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Navio da Sea Shepherd é severamente danificado por onda gigante

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Steve Irwin responde ao chamado de socorro do Brigitte Bardot

Brigitte Bardot no Mediterrâneo. Foto: Michelle McCarron
Brigitte Bardot no Mediterrâneo. Foto: Michelle McCarron

Enquanto enfrenta os perigosos ​​mares em busca da frota baleeira japonesa, o navio olheiro da Sea Shepherd, Brigitte Bardot, foi atingido por uma onda gigantesca que rachou o casco e danificou severamente um dos pontões da embarcação.

O Capitão Paul Watson, a bordo do navio da Sea Shepherd, Steve Irwin, relata que eles estão lutando pelos mares bravios para chegar ao Brigitte Bardot, cerca de 240 quilômetros ao sudeste. O tempo estimado para chegar ao navio danificado é de 20 horas.

O Brigitte Bardot está a 51 graus e 42 minutos ao Sul, e 99 graus e 21 minutos a Leste, ou 1.500 milhas a sudoeste de Fremantle, na Austrália Ocidental.

O capitão do Brigitte Bardot, Jonathan Miles Renecle, da África do Sul, estava perseguindo o navio-fábrica japonês Nisshin Maru, quando a onda bateu na porta lateral do navio e rachou o casco. A fenda ficou cada vez maior com o mar batendo continuamente no navio.

Tripulação do Brigitte Bardot. Foto: Simon Ager
Tripulação do Brigitte Bardot. Foto: Simon Ager

O Capitão Renecle está confiante de que o navio vai se manter à tona até o Steve Irwin chegar. O Brigitte Bardot tem uma tripulação de dez pessoas: três britânicos, três americanos, um australiano, um canadense, um belga e um sul-africano.

O navio da Sea Shepherd, Bob Barker, vai continuar em busca da frota baleeira. O Steve Irwin vai ajudar o Brigitte Bardot, primeiro verificando a segurança da tripulação, e depois escoltando o navio até Fremantle para reparos.

"Isso é decepcionante, mas estes são mares hostis e estamos sempre preparados para situações como esta", disse o Capitão Paul Watson, do Steve Irwin. "Neste momento, a segurança de minha equipe no Brigitte Bardot é a nossa prioridade, e pretendemos chegar até a tripulação e, em seguida, fazer o que pudermos para salvar o nosso navio".

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

Este texto faz parte do arquivo histórico da Sea Shepherd Brasil.

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