Campanha de Defesa às Focas

Sea Shepherd Retorna para Defender as Focas Bebês.
Governo Canadense fixa uma cota de 275 mil focas a serem mortas.
Pela primeira vez desde 2005, Sea Shepherd Conservation Society partirá para o norte ao meio dos blocos de gelo do leste do Canadá para defender as focas bebês das impiedosas pauladas dos canadenses caçadores de focas. O Navio da Sea Shepherd, Farley Mowat, partiu dia 24 de março com uma equipe internacional de voluntários para dentro do amontoado gélido do Golfo de St. Lawrence, atuando mais uma vez como guardiões do mar em defesa dos filhotes de focas harpa.

O Ministro das Pescas do Canadá, Loyola Hearn, fixou a cota de focas a serem mortas este ano em 275 mil, 5 mil a mais do que no ano passado, sem qualquer justificativa científica e sem qualquer justificativa mercantil. Ao anunciar a nova cota, Hearn disse que a matança de focas tem sido aperfeiçoada com novas regras para deixar a caça mais “humana”. As novas regras estão sendo impostas numa tentativa de convencer o Parlamento Europeu a não proibir os produtos feitos com foca na Europa. O Canadá está gastando uma pequena fortuna enviando delegações à Europa para pedirem pelo direito de continuarem massacrando os filhotes de focas. Exigem, as novas regras, que os caçadores de focas cortem as artérias sob as nadadeiras desses animais após terem sido baleados ou abatidos a pauladas.

A Sea Shepherd tem trabalhado para remover o mercado dos produtos feitos com foca assim como tem montado impressionantes confrontos no gelo para, fisicamente, salvar as focas das cruéis pauladas dos caçadores. A caça às focas só sobrevive devido aos subsídios doados pelo governo do Canadá à indústria desse ramo. Isso tem se tornado um sistema próspero e glorificado onde, em troca da matança de focas por algumas semanas, os caçadores podem se habilitar para o seguro-desemprego pelo resto do ano.

“Eles dizem que é parte da cultura deles,” disse Capitão Watson, presidente e fundador da Sea Shepherd, tendo o próprio crescido numa vila de pesca ao Leste de uma província canadense em New Brunswick. “É uma cultura baseada todos os anos na cruel matança a pauladas de focas bebês por algumas semanas, e beberem Canadian Club (whisky) e cervejas no resto do tempo. É uma cultura que qualquer Marítimo com meio cérebro deixou há muitas gerações.”

Além dos perigos do gelo espesso e do clima traiçoeiro, a equipe da Sea Shepherd enfrenta a ameaça de violência dos caçadores e a ameaça de prisão do governo do Canadá, pois, sob as regulamentações da Proteção Canadense Às Focas, é ofensa criminal testemunhar ou documentar a matança sem permissão do governo. Em 2005, 11 membros da Sea Shepherd foram presos depois de terem sido atacados por caçadores no gelo. Apesar de atingidos por pauladas, socos e chutes, nenhum caçador foi preso pela agressão. O ataque foi filmado e os agressores, identificados, e mesmo assim a Polícia Montada Real Canadense afirmou que não houve evidências suficientes para acusar os caçadores. A equipe da Sea Shepherd foi presa e multada por se aproximar cerca de meia milha náutica de uma foca sendo morta.

Capitão Watson tem lutado durante toda a sua vida contra o massacre das focas no Canadá. A caça comercial foi suspensa em 1984 e ressuscitada em 1994.

“Todas as nossas vitórias são, de costume, temporárias,” disse Watson. “Infelizmente nossas derrotas são, de costume, permanentes.”

A Sea Shepherd voltará seus olhos à situação das focas. Para fora das profundezas congelantes da Antártida, e dentro do refrigerador setentrional ao Leste do Canadá, seja salvando baleias, seja salvando focas, o trabalho dos guardiões do mar continua.

AS FOCAS ESTÃO CONTANDO CONOSCO PARA PROTEGÊ-LAS. FILIE-SE!

Japão Admite Vitória da Sea Shepherd no Santuário de Baleias da Antártida

A frota japonesa retornou ao porto de Tóquio com os restos de 551 baleias sacrificadas no Santuário de Baleias da Antártica. Da sua cota de 935 baleias, os baleeiros mataram 551. Da cota de baleias Fin e de baleias Jubarte, nenhum mamífero foi abatido.

“O Japão abateu apenas 53% da quota autorizada,” diz Capitão Paul Watson. “Eu acredito que é certo dizer que a Sea Shepherd afetou significativamente a lucratividade deles nesta temporada. Eu e minha tripulação estamos felissísimos que 484 baleias estão neste momento nadando livres ao invés de terem sido sacrificadas em vão. Estamos especialmente contentes que nem uma única baleia Fin ou Jubarte foram mortas, isto é uma vitória” completa.

O Japão culpou o fracasso de sua frota baleeira em capturar a cota anual, referindo “interferência intolerável” de ecologistas e descreveu a situação como “lamentável”.

“É verdadeiramente lamentável que nós não conseguimos completar o projeto como planejado,” disse o Ministro da Agricultura japonês Toshiro Shirasu. “A sabotagem pelos ativistas é o fator principal de nosso fracasso em alcançar nosso objetivo,” disse um funcionário do governo.

“É óbvio que o número de baleias capturadas foi baixo por causa da sabotagem,” diz Shigeki Takaya, um porta-voz da Agência de Pescas. “Nós estamos furiosos com eles mas parece que isso não os perturba. Eles não tem o menor medo de nós”.

Peter Hammarstedt, o segundo oficial do navio Steve Irwin da Sea Shepherd achou graça do comentário.

“Claro que não nos pertuba que os números do massacre de baleias ficou bem abaixo da meta deles e estamos orgulhosos que conseguimos salvá-las. Pretendemos retornar na próxima temporada para salvar mais baleias. Nossa tripulação fez um trabalho maravilhoso este ano e estamos contentes que criamos constrangimento e resistência à indústria baleeira japonesa, além de prejuízo financeiro,” ele disse.

Os japoneses informaram que o governo australiano está investigando os “crimes” causados pela Sea Shepherd contra as atividades baleeiras deles. A Sea Shepherd não está ciente de nenhuma investigação. Seu navio, o Steve Irwin, não foi inspecionado por nenhuma autoridade.

Sea Shepherd Brasil retoma esforços contra derrames de óleo

A equipe da Sea Shepherd Brasil no período de Setembro a Dezembro de 2007, retornou a Bacia de Campos para desenvolver mais um programa de mobilização comunitária em derrames de óleo. O Programa foi desenvolvido em 15 municípios litorâneos dos estados do RJ e ES e atendeu cerca de 400 pescadores de comunidades artesanais de pesca e aproximadamente 600 alunos de escolas municipais.

“Tivemos como objetivo dar continuidade ao projeto da Sea Shepherd Brasil de treinar, e mobilizar comunidades litorâneas visando a prevenção e recuperação de ecossistemas e animais marinhos afetados por vazamentos de óleo”, diz a Diretora Geral da ONG no Brasil, Sandra Severo.

Um derrame de petróleo no mar é uma situação de emergência que coloca em risco todo o ambiente afetado, a vida marinha e a vida das pessoas que vivem no local. As situações críticas que envolvem um derrame de petróleo requerem um envolvimento da comunidade local e de voluntários. Por isso, é muito importante que a comunidade esteja mobilizada para que possa colaborar e diminuir os danos causados ao meio ambiente.

“Os técnicos e voluntários da Sea Shepherd Brasil sabem muito bem dos horrores que derrames de óleo causam a vida marinha. Em 2000 auxiliamos nas atividades de recuperação da Baía de Guanabara afetada pelo derramamento de mais de 2.500 toneladas de petróleo”, comenta Daniel Vairo, Conselheiro da Sea Shepherd no Brasil. “A ONG nesta ocasião foi responsável pela criação do plano para salvar golfinhos em situações de derrames de óleo na Baía da Guanabara/RJ”.

A Sea Shepherd Brasil trabalha desde 1999 com técnicos de organizações não governamentais e governamentais, universitários, comunidades tradicionais de pescadores e comunidade em geral visando a formação da Primeira Rede de Voluntários apta para agir e salvar animais marinhos em casos de derrames de óleo. Em 8 anos a Sea Shepherd Brasil treinou milhares de voluntários e diversas organizações foram equipadas pela ONG com um kit de equipamentos de resgate e salvamento da fauna marinha em casos de derrames de óleo.

Esta iniciativa da Sea Shepherd Brasil continua sendo única, repercutindo de forma bastante positiva e estimulando comunidades e voluntários a tomarem parte de ações efetivas de conservação da vida marinha. Prova disso são os mais de 50 cursos que a ONG já ministrou de forma independente, em todo o território brasileiro, a pedido de Universidades, indivíduos e órgãos públicos. Além disso, o Projeto de Capacitação de Voluntários – “Ações para Salvar Animais Marinhos em Derrames de Óleo” foi o único projeto brasileiro selecionado para a II Conferência da Juventude Tunza, em Bangalore/Índia, promovido pelo PNUMA /ONU em outubro de 2005.

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Divulgue o nosso curso de capacitação “Ações para salvar animais marinhos em derrames de petróleo”, forme grupos de interessados.
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Odisséia pelas baleias: 20.000 milhas náuticas, 68 tripulantes, e 83 dias no mar pelas baleias no Oceano Antártico

Nossa chegada a Melbourn marca a conclusão de nossas viagens ao Oceano Antártico em 2007-2008, que começaram em 5 de dezembro de 2007. O Steve Irwin cobriu um total de 20.090 milhas náuticas (37,210 kilômetros) e fez três jornadas de retorno a Melbourn, da Austrália à costa da Antártida em três meses e meio. No total, o navio esteve no mar por 83 dias entre 5 de dezembro de 2007 e 15 de março de 2008. 20.210 milhas náuticas é apenas 1.590 milhas a menos de circunavegar o globo pela Linha do Equador.

Foi uma jornada épica e uma campanha extremamente efetiva. Nós cumprimos mais do que pensamos que poderíamos, ocupados com inúmeros confrontos com os japoneses baleeiros, e expomos para o mundo inteiro o problema da caça ilegal de baleias pelos japoneses – especialmente no Japão, onde a caça às baleias era um assunto freqüente na mídia.

Foi uma jornada longa, árdua e complexa, envolvendo logísticas e angariações organizacionais de âmbito internacional, voltando para fevereiro de 2007, diretamente após o retorno da última campanha na Antártida. Um total de 68 indivíduos de 12 nações diferentes participou das 3 jornadas nesta temporada. 33% dos membros da tripulação eram mulheres. 16% dos membros participaram de todas as 3 jornadas. Os 16% dedicados inclui: Capitão Paul Watson, Primeiro Oficial Peter Brown, Segundo Oficial Peter Hammarstedt, os Intendentes Mal Holland e Shannon Mann, Engenheiros Charles Hutchins, Willie Houtman, e Jessica Gartlan, Cozinheiros Zin Rain e Amber Paarman, e o Marujo Benjamin Potts. Simon Houtman foi a única pessoa normal a ir em todas as 3 jornadas.

A tripulação veio da Austrália, Nova Zelândia, Canadá, EUA, Holanda, Suécia, África do Sul, Itália, Grã Bretanha, Bélgica, Espanha e Japão. 33 membros – 2 a menos da metade da tripulação – eram australianos. Como sempre ocorre em qualquer grande grupo de pessoas, houve alguns desapontados, alguns desviados por trivialidades, e uns pequenos encrenqueiros. Mas em geral, as 3 tripulações foram essenciais para o sucesso da campanha como um todo. O Capitão Paul Watson tem citado uns poucos indivíduos como exemplares e expressou seu especial reconhecimento pelos serviços e coragem além do que podia esperar deles.

Os Tripulantes de Prestígio:

Equipe da Cozinha de Bordo: Chef Zin Rain da Austrália e Segundo Cozinheiro Amber Paarman da África do Sul. Não há dúvidas de que o trabalho mais árduo é o dos cozinheiros, e servir três comidas veganas por dia, no horário, ao meio das constantes variações do mar, requer disciplina e determinação. Ambas dessas duas mulheres executaram um trabalho incrível na cozinha do Steve Irwin, e elas o fizeram com uma atitude positiva e sem reclamações. Ambas também serviram em todas as 3 jornadas. Nicola Paris serviu como Terceira Cozinheira, com exceção da terceira jornada.

Equipe da Sala das Máquinas: Sem os engenheiros, o navio não iria para absolutamente lugar algum, e esse ano foi particularmente intimidante com a paralisação da máquina principal na primeira jornada e a destruição de uma turbina central na segunda. Os engenheiros fizeram reparos duas vezes em tempo recorde, assim obtendo mais tempo para defender as baleias no mar. A manutenção da maquinaria no Steve Irwin requer um alto nível de profissionalismo e habilidade mecânica. Graças aos membros a seguir, o Steve Irwin teve uma turma de primeira, uma equipe da sala de máquinas de primeiro nível: Engenheiro Chefe Charles Hutchins da Grã-Bretanha, e Engenheiros Willie Houtman da Nova Zelândia, Steve Sikes dos EUA, e Jessica Gartlan e Stephen Bennet, ambos da Austrália.

Equipe da Ponte: Três vigílias diferentes guiaram o navio passando por mares tempestuosos e labirintos de icebergs, perseguindo, constantemente, a frota japonesa. O Primeiro Oficial Peter Brown dos EUA, e o Segundo Oficial Peter Hammarstedt, da Suécia, ambos fizeram um excelente trabalho. Dos Intendentes, Mal Holland, da Austrália, se destaca por suas habilidades e coragem durante ações frente-a-frente com os navios japoneses. E os outros Intendentes que fizeram seus trabalhos com dedicação foram Shannon Mann, do Canadá (que se tornou perita em condições do gelo), Nigel Mattison, de Nova Zelândia, Jeff Hansen, da Austrália (que era muito intuitivo em achar navios caçadores de baleias), Leila Von Stein, dos EUA (seu “russo” nos ajudou na comunicação com navios pesqueiros russos), Carly McDermott, da Austrália, e Kim McCoy, dos EUA (que é, também, Diretora Executiva da Sea Shepherd)

Equipe do Convés: Um reconhecimento bem especial para Dan Bebawi, da Grã-Bretanha, por assumir o controle do departamento do convés na terceira jornada, e organizar os problemas das duas anteriores. Ele fez um trabalho espetacular. A equipe do convés foi a mais numerosa, e a Sea Shepherd reconhece os esforços de todos que trabalharam nele, com notáveis admirações a Peter Bradley, por seu excelente trabalho com cordas, e por servir também como paramédico, a Riccy Jamieson, da Austrália, como ajudante de contramestre nas duas primeiras viagens, a Robert Garcia, Rob Longstaff, Aaron Barnes, e Paul Martin, da Austrália, e a Ian Martin, da Grã-Bretanha.

Equipe de Confronto: Agradecimentos especiais à equipe da linha de frente, àqueles que enfrentaram os navios caçadores de baleia abordando o Yusshin Maru n°2, e exaurindo o Nisshin Maru. Benjamin Potts, da Austrália, e Giles Lane, da Grã-Bretanha, corajosamente se ofereceram para subir a bordo do navio arpoador japonês, Yusshin Maru n°2, onde eles foram retidos por 3 dias antes de serem liberados. Um agradecimento especial, também, à habilidade e coragem de nossa equipe de confronto, mantendo-se firme diante dos ataques de granadas e tiros do Nisshin Maru, incluindo Lauren de Groot, da Holanda, Ralph Lowe e Alex Wallman, da Austrália. Um reconhecimento especial vai para o Segundo Oficial, Peter Hammarstedt, por ser o oficial responsável pela equipe de confronto.

Categoria dos Especialistas: O piloto de helicóptero, Chris Aultman, dos EUA, efetuou um trabalho extraordinário voando em condições climáticas adversas. Sua participação fez uma grande diferença para o sucesso da missão como um todo. Quem também merece reconhecimento é Brad Axiak, da Austrália, nosso técnico de helicóptero e mecânico que precisou fazer reparos em circunstâncias nada favoráveis.

Em águas tão longe da terra e comprometidos com atividades perigosas, é sempre bom ter a bordo um ótimo médico, e nós tivemos um excelente Oficial Médico, David Page, quem, durante a jornada, teve de lidar com o polegar quebrado de um oficial, e a pélvis fraturada de um dos tripulantes, além das escoriações sofridas durante os confrontos.

Manter o navio conectado ao mundo externo é o trabalho do Oficial de Comunicação, e o Steve Irwin foi sortudo por ter disponível um dos melhores peritos em computador e eletrônica, personagem no mesmo estilo nerd auto-confesso e fã da série Star Trek, Tom Emko, dos EUA, carinhosamente conhecido pelos vigilantes como “Sulu”.

A pessoa cujo nome não pode ser revelado é, também, a mais corajosa de todas. Referimo-nos a ela como Yoko(nome fictício). Yoko foi nossa única tripulante japonesa, e ao participar ela correu um enorme risco. Ela agiu como nossa tradutora , dando numerosas entrevistas à mídia japonesa sem se identificar. Nós gostaríamos de reconhecer, também, a dedicação da equipe do Animal Planet, que documentou toda a campanha para uma série de seis partes. Foram: Robert Case, Nicole Henrich, Jesse Dowd, David Bollinger, Keith Worthington, Charles Howard Ashley Dunn, Ann Aucote, Simon Wearne, Simeon Houtman, e Sam O’Reilly. Os fotógrafos Ferne Millen, Chantal Henderson, Joie Botkin, Noah Hannibal, e Ling-san Mark, todos da Australia, cobriram a campanha fotograficamente. Noah stood, com a equipe de confronto, capturou a chegada das granadas com a câmera.

E por último, mas certamente não menos importante, foi nossa equipe de apoio, guarnecendo os telefones em nosso centro de operações na Friday Harbor – Allice Lance e Alex Earl. Por causa das horas variáveis e datas diferentes, eles precisaram ficar disponíveis 24h por dia, 7 dias da semana. Seus serviços foram essenciais.

E para os nossos “amigos especiais”, que sabem exatamente quem são, obrigado por tornar essa campanha o sucesso que tem sido

Nenhuma frota de guerra pode sobreviver sem recursos, e isso se aplica à frota das baleias também. Para isto nós agradecemos a nossa dedicada equipe honorária, patrocinadores internacionais, que nos forneceram recursos para abastecer e preparar nosso navio, carregando nossa tripulação direto ao Oceano Antártico. Quanto mais forte é a nossa base de apoio, mais fortes e efetivos nos tornamos, e isso fica evidente com o fato de que, a cada ano, nossos esforços se tornam mais efetivos.

Ao mantermos a pressão, recusarmos voltar atrás e nos render por causa da pressão trazida contra nós, e continuarmos retornando ao Oceano Antártico, ano após ano, vamos dar um ponto final no crime da caça à baleia no Santuário de Baleias no Oceano Antártico.

Como o Governador da Califórnia disse: “Eu voltarei!”

A Sea Shepherd vai estar pronta para retornar ao Santuário de Baleias no Oceano Antártico em dezembro de 2008, se for preciso, para mais uma vez representar o direito de nossas clientes – as baleias – de viver sem medo das atrocidades ilegais da frota japonesa de navios caçadores de baleias.

Comentários do Capitão Paul Watson
Fundador e Presidente da Sea Shepherd Conservation Society