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	<title>Sea Shepherd &#187; Notícias</title>
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	<description>Organização de defesa e conservação da biodiversidade marinha</description>
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		<title>Instituto Sea Shepherd Brasil realiza ação de monitoramento em Tramandaí (RS)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carla Larrea Machado, Coordenadora Interina do Núcleo Sea Shepherd Rio Grande do Sul
No dia 27, sexta-feira, em Tramandaí, voluntários do Núcleo Sea Shepherd RS realizaram ações de monitoramento da ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Carla Larrea Machado, Coordenadora Interina do Núcleo Sea Shepherd Rio Grande do Sul</em></p>
<p>No dia 27, sexta-feira, em Tramandaí, voluntários do Núcleo Sea Shepherd RS realizaram ações de monitoramento da área atingida pelo vazamento de óleo no balneário gaúcho.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_4833" class="wp-caption aligncenter" style="width: 528px"><img class="size-full wp-image-4833  " title="Policia ambiental" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Policia-ambiental.jpg" alt="Grupo em reunião com o Comando da Polícia Ambiental. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS" width="518" height="389" /><p class="wp-caption-text">Grupo em reunião com o Comando da Polícia Ambiental. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS</p></div>
<p>Durante o período, os voluntários monitoraram e registraram a coleta dos resíduos feita pelos funcionários da TRANSPETRO e da Prefeitura de Tramandaí. “Várias sacolas de areia contaminadas com óleo foram recolhidas com pás e escavadeiras e transportadas em um caminhão para a Barra de Imbé. Posteriormente serão levadas para Osório, em local não informado pela TRANSPETRO”, destaca Carla Larrea Machado, coordenadora interina do Núcleo Sea Shepherd RS.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_4834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><img class="size-full wp-image-4834 " title="limpeza" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/limpeza.jpg" alt="Sacos coletados na praia pela equipe da TRANSPETRO. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS" width="504" height="378" /><p class="wp-caption-text">Sacos coletados na praia pela equipe da TRANSPETRO. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS</p></div>
<p>No início da tarde os voluntários do ISSB se deslocaram para o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (CECLIMAR), e se colocaram à disposição do Centro no intuito de auxiliar em um possível resgate de animais atingidos pelo óleo. Segundo informações obtidas, o CECLIMAR ainda não tinha sido acionado pelo CRAN, Centro de Reabilitação de Animais Marinhos.</p>
<p>Durante os 3 dias de monitoramento, em conjunto com o Diretor e voluntários de Santa Catarina, o ISSB ficou em constante contato com a  Brigada Ambiental de Tramandaí, sempre à disposição dos mesmos caso fosse necessário resgatar animais atingidos pelo óleo.</p>
<div id="attachment_4835" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><img class="size-full wp-image-4835 " title="resíduos na orla de tramandaí" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/resíduos-na-orla-de-tramandaí.jpg" alt="Registro de focos isolados de petróleo na areia da praia. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS" width="504" height="284" /><p class="wp-caption-text">Registro de focos isolados de petróleo na areia da praia. Foto: Núcleo Sea Shepherd RS</p></div>
<p>Os voluntários foram recebidos pelo Sargento Luis Fernando Quevedo, que  informou que o responsável pelo vazamento havia sido enquadrado no  Artigo 54 da Lei 9605/98, que dispõe sobre os crimes ambientais.</p>
<p>Além disso, o ISSB ficou em contato com o MPF, acompanhando e auxiliando  na investigação e na apuração de possíveis danos em relação à fauna  marinha.</p>
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		<title>ISSB auxilia MPF na investigação do desastre em Tramandaí (RS)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 20:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Procuradoria da República no Rio Grande do Sul enviou nesta sexta-feira um perito biólogo, juntamente com o servidor que acompanha os processos do Litoral, para o local em que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria da República no Rio Grande do Sul enviou nesta sexta-feira um perito biólogo, juntamente com o servidor que acompanha os processos do Litoral, para o local em que ocorreu o vazamento de petróleo na orla do balneário de Tramandaí. O Ministério Público Federal (MPF) está investigando o vazamento, através de procedimentos nas áreas cível e criminal, a fim de apurar a responsabilidade e a extensão dos danos causados à fauna marinha e costeira, à flora e ao ecossitema na APP, nas áreas afetadas do Litoral Norte do Estado.</p>
<p>Além disso, o MPF entrou em contato com a Organização Não-Governamental (ONG) Sea Shepherd, que mantém voluntários nas praias, a fim de que sejam apurados os possíveis danos em relação à fauna silvestre afetada pelo óleo.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_4827" class="wp-caption aligncenter" style="width: 532px"><img class="size-full wp-image-4827  " title="thumb.aspx" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/thumb.aspx_.jpg" alt="MPF também investiga vazamento de óleo em Tramandaí. Foto: Pedro Revillion/Correio do Povo " width="522" height="346" /><p class="wp-caption-text">MPF também investiga vazamento de óleo em Tramandaí. Foto: Pedro Revillion/Correio do Povo </p></div>
<p>O Ministério Público do Estado, através da Fiscalização Integrada e da Promotoria de Tramandaí, já havia anunciado que também investiga o vazamento. Segundo o órgão, além de identificar os danos ambientais, o objetivo também é buscar a condenação da empresa pelos danos morais causados aos veranistas pelo acidente.</p>
<p>A mancha de óleo chegou à beira da praia nessa quinta-feira, atingindo principalmente o município de Tramandaí, já se estende por uma faixa de cinco quilômetros. A Transpetro informou, através de nota emitida hoje, ter criado uma comissão interna para investigar as causas do acidente. O volume estimado pela empresa de óleo derramado é de 1,2 m³.<br />
<strong><br />
Exames da água</strong></p>
<p>A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) espera para este sábado o resultado dos exames laboratoriais feitos na água do mar de Tramandaí, no Litoral Norte, após o vazamento de óleo no oceano, ocorrido nessa quinta-feira. Por medida de segurança, a Fepam instalou placas nas areias de Tramandaí e Imbé alertando que as águas estão impróprias para o banho.</p>
<p>“Como o vazamento foi bastante significativo, não temos condições de afirmar que não tenha uma quantidade razoável de petróleo dissolvido na água. Como é uma substância altamente tóxica, mantemos a recomendação de evitar o banho de mar nos próximos dias”, indicou o presidente da fundação, Carlos Fernando Niedersberg. “Como sou químico e conheço o risco que o petróleo oferece, mesmo que os resultados indiquem uma tranqüilidade eu recomendaria que, por precaução, os veranistas evitem tomar banho ali”, alertou.</p>
<p><strong>Multa por vazamento no litoral pode chegar a R$ 50 milhões</strong></p>
<p>Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aguardam laudo para avaliar os danos causados pelo vazamento de óleo na área sul de Tramandaí, no Litoral Norte. Conforme o órgão, a multa para este tipo de crime ambiental pode variar entre R$ 500 e R$ 50 milhões. Na manhã desta sexta-feira, o Ibama sobrevoou a área de 3,5 quilômetros entre a plataforma de Tramandaí e a barra do Rio Tramandaí, em Imbé, a fim de monitorar a realização do plano de emergência.<br />
<strong><br />
Condições climáticas podem agravar desastre</strong></p>
<p>A MetSul Meteorologia alerta que, nas próximas horas, a direção e a intensidade do vento, assim como as correntes marítimas, devem ampliar o impacto do vazamento de óleo. Segundo a empresa, as correntes do mar nesta sexta-feira são de Sudeste a Leste, o que leva o petróleo a balneários mais ao Norte de Tramandaí.</p>
<p style="text-align: left;"><em>Fonte: <a href="http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=386308#.TyQBkbYHHCZ.facebook" target="_blank">Correio do Povo</a></em></p>
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		<title>Vazamento de óleo em Tramandaí (RS) pode ser o maior no Estado nos últimos 10 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ibama ainda não sabe a quantidade de petróleo vazado da monoboia da Transpetro, mas já estuda multar a empresa
O vazamento de petróleo em uma monoboia da Transpetro, da Petrobras, em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ibama ainda não sabe a quantidade de petróleo vazado da monoboia da Transpetro, mas já estuda multar a empresa</em></p>
<p>O vazamento de petróleo em uma monoboia da Transpetro, da Petrobras, em Tramandaí (RS) pode ser um dos maiores registrados no Estado nos últimos 10 anos, conforme o superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), João Pessoa Riograndense Moreira Junior. O derramamento levou a Brigada Militar a evacuar a orla devido ao risco para os banhistas.</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_4800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><img class="size-full wp-image-4800  " title="tramandai - foto lauro alves 2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/tramandai-foto-lauro-alves-2.jpg" alt="Foto: Lauro Alves/clicRBS" width="484" height="321" /><p class="wp-caption-text">Foto: Lauro Alves/clicRBS</p></div>
<p>&#8220;A praia de Tramandaí está bem impactada. Vai levar dias para limpar. O ideal é que não se use essa faixa de praia&#8221;, alertou o técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Diego Hoffmeister.</p>
<p>O Núcleo Sea Shepherd RS já está em deslocamento para Tramandaí, com o objetivo de ajudar os órgãos competentes a limpar e minimizar os impactos causados no ambiente marinho local. Estão sendo enviados biólogos e voluntários treinados em salvamento de animais e derrame de petróleo.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4801" class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><img class="size-full wp-image-4801 " title="Tramandai - foto lauro alves" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Tramandai-foto-lauro-alves.jpg" alt="Foto: Lauro Alves/clicRBS" width="496" height="330" /><p class="wp-caption-text">Foto: Lauro Alves/clicRBS</p></div>
<p><strong>Crime Ambiental</strong></p>
<p>Um inquérito foi instaurado nesta sexta-feira para apurar as causas do vazamento de petróleo no mar de Tramandaí. O acidente ambiental aconteceu às 11h40min de quinta-feira, quando o navio grego Elka Aristotle acoplou na monoboia 602 da Transpetro, a seis quilômetros da costa, e, no momento de transferir o óleo para o duto, houve o derramamento no mar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4802" title="tramandai óleo" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/tramandai-óleo.jpg" alt="tramandai óleo" width="518" height="431" /></p>
<p>De acordo com o boletim de ocorrência, registrado no início da madrugada desta sexta-feira por um engenheiro mecânico da Transpetro, a falha ocorreu na válvula de segurança que fica entre o mangote da monoboia e a mangueira da embarcação, que transporta o produto.</p>
<p>O delegado Peterson da Silva Benitez, da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Tramandaí, diz que pode haver responsabilização. &#8220;Crime ambiental, em si, já é notório&#8221;, afirmou.</p>
<p><em>Com informações do clicRBS</em></p>
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		<title>Sea Shepherd persegue os baleeiros japoneses ontem</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/sea-shepherd-persegue-os-baleeiros-japoneses-ontem/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A frota baleeira japonesa não está onde deveria estar nesta época do ano.
No ano passado, a frota estava operando no Mar de Ross. Este ano, a sua &#8220;pesquisa científica&#8221; deveria ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4862" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4862" title="news_120122_1_1_BR_YM2_with_red_paint" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/news_120122_1_1_BR_YM2_with_red_paint.jpg" alt="Yushin Maru 2" width="260" height="173" /><p class="wp-caption-text">Yushin Maru 2</p></div>
<p>A frota baleeira japonesa não está onde deveria estar nesta época do ano.</p>
<p>No ano passado, a frota estava operando no Mar de Ross. Este ano, a sua &#8220;pesquisa científica&#8221; deveria ter lugar nas águas ao sul e oeste da Tasmânia, a leste e sul da África do Sul.</p>
<p>Todo ano eles alternam. Mas não este ano! Embora os baleeiros tenham tentado começar suas operações matando no sudoeste águas da Austrália, os navios da Sea Shepherd têm perseguido a frota baleeira para o leste. Às 17:00 horas (horário da Austrália), o Bob Barker encontrou o Yushin Maru nº 3 em 66 graus, 22 minutos ao Sul, e 179 graus, 05 minutos a Oeste.</p>
<p>Interceptados a 500 milhas a oeste de Fremantle, na Austrália, a frota japonesa percorreu mais de 4.500 milhas náuticas pelos últimos 30 dias, todo o caminho para o Mar de Ross, muito ao leste da Austrália. Esta é uma média de 150 quilômetros por dia, deixando muito pouco tempo para matar baleias com apenas um navio arpoador. Os outros dois navios arpoadores ou estão perseguindo, ou procurando os navios da Sea Shepherd.</p>
<p>&#8220;Você pode dizer que perseguimos os assassinos de baleias ontem, uma vez que cruzaram a Linha Internacional de Data&#8221;, disse o Capitão Paul Watson, do navio da da Sea Shepherd, Steve Irwin. &#8220;Isso mostra que eles realmente não têm um cronograma científico no que eles chamam de pesquisa, porque isso os obrigaria a colher &#8220;amostras&#8221; de baleias das duas áreas diferentes, alternadamente a cada ano. Isto não é por causa da ciência e nunca foi. Não é nem pelo lucro, ainda mais porque temos reduzido os seus lucros. É simplesmente pelo orgulho. A caça à baleia no Oceano Antártico tornou-se um projeto de bem-estar fortemente subsidiado para uma indústria arcaica que não tem lugar no século XXI&#8221;.</p>
<p>A campanha da Sea Shepherd, Operação Vento Divino, tem sido um desafio este ano devido aos 30 milhões de dólares alocados para a frota baleeira para maior segurança. Esse dinheiro foi retirado do fundo de ajuda do tsunami e terremoto.</p>
<p>&#8220;Eles têm 10 milhões de dólares para cada um milhão de dólares que temos para financiar nossos três navios&#8221;, disse o capitão Alex Cornelissen, do Bob Barker. &#8220;Eles têm o total apoio de seu governo e, literalmente, têm uma licença para matar, porque se qualquer um de nós formos feridos ou mortos, o governo irá apoiá-los e justificar suas ações. Nossos governos nos condena por apenas jogar manteiga podre em suas plataformas&#8221;.</p>
<p>A perseguição na parte inferior do mundo envolve cinco navios da frota baleeira japonesa e dois navios da Sea Shepherd. O terceiro navio da Sea Shepherd, o Brigitte Bardot, foi danificado pelos mares bravios e teve que retornar a Fremantle, na Austrália, para reparos.</p>
<p>Nunca antes a frota baleeira japonesa abandonou uma &#8220;pesquisa&#8221; baleeira em uma área designada por outra. A Sea Shepherd aparentemente interrompeu gravemente o plano baleeiro japonês para esta temporada, e custou-lhes uma enorme quantidade em combustível. Além disso, dois dos três navios arpoadores foram desviados do objetivo de matar baleias para ficar na cola do Steve Irwin e do Bob Barker. O Yushin Maru nº 2 está seguindo o Steve Irwin e o Yushin Maru nº 3 está seguindo o Bob Barker. Isso deixa somente o Yushin Maru livre para caçar baleias.</p>
<p>A Sea Shepherd tem sido capaz de manter a frota baleeira em movimento, e continua a acompanhar seus movimentos, baseando-se nas operações do drone e de 10 anos de experiência, após acompanhar os movimentos previsíveis dos baleeiros.</p>
<p>Na temporada passada, o Bob Barker foi capaz de perseguir o Nisshin Maru todo o percurso até a ponta da América do Sul, antes de sair e voltar ao Japão humilhado, após alcançar apenas dezessete por cento de sua cota de matança.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Leilão para libertar Erwin, detido no Japão</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Participe do leilão de duas pinturas originais e faça a sua parte para ajudar a garantir a libertação de Erwin Vermeulen, voluntário da Sea Shepherd que está detido no Japão.
O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Participe do leilão de duas pinturas originais e faça a sua parte para ajudar a garantir a libertação de Erwin Vermeulen, voluntário da Sea Shepherd que está detido no Japão.</p>
<p>O artista e Diretor da Sea Shepherd Holanda, Geert Vons, está oferecendo dois de seus quadros para ajudar a levantar fundos para as despesas judiciais do voluntário da Sea Shepherd, Erwin Vermeulen. Geert é responsável por muito do trabalho de arte da Sea Shepherd Conservation Society e logos.</p>
<p>Erwin ainda está sendo inocentemente detido no Japão. Ele está preso desde 16 de dezembro, e está sendo negado o seu contato com qualquer pessoa além de seus advogados. Erwin estava em Taiji documentando o massacre de golfinhos, em um esforço para conscientizar sobre esta matança horrível, quando foi falsamente acusado de empurrar um dos funcionários do Resort Dolphin. O processo judicial acontecerá no final de janeiro. Erwin pode pegar até dois anos de prisão, juntamente com uma multa pesada.</p>
<p>Estas pinturas não são apenas belas e únicas; elas apoiam uma causa digna: a liberdade de um homem inocente. As pinturas serão leiloadas online. Vamos acompanhar os lances em nosso site. Participe do leilão e faça uma oferta para a liberdade de Erwin!</p>
<p>A oferta pode ser enviada pelo e-mail info@seashepherd.nl</p>
<p>Por favor, especifique qual a pintura que você deseja e inclua o seu número de telefone e endereço.</p>
<p>Bio do artista <a href="http://www.seashepherd.org/advisors/geert-jan_vons.html" target="_blank">Geert Vons</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Salto para a Liberdade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-4817" title="news_120119_1_2_Leap_for_freedom_ds" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120119_1_2_Leap_for_freedom_ds.jpg" alt="news_120119_1_2_Leap_for_freedom_ds" width="314" height="214" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Artista: Geert Vons</strong></p>
<p style="text-align: center;">Tamanho: 100&#215;150cms<br />
Material: Acrílico sobre tela</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.seashepherd.nl/nl/news-120116-1.html" target="_blank"><strong>Visite a página da Holanda para ver o atual<br />
valor do lance em Euros e Dólares</strong></a></p>
<p style="text-align: center;">Por meio do lance na pintura apropriadamente chamada<br />
&#8216;Salto para a Liberdade&#8217;, você ajuda Erwin a<br />
dar o seu próprio &#8220;salto para a liberdade&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Barreira do Aquário</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-4818" title="news_120119_1_1_Dolphinarium-bound_ds" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120119_1_1_Dolphinarium-bound_ds.jpg" alt="news_120119_1_1_Dolphinarium-bound_ds" width="314" height="214" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Artista: Geert Vons</strong></p>
<p style="text-align: center;">Tamanho: 100&#215;150cms<br />
Material: Acrílico sobre tela</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.seashepherd.nl/nl/news-120116-1.html" target="_blank"><strong>Visite a página da Holanda para ver o atual<br />
valor do lance em Euros e Dólares</strong></a></p>
<p style="text-align: center;">Esta pintura ilustra o lado escuro dos aquários:<br />
os massacres de golfinhos em Taji. No momento da<br />
sua prisão, Erwin Vermeulen estava tirando fotos<br />
para documentar este massacre.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Juiz do caso Fer Mary é suspenso em Galápagos</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/juiz-do-caso-fer-mary-e-suspenso-em-galapagos/</link>
		<comments>http://seashepherd.org.br/juiz-do-caso-fer-mary-e-suspenso-em-galapagos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, a mídia local e nacional divulgou amplamente sobre a suspensão do juiz de Galápagos que lidou com o caso conhecido como Fer Mary, um navio de pesca ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4809" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4809" title="news_120118_1_1_dead_sharks_TW" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120118_1_1_dead_sharks_TW.jpg" alt="Tubarões mortos. Foto: Tim Watters" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">Tubarões mortos. Foto: Tim Watters</p></div>
<p>Na semana passada, a mídia local e nacional divulgou amplamente sobre a suspensão do juiz de Galápagos que lidou com o caso conhecido como <em>Fer Mary</em>, um navio de pesca industrial interceptado dentro da Reserva Marinha de Galápagos pelo Serviço Nacional de Parques Galápagos, em julho passado, com mais de 350 tubarões mortos. O caso ganhou as manchetes no ano passado, não só pela captura ilegal de espécies protegidas em uma reserva marinha, mas também por causa do descaso judicial que recebeu do judiciário local.</p>
<p>Segundo a imprensa, a suspensão do juiz está relacionada com as decisões tomadas no caso <em>Fer Mary</em>. Este é um passo importante no sentido da aplicação da legislação ambiental, uma vez que reflete a crescente preocupação das autoridades judiciais nacionais sobre como o sistema de justiça responde às causas ambientais em Galápagos, particularmente em termos de acesso à justiça e devido processo legal.</p>
<div id="attachment_4810" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4810" title="news_120118_1_5_hammerhead_sharks_in_the_galapagos_marine_reserve_NV" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120118_1_5_hammerhead_sharks_in_the_galapagos_marine_reserve_NV.jpg" alt="Tubarões-martelo na Reserva Marinha de Galápagos. Foto: Nicholas Vera" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">Tubarões-martelo na Reserva Marinha de Galápagos. Foto: Nicholas Vera</p></div>
<p>De acordo com a lei equatoriana, a suspensão de um juiz aplica-se em situações consideradas graves e urgentes. A suspensão é de 90 dias, momento em que os juízes deixam seus escritórios, enquanto um processo disciplinar é instalado. O juiz de Galápagos que está sob investigação da autoridade judicial nacional é aquele que, em 23 de dezembro, anulou todos os procedimentos no caso <em>Fer Mary</em>. Leia a história aqui: <a href="http://seashepherd.org.br/juiz-de-galapagos-anula-o-caso-fer-mary/" target="_blank">Juiz de Galápagos anula o caso Fer Mary</a>.</p>
<p>Sob a lei equatoriana, os tubarões são uma espécie protegida. Sua captura na Reserva Marinha de Galápagos é considerada crime ambiental, definido e sancionado pela Lei de Galápagos e o Código Penal do Equador.</p>
<p>A Sea Shepherd tem acompanhado o caso desde a detecção do barco <em>Fer Mary</em>. Em agosto de 2011, a Sea Shepherd promoveu uma iniciativa para representar os tubarões no tribunal local. Em um esforço conjunto de várias organizações, um documento judicial (<em>Amicus Curiae</em>) foi apresentado em setembro de 2011, em defesa dos tubarões capturados na Reserva Marinha de Galápagos. O <em>Amicus Curiae</em> prevalecerá como testemunha pela defesa dos tubarões, espécies magnífica dos oceanos.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Três membros da Sea Shepherd são feridos em conflito com navio arpoador japonês</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 01:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os baleeiros japoneses têm aumentado sua agressividade, jogando ganchos de ferro nos botes da Sea Shepherd.
Dois tripulantes do Steve Irwin foram atingidos no ombro com os ganchos de ferro atirados, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4780" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4780" title="news_120117_1_1_BR_yushin_dropping_metal_objects_DSC4970" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120117_1_1_BR_yushin_dropping_metal_objects_DSC4970.jpg" alt="Tripulação do Yushin Maru joga gancho de metal nos botes da Sea Shepherd, ferindo os tripulantes" width="260" height="173" /><p class="wp-caption-text">Tripulação do Yushin Maru joga gancho de metal nos botes da Sea Shepherd, ferindo os tripulantes</p></div>
<p>Os baleeiros japoneses têm aumentado sua agressividade, jogando ganchos de ferro nos botes da Sea Shepherd.</p>
<p>Dois tripulantes do Steve Irwin foram atingidos no ombro com os ganchos de ferro atirados, e um tripulante foi atingido duas vezes no rosto por uma longa vara de bambu.</p>
<p>O Yushin Maru n° 2 continua na cola do Steve Irwin. O incidente ocorreu às 03:00 horas, horário australiano, a 64 graus e 17 minutos ao Sul, e 155 graus e 41 minutos a leste. Isso é cerca de 300 quilômetros ao norte da Península Mawson, fora da costa Antártica da Ilha George V.</p>
<p>&#8220;Nossos pequenos barcos estavam tentando retardar o arpoador japonês Yushin Maru n° 2, que estava agressivamente seguindo o Steve Irwin&#8221;, disse o Capitão Paul Watson.</p>
<div id="attachment_4782" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4782" title="news_120117_1_2_BR_yushin_water_cannon_delta_DSC5005" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/news_120117_1_2_BR_yushin_water_cannon_delta_DSC5005.jpg" alt="Yushin Maru atinge o barco Delta com canhões de água" width="260" height="173" /><p class="wp-caption-text">Yushin Maru atinge o barco Delta com canhões de água</p></div>
<p>O tripulante americano Brian Race (25), de Nova York, foi espetado duas vezes no rosto com uma vara de bambu, e teve lacerações acima de seu olho direito e no nariz.</p>
<p>Russell Bergh (35), da África do Sul, um cameraman do Animal Planet, foi atingido no braço direito e no ombro com um gancho de ferro jogado do navio arpoador, resultando em profundas contusões.</p>
<p>O fotógrafo Guillaume Collet (27), da França, também foi atingido no braço direito e no ombro por um gancho de ferro, resultando em profundas contusões.</p>
<p>Não houve ferimentos provocados por nenhum membro da tripulação da Sea Shepherd na tripulação a bordo do navio japonês.</p>
<p>Dois dos três navios arpoadores estão seguindo a Sea Shepherd, efetivamente nocauteando dois dos três barcos da matança.</p>
<p>&#8220;Estamos quase no limite da fronteira leste de sua área de caça auto-atribuída&#8221;, disse o Capitão Watson. &#8220;Estamos chegando perto&#8221;.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Do mar de volta para as árvores</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Heróis ativistas voltam para casa
Relatório por Jeff Hansen
Às 12:00 (horário da Austrália), Geoffrey Owen Tuxworth (47), de Perth, Simon Peterffy (44), de Bunbury, e Glen Pendlebury (27), de Fremantle, chegaram ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Heróis ativistas voltam para casa</em></p>
<p><strong>Relatório por Jeff Hansen</strong></p>
<div id="attachment_4854" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-4854" title="news_120116_1_3_GeoffreyTuxworth_Glen Pendlebury_SimonPeterffy" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/news_120116_1_3_GeoffreyTuxworth_Glen-Pendlebury_SimonPeterffy.jpg" alt="Ativistas da Forest Rescue: Geoffrey Tuxworth, Glen Pendlebury, e Simon Peterffy " width="265" height="178" /><p class="wp-caption-text">Ativistas da Forest Rescue: Geoffrey Tuxworth, Glen Pendlebury, e Simon Peterffy </p></div>
<p>Às 12:00 (horário da Austrália), Geoffrey Owen Tuxworth (47), de Perth, Simon Peterffy (44), de Bunbury, e Glen Pendlebury (27), de Fremantle, chegaram de volta a Albany, Austrália Ocidental, a bordo do navio Ocean Protector, depois de embarcar no Shonan Maru Nº 2 em uma tentativa de sensibilizar os japoneses e liberar o Steve Irwin em sua caça para rastrear o navio fábrica baleeiro japonês, o Nisshin Maru.</p>
<p>Simon Peterffy não foi liberado para se juntar aos outros dois homens. Após sua chegada, ele foi imediatamente levado para a prisão por multas pendentes, devido à sua ação pelas florestas, em campanha para salvar a última das florestas nativas da Austrália Ocidental.</p>
<p>Simon Peterffy está na linha de frente de conservação por muitos anos, protegendo as florestas nativas da Austrália, que inclui um habitat crucial para a criticamente ameaçada <em>Carnabies Cockatoo</em>, cujo habitat está sendo dizimado a uma taxa alarmante. Simon é um homem que é muito apaixonado pela beleza do nosso planeta, e quer certificar-se de que seus filhos, e todos os nossos filhos, vivam em um mundo com baleias, oceanos saudáveis ​​e florestas intocadas. Ele está fazendo mais do que a sua parte para garantir um futuro para todos nós neste planeta. Este homem nunca deveria ter ido para a cadeia, ele deveria ser feito um herói nacional, por fazer o que os nossos governos deveriam estar fazendo, protegendo as grandes baleias, nossa vida, cuidando dos oceanos e de nossas florestas nativas. Isto é o que devemos deixar como um futuro real para nossos filhos, não deixar algum parceiro comercial rico, como o Japão, feliz.</p>
<p>A Sea Shepherd e a Forest Rescue elaboraram um plano para o resgate de Simon, de modo que este eco-guerreiro possa ser libertado.</p>
<p>Simon veio até o portão da prisão e foi recebido com um abraço enorme e um beijo de seu parceiro, Panda, e você poderia dizer, embora bastante magro em relação ao usual por sua greve de fome, ele estava em êxtase por estar de volta em terra oficialmente.</p>
<p>Simon afirmou que quando ele e os meninos embarcaram na costa da Austrália Ocidental, eles  quase foram atingidos por um pedaço de quase um metro de gelo que foi jogado contra eles pelos tripulantes do Shonan Maru nº 2. Você pensaria que, com um orçamento de 28 milhões de dólares seriam mais sofisticados do que recorrer a um armamento da era do gelo. Eles não resistiram aos japoneses e foram levados imediatamente para a sala de comunicação, onde sentaram-se para cerca de 24 horas de interrogatório antes de serem autorizados a deitar no chão com alguns cobertores e dormirem um pouco.</p>
<p>Em seguida, foram então transferidos para uma cabine de dois metros por dois metros com uma cama e um beliche, e dois guardas ficaram com eles o tempo todo. Eles ficaram dentro da cabine durante seis dias seguidos, e só era permitido ir ao banheiro. Eles não tinham permissão para saírem para o navio. Eles também receberam roupas. Em geral, Simon disse que eles foram bem tratados.</p>
<p>Simon também achou que os japoneses ficaram muito impressionados com a maneira como os homens da Forest Rescue agiram, onde eles ficarm calmos e respeitoso para com seus captores.</p>
<div id="attachment_4855" class="wp-caption alignleft" style="width: 275px"><img class="size-full wp-image-4855" title="news_120116_1_1_GeoffreySimonGlenAskedtoSignPainting" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/news_120116_1_1_GeoffreySimonGlenAskedtoSignPainting.jpg" alt="Geoffrey Tuxworth, Glen Pendlebury, e Simon Peterffy " width="265" height="199" /><p class="wp-caption-text">Geoffrey Tuxworth, Glen Pendlebury, e Simon Peterffy </p></div>
<p>Quando perguntado se Simon e os rapazes fariam tudo de novo, eles afirmaram &#8220;num piscar de olhos&#8221;.</p>
<p>O governo australiano ainda não retornou nenhum dos telefonemas da Sea Shepherd, e continua a atacar Sea Shepherd sobre o custo dos contribuintes para resgatar esses bravos homens por fazerem o trabalho do governo. A Sea Shepherd gostaria de reiterar que, em 11 de janeiro de 2012, a Sea Shepherd, via Jeff Hansen, contatou o escritório do Ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, e o escritório do Procurador-Geral, oferecendo uma solução que não traria qualquer despesa para os contribuintes do imposto australiano. A solução dada foi permitir que a Sea Shepherd cuidasse da transferência. Além disso, se o governo australiano tivesse agido quando os homens ainda estavam na zona contígua de Bunbury, Austrália Ocidental, e não em águas internacionais, o custo teria sido muito menor já que o navio estava perto na época. Ninguém acha ser um problema correr para auxiliar um barco que está tentando quebrar algum recorde mundial; nenhum custo de imposto é poupado. Alguém poderia pensar que defender as baleias magníficas que migram para nossas costas e desempenham um papel vital na saúde dos nossos oceanos seria uma causa muito maior.</p>
<p>Para colocar isto em perspectiva, o governo australiano gastou milhões para resgatar um marinheiro britânico chamado Tony Bullimore, que estava tentando estabelecer um recorde mundial durante o seu percurso no Oceano Antártico, em 2007.</p>
<p>Este marinheiro incompetente foi resgatado durante uma tentativa de quebrar um recorde mundial, ao custo de 7 milhões de dólares, e nenhuma vez o governo australiano se queixou do custo do resgate. Na verdade, isto é o que a Autoridade de Segurança Marítima da Austrália tinha a dizer em resposta:</p>
<p><em>A porta-voz do Centro de Coordenação de Resgate de Segurança Marítima da Austrália, Tracey Higgins, disse que as autoridades estavam confiantes que Mr. Bullimore estava melhor preparado para sua última aventura.</em></p>
<p><em>&#8220;De qualquer maneira, se é a coisa certa ou errada a fazer, é sua escolha&#8221;.</em></p>
<p><em>Ms. Higgins disse que a autoridade não hesitaria em ajudar o Sr. Bullimore se ele pedisse.</em></p>
<p><em>&#8220;Se houver um problema, um incidente, ou ele estiver em problemas, e ele estiver em nossa região de busca e resgate, então vamos responder a isso, como faríamos com qualquer outra pessoa&#8221;, disse ela.</em></p>
<p>É claro que o Sr. Bullimore não estava tentando salvar <em>cockatoos</em> ameaçados ou baleias. Ele não era australiano e sendo britânico, esperava-se que a Austrália não poupasse nenhuma despesa para o seu resgate.</p>
<p>Mr. Bullimore vendeu sua história por 1.000.000 de euros e não deu nada de volta para a Austrália. Em contraste, a Primeira-Ministra Gillard afirmou que os defensores de baleias deveriam reembolsar o governo australiano para a despesa da sua recuperação, mesmo que a Sea Shepherd não ofereceu um plano alternativo de custo para sua recuperação.</p>
<p>Simon, Glen, e Geoffrey, da Forest Rescue, foram muito humildes por todo o apoio que têm recebido, especialmente os cumprimentos da Sea Shepherd, da Forest Rescue, dos Verdes, através do senador Bob Brown, e que todos os seus apoiadores deram para que fossem resgatados.</p>
<p>Eles estão muito felizes em saber que sua atuação tem feito uma diferença significativa na defesa das grandes baleias na Operação Vento Divino.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Operação de Olho no Mar tem seguimento em Cidreira (RS)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Guilherme Ferreira, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil
As ações de controle e fiscalização da pesca predatória no litoral norte gaúcho tiveram prosseguimento neste último sábado, dia 14 de janeiro. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Guilherme Ferreira, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
<p>As ações de controle e fiscalização da pesca predatória no litoral norte gaúcho tiveram prosseguimento neste último sábado, dia 14 de janeiro. Mesmo com um tempo adverso, chuva e ventos fortes, a equipe de voluntários do núcleo gaúcho do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) não desanimou e cumpriu sua missão.</p>
<div id="attachment_4792" class="wp-caption aligncenter" style="width: 341px"><img class="size-full wp-image-4792" title="lixo_cidreira" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/lixo_cidreira.jpg" alt="Lixo recolhido por voluntários, em Cidreira (RS). Foto: Núcleo Gaúcho/ISSB" width="331" height="448" /><p class="wp-caption-text">Lixo recolhido por voluntários, em Cidreira (RS). Foto: Núcleo Gaúcho/ISSB</p></div>
<p>A patrulha e coleta de lixo na praia fez o dia ser bastante produtivo. “Mais de 12 voluntários do ISSB e cerca de dez simpatizantes, entre moradores e surfistas, ajudaram a limpar a orla. Foram recolhidos mais de dez sacos de lixos. Nem a chuva e o vento impediram que estivéssemos no litoral monitorando”, afirma o coordenador do núcleo gaúcho, Pedro Loss.</p>
<div id="attachment_4791" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-4791" title="olho_no_mar_plataforma_cidreira" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/olho_no_mar_plataforma_cidreira.jpg" alt="Equipe buscando possíveis atividades predatórias. Foto: Núcleo Gaúcho/ISSB" width="448" height="252" /><p class="wp-caption-text">Equipe buscando possíveis atividades predatórias. Foto: Núcleo Gaúcho/ISSB</p></div>
<p>Voluntários fiscalizaram a orla marítima do município na busca por embarcações que pudessem estar praticando a pesca predatória. Nenhuma atividade ilícita foi detectada.</p>
<p>Para o Diretor Geral do ISSB, Wendell Estol, a continuidade destas ações é importante para alertar a população e as autoridades.</p>
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		<title>Operação de Olho no Mar: contra a pesca predatória no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Guilherme Ferreira, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil
No último sábado, dia 7 de janeiro, em Tramandaí e Imbé, litoral norte gaúcho, o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), realizou ações ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Guilherme Ferreira, voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
<div id="attachment_4745" class="wp-caption alignright" style="width: 281px"><img class="size-full wp-image-4745 " title="sea - rs" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/sea-rs.jpg" alt="Núcleo gaúcho do ISSB. Foto: André Carvalho/ Sul 21" width="271" height="182" /><p class="wp-caption-text">Núcleo gaúcho do ISSB. Foto: André Carvalho/ Sul 21</p></div>
<p>No último sábado, dia 7 de janeiro, em Tramandaí e Imbé, litoral norte gaúcho, o Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), realizou ações de controle e fiscalização da pesca predatória no litoral norte gaúcho.</p>
<p>Cerca de 15 voluntários passaram o dia acampados em frente à plataforma marítima de Tramandaí, onde realizaram ações de conscientização e fiscalização. Enquanto alguns distribuíram panfletos e conversavam com veranistas na beira da praia, outros embarcavam em um bote para patrulhar o oceano, a procura de possíveis embarcações pesqueiras que realizassem a pesca de arrasto.</p>
<p>Juntamente estava a postos uma equipe de terra, equipada com um GPS, que informaria se alguma embarcação estivesse realizando a pesca ilegal fora do limite permitido. “Infelizmente a pesca de arrastão ainda é legalizada na nossa costa. Porém, é preciso respeitar o limite estabelecido de 5,5 km entre a faixa de areia e o mar aberto”, explica Pedro Loss, coordenador do núcleo gaúcho do ISSB.</p>
<div id="attachment_4747" class="wp-caption alignleft" style="width: 281px"><img class="size-full wp-image-4747 " title="sea-rs3" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/sea-rs3.jpg" alt="Equipe utiliza bote para realizar fiscalização. Foto: André Carvalho/ Sul 21" width="271" height="182" /><p class="wp-caption-text">Equipe utiliza bote para realizar fiscalização. Foto: André Carvalho/ Sul 21</p></div>
<p>A patrulha da Sea Shepherd não flagrou nenhuma atividade de pesca predatória, porém, as atividades de monitoramento continuarão. Segundo Wendell Estol, Diretor Geral do Instituto Sea Shepherd Brasil, a ação foi positiva e terá desdobramentos. “Ações simples como esta ocorrida em Tramandaí são de extrema importância para a mobilização da sociedade civil em defesa da conservação da vida marinha, pois nenhum órgão governamental ou outra instituição sozinha, tem condições de agir efetivamente no combate dos crimes ambientais que ocorrem corriqueiramente no litoral brasileiro. Cidadãos conscientes serão sempre os fiscais mais efetivos, por isso o Instituto Sea Shepherd Brasil pretende, em 2012, intensificar este tipo de ação”.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a pesca de arrasto</strong></p>
<p>A pesca de arrasto não leva esse nome por acaso, uma vez que promove um verdadeiro arrastão no fundo do mar. Uma embarcação de pequeno porte, com estruturas metálicas acopladas, devassa toda a vida marinha que encontra pela frente ao arrastar uma rede por quilômetros de distância.</p>
<div id="attachment_4748" class="wp-caption alignright" style="width: 281px"><img class="size-full wp-image-4748 " title="sea - rs 2" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/sea-rs-2.jpg" alt="Voluntários do núcleo gaúcho do ISSB. Foto: André Carvalho/ Sul 21" width="271" height="182" /><p class="wp-caption-text">Voluntários do núcleo gaúcho do ISSB. Foto: André Carvalho/ Sul 21</p></div>
<p>Quando é içada, a rede traz consigo não apenas a espécie de peixe que as empresas buscam para comercializar, mas também diversos outros animais, como tartarugas, arraias, ovas e espécies em estágio reprodutivo. Os animais que não servem aos propósitos mercantis das empresas são devolvidos ao mar, na maioria das vezes já mortos, sufocados pela compressão da rede ou estrangulados em sua malha de fios.</p>
<p>Esse tipo de prática ainda é permitido no país. Portarias do governo federal – através do Ministério do Meio Ambiente, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério da Pesca e da Aquicultura – normatizam a atividade, com especificações para todo o território nacional.</p>
<p>No caso do Rio Grande do Sul, a portaria nº 26 da extinta Superintendência do Desenvolvimento da Pesca (Sudepe), hoje incorporada ao Ibama, estipula que esse tipo de pesca só poderá ocorrer a partir de 3 milhas náuticas da beira da praia, ou seja, 5,5 km. Ainda assim o arrastão continua ocorrendo perto da costa gaúcha.</p>
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