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A Marinha de Netuno

Desde 1977, várias embarcações serviram na frota da Sea Shepherd para proteger e defender a vida selvagem marinha do mundo. Nós temos orgulho de apresentar a nossa frota atual e informação histórica sobre as embarcações que vieram antes delas… Alguns dos quais não flutuam mais.

A Frota Atual

M/Y Steve Irwin

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No dia 5 de dezembro de 2007 logo antes da Campanha Antártica em Defesa da Baleia de 2007-2008: Operação Migaloo começou para defender as baleias nos Oceanos Meridionais, a embarcação da Sea Shepherd o M/Y Robert Hunter foi renomeado oficialmente o Steve Irwin em honra do falecido conservacionista australiano. A mudança de nome foi anunciada numa conferência de imprensa pela viúva de Irwin, Terri Irwin e o Capitão Paul Watson no cais do port Melbourne Docklands momentos antes da partida do navio ao Santuário Antártico das Baleias.

A Sea Shepherd está orgulhosa de se associar com Terri Irwin para esta mudança nome porque tanto ela como Steve foram renomados globalmente pelos seus esforços conservacionistas. Na conferência de imprensa, Terri declarou que Steve teria sentido extremamente honrado pelo reconhecimento porque ele compartilhava a mesma paixão da Sea Shepherd para salvar as baleias.

“Baleias sempre estiveram no coração de Steve e em 2006 ele estava investigando a possibilidade de acompanhar a Sea Shepherd por uma parte de sua jornada de defender estes lindos animais,” disse Terri.

“A vida de Steve Irwin demonstra como uma pessoa pode fazer uma diferença significante no mundo,” disse Watson. “Steve quis vir para a Antártica conosco defender as baleias e agora ele pode se unir a nós em espírito com o nome dele como emblema no navio de proteção de baleias mais rápido e mais poderoso do mundo”.

O navio, antigamente conhecido como o M/Y Robert Hunter foi nomeado originalmente em homenagem ao falecido canadense Robert Hunter que junto com o Presidente e Fundador da Sea Shepherd Capitão Paul Watson foi um dos co-fundadores da Fundação Greenpeace. Bob Hunter morreu em maio de 2005 e em seu enterro o Capitão Watson prometeu colocar nomear um navio de conversação dos oceanos em sua honra. Aquele sonho se tornou realidade com a compra do M/Y Robert Hunter, de 53 metros, anteriormente uma embarcação de fiscalização de pesca escocesa.

Levando os genes ativistas de seu pai, a filha de Robert Hunter, Emily, se uniu a tripulação do navio na Operação Leviatã, Campanha de 2006-07 da Sea Shepherd para parar com a matança ilegal de mais de mil baleias das frotas baleeiras japonesas na Antártica. O Robert Hunter tem a capacidade de longo alcance e velocidade necessária para localizar e manter o mesmo ritmo das baleeiras. O novo navio se uniu a capitânia da Sociedade, o Farley Mowat no Mar de Ross na Antártica com mais de 60 tripulantes voluntários de todo o mundo, um helicóptero, e vários barcos menores abordo.

“Bob e eu estávamos no primeiro inflável que bloqueou os arpões das baleeiras russas em 1975,” disse Capitão Watson. “Ele foi meu colega de bordo de 1971 no Greenpeace e depois se uniu a mim em muitas das campanhas da Sea Shepherd. Com este navio, ele esta mais uma vez ao meu lado em espírito, continuando defendendo as baleias.

A Operação Leviatã teve sucesso em parar a frota baleeira japonesa de adquirir sua cota auto designada de baleias.

 

SSS Bob Barker

Bob Barker

Em 05 de janeiro de 2010, outro navio anti-caça de baleias da Sea Shepherd chegou no Oceano Antártico para juntar-se à Operação Waltzing Matilda 2009-2010, campanha em defesa das Baleias na Antártida, de forma inesperada e na hora certa: o Bob Barker.

Graças a uma contribuição de US$ 5 milhões de dólares do ícone e personalidade da televisão americana Bob Barker, a Sea Shepherd conseguiu tranquilamente comprar e reformar este ex-baleeiro norueguês, na África. Este rápido navio quebra-gelo partiu das Ilhas Maurício em 18 de dezembro de 2009 para se juntar ao Steve Irwin e ao Ady Gil no Oceano Antártico.
Barker também financiou o custo de um helicóptero que acompanhará os navios da Sea Shepherd. A aeronave é chamada de Nancy Burnet, em homenagem à presidente da União dos Ativistas pelo Direitos dos Animais, uma organização que Barker também apoia. Este novo helicóptero vai participar em futuras campanhas.

“Estou muito feliz por poder ajudar a Sea Shepherd Conservation Society, em sua missão de acabar com a destruição de habitats e o abate de animais selvagens nos oceanos do mundo”, disse Barker. “Há muita conversa sobre a preservação de nossos ecossistemas e espécies, mas esta é uma organização que coloca estas palavras em ação.”
Foto: Sam Sielen / Sea Shepherd

 

SSS Brigitte Bardot (ex Gojira)

Brigitte Bardot

A Sea Shepherd Conservation Society (SSCS) adquiriu o “Ocean 7 Adventurer”, uma embarcação que era utilizada para passeios, filmagens e em algumas operações marinhas de resgate por US$ 4 milhões de dólares para a Operação Sem Compromisso – No Compromise, campanha contra a caça às baleias no Santuário Antártico e rebatizou-a estratégicamente de MV Gojira (Godzilla em japonês, nome que traria mau agouro para os nipônicos).
Foi a primeira embarcação da Sea Shepherd a operar com bandeira australiana e apesar de mais lento que o Ady Gil, é duas vezes maior, tornando-o mais estável do que o barco que ele substituiu.

Em maio de 2011, a Sea Shepherd foi comunicada sobre os direitos autorais do nome Gojira / Godzilla, em relação ao uso não autorizado da marca. Então, a organização prontamente renomeou a embarcação para “Brigitte Bardot”, em homenagem à modelo francesa de moda, atriz e cantora, que Paul Watson, fundador da Sea Shepherd, levou em uma viagem em defesa das focas, em 1977. Além de um novo nome, o barco também recebeu uma nova pintura, substituindo a pintura negra original.
Em 1998, esta embarcação bateu o recorde de navegação ao redor do planeta, realizando a viagem em 74 dias. O recorde anterior era de 84 dias do USS Triton, um submarino de propulsão nuclear americano.

Dados: Comprimento: 35 metros (115 pés)

Tipo de navio estabilizado, trimarâ monocasco

Velocidade máxima: 24 nós

 

SSS Sam Simon

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SSS Sam Simon é o quarto navio da frota da Sea Shepherd Conservation Society, em homenagem a Sam Simon, um produtor de TV e roteirista norte-americano, co-fundador do seriado “Os Simpsons”, que doou o dinheiro necessário para a sua compra. A identidade do navio foi mantida em segredo, somente sendo revelada quando se encontrou com a frota baleeira japonesa em dezembro de 2012, mas foi identificado quando sua inscrição foi descoberta na lista de navios registradas na Autoridade Australiana de Segurança Marítima.
O Sam Simon era originalmente chamado de Kaiko Maru nº 8, um navio utilizado pelo serviço de meteorologia marinha do Japão e contribuia para o Programa Baleeiro do Pacífico Norte do Japão (JARPN).

A Sea Shepherd pagou ao Governo do Japão cerca de AUD 2 milhões de dólares australianos pelo navio. Lohgo após sua compra, foi rebatizado de MV New Atlantis e registrado em Tuvalu, pouco antes de ser transferido para Brisbane, Queensland.

Posteriormente, foi novamente registrado sob a bandeira australiana sob o nome de Sam Simon, tendo sido gastos mais 500 mil dólares em equipamentos para aumentar sua velocidade e alcance.
Foto: Carolina A Castro/ Sea Shepherd

 

Pequenas Embarcações

Deltas

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Muitas outras pequenas embarcações da Sea Shepherd atuam na linha de frente, defendendo os animais. Estas pequenas embarcações são lançadas a partir de nossas embarcações maiores, e tem a velocidade e capacidade de manobra para acompanhar e interceptar navios de caça e pesca. Independentemente do tipo de casco, todos os navios q ue utilizam as cores da Sea Shepherd continuam a causar medo e ansiedade nos corações daqueles que se dedicam a caça ilegal, pesca e outras atividades marinhas destrutivas.

 

Embarcação doada em serviço

Sirenian / Yoshka

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Anteriormente uma embarcação de patrulha da Guarda Costeira norte-americana, ela foi construída em 1955, e comprada pela Sea Shepherd em 1991. Ela teve novos motores poderosos instalados em 1979, e pode alcançar quase qualquer coisa n’água.

Ela lutou contra navios pesqueiros piratas japoneses e representou o papel principal nos esforços para proteger as baleias cinza de serem caçadas em Neah Bay, WA, EUA em 1998. No outono de 1999 o Sirenian foi sabotado enquanto aportado em Seattle, WA.

Recuperada e completamente revisada, ela deixou Seattle no final de novembro de 2000 para servir de guarda parques no Parque Nacional de Galápagos (PNG). A Sea Shepherd firmou um contrato de cinco anos com o PNG para suprir nossa embarcação rápida para patrulhar e fiscalização. Durante este tempo, o Sirenian interveio contra centenas de atividades ilegais e numerosas embarcações ilegais foram apreendidas. Estas ações preveniram a morte de milhares de tubarões e outras espécies marinhas. O Sirenian se tornou uma parte indispensável da Reserva Marinha, e então, em outubro de 2005, Capitão Paul Watson assinou um novo acordo com o diretor do parque nacional de Galapagos para manter o navio em Galapagos numa base permanente. A Sea Shepherd doou a embarcação ao PNG de forma que ela poderia continuar seus deveres importantes de fiscalização. O navio continuará exibindo o logotipo da Sea Shepherd e a Sea Shepherd continua representando um papel vital em suas atividades.

Em 2006, o navio foi re-nomeado “Yoshka” e ganhou uma revisão. O Yoshka é tripulado por guardas-florestais do Parque Nacional de Galápagos e trabalha em sociedade com o Guadaloupe River para proteger o Parque Nacional de Galapagos de atividades ilegais de pesca.

A Frota Histórica


Sea Shepherd

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Nosso primeiro navio foi uma traineira pesqueira Britânica comprada em 1978 com recursos da organização Fund for Animals.

Sua ação principal foi ter abalroado e danificando a baleeira pirata, o Sierra. A campanha para achar e incapacitar o Sierra foi a primeira ação direta da Sea Shepherd.

Capitão Paul Watson afundou seu próprio navio ao invés de deixar-la cair nas mãos dos baleeiros piratas.

 

Sea Shepherd II

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O substituto do Sea Shepherd foi uma traineira de 657 toneladas quase idêntica comprada em 1980 com os recursos recebidos pela venda dos direitos autorais do filme sobre a história da Campanha Sierra.

Em 1992 o Sea Shepherd II foi vendido em Ucluelet, Canadá, ao invés de pagar uma conta incrivelmente alta pela praticagem do navio que teria sido utilizada para subsidiar a indústria madeireira. Todo o equipamento valioso foi removido e o esqueleto do navio foi vendido.

O Sea Shepherd II teve um histórico incrível antes de ser vendida. A linhagem de ações dela e campanhas incluem:

  • 1981 – Ilhas Iki, Japão – Campanha de Proteção dos Golfinhos
  • 1981 – Sibéria Soviética – Expôs atividades baleeiras ilegais
  • 1983 – Bloqueou St. John’s Harbor para parar a frota caçadora de focas do Canadá. Sofreu o abalroamento da Guarda Costeira canadense.
  • 1989 – Confronto contra atuneiros ilegais do México e Venezuela.
  • 1990 – Abalroou navios japoneses ilegais de pesca de arrasto e confiscou suas redes.
  • 1991 – Atuneiro ilegal mexicano abalroado na Guatemala recebendo congratulações deste governo.
  • 1991 – Abordou a replica do navio Santa Maria, em protesto aos 500 anos de injustiças causados aos nativos americanos, durante uma viagem comemorando o aniversario da descoberta do continente por Cristóvão Colombo. O governo Espanhol se desculpou pela insensibilidade.
  • 1992 – Flagrou atuneiros norte americanos pescando ilegalmente.
  • 1992 – Flagrou pesqueiros costa riquenhos pescando ilegalmente tubarões e golfinhos nas Ilhas Cocos.
  • 1992 – Segundo grande confronto contra frota japonesa ilegal de pesca de arrasto.

Descanse em paz Sea Shepherd II – você nos serviu bem!


Cleveland Amory

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Este navio era previamente da Guarda Costeira canadense. Foi renomeado de Cleveland Amory em homenagem ao primeiro benfeitor da Sea Shepherd. Cleveland Amory era o fundador e presidente do Fund for Animals, e foi instrumental em conseguir os recursos para que o Capitão Watson conseguisse comprar o primeiro navio da Sea Shepherd. Durante muitos anos Cleveland serviu no Conselho Administrativo da Sea Shepherd.

Cleveland que era um autor de Best- Sellers e um dos maiores defensores de animais no mundo, morreu no seu sono dia 14 de outubro de 1998. Ele tinha 81 anos.

Em 1993, a Sea Shepherd trouxe a atenção mundial ao Departamento canadense de Pescas e Oceano pelo mau gerenciamento dos estoques de bacalhau na costa Oriental do Canadá quando Capitão Watson levou o navio Cleveland Amory para o Grand Banks. Ele perseguiu traineiras estrangeiras para fora da área onde eles estavam pescando ilegalmente e cortou a rede de rede de arrasto de uma embarcação cubana. O governo canadense prendeu Watson e o processou (Watson eventualmente foi julgado inocente das provas apresentadas pelo governo canadense). O que foi especialmente interessante sobre este evento foi que Watson e a Sea Shepherd foram aplaudidos e agradecidos por muitos pescadores locais (caçadores de focas durante o inverno) que estavam contentes de ver que alguém estava fazendo o que o próprio governo deveria ter feito.

O navio foi vendido em 1993 para comprar o navio Whales Forever.


M/Y Whales Forever

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Era anteriormente um navio de pesquisas sísmicas britânico, construído em 1970, foi comprado em 1994 graças a uma contribuição da Europaisches Tierhilfswerk, uma organização de proteção animal alemã.  O Whales Forever teve uma carreira breve mas emocionante. Enquanto finalizava preparações para opor a caça ilegal às baleias na Noruega, foi sabotada e fogo tomou conta da praça de maquinas.

Meses depois do ocorrido ela navegou ate as Ilhas de Lofoten no ártico norueguês, onde foi abalroada e bombardeada pelo navio mais poderoso da Guarda Costeira norueguesa o Andenas.

R/V Farley Mowat

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Em agosto de 1996, a Sea Shepherd Conservation Society comprou um novo navio de longo alcance, em Edimburgo, Escócia, classificado para operar em áreas com gelo, para a fiscalização das leis de conservação.

Originalmente batizado como a Sea Shepherd III, ela foi ré-nomeada a Ocean Warrior em 1999 para refletir as missões e campanhas que estavam pela sua frente no milênio novo.

Ela definitivamente está pronta para resistir o gelo intenso da costa de Labrador, Canadá, e as águas imprevisíveis e severas da Antártica, a desafiar qualquer baleeira pirata em alto-mar.

O navio foi construído em 1956 como um navio de fiscalização da pesca na Noruega. Com 54 metros de comprimento e 657 toneladas de deslocamento, seu casco de 2.54 cm de espessura de aço soldado, ela foi construída para resistir as tempestades assombrosas do Mar do Norte.

O volumoso motor diesel Alemão propulsiona uma hélice de passo variável que é protegido dentro de um Kort nozzle. Isto significa 1.400 HP de potência, trabalham juntos e rapidamente com os controles da ponte de comando.

Em 2002, depois de meses de burocracia e pagamentos de demandas de extorsão pela Agência de Navegação das Ilhas Caimã, o Ocean Warrior foi re-registrado no Canadá. Seu nome foi trocado por Farley Mowat em homenagem ao Presidente Honorário da Sea Shepherd, Farley Mowat, autor canadense e defensor do bem estar animal.

A capitânia da Sea Shepherd, o R/V Farley Mowat começou oficialmente e adequadamente sua carreira nas águas da Costa Rica submersa em controvérsia policiando atividades de pesca ilegais.
Em 2008 o Farley Mowat foi confiscado pelo governo canadense durante a Campanha em Defesa das Focas. O governo canadense abordou nossa embarcação e confiscou nossas câmeras e máquinas fotográficas e prendeu a tripulação da Sea Shepherd em águas internacionais. Além de deter o navio e aterrorizar a tripulação com armas de fogo e o uso de força excessiva, os agentes que agiram como piratas e prenderam propriedades pessoais da tripulação e nunca acusaram alguém de qualquer ofensa contra o governo do Canadá. O Farley Mowat continua preso até hoje e seus oficiais esperam seu julgamento que se dará em julho de 2009 em regime aberto. A Sea Shepherd Conservation Society irá cobrar o governo canadense U$1.000 por dia, pela perda de uso de sua embarcação.
O Farley Mowat é uma protetora, e um símbolo de esperança para um futuro melhor, mais humanitário, e mais ecologicamente consciente. O Farley Mowat é, foi, e continuará sendo o maior defensor do mundo da vida selvagem marinha.

M/Y Ady Gil

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Em um evento de angariação de fundos em Los Angeles, sábado 17 de outubro de 2009, a Sea Shepherd Conservation Society revelou seu mais novo navio de defesa do oceano: o Ady Gil. A embarcação, anteriormente conhecida como Earthrace, é um rápido, trimarã futurista, que recentemente estabeleceu o recorde mundial de circum-navegação global. A renomeação do navio reflete ao benfeitor do navio, Ady Gil, que ajudou a adquirir a embarcação.
Devido às suas capacidades de velocidade, de até 50 nós, o Capitão Paul Watson (fundador da Sea Shepherd) usará o Ady Gil para interceptar e bloquear fisicamente os navios arpoadores de abate ilegal de baleias.
Capitão Watson disse antes da Operação Waltzing Matilda: “Estamos muito animados que o Ady Gil irá juntar-se ao Steve Irwin na Antártida nesta campanha. Com estes dois navios, vamos montar o mais ambicioso e agressivo esforço até agora para impedir a matança de baleias no Oceano Austral”.
Diz Chuck Swift, CEO responsável pelas operações navais: “O Ady Gil nos dá a velocidade necessária para pegar e ficar com a frota baleeira japonesa. Estamos muito otimistas de que, com estes dois navios, e algumas outras surpresas, vamos encerrar a caça às baleias no Santuário de Baleias da Antártica. ”
Durante a campanha Antártica de Defesa das Baleias 2009-2010, a Operação Waltzing Matilda, em 05 de janeiro de 2010, em um ataque não provocado capturado em filme, o navio de segurança japonês Shonan Maru No. 2 deliberadamente abalroou e provocou danos catastróficos para o trimarã Ady Gil da Sea Shepherd. O navio foi cortado em dois.
Seis tripulantes, quatro da Nova Zelândia, um da Austrália e um da Holanda foram imediatamente resgatados pela tripulação do navio Bob Barker da Sea Shepherd. Nenhum dos tripulantes do Ady Gil ficou ferido.
08 de janeiro de 2010 às 17:20 (GMT), o Bob Barker relatou a última posição conhecida do Ady Gil para o Centro de Coordenação de Salvamento Australiano (ARCC). Este relatório foi feito porque o Ady Gil – que ia ser rebocado para uma base nas proximidades – estava afundando.

 


 

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