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Remova as redes: junte-se à campanha da Shark Angels contra as redes para tubarão

25 maio 2009

Passadas três décadas, mais que 33.000 tubarões foram mortos nas redes de do KZNSB, além de 2.000 tartarugas, 8.000 arraias e 2.000 golfinhos que ficaram emaranhados e acabaram morrendo. Esse impacto é danoso ao nosso esforço mundial de conservação dos tubarões. A existência dessas redes perpetuam um mito de que tubarões são sanguinários comedores de homens, e que as pessoas precisam de proteção contra eles. A instalação de redes reforça um desorientado e freqüente medo irracional de tubarões, legitimizando esses conceitos como válidos. Isso alimenta a maior questão encarada na conservação destes animais: a indiferença do público ou até mesmo repugnância a eles.remove-nets1

Podeia ser dito que existiu uma vez um tempo e um lugar para as redes de tubarão. Talvez décadas atrás, quando se conhecia pouco sobre tubarões, quando o medo de ataques era grande e a população desse animais era maior do que é hoje. A prática de instalação de redes na África do Sul começou em 1952, quando pouco se conhecia sobre o tubarão e os humanos tinham ainda que passar os próximos 50 anos destruindo os oceanos, causando irreparáveis danos e o colapso de espécies. O público queria ser ‘protegido’, e as redes atenderam este propósito.

Mas desde então a pesca do tubarão cresceu exponencialmente, eliminando um grande percentual da população desse animal, e o público tem aprendido aobre a importância da conservação da biodiversidade e a verdadeira natureza da relação dos tubaroes com os humanos. Em anos recentes, uma variedade de programas não letais, como o Shark Spotters na Cidade do Cabo, tem provado ser igualmente efetivo que esses animais não precisam ser mortos para co-existirem em paz com os humanos em seu reino. A necessidade de conservação dos tubarões é agora um fato estabelecido, como é o fato desses animais serem significantemente incompreendidos, como o risco ínfimo de um desagradável encontro com um tubarão.

Redes de tubarão são uma desnecessária e obsoleta prática de abordar uma questão que poderia ser facilmente resolvida fora dos caminhos letais, e eles mancham a imagem da África do Sul como líder mundial em conservação. É hora de uma mudança. É hora de tirar essas redes da água de uma vez por todas. Assine a petição para acabar com as redes de tubarão em www.removethenets.com. Saiba mais em www.sharkangels.org.

produzido por dEx