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	<title>Sea Shepherd</title>
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	<description>Organização de defesa e conservação da biodiversidade marinha</description>
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		<title>Sistema de aviso antecipado para baleias: a Sea Shepherd posiciona sistema acústico de aviso para baleias nas Ilhas Feroe</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 07:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Traduzido por Marcelo C. R. Melo, voluntário do ISSB
Durante as últimas semanas, a Sea Shepherd Conservation Society manteve presença no Protetorado Dinamarquês das Ilhas Feroe.
A Sea Shepherd é acompanhada pela Fundação ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Traduzido por Marcelo C. R. Melo, voluntário do ISSB</em></p>
<p>Durante as últimas semanas, a Sea Shepherd Conservation Society manteve presença no Protetorado Dinamarquês das Ilhas Feroe.<a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/bb.jpg" title="bb" rel="lightbox[2130]"><img class="alignright size-full wp-image-2139" title="bb" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/bb.jpg" alt="bb" width="219" height="165" /></a></p>
<p>A Sea Shepherd é acompanhada pela Fundação Brigitte Bardot na nossa oposição à chacina brutal e bárbara de baleias piloto pelos cidadãos das Ilhas Feroe.</p>
<p>É uma chacina ainda mais horrível do que a matança de golfinhos em Taiji, no Japão, e está ocorrendo na Europa, violando a Convenção de Berne, à qual a Dinamarca é signatária.</p>
<p>Do nosso navio, o <em>Golfo Azzurro</em>, a Sea Shepherd e a Fundação Brigitte Bardot vem reunindo evidências sobre a matança de baleias e golfinhos, e posicionando aparelhos acústicos experimentais na água para desviar as baleias piloto para longe da ilha.</p>
<p>Nós mantivemos essa idéia em silêncio até agora, mas hoje a mídia das Ilhas Feroe relatou que um grupo de baleias piloto escapou por causa de sons sendo emitidos sob a água.</p>
<p>Bem, eles nos pegaram. Nós estávamos fazendo exatamente isso. E aparentemente o aparelho funciona, e se ele funciona voltaremos no próximo ano com mais desses aparelhos para distribuir.</p>
<p>Os moradores das Ilhas Feroe matam grupos inteiros de baleias, incluindo as grávidas jovens. Nenhuma baleia sobrevive, uma vez que eles sacam suas longas facas e clavas. Elas morrem em uma orgia agonizante e sangrenta, enquanto pescadores bêbados golpeiam, esfaqueiam, batem e cortam os animais indefesos até sua morte, enchendo a baía de sangue.</p>
<p>Os feroenses o chamam de &#8220;The Grind&#8221; (A Trituração) e dizem que é uma tradição e um presente de Deus. Nós chamamos isso de um esporte sádico e sangrento e um crime, uma violação das regras da Comunidade Européia, da qual as Ilhas Feroe recebem todos os benefícios.</p>
<p>Os aparelhos acústicos podem ser deixados no mar e operam por semanas por baterias. Eles podem ser a chave para salvar as vidas de muitas dessas gentis baleias, mantendo-as longe da recepção cruel e violenta que os feroenses as dariam</p>
<p>A tripulação do <em>Golfo Azzurro</em> não quebrou nenhuma lei, e, portanto, a Marinha dinamarquesa só pode escoltá-los; não pode embarcar ou prendê-los.</p>
<p>Essa campanha está sendo conduzida pela Presidente da Sea Shepherd na França, Lamya Essemlali.</p>
<p>No início deste verão, o agente secreto da Sea Shepherd, Peter Hammarstedt, conseguiu documentar um dos massacres mais cruéis de baleias piloto. Desde então, os feroenses vêm encobrindo os fetos que são arrancados dos ventres das fêmeas para que não possam ser fotografados, indicando que até eles podem estar um pouco envergonhados das suas atividades sádicas.</p>
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		<title>Agente da operação secreta da Sea Shepherd fala à população das Ilhas Faeroe</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Soldera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[O  seguinte texto foi publicado no dia 30 de julho no maior jornal nas Ilhas Faroé, Dimmalaetting. É uma carta do agente secreto da Sea Shepherd Peter Hammarstedt escrita para o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O </em><em> seguinte </em><em>texto foi publicado no dia 30 de julho no maior jornal nas Ilhas Faroé, Dimmalaetting. É uma carta do agente secreto da Sea Shepherd Peter Hammarstedt escrita para o povo das ilhas Faroé.</em></p>
<div id="attachment_2117" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled2.jpg" title="Untitled" rel="lightbox[2082]"><img class="size-full wp-image-2117 " title="Untitled" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled2.jpg" alt="Untitled" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Peter Hammarstead ajuda baleias piloto encalhadas na Austrália em 2009.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>À população das Ilhas Faeroe:</p>
<p>Faz uma semana que eu estive em Klaksvik, e desde então eu li que outra matança de baleias aconteceu em Torshavn. Não estou surpreso, pois sei que mudanças levam tempo. Nunca esperei que a matança acabasse do dia para a noite porque tirei algumas fotografias. Mas ainda me sinto otimista, pois sei que se observarmos a história, sei que um dia a matança chegará ao fim.</p>
<p>A atividade baleeira ajudou a construir a Austrália. A costa da ilha da Tasmânia está entulhada de antigas estações baleeiras. Uma única estação baleeira em Queensland, na costa nordeste do país, matou 6.277 baleias Jubarte  em uma única década em meados do século 20. Nos anos 50 e 60, uma empresa baleeira no leste da Austrália matava uma média de 1.000 baleias Cachalote e Jubarte por ano.</p>
<p>Mas, em 20 de novembro de 1978, a última baleia foi morta na Austrália. Um crescente movimento de ambientalistas australianos, liderado em parte pela filha do então Primeiro-Ministro Malcom Fraser, convenceu Fraser a acabar definitivamente com a caça às baleias e agir da maneira que ele &#8220;já sabia que era o certo&#8221;. Apenas 30 anos depois, a Austrália é um dos maiores opositoresà atividade baleeira na Comissão Baleeira Internacional, e recentemente anunciou suas intenções de denunciar a atividade baleeira japonesa na Antártica ao Tribunal Internacional de Justiça, na cidade holandesa de Haia, por suas atividades baleeiras ilegais. Tradições às vezes mudam, porque às vezes uma mudança na consciência humana demanda que isso aconteça.</p>
<p>Assistir ao resultado da matança em Klaksvik não foi meu primeiro contato de perto com baleias piloto encalhadas. Há aproximadamente um ano, participei de um mutirão de resgate na Austrália, quando 174 baleias piloto encalharam numa ilha isolada. Das 54 baleias que estavam encalhadas vivas, 53 foram reintroduzidas ao mar por voluntários da Sea Shepherd, moradores da ilha e uma equipe de ambientalistas de uma coalizão de agências do governo. O tempo piorou e atrasou nossas tentativas de salvar a última baleia. Por quase 3 dias, nós sentamos ao seu lado, cobrindo-a de mantas molhadas para protegê-la do sol. Nós derramávamos baldes de água nela enquanto monitorávamos sua respiração.</p>
<p>Quando o vento diminuiu, colocamos um cinturão nela e a rebocamos para o mar com a ajuda de dois <em>jetskis</em>. A 100 metros da costa, ela começou a se afastar do reboque e, por helicóptero, pudemos ver que ela foi diretamente ao encontro de seu grupo. Eles haviam passado três dias esperando por ela apenas a meia milha da costa. Desde então, nunca mais duvidei da complexidade de seus grupos sociais, e algumas vezes penso que cetáceos são mais capazes de demonstrar empatia e compaixão do que nós, humanos.</p>
<p>Impressionou-me o fato de que para salvar a vida de uma baleia, o governo australiano se dispôs a investir em uma equipe de 10 cientistas e experts em vida selvagem para salvar apenas uma baleia quando, trinta anos atrás, baleias tinham mais valor mortas do que vivas. Foi nessa história que estava pensando quando recebi um e-mail anônimo de um nativo de Faeroe. Essa pessoa me disse que quase no mesmo momento em que eu estava na Austrália, uma orca havia encalhado no porto de Klaksvik. Moradores locais correram para lá, mas desta vez deixaram os equipamentos de matança em casa. Um tremendo esforço foi feito para reintroduzir a orca ao mar e, não fosse por sua saúde já deteriorada, ela teria sobrevivido. Tenho razões para sentir-me confiante de que a matança terá fim um dia.</p>
<p>Cultura e tradição são importantes, mas como disse Mahatma Gandhi uma vez: “A grandiosidade de uma nação e seu progresso moral pode ser julgada pela forma pela com seus animais são tratados”. As baleias piloto ajudaram na sobrevivência da população de Faeroe por anos, mas agora, quando as ilhas Faeroe têm um dos melhores padrões de vida do mundo, a matança não é mais necessária à subsistência. Assim como a Austrália, Faeroe está numa posição em que pode escolher entre a observação de baleias e a caça de baleias, escolher a compaixão ao invés do assassinato. Às vezes nós agimos com pouca reflexão porque somos criaturas de hábitos. Eu honestamente acredito que um dia a população de Faeroe irá escolher por acabar com a matança, não porque eu penso que deveria, mas sim porque é “o certo”- não apenas pela crueldade envolvida na matança ou o efeito no meio ambiente, mas também pelos metais pesados encontrados na carne das baleias.</p>
<p>Como um conservacionista e amante do mar, eu estive em todos os 7 continentes, e perdi a conta de quantos países visitei, e tenho que dizer que nunca estive em um lugar mais bonito que as Ilhas Faeroe. Então, me machuca o fato de que não posso mencionar um dos melhores pontos secretos de turismo sem ressaltar que todo verão as águas em torno dessas lindas ilhas tornam-se vermelhas de sangue. Anseio pelo dia em que as ilhas Faeroe não serão conhecidas apenas pela cruel matança de baleias, mas pelas músicas que não saem da cabeça de Annika Hoydal, a belíssima poesia de Roi Patursson, os dramáticos fiordes e lugares como Gjogv e o inofensivo povo  faroês.</p>
<p>Respeitosamente,</p>
<p><strong>Peter Hammarstedt</strong><br />
Primeiro Oficial do navio <em>Bob Barker</em><br />
Sea Shepherd Conservation Society</p>
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		<title>Diretor de &#8220;The Cove&#8221; considera &#8220;tragédia&#8221; pesca de golfinhos no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

MAURÍCIO KANNO
DE SÃO PAULO



O norte-americano Louie Psihoyos, diretor do filme ganhador do Oscar &#8220;The Cove&#8221;, considera a pesca de golfinhos no Brasil uma &#8220;tragédia de grandes proporções&#8221;.
Filme &#8220;The Cove&#8221; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"> </span></p>
<div id="articleBy" style="margin: 0px; font: 12px/17px Verdana,Helvetica,sans-serif;">
<p style="margin: 0px;"><strong>MAURÍCIO KANNO</strong><br />
DE SÃO PAULO</p>
<p style="margin: 0px;">
<p style="margin: 0px;">
<div id="attachment_2114" class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-24.jpg" title="Untitled (24)" rel="lightbox[2111]"><img class="size-full wp-image-2114 " title="Untitled (24)" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-24.jpg" alt="Sea Shepherd Brasil busca Condenação dos Culpados pelo Massacre de 83 Golfinhos em Macapá (AP)" width="201" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Sea Shepherd Brasil busca Condenação dos Culpados pelo Massacre de 83 Golfinhos em Macapá (AP)</p></div>
</div>
<p>O norte-americano Louie Psihoyos, diretor do filme ganhador do Oscar &#8220;The Cove&#8221;, considera a pesca de golfinhos no Brasil uma &#8220;tragédia de grandes proporções&#8221;.</p>
<p><a style="text-decoration: underline ! important; color: #000066;" href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780709-filme-the-cove-tem-1-exibicao-autorizada-no-brasil.shtml">Filme &#8220;The Cove&#8221; tem 1ª exibição autorizada no Brasil</a></p>
<p>O documentário denuncia o massacre de golfinhos em Taiji, cidade costeira do Japão. Mas o Brasil também tem experiências do gênero. O caso mais recente revelado no país é a matança de 83 desses animais no Amapá em 2007, denunciado pela ONG Instituto Sea Shepherd Brasil.</p>
<table style="width: 300px; margin: 0px 20px 10px 0px; float: left; border-collapse: collapse;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 10px/13px arial,helvetica,sans-serif; text-align: right;">Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><img style="display: block; border-style: none; background-color: #cccccc; margin: 0px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/10224285.jpeg" border="0" alt="Diretor do filme &quot;The Cove&quot;, que denuncia matança de golfinhos no Japão, se alarma com pesca ilegal deles no Brasil" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 11px/16px arial,helvetica,sans-serif; border-bottom: 3px solid #009900; border-color: #009900;">Diretor do filme &#8220;The Cove&#8221;, que denuncia matança de golfinhos no Japão, se alarma com pesca ilegal deles no Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Os animais foram repassados a um navio de pesca em alto mar para ser usados como isca de tubarão, como admitiu o dono das embarcações em audiência em abril, afirma Cristiano Pacheco, diretor jurídico do instituto. &#8220;Conseguimos, por ordem judicial, apreender as duas embarcações do réu.&#8221;</span></p>
<p>Além desse caso, o ambientalista José Truda Palazzo, membro do Centro de Conservação Cetácea e representante do Brasil na Comissão Internacional da Baleia até 2009, cita &#8220;matanças de tucuxis [botos-cinzas] na costa norte, botos-vermelhos na Amazônia e o desaparecimento iminente da toninha no Sul do país&#8221;.</p>
<p>O diretor Psihoyos ironiza: &#8220;Dois anos atrás, golfinhos de água doce da China foram declarados extintos, e o Brasil pode ter a honra de assistir a outra extinção de espécies&#8221;.</p>
<p>Ocorre que, apesar de o Brasil ter uma &#8220;legislação de vanguarda&#8221; na proteção aos golfinhos, há uma &#8220;absoluta falta de fiscalização&#8221;, afirma o ex-comissário Palazzo. A Lei Federal de Cetáceos (7.643/97) proíbe tanto a captura como a perturbação deles &#8212; o que inclui baleias e golfinhos.</p>
<p>O diretor considera que o Brasil, onde &#8220;já esteve várias vezes&#8221;, é &#8220;um dos mais bonitos e complexos ecossistemas do mundo&#8221;, mas &#8220;corre o risco de se tornar uma gigantesca fazenda corporativa&#8221;.</p>
<p><strong>SEM FILME NO BRASIL</strong></p>
<table style="width: 300px; margin: 0px 0px 20px 10px; float: right; border-collapse: collapse;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 10px/13px arial,helvetica,sans-serif; text-align: right;">Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><img style="display: block; border-style: none; background-color: #cccccc; margin: 0px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/10156178.jpeg" border="0" alt="Imagem do filme &quot;The Cove - A Baía da Vergonha&quot;; que estreou no Japão em julho, ainda fora do circuito brasileiro" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 11px/16px arial,helvetica,sans-serif; border-bottom: 3px solid #009900; border-color: #009900;">Imagem do filme &#8220;The Cove &#8211; A Baía da Vergonha&#8221;; que estreou no Japão em julho, ainda fora do circuito brasileiro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">O filme &#8220;The Cove&#8221; ainda não estreou em cinemas do Brasil ou América Latina, nem apareceu em festivais da região, apesar de a primeira exibição do filme em festival ter acontecido em abril de 2009 nos Estados Unidos. A obra também passou por Turquia e Eslovênia e estreou nos cinemas do Japão, em julho último, apesar da resistência de conservadores.</span></p>
<p>&#8220;Suponho que nenhum distribuidor no Brasil considere que este filme, que ganhou mais de 75 prêmios pelo mundo, seja de interesse para seu país&#8221;, declara Louie Psihoyos. &#8220;Não fomos convidados por nenhum festival de cinema aprovado por nosso distribuidor. Mas adoraríamos exibir o filme aí. Seria um lugar perfeito!&#8221;.</p>
<p>Carl Clifton, diretor da distribuidora do filme, The Works Internacional, aponta apenas que &#8220;documentários, com raras exceções, tendem a enfrentar dificuldades para vender ou se estabelecer na região&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;EMBAIXADORES&#8221;</strong></p>
<p>O diretor de &#8220;The Cove&#8221; nutre uma admiração especial pelos golfinhos. &#8220;Eles têm cérebros bem maiores que os nossos&#8221;, lembra Psihoyos. São também &#8220;os únicos animais selvagens conhecidos que resgatam humanos&#8221;.</p>
<p>Mas o ex-comissário Palazzo afirma que &#8220;os cetáceos acabam sendo os &#8216;embaixadores&#8217; do mar para que possamos perceber os problemas de conservação marinha como um todo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando se fala em direito à vida&#8221;, não faz sentido excluir alguns por não serem por não serem &#8216;fofos&#8217;&#8221;, argumenta Cristiano Pacheco. &#8220;A tendência é que aos poucos, vencendo paradigmas culturais e educacionais de nosso século, cada ser vivo passe a ser visto por seu valor em si, e não apenas para o ecossistema em que vivem.&#8221;</p>
<p>O próprio cineasta Psihoyos afirma não comer &#8220;animais que andam&#8221; há décadas. &#8220;Queremos começar um movimento para salvar o mundo natural da destruição humana&#8221;, diz ele.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780745-diretor-de-the-cove-considera-tragedia-pesca-de-golfinhos-no-brasil.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780745-diretor-de-the-cove-considera-tragedia-pesca-de-golfinhos-no-brasil.shtml</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Morte nas Ilhas Ferozes: Sea Shepherd sob escolta da marinha Dinamarquesa</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/morte-nas-ilhas-ferozes-sea-shepherd-sob-escolta-da-marinha-dinamarquesa/</link>
		<comments>http://seashepherd.org.br/morte-nas-ilhas-ferozes-sea-shepherd-sob-escolta-da-marinha-dinamarquesa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 20:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Soldera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Traduzido por Tomaz Horn, voluntário do ISSB
O que pode ser mais horrível do que o assassinato sem sentido e cruel de lindos e inteligentes golfinhos em Taiji, Japão?
O filme The ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Traduzido por Tomaz Horn, voluntário do ISSB</em></p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/danish.jpg" title="danish" rel="lightbox[2095]"><img class="alignleft size-full wp-image-2107" title="danish" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/danish.jpg" alt="danish" width="299" height="109" /></a>O que pode ser mais horrível do que o assassinato sem sentido e cruel de lindos e inteligentes golfinhos em Taiji, Japão?</p>
<p>O filme <em>The Cove</em>, vencedor do prêmio da academia, trouxe a atenção internacional para a sangrenta carnificina de golfinhos, gritando em piscinas de seu próprio sangue enquanto os japoneses os fincavam com lanças nas profundezas da enseada.</p>
<p>O que pode ser mais obscenamente monstruoso do que o lamentável grito de golfinhos assassinados sem pena por dinheiro?</p>
<p>Há algo ainda pior, muito mais<img class="alignright size-full wp-image-2097" title="news_100818_1_5_Death_in_the_Ferocious_Isles_Sea_Shepherd_under_Escort_001_3128" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/news_100818_1_5_Death_in_the_Ferocious_Isles_Sea_Shepherd_under_Escort_001_3128.jpg" alt="news_100818_1_5_Death_in_the_Ferocious_Isles_Sea_Shepherd_under_Escort_001_3128" width="200" height="141" /> cruel e desperdiçador, e acontece na Europa.</p>
<p>O navio secreto da Sea Shepherd Conservation Society, o <em>Golfo Azzurro</em>, está no momento sendo escoltado pela marinha Dinamarquesa depois de um mês de operações secretas de fiscalização no Protetorado Dinamarquês das Ilhas Feroe.</p>
<p>É nessas ilhas, entre a Escócia e a Islândia, que o assassinato de populações inteiras de baleias pilotos acontece. Não por lucro, mas por que é considerado pelos nativos das ilhas divertido matá-las.</p>
<p>Eles comem um pouco da carne, mas ela é tão contaminada com mercúrio que as crianças das ilhas têm níveis de mercúrio em seu corpo mais altos que qualquer outra pessoa no planeta. Mas a grande maioria das baleias são mortas e despejadas no oceano, e a Sea Shepherd foi capaz de assegurar evidencias deste desperdício.</p>
<p>As imagens são um verdadeiro pesadelo, com fetos sendo tirados dos corpos de suas mães, corpos mutilados com clavas, facas e lanças enquanto os nativos levam as indefesas baleias para as praias rochosas e matam todas, exterminando populações inteiras.</p>
<div id="attachment_2099" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-2099" title="news_100818_1_4_Death_in_the_Ferocious_Isles_Sea_Shepherd_under_Escort_001_5909" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/news_100818_1_4_Death_in_the_Ferocious_Isles_Sea_Shepherd_under_Escort_001_5909.jpg" alt="Policiais dinamarqueses no Golfo Azurro" width="220" height="188" /><p class="wp-caption-text">Policiais dinamarqueses no Golfo Azurro</p></div>
<p>Em Taiji, experientes pescadores fazem a matança, mas em Feroe, até as crianças são encorajadas por adultos para fincarem e cortarem as baleias até a morte; muitos desses homens estão bêbados e rindo, no que eles consideram ser uma tradicional festa de assassinatos.</p>
<p>A matança é uma violação da Convenção de Berne da qual a Dinamarca é uma signatária, mas a Dinamarca reivindica que os habitantes de Feroe não estão sujeitos à lei como um protetorado apesar de receberem todos os benefícios da União Européia.</p>
<p>A Sea Shepherd, em uma parceria com a Fundação Brigitte Bardot, trabalhou mais cedo esse ano com uma operação secreta em solo e continua a trabalhar no mar a bordo do Golfo Azzurro para expor a matança e investigar maneiras de defender as baleias piloto dos viciosos e letais assaltos pelos nativos das ilhas Feroe.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2100" title="news_100818_1_2_Death-in-the-Ferocious-Isles-helicopter-7634" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/news_100818_1_2_Death-in-the-Ferocious-Isles-helicopter-7634.jpg" alt="news_100818_1_2_Death-in-the-Ferocious-Isles-helicopter-7634" width="200" height="90" />Nesta terça-feira, 17, o abrigo do Golfo Azzurro foi comprometido, e o navio foi embarcado e vasculhado pela policia. A embarcação foi liberada, pois nenhuma lei foi quebrada, e está agora sendo escoltada pela marinha Dinamarquesa.</p>
<p>Os membros da tripulação da Sea Shepherd continuam a sua patrulha, mas dessa vez sob os olhos e armas da marinha Dinamarquesa.</p>
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		<title>Brigitte Bardot apela à Dinamarca contra massacre de golfinhos nas ilhas Faroe</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 16:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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A ativista dos direitos dos animais  Brigitte Bardot e o grupo de defesa da vida marinha Sea Shepherd apelaram, esta quinta-feira (19), à soberania da Dinamarca para suspender o massacre ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Verdana,Helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: left;"></p>
<div id="txt" style="padding: 0px; margin: 0px; font-size: 14px; line-height: 18px;">
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">A ativista dos direitos dos animais  Brigitte Bardot e o grupo de defesa da vida marinha Sea Shepherd apelaram, esta quinta-feira (19), à soberania da Dinamarca para suspender o massacre anual de golfinhos nas Ilhas Faroe, território autônomo dinamarquês no Atlântico Norte.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">Segundo os ambientalistas, centenas de baleias-piloto, que apesar do nome são da família dos golfinhos, são perseguidas até a praia, onde são mortas a golpes de faca até a morte em um sangrento ritual de verão.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">“Este espetáculo macabro é uma vergonha para a Dinamarca e as Ilhas Faroe”, disseram em carta destinada à rainha Margrethe II.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">“Não é só uma caçada, mas um abate em massa”, de acordo com uma versão em francês do texto, que condenou uma “tradição antiquada que não tem aceitação justificável no mundo de hoje”.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">Christophe Marie, da Fundação Brigitte Bardot, que defende os direitos dos animais, disse que os ativistas têm monitorado há três semanas a matança de golfinhos – um evento que remonta há milhares de anos – a bordo de um navio.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">“A matança de golfinhos foi originalmente concebida para dar alimento às pessoas”, explicou Marie à AFP, por telefone.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">“Mas este não é mais o caso. Ontem, nós encontramos um cemitério de baleias-piloto nas águas de um fiorde. Eram todas carcaças e foram, simplesmente, descartadas”, acrescentou.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">A Fundação Bardot e a Sea Shepherd acusaram a Dinamarca.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">Mesmo que o país escandinavo sustente que o arquipélago das Faroe, situado entre a Escócia e a Islândia, é um território autônomo, sua Marinha ainda controla a zona de pesca das ilhas e protege os barcos que conduzem os golfinhos para a costa, afirmaram.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">Em Torshavn, a principal cidade das Faroe, Kate Sanderson, oficial do Ministério das Relações Exteriores, especializada em cetáceos e educada na Austrália, disse que a descrição na carta era “infundada” e não continha “nada novo”.</p>
<p style="padding: 5px 0px; margin: 0px 0px 15px;">“É uma caçada, como qualquer outra caçada; é selvagem e pode parecer desumana. Mas as pessoas que protestam contra o fato de que estes mamíferos estão sendo mortos com facas nunca estiveram em um abatedouro”, alfinetou Sanderson.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><em style="padding: 0px; margin: 0px;"><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Fonte:<span> </span><a style="padding: 0px; margin: 0px; color: #417d82; font-size: inherit; text-decoration: none;" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4632587-EI294,00-Brigitte+Bardot+apela+a+Dinamarca+contra+massacre+de+cetaceos+nas+ilhas+Faroe.html" target="_blank">Terra</a></em></p>
</div>
<p></span></p>
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		<title>Estupro à luz do dia</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 23:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Truda Palazzo Jr.
Ao se aproximar, enfim e felizmente, o apagar das luzes de um dos  des-governos mais inimigos da conservação da Natureza que este país já  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por José Truda Palazzo Jr.</p>
<div id="attachment_2062" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/la-poupe-na-floresta.aspx_.jpg" title="la poupe na floresta.aspx" rel="lightbox[2050]"><img class="size-full wp-image-2062" title="la poupe na floresta.aspx" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/la-poupe-na-floresta.aspx_.jpg" alt="Foto: Hans Bellmer - La Poupée" width="320" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Hans Bellmer - La Poupée</p></div>
<p>Ao se aproximar, enfim e felizmente, o apagar das luzes de um dos  des-governos mais inimigos da conservação da Natureza que este país já  viu, muito embora o coro de pelegos e chapas-branca do ambientalismo  tente de tudo para escamotear este fato, seria de se esperar que ao  menos arrefecesse a fúria estatal de destruição da biodiversidade  brasileira, alimentada pela <a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/a-pedra-o-bagre-e-a-perereca-animam-o-show-da-ignorancia/" target="_blank"><strong>ignorância recalcada de nosso Einstein de Garanhuns contra as pererecas e bagres</strong></a>, reiterada em <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4594081-EI7896,00-Lula+diz+que+Pais+nao+pode+ficar+a+servico+de+uma+perereca.html" target="_blank"><strong>discurso criminoso e incitador à desobediência da legislação ambiental</strong></a> há  poucos dias em Porto Alegre que, alguém lhe soprou no ouvido,  “atrapáiam o pogreço”. Mas não – o que se vê, a temperar de maneira  inequívoca a campanha eleitoral em que o Pai dos Pobres abusa da máquina  pública para tentar fazer sua sucessora, é a perda definitiva de  qualquer vergonha em acabar com os limites para a depredação, a  mineração, o estupro do que resta de nosso patrimônio natural, na forma  de agradinhos ao que há de mais retrógrado no empresariado nacional, <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pt-espera-arrecadar-r-157-milhoes-de-empresarios-para-campanha-de-dilma" target="_blank"><strong>certamente à espera de óbolos e apoios para a campanha presidencial</strong></a> de PT et caterva para o vindouro outubro.</p>
<p>Muitos no ambientalismo estiveram focados, e com justa razão, no que  aconteceu com o Código Florestal nos últimos meses. Para destroçar o  ordenamento de conservação de nossos remanescentes florestais, Lulla e  Dilma, a Plástica, deixaram encarregado o primeiro comunista vassalo do  latifúndio da Histórica, o histriônico Aldo Rebenta, já também de  merecida fama como o mais ignorante especialista em manejo florestal de  que se tem notícia. Sua designação, no entanto, é bem calculada:  precisava o PT de um testa-de-ferro disposto a fazer um grande afago no  setor do agronegócio, para que este não se esquecesse de dar sua  contribuição a disseminar a campanha petista nos grotões onde os coroné,  ainda hoje, mandam, mas agora eternizados pela aliança com a “isquerda”  do Planalto e que, como eles, acha que floresta é “mato” e que  derrubá-la é missão sagrada e patriótica. Agora <a href="http://%20http//congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_Canal=14&amp;cod_Publicacao=33240" target="_blank"><strong>a bancada petista, com medo da péssima repercussão desse crime, faz mero jogo de cena de que não estão de acordo</strong></a> com o <strong><a href="http://xr.com/95lx" target="_blank">relatório kafkaniano</a> </strong>de seu aliado, sabendo muito bem que seus patrões estão apoiando toda essa bandalheira.</p>
<p>A discussão em torno do esquartejamento  petista-cum-comunismo-et-coronelismo do Código Florestal, entretanto,  fez com que virassem apenas nota de rodapé alguns outros que contam-se  entre os piores escândalos de má gestão deliberada do patrimônio  ambiental nacional de que se tem notícia. Estes, e os que mais virão até  outubro, têm como evidente e inequívoco objetivo enviar uma mensagem  clara aos empresários medievais da “base financeira” petista &#8211;  empreiteiros parasitas de obras faraônicas, industriais da pesca  predatória, chupins da infraestrutura petrolífera, fazendeiros  improdutivos e devastadores, fabricantes de automóveis de má qualidade e  similares: apóiem Dilma, e a gestão ambiental pelo Poder Público  simplesmente acabará, para que vocês possam seguir com seus negócios  escusos, com o lesa-pátria, com o acabar do futuro para assegurar seus  lucros imediatos privados à custa do interesse público.</p>
<p>Não é outro o recado mandado baixar pelos chefetes do combalido IBAMA,  refém de uma das piores cambadas partidárias que já infectou um órgão  público ambiental, <a href="http://%20http//www.oeco.com.br/salada-verde/24172-redea-curta-no-ibama" target="_blank"><strong>ao editar uma medida castrando seus próprios fiscais do dever de paralisar obras e empreendimentos fora da lei</strong></a>,  exigindo, ao invés, que tais medidas – que são uma obrigação legal, não  uma discricionaridade burocrática, ao menos até agora – sejam tomadas  apenas quando autorizadas expressamente pelo bedel petista que se faz  passar por Presidente do IBAMA, sentadinho em seu gabinete político em  Brasília. Tradução: abusem, abusem, empresários, ignorem a lei, o  licenciamento, os embargos e as multas, que o PT do Planalto garantirá  sua liberdade de delinqüir eternamente.</p>
<p>Não vi, ao menos daqui de meu puleiro sulista, mobilizar-se a indignação  cidadã contra essa medida que faz o General Médici revirar seus  ossinhos na cova de tanta inveja. Nem na mais feroz noite da ditadura  vimos tamanha desfaçatez explícita em se amordaçar a fiscalização dos  crimes ambientais a mando direto de um grupelho interessado em continuar  no poder a qualquer custo.</p>
<p>Pois, pensaria algum ingênuo, isto é o cúmulo, o ápice do absurdo na  distorção da gestão ambiental pública com finalidade eleitoreira  evidente. Mais, entretanto, ainda está por vir. <a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24212-mar-aberto-para-pescadores-estrangeiros" target="_blank"><strong>O  “presentinho” mais recente foi a decisão de entregar não apenas de  presente, mas também com isenções fiscais pornográficas e subsídios  idem, a biodiversidade marinha pelágica brasileira para frotas  industriais</strong></a> amasiadas com empresários do Exterior,  completando, na dita Amazônia Azul, a obra de destruição que Lulla e  Dilma nos deixam como legado na Amazônia verde. Uma das obras  anti-ambientais mais perversas do lullismo, o Ministério da Sobre-pesca  agora preside invicto sobre a mineração de nossa biodiversidade marinha.</p>
<p>Enfatizo esse crime da maneira mais clara possível: a “pesca” industrial  que se pratica aqui em Pindorama na mão desses celerados não se limita a  pescar espécies de interesse alimentar e valor comercial, mas sim se  faz com o subsídio, o apoio e a benção do Planalto ignaro e  irresponsável a práticas pesqueiras que simplesmente arrebentam com toda  a vida marinha, do <strong><a href="http://www.conservation.org.br/noticias/noticia.php?id=447" target="_blank">espinhel para atuns que massacra aos milhões tubarões, albatrozes</a>,</strong> tartarugas, ao arrasto de fundo que<strong> <a href="http://www.seas-at-risk.org/1mages/ReducingFootprintBrochurePORTUGEES5_final_1.pdf" target="_blank">escangalha completamente comunidades bentônicas (de fundo) inteiras sem qualquer limite</a></strong>.  Este estupro verdadeiro se dá não em mares sem lei, mas em nossa Zona  Econômica Exclusiva e mesmo dentro de Unidades de Conservação, como a  APA de São Pedro e São Paulo, <a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24192-dez-anos-de-pesquisa-no-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo" target="_blank">o<strong>nde o próprio </strong></a><strong><a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24192-dez-anos-de-pesquisa-no-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo" target="_blank">O ECO</a></strong><a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/24192-dez-anos-de-pesquisa-no-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo" target="_blank"><strong> documenta a ‘ação’ de pesquisadores oficiais</strong></a>,  que sempre “esquecem” de falar do massacre da pesca industrial e também  de que seu chefe e mentor, o famoso Dr. Fábio Hazin, que o lullismo  apóia e faz lobby para perpetuar como Presidente da Comissão  Internacional do Atum, também preside sobre a leniência internacional na  matança desenfreada das espécies pelágicas. Tutti in famiglia!</p>
<p>Isso tudo se soma à herança maldita de Dilma na  Casa de Mãe Joana Civil, onde foi barrada sem explicação nem vergonha a  imensa maioria das propostas de criação de áreas protegidas das áreas  costeiras e marinhas para o país, à exceção de fragmentos no Nordeste  para dar palanque a correligionários da “isquerda” onde se estabeleceram  áreas de extração controlada de recursos, mas para a proteção estrita  da biodiversidade, necas de pitibiribas. O mais infame desses “encalhes”  é o do Refúgio de Fauna Silvestre da Babitonga, que deveria proteger a  população residente de uma espécie ameaçadíssima de  golfinho, a toninha  (<em>Pontoporia blainvillei</em>) e que a Casa Civil <a href="http://%20http//www.oeco.com.br/salada-verde/4619-oeco_19513" target="_blank"><strong>empacou como presente ao governador catarinense Luiz Henrique “Motosserra” da Silveira</strong></a>.  Para cobertura desse bolo, a política externa ambientalmente genocida  comandada pelo Assessor de Coisa Nenhuma Marco Aurélio “Top Top” Garcia,  que levará o Brasil à reunião da Convenção de Diversidade Biológica  mais uma vez sem ter o que mostrar de concreto e limitado a tentar  impedir que se proponham e aprovem diretrizes efetivas de conservação da  biodiversidade, consolidando a visão troglodita dos diplomatas de  antanho de que tudo o que se propõe no plano internacional para  fortalecera conservação é “barreira não-tarifária”, a ser combatida para  beneficiar – uma vez mais – os negócios escusos da banda podre do  empresariado nativo.</p>
<p>Vocês eu não sei, mas pesando tudo isso neste outubro vou votar contra o  PT em todos os níveis e também contra qualquer partido que se alie com  eles e seus lacaios. Ser cúmplice de mais quatro anos de fascismo  ambiental disfarçado de “pogreço” para enganar analfabetos, à custa do  futuro do Brasil, é uma nódoa que não quero no meu título de eleitor.</p>
<p>Reproduzido pelo Instituto Sea Shepherd Brasil com autorização do O Eco, www.oeco.com.br.</p>
<p>———————</p>
<p style="text-align: center;"><strong>José Truda Palazzo Jr., o Maluco da Baleia.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_1970" style="width: 528px;"><strong><strong><a title="Truda" rel="lightbox[1860]" href="../wp-content/uploads/2010/05/Truda.jpg"></a></strong></strong></p>
<p><div id="attachment_2055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 425px"><strong><strong><a title="Truda" rel="lightbox[1860]" href="../wp-content/uploads/2010/05/Truda.jpg"><strong><strong> </strong></strong></a><strong><strong><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Truda.jpg" title="Truda" rel="lightbox[2050]"><img class="size-full wp-image-2055 " title="Truda" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Truda.jpg" alt="Essa, a propósito, é minha opinião sobre Roma - uma cidade suja, barulhenta, de gente grossa, em que os fantásticos monumentos arqueológicos foram primeiro cobertos de capelas, igrejas e outras porcarias cristãs, e depois cercadas de autopistas como as que passam a um metro do Coliseu. Quem fez isso devia ir pra cadeia... mas lá é meio como aqui." width="415" height="311" /></a></strong></strong></strong></strong><p class="wp-caption-text">Essa, a propósito, é minha opinião sobre Roma - uma cidade suja, barulhenta, de gente grossa, em que os fantásticos monumentos arqueológicos foram primeiro cobertos de capelas, igrejas e outras porcarias cristãs, e depois cercadas de autopistas como as que passam a um metro do Coliseu. Quem fez isso devia ir pra cadeia... mas lá é meio como aqui.</p></div><strong><strong> </strong></strong></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>José Truda Palazzo Jr. (Porto Alegre, 28 de julho de 1963) foi  fundador e principal força motriz durante 27 anos do Projeto  Baleia-franca, projeto que completou em 2007 25 anos e tem como objetivo  a proteção da espécie Eubalaena australis, a Baleia-franca. Além disso,  Truda Palazzo tem trabalhado, ao longo dos anos, em várias iniciativas  de proteção ao meio ambiente, tendo se tornado um respeitado e conhecido  ecologista.</p>
<p>Iniciou sua militância na área ambiental aos 15 anos, em 1978, quando  somou-se a ativistas como José Lutzemberger na Associação Gaúcha de  Proteção ao Ambiente Natural e começou a atuar na campanha nacional para  banir do Brasil a caça à baleia (proibida somente em 1985). Em 1979  conhece o Vice-Almirante Ibsen de Gusmão Câmara, então já um expoente do  meio ambientalista brasileiro, e passam a trabalhar juntos pela  conservação das baleias e do meio marinho.</p>
<p>Email: <a href="mailto:palazzo@terra.com.br">palazzo@terra.com.br</a></p>
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		<title>As Ilhas Feroe e o mercúrio na comida marinha</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/as-ilhas-feroe-e-o-mercurio-na-comida-marinha/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 22:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Soldera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Steve Roest, CEO da Sea Shepherd Conservation Society
A Sea Shepherd recentemente contou com um agente infiltrado nas ilhas Feroe, na Dinamarca, e dias atrás recebemos imagens chocantes de baleias-piloto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Steve Roest, CEO da Sea Shepherd Conservation Society</em></p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/2.jpg" title="2" rel="lightbox[1986]"><img class="alignleft size-full wp-image-2046" title="2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/2.jpg" alt="2" width="349" height="296" /></a>A Sea Shepherd recentemente contou com um agente infiltrado nas ilhas Feroe, na Dinamarca, e dias atrás recebemos imagens chocantes de baleias-piloto com seus bebês mortos antes de nascerem, cortados dos corpos de suas mães. Estes mamíferos são mortos durante o que os nativos chamam de &#8220;A Trituração&#8221;, mas deve ser chamado pelo que realmente é – uma chacina.</p>
<p>As Ilhas Feroe dizem que o<em> Trituração </em>é um direito tradicional e cultural e uma fonte de alimento, mas a questão da contaminação por mercúrio é novamente trazido à tona porque os médicos chefe das Ilhas Feroe, Pál Weihe e Høgni Debes Joensen, anunciaram no final de 2008 que a carne da baleia-piloto e sua gordura contém mercúrio, PCBs e derivados do DDT em demasiado para serem seguras para o consumo humano.</p>
<p>Há muita conversa de ambientalistas sobre o elevado nível de contaminação por mercúrio em certos tipos de peixes e grandes animais marinhos. A indústria da pesca e lobistas pró-pesca nos dizem que este é apenas um alarmismo vegetariano hippie, e que devemos comer todos os peixes que podemos, porque é bom para nós.</p>
<p>Como os diretores da Sea Shepherd são questionados sobre isto com muita frequência, eu pensei que seria uma idéia detalhar algumas informações obtidas e deixá-los decidirem por si mesmos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a <em>Food and Drug Administration</em> (FDA) divulgou o seguinte em 2006: &#8220;enlatados importados de atum continham quase dez vezes o nível de mercúrio considerado &#8220;baixo&#8221; em peixes&#8221;. O primeiro relatório da FDA sobre metilmercúrio em peixes apareceu em 1994 e alertou os consumidores de que tubarões, peixe-espada e atum branco continham níveis elevados de mercúrio. No entanto, sob pressão da indústria do atum, que movimenta bilhões de dólares dos Estados Unidos, o atum branco foi retirado do aviso.</p>
<p>Marion Nestle, chefe do departamento de Nutrição, Estudos Alimentares e Saúde Pública da Universidade de Nova York, disse que &#8220;todos devem evitar comer muito dos peixes que contém elevadas quantidades de metilmercúrio &#8211; especialmente tubarão, peixe-espada e atum&#8230; <strong>mulheres grávidas e crianças pequenas não devem comer esses peixes nunca</strong>&#8220;.</p>
<p>Vamos para o Japão.</p>
<p>Ensaios sobre a carne de baleia vendida no Japão revelaram níveis surpreendentes de mercúrio, de acordo com Andy Coghlan, na revista <em>New Scientist</em>, em 2002. &#8220;Embora seja conhecido há muito tempo que os animais acumularam metais pesados como o mercúrio em seus tecidos, os níveis descobertos surpreendeu até os especialistas. Duas das 26 amostras de fígado continham mais de 1.970 microgramas de mercúrio por grama de fígado. Esse limite é quase 5.000 vezes o limite estabelecido pelo governo japonês para a contaminação por mercúrio&#8221;.</p>
<p>Com estes níveis de contaminação, um homem de 77 kg comendo apenas 0,15 gramas de fígado de baleia excede a ingestão semanal de mercúrio considerada segura pela Organização Mundial de Saúde, diz Tetsuya Endo, Koichi Haraguchi e Masakatsu Sakata, da Universidade de Hokkaido. Eles realizaram uma pesquisa e descobriram que &#8220;a intoxicação aguda pode resultar de uma única ingestão&#8221;.</p>
<p>A informação acima tem várias fontes, mas eu extraí essa informação do livro de Richard Ellis, &#8220;Atum &#8211; Amor, Morte e Mercúrio&#8221;.</p>
<p>Tubarões, peixe-espada, atum, baleias, golfinhos e outros grandes animais marinhos tendem a viver mais e transportar mais mercúrio do que os peixes pequenos, pois eles acumulam mais mercúrio, já que comem grandes quantidades de pequenos peixes e vida marinha.</p>
<p>Certamente existem especialistas e lobistas da indústria pesqueira que nos dizem que não há nenhum risco. Eu me pergunto quantos desses lobistas permitiriam que mulheres grávidas e crianças em suas famílias comam essas espécies&#8230;</p>
<p>Então se o problema é real, muitas vezes me perguntam, por que os governantes dos Estados Unidos, Reino Unido, Japão e qualquer outra nação nos permitem comer peixe contaminado com mercúrio? Porque a pesca comercial é um negócio mundial multi-bilionário, e eles se preocupam com o seu dinheiro &#8211; não necessariamente com a sua saúde.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Rivera Soldera, voluntária do ISSB</em></p>
<p><em><p><a href="http://seashepherd.org.br/as-ilhas-feroe-e-o-mercurio-na-comida-marinha/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</em></p>
<p><span style="BORDER-COLLAPSE: collapse; FONT-FAMILY: arial, sans-serif; FONT-SIZE: 13px"><br />
</span></p>
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		<title>Pescadores retiram barbatanas de tubarões e descartam resto do peixe</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Jornal Hoje
No ano passado, seis pessoas morreram vítimas de ataques pelo animal em todo o mundo. No mesmo período, barcos pesqueiros capturaram milhões de tubarões.
Fabiano Villela Belém, PA
O mais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte:<a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/08/pescadores-retiram-barbatanas-de-tubaroes-e-descartam-resto-do-peixe.html" target="_blank"> Jornal Hoje</a></p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled.jpg" title="Untitled" rel="lightbox[2027]"><img class="alignleft size-full wp-image-2029" title="Untitled" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled.jpg" alt="Untitled" width="307" height="230" /></a>No ano passado, seis pessoas morreram vítimas de ataques pelo animal em todo o mundo. No mesmo período, barcos pesqueiros capturaram milhões de tubarões.</p>
<p>Fabiano Villela Belém, PA</p>
<p>O mais temido predador dos mares, agoniza&#8230; Imagens feitas pela ONG Sea Shepherd (Pastores do Mar) mostram centenas de tubarões morrendo, vítimas do comércio milionário de barbatanas.</p>
<p>Nem os inofensivos tubarões baleia escapam. Os pescadores cortam as nadadeiras e jogam o resto no mar, como se fosse lixo. Mutilado, o animal, não tem chance de sobreviver. Os pescadores alegam que não compensa armazenar o peixe.</p>
<p>“Se pescador tem um barco com capacidade, por exemplo, para duas toneladas, de forma criminosa, ele acaba entendendo que é muito melhor carregar duas toneladas de barbatana do que o tubarão inteiro. O resto do tubarão tem em média o preço de R$ 3 ou R$ 4 na venda, enquanto a barbatana chega a R$ 78 ou R$ 88”, explica Leandro Aranha, chefe da divisão de fauna e pesca, Ibama-PA.</p>
<p>Os maiores compradores são os chineses. Eles chegam a pagar mais de US$ 100 por uma sopa. A barbatana não tem gosto. O sabor depende do tempero caprichado de cada cozinheiro, mas os orientais acreditam que elas têm poderes afrodisíacos. O prato virou um símbolo de status.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/pescadores-retiram-barbatanas-de-tubaroes-e-descartam-resto-do-peixe/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>No Brasil, o Ibama só autoriza o comércio de barbatanas se o pescador trouxer junto o resto do tubarão, mas a pesca ilegal tem aumentado bastante.</p>
<p>No Pará, o Ibama investigou as três maiores empresas exportadoras de barbatanas, e descobriu que uma delas vendeu 75% a mais do que o permitido. O Ibama multou a Sigel do Brasil em R$ 200 mil. No armazém da empresa, em Belém, os fiscais encontram três toneladas de barbatanas e nenhuma carcaça de tubarão.</p>
<p>Com base nessa denúncia, a ONG Instituto Justiça Ambiental entrou com uma ação civil pública contra a Sigel pedindo uma indenização de R$ 1,380 bilhão. “A gente espera um efeito pedagógico que iniba outras de fazer essa captura ilegal de tubarões e isso a gente vai descobrir no transcorrer desse processo. Retirar esses animais de uma forma bruta como está sendo feita obviamente vai colapsar todas as cadeias alimentares que estão abaixo, e é isso que a gente está preocupado”, afirma Cristiano Pacheco, advogado da ONG Instituto Justiça Ambiental.</p>
<p>Pelas contas do instituto, as 21 toneladas de barbatanas exportadas pela Sigel e as três toneladas apreendidas pelo Ibama representam a matança de 280 mil tubarões em pouco mais de um ano.</p>
<p>A empresa Sigel do Brasil foi procurada pela nossa reportagem mas não quis comentar o caso. Segundo o biólogo canadense Rob Stewart, autor do documentário Sharkwater, só no ano passado os barcos de pesca capturaram mais de 150 milhões de tubarões.</p>
<p>Clique aqui e conheça o trabalho da ONG Sea Shepherd e da Shark Water.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/pescadores-retiram-barbatanas-de-tubaroes-e-descartam-resto-do-peixe/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Ilhas Feroe: Operação secreta da Sea Shepherd expõe massacre em massa de cetáceos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 09:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
No dia 19 de Julho de 2010 um grupo de 236 baleias-piloto foram assassinadas sem piedade na cidade de Klaksvik, nas Ilhas Feroe, uma nação constituinte do Reino da Dinamarca. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/faroes1.jpg" title="faroes1" rel="lightbox[1958]"><img class="size-full wp-image-1962 aligncenter" title="faroes1" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/faroes1.jpg" alt="faroes1" width="520" height="390" /></a></p>
<p>No dia 19 de Julho de 2010 um grupo de 236 baleias-piloto foram assassinadas sem piedade na cidade de Klaksvik, nas Ilhas Feroe, uma nação constituinte do Reino da Dinamarca. A Sea Shepherd conseguiu documentar o massacre através dos esforços de um ativista que viveu entre os moradores locais disfarçado para conseguir as imagens do massacre, chamado pelos locais de “a trituração”, que envolve encurralar grupos de cetáceos em uma enseada e cortar a coluna vertebral dos animais com uma faca.</p>
<p>Peter Hammarstedt, o agente secreto da Sea Shepherd e primeiro oficial do navio Bob Barker da Sea Shepherd, estava vivendo clandestinamente entre os ferozes moradores locais por mais de uma semana, quando ouviu pelo rádio informações sobre o massacre acontecendo em Klaksvik. Imediatamente ele foi de carro para o local do crime. Sem condições nenhuma de impedir o massacre, Hammarstedt documentou o sanguinolento processo.</p>
<p><a href="http://seashepherd.org.br/ilhas-feroe-operacao-secreta-da-sea-shepherd-expoe-massacre-em-massa-de-cetaceos/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>&#8220;Baleias piloto são conhecidas por andar em gruposs de 200-300 membros. Duzentas e trinta e seis baleias piloto foram massacradas na noite passada em Klaksvik: adultas, prenhas, amamentantes, juvenis e fetos, ainda ligados umbilicalmente com as mães. Um grupo inteiro que antes nadava livremente nas águas do Atlântico Norte foi exterminado em um banho de sangue coletivo”, disse Hammarstedt.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/faroes2.jpg" title="faroes2" rel="lightbox[1958]"><img class="size-full wp-image-1963 aligncenter" title="faroes2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/faroes2.jpg" alt="faroes2" width="533" height="242" /></a></p>
<p>O governo das Ilhas Feroes alega que a morte destas baleias é rápida e indolor, mas as novas imagens mostradas provam o contrário.<br />
“Uma das baleias teve 5 ou 6 golpes brutais à faca na cabeça”, relata Hammarstedt. “Os moradores locais simplesmente usaram esta baleia como apoio. A morte dela foi lenta e extremamente dolorosa. Algumas baleias são atacadas repetitivamente por até 4 minutos antes de finalmente morrerem.”</p>
<p>O massacre como um todo é indiscriminado e cruel.</p>
<p>“Bebês foram arrancados de dentro dos corpos cortados de suas mães e deixados para apodrecer no píer”, diz Hammarstedt, que fotografou vários filhotes e fetos mortos. “Baleias piloto são grupos extremamente maternais. Não consigo imaginar o medo e pânico destas mães enquanto seus filhotes eram arrancados de perto delas.”</p>
<p>O massacre das baleias piloto em Faroes é similar ao massacre de golfinhos em Taiji no Japão, como mostrado do documentário The Cove. A diferença principal é que existe no mínimo 18 enseadas nas Ilhas Faroes, onde este massacre acontece, tornando extremamente difícil conseguir saber onde o massacre ocorrerá para se tentar impedir.</p>
<p>Baleias piloto são classificadas como “estritamamente protegidas” pela Convenção Européia de Conservação da Vida Selvagem. Permitindo este massacre nas Ilhas Faroes, a Dinamarca falha nas suas obrigações como signatária desta convenção.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img src="http://www.seashepherd.org/images/stories/news/2010/news_100720_1_1_Faeroes_Mass_Slaughter_Fredrik1.jpg" alt="Fredrik" width="140" height="175" /><p class="wp-caption-text">Peter Hammarstedt</p></div>
<p>Para conseguir acesso ao local do massacre, Hammarstedt se disfarçou como um estudante suíço de cinema. Mesmo tendo tomado várias precauções para esconder sua identidade, ele foi reconhecido por vários dos caçadores, em função do seriado de televisão Whale Wars – Defensores de Baleias, do Animal Planet. Aparentemente mesmo nas Ilhas Faroes as intervenções da Sea Shepherd em prol das baleias na Antártida já foram ouvidas.</p>
<p>Quando os matadores das baleias começaram a seguir à pé Hammarstedt, ele rapidamente escapou para seu carro e saiu do local, enviando pela internet as imagens para garantir a sua divulgação. Com sua identidade descoberta, ele começou a receber ameaças em menos de uma hora e foi instruído pelo comando da Sea Shepherd a deixar o país imediatamente.</p>
<p>Apesar de revistado e interrogado pela polícia no aeroporto, Hammarstedt confirmou que já saiu das Ilhas Faroes.<br />
A Sea Shepherd Conservation Society tem se oposto ativamente e confrontado os massacres nas Ilhas Faroes desde 1985, e continua até hoje como um dos maiores defensores da causa das baleias.</p>
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		<title>O arco-íris desaparece enquanto o Greenpeace trai as baleias</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/o-arco-iris-desaparece-enquanto-o-greenpeace-trai-as-baleias/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 08:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Perdoe-me o teu sangramento Terra por eu ser tão gentil e suave com esses açougueiros. 
- William Shakespeare 
- Júlio César
Comentário pelo capitão Paul Watson 
Co-fundador da Fundação Greenpeace


Em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;"> </span></p>
<div>Perdoe-me o teu sangramento Terra por eu ser tão gentil e suave com esses açougueiros.<span> </span></div>
<div>- William Shakespeare<span> </span></div>
<div>- Júlio César</div>
<div>Comentário pelo capitão Paul Watson<span> </span><br />
Co-fundador da Fundação Greenpeace</div>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_1955" class="wp-caption alignleft" style="width: 212px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/whales8.jpg" title="whales8" rel="lightbox[1950]"><img class="size-full wp-image-1955" title="whales8" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/07/whales8.jpg" alt="Paul Watson em 1975 em campanha contra baleeiros russos, ainda pelo Greenpeace." width="202" height="138" /></a><p class="wp-caption-text">Paul Watson em 1975 em campanha contra baleeiros russos, ainda pelo Greenpeace.</p></div>
<p>Em 1974, quando o Dr. Paul Spong, Robert Hunter e eu organizamos a primeira viagem para salvar as baleias, todos concordávamos com uma coisa &#8211; a matança de baleias era imoral, cruel, ecologicamente insalubre e não tinha lugar no mundo moderno. Nossa posição era de que toda a caça de baleias deveria ser abolida. Era simplesmente assassinato.</p></div>
<div>Assim, Bob Hunter, George Korotva, Fred Easton, e eu nos encontramos na frente de um barco arpão soviético em junho de 1975, enquanto oito magníficos cachalotes fugiam diante de nós em pânico, numa corrida desesperada para salvar suas vidas. Nós sentíamos como sua respiração estava quente enquanto elas jorravam em estouros rápidos, seus pulmões gigantescos levados ao limite, tentando fugir da mortífera máquina de matar caindo sobre elas.</div>
<div>E foi lá, a umas sessenta milhas da costa da Califórnia, que o movimento contra a caça de baleias começou, quando o arpoador soviético puxou o gatilho e mandou um arpão explosivo diretamente sobre nossas cabeças e na parte dorsal de uma das baleias em fuga.</div>
<div>Era uma fêmea e ficamos chocados ao ouvir um grito de dor de gelar o sangue, enquanto o sangue quente do ferimento bombeava uma fonte vermelha no mar frio. Assistimos horrorizados e petrificados quando um macho genorme levantou sua grande cabeça fora d&#8217;água e mergulhou de volta ao mar, a cauda subindo e seguindo seu corpo, e depois desapareceu.</div>
<div>
<p>Sentamos em dois pequenos botes infláveis em meio à mancha de sangue que cobria o mar, enquanto a fêmea se enrolava em agonia na nossa frente, os russos começaram a recarregar seu arpão e se preparavam para prender um cabo, quando de repente a superfície do mar explodiu atrás de nós e vimos um cachalote com raiva subir do mar em uma tentativa desesperada e sem esperança de defender a fêmea desses assassinos. Mas eles estavam à sua espera e friamente apertaram o gatilho, atirando um arpão, que acertou a cabeça do grande macho  e explodiu em um banho de sangue, enquanto a baleia, morrendo, caiu gritando lamentavelmente, se contorcendo dolorosamente em uma piscina de sangue.</p></div>
<div>E ainda estávamos sentados lá. Eu tinha saltado para o barco com Fred Easton e ele tinha apenas capturado o tiro do arpão em sua câmera, e estava tentando mantê-la sem se molhar, quando vimos o mergulho da baleia mortalmente ferida, e um rastro de sangue e bolhas vieram em nossa direção rapidamente.</div>
<div>A baleia veio para cima e para fora da água, levantando a cabeça rapidamente ao lado de nosso barco em um ângulo que traria seu corpo desabando sobre nós. A água salgada fria e o sangue fumegante caiu sobre nós, enquanto eu vi seus olhos aparecerem diante de mim, tão perto que eu podia ver meu próprio reflexo, e foi nesse momento que algo aconteceu e minha vida nunca mais foi a mesma.</div>
<div>Porque nesse olhar singular, eu vi um vislumbre de inteligência, e eu senti que a baleia entendia o que estávamos tentando fazer, e de repente eu vi um esforço incrível da baleia para parar o seu ataque sobre nós, seus músculos apertaram e o ângulo de seu corpo mudou assim que ela começou a afundar de volta ao mar, ao nosso lado, em vez de nos esmagar embaixo dela. Eu vi o seu olhar afundando no azul profundo do mar e desaparecendo, e eu sabia que eu era a última coisa que ela viu antes de morrer.</div>
<div>O sol estava se pondo enquanto os russos começaram a transportar sua matança com gestos ameaçadores para nós. Eu mal conseguia falar, o olhar da baleia me assombrava. Ela sabia, ela estava consciente, era tão fácil ver e o que me causou calafrios era que o que eu tinha visto em seu olhar &#8211; pena!</div>
<div>Não de si, mas de nós. Como podíamos matar tão sem remorsos e sem empatia, ou até mesmo sem pensar no que estávamos fazendo?</div>
<div>Quando olhei para a frota baleeira russa espalhada ao redor do meu pequeno barco, eu me perguntei o que os motivava? Eles estavam matando estes magníficos, inteligentes e socialmente complexos seres sencientes, para quê?</div>
<div>E ocorreu-me que um dos produtos que eram cobiçados das baleias era o óleo extraído do esperma das baleias, um ubrificante resistente utilizado em máquinas sofisticadas, incluindo a produção intercontinental de mísseis, e então percebi que estávamos matando esses seres perfeitos para a obtenção de um óleo utilizado na produção de uma arma destinada a exterminar grandes populações de seres humanos.</div>
<div>E foi isso que me surpreendeu. O homem é realmente tão insano?</div>
<div>E a partir daquele dia em diante, dediquei minha vida a defender as baleias do assassinato designado à minha própria espécie. Aquela baleia tinha escolhido poupar a minha vida, e então decidi dedicar a minha vida a defender as baleias da espécie humana.</div>
<div>Hoje as baleias são meus clientes, não as pessoas.</div>
<div>E assim é com profunda tristeza e um sentimento de traição que eu vejo a organização que co-fundei agora comprometer a vida das baleias.</div>
<div>É claro que muita coisa mudou. Muitas das pessoas do Greenpeace original morreram ou se mudaram, e alguns simplesmente se venderam. Alguns de nós, inclusive eu, fomos vítimas de revisões, e tivemos o status de co-fundador removido do site do Greenpeace para nos tornarmos apenas antigos membros.</div>
<div>
<p>Mas isso não é importante, eu não me importo de ser traído pelo Greenpeace, mas o que me importa e me entristece dolorosamente é que o Greenpeace está traindo as baleias e está apoiando a retomada da caça comercial de baleias sob certas condições. É como se o Greenpeace reivindicasse soberania sobre a vida das baleias para trocá-las nas negociações com seus assassinos.</p></div>
<div>Por quê? Porque é da natureza dos burocratas fazer acordos e o Greenpeace é agora uma mega eco-corporação internacional dirigida por eco-burocratas. As baleias já se tornaram apenas números e a Comissão Baleeira Internacional nada mais do que um ciclo anual de negociações, sujeita à influência de suborno, não de ciência, e de política, e não de conservação.</div>
<div>Uma coisa é certa. Estes negociantes nunca viram uma baleia morrer. Eles nunca olharam no olho de uma baleia. Eles nunca foram testemunha da inteligência e magnificência de uma baleia e do que realmente é &#8211; não um número ou um pedaço de sushi em um prato, mas um ser repleto de inteligência, cultura e percepção.</div>
<div>Traduzido por <span style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;">Raquel Rivera Soldera, volunt</span><span style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;">á</span><span style="border-collapse: collapse; font-family: arial,sans-serif; font-size: 13px;">ria do ISSB<br />
</span></div>
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