covardes e esta é a hora de retornar às praias obscenamente sangrentas das Ilhas Faroé para enfrentar esses bandidos, que se deleitam gabando-se em como “Deus” deu-lhes a “função” ou o “direito” de nadar no sangue das baleias, rasgar os fetos dos corpos de suas mães e cortar, esfaquear, e golpear estas magníficas e gentis criaturas até a morte. Eles chamam sua matança de “presente de Deus”.

O único problema é que o único Deus que poderia tolerar tal horror é Satanás, e as Ilhas Faroé parecem servir ao seu Deus do mal, com todas as devoções assassinas de seitas que têm anulado a decência comum e misericórdia em nome de uma bárbara tradição que não tem lugar no século 21, nem lugar em uma sociedade civilizada, e certamente não tem lugar na União Europeia.

Traduzido por Bruna Vieira, voluntária do ISSB.