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Instituto Sea Shepherd Brasil realiza ação de monitoramento em Tramandaí (RS)

Por Carla Larrea Machado, Coordenadora Interina do Núcleo Sea Shepherd Rio Grande do Sul

No dia 27, sexta-feira, em Tramandaí, voluntários do Núcleo Sea Shepherd RS realizaram ações de monitoramento da área atingida pelo vazamento de óleo no balneário gaúcho.

Grupo em reunião com o Comando da Polícia Ambiental. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

Grupo em reunião com o Comando da Polícia Ambiental. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

Durante o período, os voluntários monitoraram e registraram a coleta dos resíduos feita pelos funcionários da TRANSPETRO e da Prefeitura de Tramandaí. “Várias sacolas de areia contaminadas com óleo foram recolhidas com pás e escavadeiras e transportadas em um caminhão para a Barra de Imbé. Posteriormente serão levadas para Osório, em local não informado pela TRANSPETRO”, destaca Carla Larrea Machado, coordenadora interina do Núcleo Sea Shepherd RS.

Sacos coletados na praia pela equipe da TRANSPETRO. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

Sacos coletados na praia pela equipe da TRANSPETRO. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

No início da tarde os voluntários do ISSB se deslocaram para o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (CECLIMAR), e se colocaram à disposição do Centro no intuito de auxiliar em um possível resgate de animais atingidos pelo óleo. Segundo informações obtidas, o CECLIMAR ainda não tinha sido acionado pelo CRAN, Centro de Reabilitação de Animais Marinhos.

Durante os 3 dias de monitoramento, em conjunto com o Diretor e voluntários de Santa Catarina, o ISSB ficou em constante contato com a  Brigada Ambiental de Tramandaí, sempre à disposição dos mesmos caso fosse necessário resgatar animais atingidos pelo óleo.

Registro de focos isolados de petróleo na areia da praia. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

Registro de focos isolados de petróleo na areia da praia. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS

Os voluntários foram recebidos pelo Sargento Luis Fernando Quevedo, que informou que o responsável pelo vazamento havia sido enquadrado no Artigo 54 da Lei 9605/98, que dispõe sobre os crimes ambientais.

Além disso, o ISSB ficou em contato com o MPF, acompanhando e auxiliando na investigação e na apuração de possíveis danos em relação à fauna marinha.

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