Status dos navios da Sea Shepherd

O STEVE IRWIN sob o comando do Capitão Sid Chakravarty (India) está no mar em rota de Melbourne para Fremantle e de Fremantle para baixo no Oceano Antártico. O plano é chegar lá no fim de Dezembro. O navio baleeiro japonês fora-da-lei  está no Pacífico e é esperado para chegar no Oceano Antártico no fim de Dezembro.

O MARTIN SHEEN sob o comando da Capitã Oona Layolle está no Golfo da Califórnia trabalhando com a Marinha Mexicana para proteger a Vaquita, ameaçada de extinção .

O JAIRO MORA SANDOVAL está no Cabo Verde trabalhando no projeto de conservação com a Biosphera.

O BOB BARKER está em Istambul na estação de reparos, sob manutenção.

O SAM SIMON está em Bremen, Alemanha, sendo preparado para as ações de 2016.

O BRIGITTE BARDOT está em Marseille, França, sendo também preparado para as ações de 2016.

O FARLEY MOWAT está em Tampa, Florida e o JULES VERNE está em Key West, Florida. Ambos os navios estão sendo preparados para proteger o “corredor” de Galapagos (Ilha Cocos, Ilha Malpelo e os Galapagos)

Sea Shepherd tem um nono navio (ainda sem nome) sendo construído na Turquia. A construção estará completa em Setembro de 2016.

Além disso, a Sea Shepherd tem uma equipe em terra em Taiji, Japão para os golfinhos e está ativa em mais de 40 países.

A Sea Shepherd enviou um navio para defender as baleias e a manutenção de navios são caras.  A Sea Shepherd não solicita a doação de dinheiro nas ruas. Todo o suporte é voluntário.

A Sea Shepherd faz o que pode com os recursos disponíveis. Nós podemos somente fazer mais com mais suporte.

Quando críticos perguntam, porque a Sea Shepherd não está fazendo mais? A resposta é simples. Nós poderíamos fazer mais se nós tivéssemos o suporte.

A Sea Shepherd não é um dos grandes grupos ecológicos.  A Sea Shepherd é primeiramente, um movimento voluntário e nossa força está na base voluntária e na base de apoio. A medida que o base de suporte cresce, a Sea Shepherd pode fazer mais, muito mais.

Se você se preocupa em defender a vida nos Oceanos, se você quer ver um ativismo que funciona, que tem resultados e salva vidas, junte-se à Sea Shepherd e se envolva fisicamente como um membro da tripulação, voluntário em terra ou colaborador.

Nós precisamos construir uma base de suporte maior para sermos mais efetivos.

Esta semana se você está em Tampa, Florida, visite o FARLEY MOWAT e dê a eles sua ajuda.

Se você está em Paris, venha ver o filme “Como mudar o Mundo” e ajude a Sea Shepherd França.

Paul Watson

Diário de Bordo 1 – Bia Figueiredo

Por: Bia Figueiredo, bióloga brasileira, embarcada na 10a Campanha Antártica da SSCS.
Fotos: Sea Shepherd Austrália
Williamstown, Melbourne
Novembro, 2013.

 

— Posso “não tirar” o dia de folga?

— Hum… não!! Na verdade, creio que você DEVE tirar os seus dias de folga pra recarregar baterias antes da Campanha.

Foi a primeira vez que absorvi o fato de que a 10a Campanha à Antártica está logo ali mesmo, dobrando a esquina. Estivemos tão ocupados nesses últimos meses, especialmente outubro e novembro, que não houve tempo pra parar, sentar e refletir a respeito da partida. Se não fosse trabalhando no deck, seria eliminando itens da lista de compra de equipamento e roupas de frio. Mesmo que a gente receba doações, é sempre interessante ter suas próprias coisas. No caso de quem trabalha no deck, luvas térmicas, gorro, botas e muitas, mas muitas camadas de roupas.

Além disso, os treino têm feito parte da rotina semanal sem descanso. O M/Y Sam Simon hoje conta com um bote, que uma vez pertenceu ao M/Y
Steve Irwin. Um Humber, que comporta quatro passageiros. Passamos pelo treinamento de lançá-lo e devolvê-lo ao navio algumas vezes. Então, por fim, o colocamos na água e, dividindo o time do deck em 2, o fizemos funcionar. E, diga-se de passagem, de acordo. Esticando velocidade e diferentes manobras. Todos tiveram a chance de sentir um mínimo do que pode ser uma ação pra valer na Antártica.

A Brigada de Incêndio ofereceu equipamento e treino pra toda a tripulação, e creio que tenha sido o ponto alto das últimas semanas.Passamos por diferentes situações nos navios, como treino com mangueiras, fumaça artificial com busca e recuperação de vítimas e uso do tanque e máscara de ar comprimido. Nos foi oferecido também um treinamento no próprio complexo onde os bombeiros são treinados. Situações de resgate em tubulação, simulação de navio tomado por fumaça com vítimas e, por fim, cômodos de uma casa em chamas. Posso dizer que parte de mim tem alguns desses bombeiros que nos treinaram como parte da tripulação, após tanto tempo de dedicação e atenção conosco.

Na semana passada, o capitão e alguns dos nossos oficiais chegaram ao navio. Com isso, tivemos a chance de aprender como lançar os botes
salva-vidas, vestir as roupas de imersão e simular “abandonar o navio”, em caso de emergências. O treino foi super válido, uma vez que possa parecer desconfortável pular do navio e confiar que sua roupa é estanque o suficiente para que você não entre em hipotermia se tiver que fazer o mesmo no Oceano Antártico. O capitão do M/Y Bob Barker, Peter Hammarsted, pediu ao resto da tripulação que ainda não havia chegado para que estivesse aqui no sábado, embarcados, pois, pela primeira vez, os três navios tiveram o privilégio de estarem atracados aqui, juntos, praticamente na reta final pra Campanha. E seria uma oportunidade para que conhecêssemos uns aos outros.

Ontem tive o prazer de conhecer outra brasileira, que está a bordo do Bob Barker. Carolina Castro. Ja veterana. Uma querida! No final, resolvi aceitar a sugestão e tirar o dia de folga. Hoje. E, logo pela manhã, peguei minha agenda e descobri que de folga só mesmo no próprio nome, pois a lista de coisas a serem feitas antes de zarparmos só cresceu, além da rotina dos afazeres nos dias de folga: limpar a cabine, lavar roupas, mandar notícias para a família e por aí vai!!

Saudade da terrinha é o que não falta.
No próximo ano, quando desembarcar no Brasil, vou correndo procurar a primeira barraquinha de água de côco!

Frota da Sea Shepherd de volta para casa

Frota da Sea Shepherd de volta para casa. Foto: Sea Shepherd Australia/Eliza Muirhead

Depois de ser escoltado para fora do Santuário de Baleias da Antártida pela Sea Shepherd Austrália, a frota baleeira japonesa fez meia-volta e voltou para o sul, não por praticidade, mas para uma tentativa deprimente de mostrar o orgulho de sua matança cruel e ilegal de baleias. Tempestades fizeram com que a matança de baleias tenha sido uma tarefa impossível para os caçadores de baleias.

Os navios da Sea Shepherd estão a caminho de Seaworks Pier, em Williamstown, Melbourne, na Austrália, e devem chegar em 11 dias, na quarta-feira, 20 de março. As tripulações do Steve Irwin, Bob Barker, Sam Simon e Brigitte Bardot voltam sabendo que a vida de centenas de baleias foram salvas graças a seus esforços na que tem sido a mais bem sucedida campanha de em defesa das baleias da Antártida, a Operação Tolerância Zero.

“Por causa da Sea Shepherd Austrália e de sua tripulação corajosa, centenas de baleias estarão nadando para o norte vivas, em vez de serem transportadas para Tóquio como pedaços de carne”. – Bob Brown, Presidente da Sea Shepherd Austrália.

“Esta é uma vitória histórica para a Sea Shepherd Austrália e nossos apoiadores. Temos a honra de gerenciar e liderar esta campanha em defesa das baleias, defendendo o Santuário de Baleias do Oceano Austral e, na ausência das autoridades australianas, mantendo a decisão do tribunal federal australiano. Fui surpreendido com a bravura de todas as tripulações de nossos navios e capitães, revoltados com os caçadores de baleias e a completa falta de respeito do governo japonês por qualquer vida e lei australiana e internacional”- Jeff Hansen, Diretor da Sea Shepherd Austrália.

“A Sea Shepherd Austrália gostaria de enviar um sincero agradecimento a todas as pessoas que tornaram esta campanha possível, desde nossos doadores e apoiadores, nossas bases de apoio em terra, a todas as crianças e grupos escolares que visitaram nossos navios e as notas de encorajamento e agradecimento a nossa equipe e, claro, a nossa equipe maravilhosa e o lendário e inspirador Bob Brown, nosso co-líder da campanha. Estou ansioso para ver todos para as boas-vindas dos heróis e a festa com os capitães e tripulação em Seaworks, em Williamstown.” –  Jeff Hansen, Diretor da Sea Shepherd Austrália.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Sea Shepherd Austrália bloqueia as operações ilegais da indústria baleeira japonesa

As operações de pesca ilegal por parte da frota baleeira japonesa foram bloqueadas às 08:00 (horário australiano) de ontem. O Steve Irwin juntou-se ao Bob Barker, bloqueando o navio fábrica baleeiro Nisshin Maru. Os navios perseguiram a frota baleeira ilegal e interceptaram o Nisshin Maru às 10:00 horas (horário australiano) de ontem.

Os dois navios da Sea Shepherd, registrados na Holanda, seguiram o navio fábrica até o fim da Terra e voltaram. O Steve Irwin e o Bob Barker perseguiram o Nisshin Maru ao sul no Mar de Cooperação, até que chegaram na plataforma de gelo Amery, momento em que o Nisshin Maru mudou o curso e dirigiu-se ao norte. O Bob Barker e o Steve Irwin estão mantendo uma distância segura do Nisshin Maru e pretendem seguir o navio-fábrica pelo tempo que durar a temporada de caça às baleias.

Os arpoadores Yushin Maru 2 e Yushin Maru 3 estão nas proximidades, mas não estão caçando baleias. Todos os cinco navios estão no mar de Cooperação. Esta posição é perto da costa da Antártida, no Território Antártico Australiano, e está diretamente ao sul da Índia.

A temperatura é de nove graus centígrados negativos, o mar em torno dos navios está preenchido com inúmeros icebergs e os ventos estão aumentando. Apesar do frio, as equipes estão de bom humor. Já estamos no mar à bordo do Steve Irwin por 103 dias desde a partida em Melbourne, na Austrália, no dia 05 de novembro de 2012.

O Co-Líder da Campanha, Senador Bob Brown, disse: “Em setembro de 2007, o governo australiano declarou que teria a coragem de enfrentar os baleeiros. Bem, já fazem mais de 5 anos e se não fosse a Sea Shepherd, mais de quatro mil baleias teriam perdido suas vidas como resultado desses caçadores cruéis e bárbaros. A Sea Shepherd está fazendo o trabalho que o povo australiano quer que seja feito, eles não querem ver as baleias na Austrália sendo massacradas por estes caçadores baleeiros do Japão”.

O Sam Simon, navio registrado australiano, está a cerca de 300 quilômetros a leste do Bob Barker e do Steve Irwin, bloqueando o Sun Laurel, navio de abastecimento da frota baleeira, que está transportando óleo combustível pesado (HFO). Este ato em si, bem como o ato de abastecer outro navio em alto-mar, seria considerado ilegal de acordo com a MARPOL (Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios), Anexo 1, Regulamento 43, incluindo o capítulo 9 especial, que proíbe o uso e transporte de HFOs na área, com a exceção de navios envolvidos em garantir a segurança dos navios ou em uma operação de busca e salvamento. O Capitão do Sam Simon, o australiano Luis Manuel Pinho, informou ao Diretor Australiano da Sea Shepherd, Jeff Hansen, da incursão do Sun Laurel na área abaixo de 60° ao sul, que oficialmente comunicou a posição do navio petroleiro para o Autoridade Marítima de Segurança Australiana (AMSA).

“Eu acredito que a Antártida é um dos lugares mais bonitos da Terra, um lugar que dá um sabor de ser um dos últimos lugares selvagens em nosso planeta”, diz Hansen. “Isso é motivo de alimentação das baleias no verão, é um estabelecido santuário de baleias e é ilegal matar baleias nos termos da lei federal australiana. No entanto, aqui nós vimos estes caçadores do Japão arpoando uma baleia Minke adulta, na cara dos australianos, e em águas da Austrália”.

A tripulação do Bob Barker ficou horrorizada ao ver o Yushin Maru 2 arpoar ilegalmente uma baleia em uma posição de 68° 02′ Sul, 75° 44′ Leste, às 17:53 no dia 15 de fevereiro, dentro do Território Antártico Australiano.

Desde o dia 29 de janeiro, a frota da Sea Shepherd tem perseguido a frota baleeira japonesa por cerca de 2.500 milhas para o oeste do Mar de Ross.

O Yushin Maru 1 está a centenas de quilômetros ao leste da nossa posição, e com pouco combustível.

Veja o vídeo do Bob Barker bloqueando a transferência da baleia Minke morta pelos baleeiros:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=H4Ep45gKJbQ[/youtube]

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Com navio quase sem combustível, frota baleeira pressiona navio de reabastecimento a entrar no território antártico australiano

Caos se espalha na frota baleeira ao deixar o navio arpoador perigosamente com baixo nível de combustível

Sun Laurel - registrado no Panamá, navio de reabastecimento de propriedade sul-coreana para a frota baleeira japonesa. Foto: Billy Danger

Uma fonte anônima dentro da Coréia informou que a frota baleeira japonesa está em desordem total, com o navio da Sea Shepherd Austrália, o SSS Sam Simon, perseguindo o navio de reabastecimento para a frota baleeira japonesa, o navio panamenho registado e sul-coreano de propriedade, Sun Laurel. O Sam Simon planeja seguir o Sun Laurel, na esperança de ser levado diretamente ao encontro do Nisshin Maru.

A fonte detalhou que o Sun Laurel  só foi contratado para abastecer a frota baleeira japonesa até meados de fevereiro, mas devido ao programa de caça do Japão ser tão intimamente ligado a seus interesses comerciais de pesca, eles estão usando sua influência dentro da indústria de pesca, na tentativa de pressionar o Sun Laurel a reabastecer os baleeiros abaixo de 60 graus em Território Antártico da Austrália, com a ameaça de colocar o Sun Laurel na lista negra para contratos futuros se eles não fizerem o reabastecimento.

O Diretor da Sea Shepherd Austrália, Jeff Hansen, afirma: “O Yushin Maru está em uma situação desesperadora, muito possivelmente incapaz de se manter em segurança em caso de uma emergência. A frota baleeira japonesa não estaria nessa situação se não fossem párias por sua caça ilegal, indesejáveis para reabastecer em qualquer porto em terra sem escrutínio, e proibidos nos portos australianos, eles tiveram que contratar um navio de reabastecimento simplesmente para serem alimentados por sua caça ilegal. Estes caçadores estão desprezando uma decisão do Tribunal Federal da Austrália e não deveriam estar no Santuário Antártico das Baleias, em primeiro lugar. O navio sul-coreano, o Sun Laurel, está fornecendo combustível para as operações ilegais da frota baleeira japonesa, o que é semelhante ao fornecimento de equipamentos para caçadores de elefantes na África.”

O Co-líder da Operação Tolerância Zero, Bob Brown, declarou: “Mais uma vez, a frota baleeira do Japão está desrespeitando a lei internacional. Agora está atraindo o governo da Coreia do Sul, que tão sabiamente decidiu ser contra a caça às baleias no ano passado. A Coreia do Sul deve pedir que este petroleiro volte para casa. Caso contrário, ele convida a uma condenação mundial, ao invés dos elogios recentes tão apreciados.”

A fonte informou que o Yushin Maru está separado da frota por centenas de quilômetros, com muito pouco combustível e incapaz de prosseguir, a menos que seja reabastecido. Isso indica que o Yushin Maru foi totalmente abandonado pelo Nisshin Maru e o resto da frota baleeira japonesa nesta hora de necessidade.

O Capitão do SSS Steve Irwin, Siddharth Charkravarty, relata: “Enquanto buscávamos o Nisshin Maru, o Steve Irwin encontrou o Yushin Maru extremamente alto para fora da água, indicando que eles tinham muito pouco combustível. Alguns dias mais tarde, quando os baleeiros tentaram trocar o Yushin Maru com o totalmente abastecido Yushin Maru 3, o Steve Irwin perseguiu o Yushin Maru na direção oposta do navio-fábrica baleeiro por 150 milhas. Durante esta perseguição, o Yushin Maru não conseguiu alcançar a sua velocidade máxima de 20 nós, mal era capaz de atingir 16-17 nós, confirmando que eles estavam com pouco combustível e, portanto, rodando a uma velocidade de economia de combustível”. Desde então, segundo este relatórios de origem coreana, o Yushin Maru está conservando suas reservas de combustível escassas e é incapaz de percorrer a distância entre eles o Nisshin Maru.

Ao invés de permanecer com seu navio irmão, ou até mesmo transferir combustível para ele, o Yushin Maru 3 optou por abandonar o Yushin Maru nas águas traiçoeiras do Oceano Austral, a fim de perseguir o navio da Sea Shepherd, Steve Irwin.

O fundador da Sea Shepherd, Paul Watson, disse: “Esta ação mostra a negligência do comandante baleeiro, não só pela santidade das baleias do Santuário de Baleias da Antártica, mas pelo total desprezo pela vida e segurança das tripulações que trabalham nestes navios de morte. No ano passado, na Operação Vento Divino, quando um dos navios da Sea Shepherd, o Brigitte Bardot, ficou comprometido, paramos a nossa campanha inteira para escoltá-los e garantir a sua segurança. Não é surpreendente que os baleeiros não compartilham esse tipo de camaradagem um para o outro, uma vez que toda a sua motivação para estar nessas águas é a ganância implacável”.

O capitão Peter Hammarstedt, a bordo do SSS Bob Barker, disse, “A Operação Tolerância Zero teve vitórias em tantas formas, interceptando os navios baleeiros para o abastecimento de combustível, e, assim, reduzindo sua temporada, deixando dois dos três navios arpoadores da frota inteiramente fora de operação e mantendo o único arpoador remanescente com o navio-fábrica correndo, e que limita severamente sua capacidade de caçar nas águas cristalinas da Antártida. Também interceptou a frota baleeira antes que eles tivessem a chance de disparar um único arpão”.

O Bob Barker continua a perseguir e caçar o navio-fábrica, o Nisshin Maru, sem ninguém atrás dele ​​e auxiliado por uma frota de drones aéreos de reconhecimento.

Os membros da tripulação do SSS Sam Simon observam o Sun Laurel a distância. Foto: Billy Danger

"O Yushin Maru está em uma situação desesperadora" - Jeff Hansen, diretor da Sea Shepherd Austrália. Foto: Tim Watters

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil