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	<title>Sea Shepherd</title>
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	<description>Organização de defesa e conservação da biodiversidade marinha</description>
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		<title>Comunicado URGENTE a todos os seguidores da Sea Shepherd!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ajudem a evitar a extradição do Capitão Paul Watson para a Costa Rica. Segundo as últimas notícias, as autoridades alemãs decidiram proceder a extradição do Capitão Paul Watson para a Costa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ajudem a evitar a extradição do Capitão Paul Watson para a Costa Rica. Segundo as últimas notícias, as autoridades alemãs decidiram proceder a extradição do Capitão Paul Watson para a Costa Rica. Nossa última esperança de salvar o Capitão Paul Watson de sua extradição é convencer as autoridades do Ministério de Justiça alemão para que dêem um passo à frente e anulem sua decisão. Mostre seu apoio ao Capitão Watson entrando em contato com Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, a Ministra Federal de Justiça em Berlim, Alemanha. Ela precisa saber que a ordem de prisão para deter o Capitão Paul Watson tem motivações políticas e, portanto, deve ser ignorada pelo Governo Alemão. Com o apoio internacional podemos conseguir a liberdade para o Capitão Paul Watson e deixá-lo longe da possibilidade de enfrentar um julgamento injusto na Costa Rica.</p>
<p>Por favor , entrem em contato com: (por favor, seja respeitoso em sua comunicação)</p>
<p><strong>Sabine Leutheusser-Schnarrenberger</strong><br />
Ministra Federal de Justiça<br />
Deutscher Bundestag<br />
Platz der Republik<br />
11011 Berlin<br />
Telefone 030 &#8211; 227 751 62<br />
Fax 030 &#8211; 227 764 02</p>
<p>E-Mail: sabine.leutheusser-schnarrenberger@bundestag.de<br />
Facebook: https://www.facebook.com/BMJustiz/info</p>
<p><strong>Ministério Federal de Justiça</strong><br />
Mohrenstrasse 37<br />
10117 Berlin, Germany<br />
Telefone: +49 (030) 18 580-0<br />
Telefax: +49 (030) 18 580-9525</p>
<p>Envie este simples texto abaixo:</p>
<blockquote><p>Dear Ms Leutheusser-Schnarrenberger,</p>
<p>I was very concerned to hear that Germany has detained Sea Shepherd&#8217;s Captain Paul Watson for possible extradition to Costa Rica. I understand that the warrant for Captain Watson&#8217;s arrest is politically motivated and possibly due to an incident in which Sea Shepherd uncovered an illegal shark finning operation.</p>
<p>I support Sea Shepherd&#8217;s efforts to monitor and publicise illegal fishing and whaling around the world and recognize that some illegal fishing operations try to use international law to shut down the Sea Shepherd operations.</p>
<p>I urge you to consider the valuable work Captain Watson and Sea Shepherd are undertaking globally to highlight the dangers to our oceans in considering this extradition request.</p>
<p>Sincerely,</p>
<p>Seu nome</p></blockquote>
<p><em><em><em>Traduzido por Aline Louali, Diretora de Vídeos e Tradutora Voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></em></em></p>
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		<title>Atualização sobre a prisão do Capitão Watson: segundo dia sob custódia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Capitão Watson permanece sob custódia das autoridades alemães nesta segunda, 14 de maio. Um juíz alemão da corte de Frankfurt se recusa a libertá-lo, ao invés disto alega que a corte ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5574" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://seashepherd.org.br/atualizacao-sobre-a-prisao-do-capitao-watson-segundo-dia-sob-custodia/barbara-veiga-sea-shepherd-conservation-society/" rel="attachment wp-att-5574"><img class="size-full wp-image-5574" title="Barbara Veiga / Sea Shepherd Conservation Society" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/news_120514_1_1_BV_PaulWatsonwithNisshinMaru_1526.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Capitão Paul Watson defende as baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, enquanto o navio-fábrica japonês, Nisshin Maru, esconde-se nas proximidades. Foto: Barbara Veiga</p></div>
<p>O Capitão Watson permanece sob custódia das autoridades alemães nesta segunda, 14 de maio. Um juíz alemão da corte de Frankfurt se recusa a libertá-lo, ao invés disto alega que a corte alemã gostaria de confirmar que a Costa Rica quer a extradição para seu país. Os conselheiros legais alemães representando Paul Watson são: Oliver Wallasch e Alexander Gruner. Colaboradores da Sea Shepherd continuam correndo contra o tempo na Europa e América Latina para determinar as verdadeiras razões por trás do mandado.</p>
<p>O mandado para a prisão do Capitão Paul Watson foi emitido na Costa Rica em outubro de 2011, curiosamente, quando o Instituto de Pesquisa de Cetáceos arquivou seu processo civil contra a Sea Shepherd Conservation Society nos Estados Unidos. A pergunta permanece: o que fez a Costa Rica emitir um mandado de prisão para o Capitão Paul Watson em outubro de 2011?</p>
<p>A INTERPOL publicou uma nota em seu<em> website</em> dizendo que não emitirão um alerta vermelho de busca e apreensão ao Capitão Watson, porque seu escritório de processos jurídicos não está satisfeito com o pedido da Costa Rica, e que o mesmo não está em conformidade com as constituições e regras da INTERPOL. Esperançosamente, as cortes alemãs chegarão a mesma conclusão e libertarão o Capitão Watson.</p>
<p>Enquanto a Sea Shepherd se torna cada vez mais eficaz em proteger globalmente animais selvagens marinhos, os inimigos dos oceanos estão usando todos seus recursos para parar-nos. Atualmente, a Sea Shepherd está sob o ataque legal de todas as partes do globo, e cada caso representa a biodiversidade que nós nos esforçamos para proteger. No Reino Unido, a Sea Shepherd está atualmente respondendo um processo proposto pelos agentes de pescado Fish &amp; Fish, a respeito do atum-azul. Nos Estados Unidos, nós respondemos um processo civil proposto pelo Instituto de Pesquisa de Cetáceos a respeito das atividades anti-baleeiras no Oceano Antártico, e agora, com a detenção do Capitão Watson na Alemanha (através da autorização de apreensão da Costa Rica), nós acreditamos na vitória para a Sea Shepherd contra o <em>finning</em> nos mares.</p>
<p>Não importa o país nem o sistema jurídico, o Capitão Paul Watson não se intimidará e não irá parar até que a vida marinha e os ecossistemas tenham a proteção que merecem.</p>
<p><em><em>Traduzido por Aline Louali, Diretora de Vídeos e Tradutora Voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></em></p>
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		<title>Capitão Paul Watson é preso na Alemanha, em mandado emitido pela Costa Rica</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 19:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Capitão Paul Watson foi preso ontem na Alemanha para extradição para a Costa Rica. A polícia alemã disse que o mandado de prisão contra o Capitão Watson é em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5561" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://seashepherd.org.br/capitao-paul-watson-e-preso-na-alemanha-em-mandado-emitido-pela-costa-rica/news_120513_1_1_tim_glp_shark_finning_2/" rel="attachment wp-att-5561"><img class="size-full wp-image-5561" title="news_120513_1_1_Tim_GLP_shark_finning_2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/news_120513_1_1_Tim_GLP_shark_finning_2.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Tim Watters</p></div>
<p>O Capitão Paul Watson foi preso ontem na Alemanha para extradição para a Costa Rica. A polícia alemã disse que o mandado de prisão contra o Capitão Watson é em resposta a uma suposta violação do tráfego de navios na Costa Rica, que ocorreu durante as filmagens de <em>Sharkwater,</em> em 2002.</p>
<p>O específico incidente &#8220;violação de navios em trânsito&#8221; ocorreu em alto-mar, em águas da Guatemala, quando a Sea Shepherd encontrou uma operação de remoção das barbatanas de tubarão ilegal, dirigida por um navio da Costa Rica chamado de <em>Varadero</em>.</p>
<p>Na ordem das autoridades da Guatemala, a Sea Shepherd instruiu a tripulação do <em>Varadero</em> para cessar as suas atividades de remoção das barbatanas de tubarão e voltar ao porto para serem processados.</p>
<p>Enquanto acompanhava a volta de <em>Varadero</em> ao porto, a situação se inverteu e uma canhoneira da Guatemala foi enviada para interceptar a tripulação da Sea Shepherd. A tripulação do <em>Varadero</em> acusou os Sea Shepherds de tentar matá-los, enquanto as imagens de vídeo provam que isso é uma falácia.</p>
<p>Para evitar a canhoneira da Guatemala, a Sea Shepherd, em seguida, partiu para a Costa Rica, onde descobriu atividades de remoção das barbatanas de tubarão ainda mais ilegais, na forma de barbatanas de tubarão secas, aos milhares nos telhados de edifícios industriais.</p>
<div id="attachment_5562" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><a href="http://seashepherd.org.br/capitao-paul-watson-e-preso-na-alemanha-em-mandado-emitido-pela-costa-rica/392522_376460599067261_250387178341271_1028369_466335832_n/" rel="attachment wp-att-5562"><img class=" wp-image-5562 " title="392522_376460599067261_250387178341271_1028369_466335832_n" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/392522_376460599067261_250387178341271_1028369_466335832_n.jpg" alt="" width="288" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Capitão Paul Watson</p></div>
<p>Conservacionistas em todo o mundo mantém a esperança de que os costa-riquenhos vão retirar as acusações contra o Capitão Watson. Há também uma chance de que as acusações já tenham sido retiradas, mas a Sea Shepherd não tem conseguido confirmar isto com os funcionários da Costa Rica. Com a rica biodiversidade da Costa Rica, seria absurdo se eles não se posicionarem pelos tubarões, que ficam nos níveis mais altos da cadeia alimentar, assegurando o equilíbrio entre as comunidades ecológicas no oceano.</p>
<p>Enquanto está na prisão, o Capitão Watson está sendo assistido pelo vice-presidente do Parlamento Europeu , Daniel Cohn Bendit, e pelo deputado do Parlamento Europeu, José Bové. Nossa esperança é que estes dois cavalheiros honrados possam definir a liberdade do Capitão Watson antes deste absurdo ir adiante. Os Sea Shepherds europeus também se mobilizaram para apoiar o Capitão Watson.</p>
<p>Como a situação dos tubarões torna-se mais complicada, a Sea Shepherd Conservation Society começou a desenhar uma nova campanha de proteção aos tubarões para 2012. Julie Andersen, fundadora do <em>Shark Savers</em> e <em>Shark Angels</em>, juntou-se à Sea Shepherd para liderar a nossa campanha global para salvar os tubarões da extinção.</p>
<p>A Sea Shepherd usará seus conhecimentos e experiência, bem como a mídia, para capacitar as pessoas ao redor do mundo para ter de volta seus tubarões &#8211; um animal fundamental para nós, bem como para o meio ambiente, e a economia mundiais.</p>
<p>A Sea Shepherd está oferecendo sua ajuda aos países ao redor do mundo para fazer cumprir as leis internacionais e locais, acabar com a caça impiedosa, proteger com patrulha marítima os santuário sob ataque, implementar defesas com altas tecnologias, e capacitar moradores locais através da formação e da disponibilização de recursos para enfrentar esta batalha. A Sea Shepherd também vai travar uma guerra de opinião pública, mudando tudo o que sabemos sobre este animal mais desprezado.</p>
<p>A primeira parada será no Pacífico Sul, onde a equipe se dirigirá em junho.</p>
<p>&#8220;Nós temos todas as leis que precisamos para proteger os tubarões. Agora vamos aproveitar os nossos recursos e conhecimentos para ajudar os países ao redor do globo a aplicá-las. Usando Galápagos como um modelo, vamos viajar para onde somos necessários &#8211; fazer cumprir as leis locais, enquanto desenvolvemos estratégias e locais de treinamento para defender seus tubarões, alimentando os esforços mundiais de execução&#8221;, disse Julie Andersen, diretora da campanha pelos tubarões.</p>
<p>Assine a petição pública pela libertação do Capitão Paul Watson (em inglês): <a href="http://www.thepetitionsite.com/663/009/291/release-paul-watson/">http://www.thepetitionsite.com/663/009/291/release-paul-watson/</a></p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>O caso do assassinato em massa nas Ilhas Faroé</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/o-caso-do-assassinato-em-massa-nas-ilhas-faroe/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário pelo Capitão Paul Watson
Os habitantes das Ilhas Faroé chamam a sua carnificina de baleias piloto de grindadráp. Como ex-aluno de linguística, acho isso muito esclarecedor. Grindehval significa baleia piloto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comentário pelo Capitão Paul Watson</strong></p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/o-caso-do-assassinato-em-massa-nas-ilhas-faroe/editorial_120510_1_1_ph_img_1540/" rel="attachment wp-att-5569"><img class="alignright size-full wp-image-5569" title="editorial_120510_1_1_PH_IMG_1540" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/editorial_120510_1_1_PH_IMG_1540.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a>Os habitantes das Ilhas Faroé chamam a sua carnificina de baleias piloto de <em>grindadráp</em>. Como ex-aluno de linguística, acho isso muito esclarecedor. <em>Grindehval</em> significa baleia piloto nas ilhas Faroé. Em sueco, é <em>grindval</em>; em norueguês, <em>grindhval</em>; dinamarquês, <em>grindehval</em>; islandês, <em>grindhvalur</em>. Em faroense, a palavra fica reduzida a <em>grind</em>, que ainda significa baleias piloto. É a palavra <em>dráp</em> que me chamou a atenção.</p>
<p>A palavra nórdica <em>drap</em> significa, literalmente, assassinato. Em sueco, <em>dråp</em> significa assassinato; em norueguês, <em>drap</em> significa assassinato; em dinamarquês, <em>drab</em> significa assassinato; em islandês, <em>dráp</em> significa assassinato humano; em faroense,<em> dráp</em> também significa assassinato. <em>Drap</em> é o termo legal para assassinato em todos os países nórdicos. Em um esforço para contornar isso, alguns faroenses estão argumentando que a palavra para assassinato é <em>mord</em>. Esse não é um termo nórdico, mas, na verdade, uma palavra emprestada da língua alemã, na qual assassinato é <em>mord</em>. Os faroenses usam-na como <em>morð</em>.</p>
<p>É verdade que a palavra <em>mord</em> está em uso, mas, no entanto, o termo legal para assassinato permanece como <em>drap</em>. A exceção é na Suécia, onde <em>mord</em> foi adotada como designação oficial para assassinato, embora <em>dråp</em> seja o termo apropriado em todos os livros antigos de Direito no país. A palavra <em>dråp</em> é, ainda, a expressão legal para homicídio culposo na Suécia.</p>
<p>Na Islândia e nas Ilhas Faroé, <em>manndráp</em> é a palavra legal para o assassinato de uma pessoa ou homicídio. Para o assassinato de uma criança, diz-se <em>barnadråp</em>. Assim, na linguística, <em>grindadráp</em> significa, literalmente, o assassinato de baleias piloto. <em>Hópdráp</em> é genocídio, <em>oyðdráp</em> é extinção e assim por diante.</p>
<p>Sob o meu ponto de vista, esta é uma descrição exata, pois acredito que a matança deliberada de baleias e golfinhos é um ato de assassinato. Golfinhos e baleias são altamente inteligentes, socialmente complexos, seres cientes de si mesmos e sencientes, então não posso aceitar qualquer justificativa para sua matança e, sendo assim, eu a vejo como homicídio.</p>
<p>Devemos lembrar que, há pouco mais de um século, a matança deliberada de um aborígine, na Austrália, não era vista como assassinato, nem de um índio americano ou um escravo afro-americano. A definição de assassinato não é estática. Se uma forma de vida inteligente caísse sobre a Terra e um humano deliberadamente matasse esse visitante, eu acho que seria considerado um assassinato pela maioria das pessoas inteligentes.</p>
<p>Nós estamos descobrindo que baleias, golfinhos, chimpanzés, bonobos e até mesmo elefantes têm cérebros muito bem desenvolvidos. Eles são seres altamente sociais, autoconscientes e acredito que precisam ser protegidos. Empatia e lógica nos ordenam dar a esses seres vivos o reconhecimento perante a lei. Linguisticamente, os faroenses já reconhecem a matança de baleias piloto como assassinato, mas a empatia e a lógica não se enquadraram no idioma.</p>
<p>O fato é que a matança de baleias não é para subsistência, nem mesmo uma necessidade nutricional das Ilhas Faroé. Na verdade, a carne da baleia piloto é tóxica, com metilmercúrio e outros metais pesados, como chumbo, bifenilos policlorados e outros. Se tradição e cultura devem ser aceitos como justificativa para o assassinato de baleias, então os habitantes das Ilhas Salomão poderiam argumentar que sua tradição de decapitar membros de outras tribos é também justificada.</p>
<p>Será uma longa e difícil luta convencer os faroenses a verem as baleias piloto como dignas de compaixão e justiça sob a lei, mas todas as lutas importantes por direitos e reconhecimento perante a lei tendem a ser longas e duras. A chave para o sucesso é a persistência, e uma incansável, determinada e firme busca do objetivo de acabar com a matança das baleias piloto nas águas ensanguentadas das Ilhas Faroé.</p>
<p><em>Traduzido por Maiza Garcia, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Não permita que a extinção seja o destino do Golfinho Maui</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/nao-permita-que-a-extincao-seja-o-destino-do-golfinho-maui/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Proteger o Golfinho Maui da extinção na Nova Zelândia é uma preocupação permanente para muitos acadêmicos e ativistas há mais de uma década.
Nos últimos meses, quase 8.500 submissões foram feitas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_5594" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://seashepherd.org.br/nao-permita-que-a-extincao-seja-o-destino-do-golfinho-maui/news_120509_1_1_hectors_single_jump3/" rel="attachment wp-att-5594"><img class="size-full wp-image-5594" title="news_120509_1_1_Hectors_single_jump[3]" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/news_120509_1_1_Hectors_single_jump3.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Will Rayment</p></div>Proteger o Golfinho Maui da extinção na Nova Zelândia é uma preocupação permanente para muitos acadêmicos e ativistas há mais de uma década.</p>
<p>Nos últimos meses, quase 8.500 submissões foram feitas e 65.000 assinaturas recolhidas na petição da Nova Zelândia e em todo mundo, através dos websites NABU International e Avaaz. Estas petições e assinaturas foram apresentadas ao governo da Nova Zelândia em 2 de maio, cinco dias após a morte de um outro Golfinho Maui.</p>
<p>Departamentos intergovernamentais vão se reunir a portas fechadas para a criação de um Plano de Gerenciamento de Ameaça. Este plano decidirá o destino do Golfinho Maui, que está a beira da extinção. Mesmo que as 2007 medidas forem insuficientes, há esperança de que nesse sentido prevalecerá o foco para salvar as espécies envolvidas e aumentar a proibição de rede. Após essa reunião, haverá outra fase de apresentação pública, onde o Golfinho Maui contará com os esforços de todos os ativistas e amantes de animais para contribuir e lembrar ao governo da Nova Zelândia o dever de proteger uma parte da vida selvagem. Vamos avisá-los o mais rápido que pudermos das petições.</p>
<p>Nesta fase, as negociações continuarão até novembro de 2012, quando o governo da Nova Zelândia lançará seu Plano de Gestão, que irá decidir o destino do Golfinho Maui. Tome medidas hoje, enviando e-mail para os principais membros do governo central.</p>
<p>Primeiro Ministro John Key: j.key@ministers.govt.nz<br />
Ministra da Conservação, Kate Wilkinson: kate.wilkinson@parliament.govt.nz<br />
Primeiro Ministro das Indústrias, David Carter: david.carter@parliament.govt.nz</p>
<p>Ou talvez escreva para: Peter Bodeker, do Conselho Industrial de Pescados da Nova Zelândia, que pensa que a proibição é &#8220;flagelação ritual da indústria da pesca&#8221;: peter.bodeker@seafood.co.nz</p>
<p>Obrigado pela sua preocupação e esperamos sinceramente sua ação.</p>
<p>Saiba mais clicando aqui: <a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-pede-protecao-imediata-aos-golfinhos-ameacados-na-nova-zelandia/">http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-pede-protecao-imediata-aos-golfinhos-ameacados-na-nova-zelandia/</a></p>
<p><em>Traduzido por Ana Dias, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Takk Heri Joensen: Viking x Viking sobre o Grind</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/takk-heri-joensen-viking-x-viking-sobre-o-grind/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário pelo Capitão Paul Watson 
Quero agradecer ao músico de heavy metal Heri Joensen por ter a coragem e a convicção de debater comigo na rede Animal Planet, em 4 de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comentário pelo Capitão Paul Watson</strong><strong> </strong></p>
<p>Quero agradecer ao músico de <em>heavy</em> <em>metal</em> Heri Joensen por ter a coragem e a convicção de debater comigo na rede Animal Planet, em 4 de maio, sobre a controvérsia sobre o massacre de baleias piloto nas ilhas Faroé. O horrível massacre brutal de grupos inteiros de baleias piloto indefesas é tão repugnante para a maioria das pessoas no mundo que nenhum político, cientista, acadêmico das Faroé, nem mesmo nenhum baleeiro, se ofereceu para aparecer num fórum público para defender seu comportamento. Como defender o indefensável? Não há como, e eles sabem disso, por isso não aceitaram. Entretanto, houve um homem que se posicionou a favor das Faroé. Heri Joensen faz parte da banda de <em>heavy</em> <em>metal</em> Tyr, que mescla mitologia nórdica com <em>heavy</em> <em>metal</em>, numa abordagem faroense única à música. Seu grito nórdico sobre as virtudes de semideuses nórdicos provocaram algumas críticas que rotularam o grupo de fascistas e, até mesmo, pró-nazistas, mas eu não vi nenhuma evidência de que eles exaltem essas crenças odiosas.</p>
<p>Não há dúvida, entretanto, que eles promovam o nacionalismo nórdico e suas letras anti-cristãs e violentas acabam colocando-os como objetos do rótulo de extremistas.   Independente disso, foi uma apresentação difícil para Heri Joensen. Ele teve que defender a morte e a crueldade, enquanto eu tive a tarefa bem mais fácil de promover a vida e a compaixão. Pelo menos ele tentou, o que é mais do que pode ser dito dos representantes políticos do seu país. Sua tarefa foi ainda mais difícil porque ele teve que argumentar a favor da posição de que a matança das baleias era humana, quando vídeo e imagens encharcadas de sangue mostravam claramente que o massacre está longe de ser humano. É como argumentar que a cor da neve é verde no meio de uma tempestade de neve.   O argumento de Heri foi o de que existem baleias piloto suficientes e que as baleias são mortas instantaneamente, que isso não seria diferente de um matadouro na Europa ou na América. Ele tinha se vangloriado, a caminho do debate, que ele iria me martelar com fatos e com a verdade. Entretanto, ao invés do impressionante martelo Mjölnir de Thor, o Heri puxou uma pequena esferográfica para bater no escudo dos meus argumentos. Ele não apresentou sequer uma só evidência para apoiar as opiniões que ele estava tentando fazer passar por fatos. Disse que haviam 800.000 baleias piloto no Atlântico Norte, de acordo com a Comissão Internacional da Baleia (CIB), a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e diversos órgãos de pesca. Mas a CIB não regulamenta cetáceos pequenos e a UICN apresenta as baleias piloto como sendo de “estado desconhecido”, o que significa que o princípio da precaução deve ser invocado.</p>
<p>Depois que as pessoas foram expostas ao sofrimento agonizante de uma baleia piloto através de uma câmera, o argumento de Heri de que a matança era humana foi o de alguém com uma faca na mão explicando como a baleia é morta em segundos. Não houve evidência visual do modo que isso de fato é feito numa baleia, só houve um homem explicando como o faz. Por Heri ser um membro de uma banda de <em>heavy</em> <em>metal</em> das ilhas Faroé, nos pediram, na realidade, para ignorar os fatos e aceitar os seus “fatos” e a sua palavra enquanto músico de que a caça é sustentável e humana.   A favor de Heri está o fato de que ele nunca matou uma baleia. Ele apenas faz a apologia dos matadores, mas ele mesmo não é um deles. Isso torna relativamente fácil para o Heri defender algo do que ele não é, realmente, culpado, pois ele não sofre a necessidade psicológica de justificar o que fez. É parecido com os soldados que se vangloriam de qualquer guerra, quando foram os que sentaram atrás de uma mesa e nunca mataram ninguém, enquanto a maioria dos soldados combatentes geralmente não se gabam de suas mortes.   Heri sente que pode ser o seu dever patriótico defender o <em>Grind</em>, pois é uma tradição faroense, mas eu não sinto nenhuma necessidade, nem nunca senti vontade, de defender o massacre das focas no Canadá, só porque alguns poucos canadenses mataram focas por algumas centenas de anos.</p>
<p>O massacre de focas bebê no Canadá, por parte de meus compatriotas canadenses, é tão duramente brutal como o massacre impiedoso das baleias piloto. De fato, a maioria dos canadenses se opõe a isso.   A maioria dos faroenses pode muito bem apoiar o massacre de baleias piloto, mas há pessoas nas Faroé começando a questionar e a se opor às matanças. São sementes de descontentamento que precisamos nutrir.   Heri admitiu, no debate, que algumas baleias são mortas de modo desumano. Ele admitiu que a matança das baleias não era uma necessidade e que os mesmos alimentos que estão disponíveis para o público em geral na Europa, estão disponíveis nas Faroé. Ele também admitiu que a contaminação por mercúrio nas baleias era uma preocupação séria. Acho que o Heri é sincero nas suas crenças e opiniões, mas isso não o torna certo. Como eu também não estarei certo em minhas opiniões ou crenças só por ser sincero. É por isso que fomos às Faroé e colocamos em ação a arma mais poderosa já inventada: a câmera!</p>
<p>O objetivo de nossa campanha não era ir para as Faroé e, fisicamente, acabar com o massacre para sempre com uma só campanha. Sabíamos das dificuldades de uma estratégia assim. Mas acabou que nem uma única baleia foi morta enquanto a Sea Shepherd estava lá. Nossa principal estratégia foi levar esse massacre obsceno dessas lindas e inteligentes criaturas com sentimentos para a atenção do mundo. E fizemos exatamente isso, atingindo milhões de pessoas com imagens, com a controvérsia e com o conflito. Fazendo isso, atiçamos os fogos da desaprovação e, para milhões de pessoas que nem sabiam da existência das ilhas Faroé, a imagem de sangue, a dor, e a orgia do massacre cruel está, agora, indelevelmente estampada em suas memórias.  Heri continuou repetindo a mesma coisa novamente, que a matança das baleias piloto não era diferente de um matadouro onde vacas, galinhas e porcos eram mortos.</p>
<p>É claro que há diferenças, mas porque isso é relevante ao debater com uma organização que abraça o vegetarianismo e o veganismo é algo que deixa perplexo. A Sea Shepherd Conservation Society é especialmente crítica das fazendas dinamarquesas onde as galeotas (peixe do gênero <em>Hyperoplus</em>), alimento principal dos <em>puffins</em> do Atlântico Norte (espécie de pinguim) são dadas como ração a galinhas de abatedouro. A Sea Shepherd entenderia a preocupação de Heri com os matadouros se ele realmente se importasse, mas Heri come galinhas, carne e porco do supermercado. A Sea Shepherd, não.   Heri afirma que a morte de uma baleia piloto é legal e que isso, tecnicamente, está correto. A posição da Sea Shepherd, entretanto, é a de que a Dinamarca, membro da União Europeia, não deveria fornecer enormes subsídios às Faroé, a menos que as Faroé seguissem os regulamentos europeus que consideram a matança de baleias ilegal. Os faroenses deveriam ter que escolher entre seus subsídios e a comida disponível no supermercado, ou seu massacre bárbaro.</p>
<p>Finalmente, Heri comparou a Sea Shepherd à indústria do tabaco de um modo que dispensa explicação, especialmente quando a Sea Shepherd age em defesa da vida, enquanto Heri promove o sofrimento e a morte. Heri continua insistindo que eu faço o que faço só pelo dinheiro, mas ele não fez a pesquisa dele bem, pois eu não tiro dinheiro das doações. Eu ganho minha renda como escritor, palestrante, e com filmes, do mesmo modo que ele ganha a sua com a música. Nós aceitamos doações, sim, mas nossos livros mostram muito claramente que o dinheiro é gasto para parar exatamente as coisas que o Heri defende.   Ele bem que admitiu que não fez a pesquisa que deveria ter feito quando escreveu sua música <em>Rainbow Warrior</em> sobre mim. Ele falhou em perceber que o <em>Rainbow Warrior</em> é um navio do Greenpeace, e que eu não sou afiliado ao Greenpeace. Sua descrição de mim como alguém que vem da selva de pedra é inverdadeira, pois eu cresci num vilarejo pesqueiro da costa leste, e vivo, atualmente, numa ilha menor do que a dele. Sua tática era a de me desbancar como um urbano alienado, oportunista do mundo natural, onde a matança é a norma. Pode ser a norma no mundo dele, mas não é no meu. Passei minha vida inteira me opondo à crueldade e a destruição da biodiversidade, incluindo a perseguição de caçadores ilegais de elefantes no Parque Tsavo Leste no Quênia, defendendo lobos no Yukon, focas nas banquisas de gelo e baleias no Oceano Austral. De fato, passei mais tempo na natureza selvagem e em lugares remotos e isolados do que o Heri já passou, ou jamais passará.   É fácil fazer pontuações do púlpito do palco como estrela de <em>rock</em> cantando sobre conflitos e tempestades, batalhas e lutas, mas é algo bem diferente lutar com tempestades em confrontos com vigaristas cruéis em alto mar.</p>
<p>Heri vive num mundo de instrumentos musicais, ajudantes de palco, plateias e todas as gratificações de uma estrela de <em>rock</em>. Outra coisa, bastante diferente, é encarar tempestades de verdade e entrar em confronto físico com uma oposição violenta em alto mar. Resumindo, nós, a tripulação dos navios da Sea Shepherd, somos os verdadeiros vikings e o Heri faz o papel de um no palco. Mas ainda há mais uma coisa que o Heri não sabe sobre mim, o fato de que o meu avô Otto Larsen era dinamarquês, e que a família do meu pai veio da Britânia e da Normandia, o que torna minha herança também uma herança viking, mas com uma diferença muito significativa &#8211; eu não preciso matar um ser inteligente, consciente de si, lindo e social para provar, ou para celebrar minha herança. Qualquer homem pode matar uma baleia ou uma foca bebê se escolher ser cruel, em vez de ser gentil e carinhoso, e se escolher negar a empatia e a compaixão para abraçar a crueldade e a morte. O viking moderno deve ser um promotor na natureza e da vida, não um destruidor impiedoso. Sangue e vísceras, morte e destruição é ser um viking muito antiquado, e deveria ter o mesmo destino do estupro e da pilhagem, da escravidão e dos sacrifícios humanos, todos valores tradicionais das comunidades viking dos séculos passados.  Entretanto, apesar disso tudo, Heri Joensen teve, de fato, a coragem de falar para defender suas crenças e eu não posso apontar falta dele nisso, especialmente quando falta aos baleeiros e políticos faroenses a firmeza moral de fazer isso eles mesmos. Se isso é o melhor que os faroenses podem fazer para promover sua causa de matança, eles claramente perderam posição moral elevada.   Não se trata de tradições e valores, ou de cultura e herança. Simplesmente, é uma orgia sanguinolenta, impiedosa, cruel, sem remorso e obscena, de morte e desrespeito pela natureza e pela vida.   O Grind precisa morrer para que as baleias possam viver. É simples.</p>
<p><em>Traduzido por Carlinhos Puig, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Caça às focas canadenses</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário pela voluntária veterana da Sea Shepherd, Shannon Mann 
Por anos, a caça às focas canadenses tem sido uma questão controversa entre grupos ambientais e de proteção animal. O foco desta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comentário pela voluntária veterana da Sea Shepherd, Shannon Mann </strong></p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/caca-as-focas-canadenses/editorial_120507_1_1_march_7th_and_8th_0532/" rel="attachment wp-att-5529"><img class="alignright size-full wp-image-5529" title="editorial_120507_1_1_March_7th_and_8th_053[2]" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/editorial_120507_1_1_March_7th_and_8th_0532.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a>Por anos, a caça às focas canadenses tem sido uma questão controversa entre grupos ambientais e de proteção animal. O foco desta controvérsia provém do fato de que os bebês-foca são espancados até a morte &#8211; alguns são escalpelados vivos &#8211; por suas peles. Eu desafiaria qualquer um que sinta que esta é uma caça humana para que vá e testemunhe o massacre.</p>
<p>Em 2008, ainda a bordo do<em> Farley Mowat</em>, a Sea Shepherd fez isso. Por várias semanas nós seguimos os navios de caça e filmamos homens adultos matando bebês-foca. Não entrarei nos detalhes sangrentos, mas o vídeo que coletamos era literalmente repleto de violações e crueldade. Eu posso apenas imaginar como seria se não houvesse testemunhas nem câmeras.</p>
<p>Após ter revisto a evidência de nossa campanha, o Parlamento Europeu concluiu que a caça era, de fato, um ato desumano, e proibiu a importação de produtos de focas vindos da caça comercial.</p>
<p>Com exceção de sua natureza desumana, a “caça” continua a ser um dreno para os dólares dos contribuintes canadenses. Alguns anos atrás, um artigo publicado no <em>The National Post</em>, um dos principais jornais canadense, expôs a economia da caça. E, mesmo assim (independentemente do que saibam/ concordem ou não), estão substancialmente subsidiando a caça. Após a proibição europeia, os preços das peles cairam drasticamente, o que significa que ainda mais dinheiro do contribuinte foi usado para financiar a chacina de focas.</p>
<p>Recentemente, eu visitei o website do Departamento de Pesca e Oceanos e fiquei chocado com as informações apresentadas ou a falta delas. Eles afirmam que:</p>
<blockquote><p>&#8220;Focas são um recurso natural valioso e a colheita de focas é essencial para a economia das comunidades rurais numerosas do Canadá, em Quebec e no norte.”</p></blockquote>
<p>Nós sabemos que isto não é verdade. Focas não são vegetais para serem &#8220;colhidas&#8221;.</p>
<p>O website ainda diz:</p>
<blockquote><p>O Governo do Canadá (GOC) tem rigorosa regulamentação baseada cientificamente , que são revistas regularmente, para assegurar uma colheita humana.</p></blockquote>
<p>É interessante, já que o Parlamento Europeu julgou tão desumano que proibiu a importação das peles resultantes da caça. Numerosos biólogos e veterinários independentes de todo o mundo viajaram ao gelo para testemunhar a caça e para chegar a mesma conclusão.</p>
<blockquote><p>“A colheita de focas é monitorada de perto e regulada firmemente.”</p></blockquote>
<p>Com nossa experiência, sabemos que isso é simplesmente ridículo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os indivíduos que acreditam que testemunharam uma infração aos Regulamentos dos Mamífero Marinhos devem trazer toda a informação relevante à atenção da indústria da pesca e escritórios locais do Canadá.”</p></blockquote>
<p>Naturalmente, o que não mencionaram é que é ILEGAL testemunhar esta caça sem uma licença. Boa sorte para conseguir, e se conseguir, lhe dirão exatamente aonde ir e quando.</p>
<p>Esta é uma indústria de morte que molda uma sombra embaraçosa na maioria dos canadenses. Vamos salvar as focas e eliminar esta chacina e desperdício sem sentido de dólares do contribuinte.</p>
<p>Você concorda? Assine a petição!<br />
<a href="http://www.thepetitionsite.com/takeaction/636/017/315/">http://www.thepetitionsite.com/takeaction/636/017/315/</a></p>
<p><em>Traduzido por Aline Louali, Diretora de Vídeos e Tradutora Voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Sea Shepherd Brasil desenvolve conscientização ambiental com o Projeto Briza Surf</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz André Albuquerque, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo Rio de Janeiro
Na manhã do último sábado (05/05), o Núcleo Carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Luiz André Albuquerque, Diretor Regional Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil – Núcleo Rio de Janeiro</strong></p>
<p>Na manhã do último sábado (05/05), o Núcleo Carioca do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) participou de um dia de atividades do Projeto Briza Surf, desenvolvido pelo Coletivo Briza, uma ONG sem fins lucrativos, fundada por Charles Alexandre da Silva no ano de 2002, com sede no bairro do Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb1/" rel="attachment wp-att-5512"><img class="aligncenter size-full wp-image-5512" title="issb1" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb1.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>O “Briza”, como é carinhosamente chamado por seus participantes, desenvolve um sensacional trabalho de troca de experiências e inclusão social através do esporte e da arte, por meio de quatro projetos; Briza Surf, Briza Skate, Briza Arte e Briza Corre, tendo recebido no ano de 2009/2010, o Prêmio Nike Esporte pela Mudança Social.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb2/" rel="attachment wp-att-5513"><img class="aligncenter size-full wp-image-5513" title="issb2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb2.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>Segundo, Charles Silva, o “Briza” acolhe não somente os adeptos da prática do esporte, mas busca uma convivência entre os jovens, levando-os a serem formadores de opinião, assumirem responsabilidades, terem disciplina e perspectiva de vida.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb3/" rel="attachment wp-att-5514"><img class="aligncenter size-full wp-image-5514" title="issb3" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb3.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>E diante desta perspectiva, foi com grande satisfação que o Núcleo Carioca do ISSB recebeu o convite para levar ao conhecimento dos participantes e voluntários do Briza Surf, a conscientização ambiental pela preservação dos oceanos, sendo abordados temas como: a pesca predatória, a preservação dos tubarões e o combate à prática do<em> finning</em>, o consumo consciente de pescados e os problemas decorrentes do lixo marinho.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb4/" rel="attachment wp-att-5515"><img class="aligncenter size-full wp-image-5515" title="issb4" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb4.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>Foi uma interessante troca de experiências, onde conseguimos observar que pessoas que não tem o contato com o mar no seu dia-a-dia, tem tanta preocupação na conservação da vida marinha quanto os que dele vivem próximo.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb5/" rel="attachment wp-att-5516"><img class="aligncenter size-full wp-image-5516" title="issb5" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb5.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>Levar o conhecimento básico aos integrantes do projeto, como por exemplo de que “cação é tubarão” e de que a grande parte dos peixes consumidos em feiras no subúrbio está em risco de extinção, obtendo um retorno tão positivo, nos trouxe a certeza de estar plantando sementes no lugar certo.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-brasil-desenvolve-conscientizacao-ambiental-com-o-projeto-briza-surf/issb6/" rel="attachment wp-att-5517"><img class="aligncenter size-full wp-image-5517" title="issb6" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/issb6.jpg" alt="" width="426" height="284" /></a></p>
<p>O Briza Surf é um projeto que visa tornar o esporte acessível a todos, com turmas semestrais, realizando atividades todos às manhãs de sábado, na praia da Barra da Tijuca.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Outro passo para a Justiça Ambiental em Galápagos</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 18:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo Capitão Alex Cornelissen, Diretor da Sea Shepherd Galápagos
Na semana passada, a autoridade judicial nacional do Equador convidou o setor de conservação de Galápagos para participar de uma reunião para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pelo Capitão Alex Cornelissen, Diretor da Sea Shepherd Galápagos</strong></p>
<div id="attachment_5550" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://seashepherd.org.br/outro-passo-para-a-justica-ambiental-em-galapagos/news_120504_2_1_0146818/" rel="attachment wp-att-5550"><img class="size-full wp-image-5550" title="news_120504_2_1_0146818" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/news_120504_2_1_0146818.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eric Cheng</p></div>
<p>Na semana passada, a autoridade judicial nacional do Equador convidou o setor de conservação de Galápagos para participar de uma reunião para analisar a necessidade de se criar um sistema judicial especializado em Galápagos para questões ambientais. Como um dos seus membros e o iniciador da reforma judicial em Galápagos, o assessor jurídico da Sea Shepherd participou da reunião realizada em Quito, capital do Equador.</p>
<p>O tema principal desta reunião foi discutir a criação de um sistema judicial ambiental em Galápagos. Para a Sea Shepherd, era uma oportunidade importante para explicar a necessidade de ter a decisão de um juiz especializado sobre casos ambientais sendo processados nas Ilhas Galápagos.</p>
<p>Desde 2010, a Sea Shepherd Galápagos tem vindo a defender a criação do primeiro poder judiciário do mundo especializado nos direitos da natureza. Com o tempo, esta iniciativa recebeu o apoio de muitos ativistas de conservação. Essa idéia é fortemente apoiada pela Constituição do Equador (a primeira do mundo reconhecendo os direitos da natureza), e também por uma nova lei que prevê a criação de tais sistemas judiciários especializados &#8220;a qualquer momento e em conformidade com a Constituição mandato&#8221;.</p>
<p>Depois de anos de trabalho nas ilhas Galápagos, a Sea Shepherd tem testemunhado apenas como a aplicação da lei pode ser desafiadora em áreas como a Reserva Marinha de Galápagos. Acreditamos que um judiciário especializado será uma grande melhoria quando se trata de enfrentar tais desafios. Acreditamos que o sistema judiciário local, não só poderia ser, mas também deve ser, uma entidade que pode realmente fazer a diferença na aplicação efetiva da legislação ambiental marinha.</p>
<p>Por esta razão, a Sea Shepherd parabeniza a Autoridade Nacional de Justiça, por ter dado um passo tão importante para a resolução de questões ambientais, não só em Galápagos, mas também em outras regiões do país.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>&#8220;Pesquisador&#8221; é visto agredindo leões-marinhos em Astoria, Oregon</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 18:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 3 de maio de 2012, um Guardião da Represa, voluntário da Sea Shepherd, observou um homem que trabalha em torno das armadilhas para os leões-marinhos em Astoria, Oregon. Entendemos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_5544" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://seashepherd.org.br/pesquisador-e-visto-agredindo-leoes-marinhos-em-astoria-oregon/news_120504_1_1_imgp1336_00053/" rel="attachment wp-att-5544"><img class="size-full wp-image-5544 " title="news_120504_1_1_imgp1336_0005[3]" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/05/news_120504_1_1_imgp1336_00053.jpg" alt="" width="260" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Pesquisador&quot; acusado de agredir leões marinhos</p></div>Em 3 de maio de 2012, um Guardião da Represa, voluntário da Sea Shepherd, observou um homem que trabalha em torno das armadilhas para os leões-marinhos em Astoria, Oregon. Entendemos que o seu nome é Matt, e ele pode ser um pesquisador de um centro marinho na Califórnia. &#8220;Matt&#8221; foi visto duas vezes tentando chutar leões marinhos na armadilha. Ele falhou, mas suas ações constituem violações criminais da Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos, e certamente não refletem as ações que seriam de se esperar de alguém que representa um centro de resgate de mamíferos marinhos.</p>
<p>&#8220;Matt&#8221; também tem sido visto empurrando leões-marinhos nas armadilhas, perseguindo leões-marinhos fora das áreas de repouso, e forçando leões-marinhos a entrar em gaiolas. Ele os cutuca com pedaços de madeira, bate nas grades, e chuta placas na frente deles. Os leões-marinhos são perseguidos, com medo, e talvez sejam até mesmo feridos por essas atividades.</p>
<p>Agora, em certo sentido, levantarmos essa queixa poderia ser visto como um absurdo, porque todos nós sabemos que os Estados de Oregon e Washington, em cumplicidade com o Serviço de Pescas Nacional Marinho dos EUA, vai matar alguns destes leões marinhos. No entanto, lei é lei, e o tratamento justo e seguro destes mamíferos marinhos protegidos é esperado. Só porque você está indo matá-los não lhe dá o direito de os agredir.</p>
<p>Matar leões-marinhos por comer peixe é o epítome do absurdo. Mas isso fica ainda mais louco no entanto. Recentemente, ouvi dizer que os Estados querem começar a matar pássaros também. Aves e pinípedes não são a razão do salmão estar em declínio. Os seres humanos são a razão disso, através de nossas barragens, da poluição e, especialmente, do excesso de pesca.</p>
<p>Scott West<br />
Coordenador da campanha Guardiões da Represa</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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