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	<title>Sea Shepherd &#187; Na mídia</title>
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	<description>Organização de defesa e conservação da biodiversidade marinha</description>
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		<title>Marinha instaura inquérito para apurar vazamento da Petrobras</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 15:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, órgão vinculado à Marinha, instaurou inquérito administrativo para apurar as causas do vazamento de petróleo da Petrobras no campo de Carioca Nordeste, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, órgão vinculado à Marinha, instaurou inquérito administrativo para apurar as causas do vazamento de petróleo da Petrobras no campo de Carioca Nordeste, no pré-sal da bacia de Santos, a cerca de 300 km do litoral de São Paulo.</p>
<p>O prazo para a conclusão da investigação é de 90 dias.</p>
<p>A Marinha enviou a Fragata Niterói &#8211;com um helicóptero a bordo da embarcação&#8211; para o local do incidente. O objetivo é &#8220;verificar as ações de resposta [ao vazamento], observar a extensão da mancha e realizar a filmagem e o registro fotográfico do local&#8221;, segundo nota da força armada.</p>
<p>A previsão é que a equipe retorne na noite desta quarta-feira com as primeiras informações sobre o acidente.</p>
<p>A Marinha informou que soube do vazamento por meio de comunicado da Petrobras. Segundo a Marinha, a empresa acionou na terça-feira o seu plano de emergência, que conta com o uso de um helicóptero e duas embarcações de grande porte, &#8220;apropriadas para realizar as ações de resposta à poluição ambiental&#8221;.</p>
<p>De acordo com a Marinha, a Petrobras informou ainda que não &#8220;há possibilidade do óleo alcançar o continente&#8221;. Até agora, a estatal estimou inicialmente que o acidente tenha provocado o derramamento de cerca de 160 barris de óleo no mar.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1042342-marinha-instaura-inquerito-para-apurar-vazamento-da-petrobras.shtml" target="_blank">Folha de S.Paulo</a></em></p>
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		<title>Mancha de óleo está a 250 km de Ilhabela, mas não atingirá costa, diz ANP</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A ANP (Agência Nacional do Petróleo) informou que a mancha de petróleo que vazou de um poço operado pela Petrobras no pré-sal está a 250 km de Ilhabela (SP).
Entretanto, afirmou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ANP (Agência Nacional do Petróleo) informou que a mancha de petróleo que vazou de um poço operado pela Petrobras no pré-sal está a 250 km de Ilhabela (SP).</p>
<p>Entretanto, afirmou a agência, não há indicativo que o óleo possa atingir a costa.</p>
<p>A agência designou uma equipe para apurar o acidente, que está se deslocando para o local e deverá fazer vistoria a bordo da plataforma a partir de amanhã (1º).</p>
<p>&#8220;O poço foi fechado, contendo definitivamente o vazamento. As ações para conter a mancha estão em andamento&#8221;, diz a nota da agência.</p>
<p>Cerca de 160 barris de petróleo vazaram de um poço da Petrobras perfurado na camada pré-sal da bacia de Santos.</p>
<p>Na área, a estatal realiza um teste de produção com um navio-plataforma, batizado de FPWSO Dynamic Producer. A unidade foi alugada pela companhia para realizar o chamado teste de longa duração como de Carioca Nordeste, na região onde estão outras importantes descobertas do pré-sal como o campo de Lula.</p>
<p>A Petrobras informou que o poço estava em produção no momento do acidente, que provocou &#8220;um rompimento na coluna de produção&#8221;, ou seja, no duto perfurado na rocha por onde o óleo flui até a cabeça do poço. O vazamento ocorreu entre o solo e a linha d&#8217;água.</p>
<p>No vazamento da americana Chevron, foram derramados 2.400 barris de óleo e o vazamento levou dias para ser contido porque o petróleo continuava a escapar por fissuras no fundo do mar, embora o poço estivesse fechado. O acidente da Chevron despejou, portanto, um volume 14 vezes superior ao informado incialmente pela Petrobras.</p>
<p>A estatal afirmou que a operação de fechamento do poço foi concluída com sucesso e que o vazamento já cessou.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4868" class="wp-caption aligncenter" style="width: 455px"><img class="size-full wp-image-4868 " title="12031401" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/12031401.gif" alt="Imagem: Reprodução/Folha" width="445" height="424" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Reprodução/Folha</p></div>
<p><em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1042044-mancha-de-oleo-esta-a-250-km-de-ilhabela-mas-nao-atingira-costa-diz-anp.shtml" target="_blank">Folha de S.Paulo</a></em></p>
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		<title>Guerra pela caça às baleias</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 00:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Editorial do The Japan Times
A temporada de caça às baleias anual do Japão está atualmente em curso com os inevitáveis relatórios ​​e acusações sensacionalistas. O conflito entre botes baleeiros do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Editorial do <a href="http://www.japantimes.co.jp/text/ed20120115a1.html" target="_blank">The Japan Times</a></strong></em></p>
<p>A temporada de caça às baleias anual do Japão está atualmente em curso com os inevitáveis relatórios ​​e acusações sensacionalistas. O conflito entre botes baleeiros do Japão e manifestantes anti-caça não só ganhou as manchetes dos jornais, mas inspirou seu próprio programa de TV, &#8220;<em>Whale Wars </em>- Defensores de Baleias&#8221;, no canal de televisão americano <em>Animal Planet</em>, agora em sua quinta temporada. As ações de ambas as partes, caçadores de baleias e defensores, atingiram proporções absurdas. Ambos os lados deveriam voltar ao diálogo sensato.</p>
<p>Embora oficialmente concordando com uma moratória sobre a caça, as empresas baleeiras japonesas continuam matando baleias no Pacífico Sul, aproveitando uma brecha para fins de pesquisa. Se a caça atual está realmente sendo feita, como foi dito, para fins científicos, os resultados devem ser abertos para a pesquisa minuciosa dos profissionais e do público em geral, como é feito com toda pesquisa científica séria. Matar baleias para pesquisas é tema volátil, com importância internacional, por isso merece uma explicação clara de que o público em geral tenha acesso fácil. Até agora, nada disso aconteceu.</p>
<p>Este ano, o governo japonês alocou 2,28 bilhões de ienes do fundo atribuído para a recuperação do terremoto e do tsunami para serem gastos com a expedição baleeira, na esperança de ajudar a economia de Tohoku, onde alguns dos navios são baseados. Isto pode não significar muito para os 12 trilhões de ienes alocados para a recuperação, mas este subsídio para a caça fornece pouco benefício para as comunidades costeiras e os esforços para reconstruir indústrias genuinamente sustentáveis. Esse dinheiro poderia ter sido usado para muitas outras finalidades.</p>
<p>Os confrontos deste ano têm aumentado de intensidade. Kyodo Senpaku Kaisha, a companhia que lidera a missão baleeira, entrou com uma ação no ano passado em um tribunal federal dos Estados Unidos contra o grupo anti-caça, a Sea Shepherd Conservation Society. A ação da companhia baleeira acusa os ativistas de se engajarem em atividades que poderiam causar ferimentos aos tripulantes e danos às embarcações.</p>
<p>Resolver esta questão nos tribunais seria razoável, mas, infelizmente, as ações têm ocorrido em águas internacionais, fora da maioria das jurisdições, onde a lei é tão indecisa quanto o tempo. O governo japonês colocando Paul Watson, o fundador da Sea Shepherd, na lista internacional da Interpol parece uma manobra fantasiosa, já que a maioria dos países ao redor do mundo já proibiram a caça às baleias, e é improvável que entreguem o Sr. Watson a alguém.</p>
<p>Os barcos da Sea Shepherd que tentam parar os baleeiros aumentaram o nível de seu envolvimento neste ano. Alegadamente, eles estão usando raios laser e ácido butírico, um material que soa perigoso mas que basicamente fornece mau cheiro de manteiga rançosa, para perseguir e deter as expedições baleeiras. Eles também, no passado, colidiram com botes baleeiros e embarcaram nos baleeiros em mar aberto. Os navios baleeiros japoneses têm respondido na mesma moeda. Essas ações ultrapassam a linha de protesto pacífico e monitoramento razoável para um confronto violento. Qualquer ação que possa prejudicar um membro da tripulação de ambos os lados não pode ser justificada.</p>
<p>A guerra da baleia tem trazido alta tecnologia, bem como mostrado mais uma vez que ambos os lados são muito bem financiados. Este ano, a Sea Shepherd, de acordo com um dos seus comunicados à imprensa, está implantando <em>drones</em> para ajudar a controlar os navios baleeiros.</p>
<p>Com coordenadas GPS e a capacidade de fazer vídeo e imagens, os drones parecem úteis para testemunhar e relatar o que está acontecendo. Documentar, em vez de fazer propaganda, no entanto, é essencial. O mundo merece ver o que está acontecendo, mas também para entender o porquê, e para fazer as duas coisas mais desapaixonadamente.</p>
<p>Este ano, três ativistas do grupo ambientalista Forest Rescue Austrália já foram capturados e mantidos prisioneiros depois de embarcarem em um dos botes baleeiros, o Shonan Maru n° 2. Seu destino ainda está sendo debatido, apesar do Japão ter aparentemente decidido, sabiamente, devolvê-los às autoridades australianas sem apresentar acusações criminais. Os ativistas podem ficar detidos no barco até o final da temporada de caça às baleias, embora talvez seja a punição, ou a educação, o suficiente.</p>
<p>Mais importante ainda, a importância da caça deve ser questionada. No ano passado, o Japão só alcançou cerca de 18 por cento da sua quota auto-imposta de cerca de 1.000 baleias no Oceano Antártico. O costume tradicional de comer carne de baleia já diminuiu consideravelmente. Muitos relatórios mostram que a carne de baleias mortas no ano passado está se acumulando em armazéns refrigerados. Todos os fatos relativos ao estoque de carne de baleia deve ser tornado público.</p>
<p>Se a carne de baleia era realmente uma fonte barata de refeições diárias, deliciosas, como é reivindicado, seria encontrada em todos os supermercados no Japão. A carne dessas 170 ou mais baleias é, na verdade, raramente vendida.</p>
<p>A carne de baleia foi certamente uma parte importante do património do Japão, e uma grande fonte de proteína na época das vacas magras, após a Segunda Guerra Mundial. No entanto, seu consumo continuado, seja por razões culinárias, dietéticas ou cultural, não parece convincente neste ponto.</p>
<p>Continuar a caça da baleia significa que o Japão continuará a pagar caro em custas diplomáticas internacionais para ter o direito de manter uma tradição que se estende muito além das fronteiras da cultura do país, mas que não é mais o centro da vida cotidiana aqui em casa.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
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		<title>Japão vai libertar os três ativistas em greve de fome contra caça às baleias</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os três australianos que estão detidos e em greve de fome num navio japonês, em protesto contra a caça às baleias, no oceano Austral serão libertados, disse nesta terça-feira, 10, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4707" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-4707" title="editorial_120108_2_1_three_Australians_boarded_the_Shonan_Maru_5343564" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/editorial_120108_2_1_three_Australians_boarded_the_Shonan_Maru_5343564.jpg" alt="Os três ativistas ainda a bordo de Steve Irwin, da organização Sea Shepherd. Foto: Sea Shepherd/Reuters " width="260" height="180" /><p class="wp-caption-text">Os três ativistas ainda a bordo de Steve Irwin, da organização Sea Shepherd. Foto: Sea Shepherd/Reuters </p></div>
<p>Os três australianos que estão detidos e em greve de fome num navio japonês, em protesto contra a caça às baleias, no oceano Austral serão libertados, disse nesta terça-feira, 10, a primeira-ministra australiana, Julia Gillard.</p>
<p>A caminho do navio japonês “Shonan Maru 2” já está um navio australiano para onde serão transferidos os três homens da organização <em>Forest Rescue</em>. Gillard garantiu que não serão levados a tribunal.</p>
<p>Na noite de sábado, Geoffrey Tuxworth (47 anos), Simon Peterffy (44 anos) e Glen Pendlebury (27 anos) lançaram-se às águas num bote pneumático e conseguiram subir a bordo do “Shonan Maru 2”, parte da frota nipônica que caça baleias naquele oceano, a 26 quilômetros das costas ocidentais da Austrália. Segundo a australiana ABC, o trio queria assim impedir que o navio japonês perseguisse o “Steve Irwin”, barco da organização ecologista Sea Shepherd para luta contra a caça à baleia naquele oceano pelo Japão.</p>
<p>“Agradecemos ao governo japonês pela sua cooperação neste assunto”, disse um porta-voz de Gillard. “Atividades do tipo da que foi realizada por estes três activistas são inaceitáveis. Ninguém deverá assumir que, só porque chegamos a acordo com o governo japonês desta vez, não haja condenações no futuro”, acrescentou.</p>
<p>A Austrália opõe-se à caça anual à baleia pelo Japão no oceano Austral, mas considera que a única forma de travar esta atividade é através de um tribunal internacional. No ano passado, Camberra apresentou queixa contra o Japão no tribunal de Haia e uma decisão é aguardada para 2013.</p>
<p>Todos os anos, o Japão organiza campanhas de caça à baleia sob o pretexto da “investigação científica” sobre estes cetáceos, aproveitando uma exceção à moratória imposta pela Comissão Internacional da Baleia desde 1986. Os países defensores das baleias e organizações ecologistas denunciam esta prática como uma caça comercial disfarçada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1528601" target="_blank">Ecosfera</a></em></p>
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		<title>Austrália tenta liberação de ativistas por abordar baleeiro japonês</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/australia-tenta-liberacao-de-ativistas-por-abordar-baleeiro-japones/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Austrália tenta a liberação de três ativistas que abordaram no sábado um baleeiro japonês para impedir a caça de baleias na Antártida, por temor de que sejam processados no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Austrália tenta a liberação de três ativistas que abordaram no sábado um baleeiro japonês para impedir a caça de baleias na Antártida, por temor de que sejam processados no Japão, disse nesta segunda-feira a procuradora-geral, Nicola Roxon.</p>
<p>A suposta abordagem ilegal aconteceu na área econômica exclusiva, fora das águas territoriais do país oceânico, uma situação que não dá ao governo de Canberra &#8220;direitos automáticos para fazer valer as leis australianas&#8221;, disse Nicola à rede de televisão ABC.</p>
<p>Nicola ressaltou que apesar dos baleeiros japoneses não serem bem-vindos na zona econômica exclusiva australiana, o governo de Canberra precisa agir dentro da lei e considerou que &#8220;é provável que se aplique a legislação japonesa&#8221;.</p>
<p>Os três ativistas australianos da organização ambientalista <em>Forest Rescue</em> abordaram no sábado um barco da segurança dos baleeiros japoneses em águas ao sudoeste do litoral ocidental do país oceânico, mas a localização exata do lugar é objeto de polêmica.</p>
<p>Os três ativistas pretendiam forçar o Shonan Maru 2 a que deixasse de perseguir o barco Steve Irwin, que faz parte da frota da organização ambientalista Sea Shepherd, que participa da campanha contra a caça de baleias na Antártida.</p>
<p>Os confrontos na Antártida entre os ecologistas e os baleeiros se tornaram muito duros quando que o Japão decidiu reforçar a segurança de sua frota, depois que as ações da Sea Shepherd lhes obrigou a suspender dois meses antes do previsto a temporada de caça de cetáceos no Oceano Antártico.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5548996-EI188,00-Australia+tenta+liberacao+de+ativistas+que+abordaram+baleeiro+japones.html" target="_blank">Terra</a></em></p>
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		<title>EUA, Austrália, Nova Zelândia e Holanda &#8220;decepcionados&#8221; com retomada da caça à baleia</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/eua-australia-nova-zelandia-e-holanda-decepcionados-com-retomada-da-caca-a-baleia/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 14:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os EUA, a Austrália, a Nova Zelândia e a Holanda manifestaram terça-feira a sua deceção após a retomada pelo Japão da caça à baleia, condenando, porém, qualquer ato e violência ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os EUA, a Austrália, a Nova Zelândia e a Holanda manifestaram terça-feira a sua deceção após a retomada pelo Japão da caça à baleia, condenando, porém, qualquer ato e violência por parte dos defensores do ambiente.</em></p>
<p>&#8220;Continuamos a opor-nos veemente à caça à baleia, incluindo à alegada caça &#8216;científica&#8217;&#8221;, afirmam os quatro países numa declaração conjunta, em que se dizem &#8220;decepcionados pela recente saída da frota baleeira japonesa&#8221; para a pesca.</p>
<p>&#8220;Continuaremos a lutar por esta causa&#8221;, acrescenta o comunicado publicado pelo Departamento de Estado norte-americano, reafirmando o compromisso dos quatro países em impor uma &#8220;moratória internacional da pesca da baleia&#8221;.</p>
<p>A mesma nota salienta que os &#8220;governos australiano, holandês, neozelandês e americano condenam unanimemente qualquer ação que coloque em perigo a vida humana no oceano Ártico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos muito preocupados com a ideia de que os confrontos no oceano Ártico possam causar ferimentos ou a morte de pescadores e manifestantes, cuja maioria é originária dos nossos países&#8221;, acrescentam os quatro governos.</p>
<p>O Japão organiza campanhas de caça à baleia em nome da &#8220;pesquisa científica&#8221;, já que a Comissão Internacional da Baleia (CIB) proíbe desde 1986 a pesca da baleia para fins comerciais.</p>
<p>Mas os países protetores das baleias e os defensores do ambiente denunciam aquela prática como uma caça comercial disfarçada.</p>
<p>Há vários anos que os pescadores de baleia japoneses têm visto a sua atividade perturbada nas águas do Ártico por ativistas da associação ecológica americana Sea Shepherd.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?t=EUA-Australia-Nova-Zelandia-e-Holanda-dececionados-com-retoma-da-caca-a-baleia.rtp&amp;article=509233&amp;layout=10&amp;visual=3&amp;tm=7" target="_blank">RTP</a></em></p>
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		<title>Japão vai realizar caça de baleias no final do ano, apesar dos protestos</title>
		<link>http://seashepherd.org.br/japao-vai-realizar-caca-de-baleias-no-final-do-ano-apesar-dos-protestos/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 01:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Brad Lendon, CNN
O Japão anunciou que vai caçar baleias no Oceano Antártico e neste final de ano vai enviar um navio da Agência de Pesca para escoltar seus baleeiros ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Brad Lendon, <a href="http://edition.cnn.com/2011/10/04/world/asia/japan-whale-hunting/" target="_blank">CNN</a></em></strong></p>
<div id="attachment_3628" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-3628" title="news_110713_1_1_Preparations_for_Operation_Divine_Wind_Underway_090206" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2011/07/news_110713_1_1_Preparations_for_Operation_Divine_Wind_Underway_090206.jpg" alt="Foto: Adam Lau" width="260" height="173" /><p class="wp-caption-text">Foto: Adam Lau</p></div>
<p>O Japão anunciou que vai caçar baleias no Oceano Antártico e neste final de ano vai enviar um navio da Agência de Pesca para escoltar seus baleeiros contra a intervenção prometida por um grupo de conservação.</p>
<p>&#8220;A Agência de Pesca irá enviar um barco de patrulha e tomar as medidas para reforçar a proteção aos navios baleeiros na pesquisa&#8221;, disse o Ministro das Pescas Michihiko Kano em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, 04.</p>
<p>Na sua reunião anual em julho, a Comissão Internacional da Baleia aprovou uma resolução que convocava os seus países membros a &#8220;cooperar para prevenir e reprimir ações que coloquem em risco a vida humana e a propriedade no mar.&#8221;</p>
<p>Este ano, o Japão reduziu sua campanha de caça planejada para ocorrer de dezembro a abril em dois meses, após os ativistas anti-caça da Sea Shepherd Conservation Society repetidamente interferir nas operações dos navios baleeiros.</p>
<p>A Sea Shepherd afirma que salvou 800 baleias por suas ações durante a temporada de caça passada. Baleeiros japoneses mataram 171 baleias minke e duas baleias fin durante a caça da Antártida, de acordo com números da Comissão Internacional da Baleia.</p>
<p>Em um <a href="http://seashepherd.org.br/hoka-hey-o-sistema-contribui-para-a-operacao-vento-divino-da-sea-shepherd/" target="_blank">comunicado</a> divulgado na sexta-feira passada, a Sea Shepherd prometeu intervir nas operações baleeiras novamente.</p>
<p>&#8220;Eles terão que nos matar para nos impedir de intervir mais uma vez. &#8230; Nós vamos assumir quaisquer riscos para as nossas vidas necessários para deter esta invasão gananciosa e arrogante sobre o que é um santuário estabelecido para as baleias&#8221;, disse o líder da Sea Shepherd, Paul Watson, em um comunicado no site da organização. A Sea Shepherd terá mais de 100 pessoas no Oceano Antártico para bloquear a frota baleeira japonesa, segundo o comunicado.</p>
<p>Kano disse que o Japão quer continuar a caça de pesquisa com o objetivo de estabelecer que os estoques de baleias são suficientes para retomar a caça comercial completamente no futuro, de acordo com relatos da mídia japonesa.</p>
<p>A Sea Shepherd afirma que a caça de pesquisa é uma farsa, com a carne da caça que está sendo vendida aos consumidores e servidas em restaurantes.</p>
<p>O governo da Austrália condenou a decisão do Japão de retomar sua caça de pesquisa e seus planos para o futuro da caça comercial.</p>
<p>&#8220;O governo australiano continua se opondo a toda caça comercial de baleias, incluindo a chamada &#8216;caça científica&#8217;. Vamos continuar trabalhando para alcançar um fim permanente a toda a caça comercial de baleias&#8221;, disse o Ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, em um comunicado.</p>
<p>&#8220;A Austrália acredita que a atividade baleeira do Japão é contrária ao direito internacional e deve terminar&#8221;, disse o procurador-geral australiano, Robert McClelland.</p>
<p>&#8220;É por isso que a Austrália está levando este caso ao Tribunal Internacional de Justiça para colocar um fim na atividade baleeira do Oceano Austral permanentemente&#8221;.</p>
<p>O Japão também caça baleias no Pacífico Norte, matando 100 baleias sei, 50 baleias Bryde, 119 baleias minke e três cachalotes na última temporada, de acordo com a Comissão Internacional da Baleia.</p>
<p>A Islândia e a Noruega também realizam caça de baleias. A caça de baleias aborígene é permitida no território dinamarquês da Groenlândia, nos Estados Unidos, Rússia, e São Vicente e Granadinas.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do ISSB.</em></p>
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		<title>Sea Shepherd na Padi Dive Festival 2011 &#8211; SÃO PAULO &#8211; SP</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 17:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gostaríamos de convidá-los à participar do maior evento de mergulho do Brasil, a PADI DIVE FESTIVAL. 
Novamente estaremos  presentes divulgando o nosso trabalho de conservação da biodiversidade marinha.
Neste ano todos terão ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3291" class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2011/04/101218_BARBARA-VEIGA_GUNTER-SCHWABENLAND-PORTRAIT_AUCKLAND-ISLAND_3340.jpg" title="101218_BARBARA VEIGA_GUNTER SCHWABENLAND PORTRAIT_AUCKLAND ISLAND_3340" rel="lightbox[3289]"><img class="size-full wp-image-3291 " title="101218_BARBARA VEIGA_GUNTER SCHWABENLAND PORTRAIT_AUCKLAND ISLAND_3340" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2011/04/101218_BARBARA-VEIGA_GUNTER-SCHWABENLAND-PORTRAIT_AUCKLAND-ISLAND_3340.jpg" alt="GUNTER FILHO" width="360" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">GUNTER FILHO</p></div>
<p style="text-align: justify;">Gostaríamos de convidá-los à participar do maior evento de mergulho do Brasil, a PADI DIVE FESTIVAL. </p>
<p style="text-align: justify;">Novamente estaremos  presentes divulgando o nosso trabalho de conservação da biodiversidade marinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano todos terão a oportunidade de conhecer um dos Defensores de Baleias em pessoa, Gunther Filho, que esteve a bordo do STEVE IRWIN da Sea Shepherd em diversas campanhas antárticas e em galápagos da SSCS.</p>
<p style="text-align: justify;">Gunter Filho é biólogo, desenvolveu vários projetos durante a universidade. É Mergulhador e participou de diversas expedições da Sea Shepherd entre elas quatro campanhas na Antártida, três em Galápagos, uma no Mediterrâneo, e diversas ações contra long-lining por todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A palestra será no dia dia 10 abril (domingo)  das 17h às 18h, no auditório 1 com entrada franca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Além de ter a oportunidade de conhecê-lo, estaremos com a nossa tenda com  promoções de diversos produtos, como camisetas, livros, etc a preços inimagináveis. Venha conferir e passar um dia diferente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contamos com presença de diversos embaixadores do mar como</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Karol Meyer, Erick Wilson e Daniel Botelho.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">  </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.padifestival.com.br"><strong>http://www.padifestival.com.br</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PADI DIVE FESTIVAL 2011 &#8211; São Paulo Brasil.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ENTRADA GRATUITA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8,9 e 10 de Abril<br />
(Sexta das 12h às 22h, sábado e domingo das 9h às 20h)<br />
Local: Centro de Convenções do Centro Univ SENAC Campus Santo Amaro<br />
Av Eng. Eusébio Stevaux, 823 São Paulo SP – Brasil<br />
 <br />
Participe deste encontro com um verdadeiro herói dos oceanos.<br />
</strong> <br />
Contamos com a presença de todos.</p>
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		<title>WikiLeaks: EUA e Japão se uniram contra Sea Shepherd</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 19:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[03 de janeiro de 2011
AE &#8211; Agência Estado
O Japão e os Estados Unidos estudaram em 2009 a adoção de medidas para enfraquecer o grupo defensor de baleias Sea Shepherd, segundo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>03 de janeiro de 2011</strong></p>
<p>AE &#8211; Agência Estado</p>
<p>O Japão e os Estados Unidos estudaram em 2009 a adoção de medidas para enfraquecer o grupo defensor de baleias Sea Shepherd, segundo documentos diplomáticos norte-americanos divulgados hoje pelo site <em>WikiLeaks</em>. Na ocasião, Tóquio insistiu que os confrontos em alto-mar com a organização conservacionista prejudicavam os esforços para reduzir a caça dos cetáceos, de acordo com os documentos.</p>
<p>A representante norte-americana na Comissão Internacional Baleeira (CIB), Monica Medina, examinou a possibilidade de se anular a isenção fiscal da Sociedade Conservacionista Sea Shepherd, durante uma reunião em novembro de 2009 com altos funcionários da Agência de Pesca do Japão. O grupo, cujos barcos atrapalham a frota baleeira japonesa, atraiu adeptos e voluntários famosos, que doam para a entidade. As ações de protesto incluem levar manteiga estragada aos baleeiros para danificar seus cabos de pesca e já inspiraram uma série na TV, chamada &#8220;Whale Wars&#8221;.</p>
<p>No Japão, alguns consideram a campanha do Sea Shepherd como uma intromissão estrangeira em assuntos nacionais, tanto que os políticos locais tratam com cautela essa controvérsia. A adoção de medidas contra o Sea Shepherd seria um &#8220;elemento importante&#8221; para o bom término das negociações internacionais sobre o número de baleias caçadas a cada ano, disse o diretor-geral da Agência de Pesca do Japão, Katsuhiro Machida, citado nos textos diplomáticos norte-americanos.</p>
<p>Em referência ao grupo Sea Shepherd, Medina disse considerar &#8220;que o governo dos Estados Unidos pode mostrar que o grupo não é digno de uma isenção fiscal por suas ações agressivas e prejudiciais&#8221;, segundo os documentos diplomáticos. Porém, desde então não foi tomada por Washington nenhuma medida sobre esse caso.</p>
<p>O fundador do Sea Shepherd, Paul Watson, disse que o Japão já pressionou anteriormente governos estrangeiros a adotar medidas contra o grupo, como a revogação dos registros de suas embarcações. As informações são da <em>Associated Press.</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,wikileaks-eua-e-japao-se-uniram-contra-sea-shepherd,661416,0.htm" target="_blank">Estadão</a></em><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,wikileaks-eua-e-japao-se-uniram-contra-sea-shepherd,661416,0.htm" target="_blank">﻿</a></p>
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		<title>Diretor de &#8220;The Cove&#8221; considera &#8220;tragédia&#8221; pesca de golfinhos no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Sea Shepherd Brasil - ISSB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[golfinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

MAURÍCIO KANNO
DE SÃO PAULO



O norte-americano Louie Psihoyos, diretor do filme ganhador do Oscar &#8220;The Cove&#8221;, considera a pesca de golfinhos no Brasil uma &#8220;tragédia de grandes proporções&#8221;.
Filme &#8220;The Cove&#8221; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;"> </span></p>
<div id="articleBy" style="margin: 0px; font: 12px/17px Verdana,Helvetica,sans-serif;">
<p style="margin: 0px;"><strong>MAURÍCIO KANNO</strong><br />
DE SÃO PAULO</p>
<p style="margin: 0px;">
<p style="margin: 0px;">
<div id="attachment_2114" class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><a href="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-24.jpg" title="Untitled (24)" rel="lightbox[2111]"><img class="size-full wp-image-2114 " title="Untitled (24)" src="http://seashepherd.org.br/novo/wp-content/uploads/2010/08/Untitled-24.jpg" alt="Sea Shepherd Brasil busca Condenação dos Culpados pelo Massacre de 83 Golfinhos em Macapá (AP)" width="201" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Sea Shepherd Brasil busca Condenação dos Culpados pelo Massacre de 83 Golfinhos em Macapá (AP)</p></div>
</div>
<p>O norte-americano Louie Psihoyos, diretor do filme ganhador do Oscar &#8220;The Cove&#8221;, considera a pesca de golfinhos no Brasil uma &#8220;tragédia de grandes proporções&#8221;.</p>
<p><a style="text-decoration: underline ! important; color: #000066;" href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780709-filme-the-cove-tem-1-exibicao-autorizada-no-brasil.shtml">Filme &#8220;The Cove&#8221; tem 1ª exibição autorizada no Brasil</a></p>
<p>O documentário denuncia o massacre de golfinhos em Taiji, cidade costeira do Japão. Mas o Brasil também tem experiências do gênero. O caso mais recente revelado no país é a matança de 83 desses animais no Amapá em 2007, denunciado pela ONG Instituto Sea Shepherd Brasil.</p>
<table style="width: 300px; margin: 0px 20px 10px 0px; float: left; border-collapse: collapse;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 10px/13px arial,helvetica,sans-serif; text-align: right;">Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><img style="display: block; border-style: none; background-color: #cccccc; margin: 0px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ambiente/images/10224285.jpeg" border="0" alt="Diretor do filme &quot;The Cove&quot;, que denuncia matança de golfinhos no Japão, se alarma com pesca ilegal deles no Brasil" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 11px/16px arial,helvetica,sans-serif; border-bottom: 3px solid #009900; border-color: #009900;">Diretor do filme &#8220;The Cove&#8221;, que denuncia matança de golfinhos no Japão, se alarma com pesca ilegal deles no Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">Os animais foram repassados a um navio de pesca em alto mar para ser usados como isca de tubarão, como admitiu o dono das embarcações em audiência em abril, afirma Cristiano Pacheco, diretor jurídico do instituto. &#8220;Conseguimos, por ordem judicial, apreender as duas embarcações do réu.&#8221;</span></p>
<p>Além desse caso, o ambientalista José Truda Palazzo, membro do Centro de Conservação Cetácea e representante do Brasil na Comissão Internacional da Baleia até 2009, cita &#8220;matanças de tucuxis [botos-cinzas] na costa norte, botos-vermelhos na Amazônia e o desaparecimento iminente da toninha no Sul do país&#8221;.</p>
<p>O diretor Psihoyos ironiza: &#8220;Dois anos atrás, golfinhos de água doce da China foram declarados extintos, e o Brasil pode ter a honra de assistir a outra extinção de espécies&#8221;.</p>
<p>Ocorre que, apesar de o Brasil ter uma &#8220;legislação de vanguarda&#8221; na proteção aos golfinhos, há uma &#8220;absoluta falta de fiscalização&#8221;, afirma o ex-comissário Palazzo. A Lei Federal de Cetáceos (7.643/97) proíbe tanto a captura como a perturbação deles &#8212; o que inclui baleias e golfinhos.</p>
<p>O diretor considera que o Brasil, onde &#8220;já esteve várias vezes&#8221;, é &#8220;um dos mais bonitos e complexos ecossistemas do mundo&#8221;, mas &#8220;corre o risco de se tornar uma gigantesca fazenda corporativa&#8221;.</p>
<p><strong>SEM FILME NO BRASIL</strong></p>
<table style="width: 300px; margin: 0px 0px 20px 10px; float: right; border-collapse: collapse;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 10px/13px arial,helvetica,sans-serif; text-align: right;">Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><img style="display: block; border-style: none; background-color: #cccccc; margin: 0px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/10156178.jpeg" border="0" alt="Imagem do filme &quot;The Cove - A Baía da Vergonha&quot;; que estreou no Japão em julho, ainda fora do circuito brasileiro" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0px; margin: 0px; font: 11px/16px arial,helvetica,sans-serif; border-bottom: 3px solid #009900; border-color: #009900;">Imagem do filme &#8220;The Cove &#8211; A Baía da Vergonha&#8221;; que estreou no Japão em julho, ainda fora do circuito brasileiro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: verdana,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;">O filme &#8220;The Cove&#8221; ainda não estreou em cinemas do Brasil ou América Latina, nem apareceu em festivais da região, apesar de a primeira exibição do filme em festival ter acontecido em abril de 2009 nos Estados Unidos. A obra também passou por Turquia e Eslovênia e estreou nos cinemas do Japão, em julho último, apesar da resistência de conservadores.</span></p>
<p>&#8220;Suponho que nenhum distribuidor no Brasil considere que este filme, que ganhou mais de 75 prêmios pelo mundo, seja de interesse para seu país&#8221;, declara Louie Psihoyos. &#8220;Não fomos convidados por nenhum festival de cinema aprovado por nosso distribuidor. Mas adoraríamos exibir o filme aí. Seria um lugar perfeito!&#8221;.</p>
<p>Carl Clifton, diretor da distribuidora do filme, The Works Internacional, aponta apenas que &#8220;documentários, com raras exceções, tendem a enfrentar dificuldades para vender ou se estabelecer na região&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;EMBAIXADORES&#8221;</strong></p>
<p>O diretor de &#8220;The Cove&#8221; nutre uma admiração especial pelos golfinhos. &#8220;Eles têm cérebros bem maiores que os nossos&#8221;, lembra Psihoyos. São também &#8220;os únicos animais selvagens conhecidos que resgatam humanos&#8221;.</p>
<p>Mas o ex-comissário Palazzo afirma que &#8220;os cetáceos acabam sendo os &#8216;embaixadores&#8217; do mar para que possamos perceber os problemas de conservação marinha como um todo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando se fala em direito à vida&#8221;, não faz sentido excluir alguns por não serem por não serem &#8216;fofos&#8217;&#8221;, argumenta Cristiano Pacheco. &#8220;A tendência é que aos poucos, vencendo paradigmas culturais e educacionais de nosso século, cada ser vivo passe a ser visto por seu valor em si, e não apenas para o ecossistema em que vivem.&#8221;</p>
<p>O próprio cineasta Psihoyos afirma não comer &#8220;animais que andam&#8221; há décadas. &#8220;Queremos começar um movimento para salvar o mundo natural da destruição humana&#8221;, diz ele.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780745-diretor-de-the-cove-considera-tragedia-pesca-de-golfinhos-no-brasil.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/780745-diretor-de-the-cove-considera-tragedia-pesca-de-golfinhos-no-brasil.shtml</a></p>
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